<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503</id><updated>2012-02-16T05:53:13.925-08:00</updated><category term='Meus anjos'/><category term='Estimação'/><category term='Labirinto'/><category term='Lindas flores'/><title type='text'>BibMargarida</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>434</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-5648245599047327499</id><published>2012-02-08T11:09:00.000-08:00</published><updated>2012-02-08T11:21:49.261-08:00</updated><title type='text'>Importaçao de dados Formato MARC</title><content type='html'>http://cdij.pgr.mpf.gov.br/sistema-pergamum/orientacoes-tecnicas/manuais/PER-MAN-004-Catalogacao.pdf &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PESQUISOU EM OUTRA FONTE E ENCONTROU A OBRA CATALOGADA EM FORMATO MARC? &lt;br /&gt;“Não encontrei” – Inicie a catalogação da obra,. &lt;br /&gt;“Encontrei a obra na Rede Pergamum” – Faça a Importação. &lt;br /&gt;• Clique sobre o título para ver dados da obra; &lt;br /&gt;• Clique em Exportar MARC; &lt;br /&gt;• Clique em Copiar dados; &lt;br /&gt;• Entre no sistema Pergamum / Catalogação / Importação; &lt;br /&gt;• Selecione a pasta Copiar dados para Importação; &lt;br /&gt;• Clique em Transportar dados; &lt;br /&gt;• Faça as alterações necessárias. Não esquecendo de acrescentar no campo 040 o subcampo $d &lt;br /&gt;com o código da biblioteca que está fazendo as alterações; &lt;br /&gt;• Clique em Gravar dados; &lt;br /&gt;• Se os dados foram gravados com sucesso, clique em OK na mensagem que aparecer. &lt;br /&gt;• Selecione a pasta Importação do MARC; &lt;br /&gt;• Clique no botão Abrir Arquivo; &lt;br /&gt;• Se os dados foram abertos com sucesso, clique em OK na mensagem que aparecer; &lt;br /&gt;• Clique sobre o título para que as autoridades possam aparecer na tela  Cadastro de &lt;br /&gt;Autoridade(s)/Fornecedor(es) do(s) Acervo(s) gerado(s) pelo Arquivo. &lt;br /&gt;• Clique no botão Verifica Dados para verificar se as autoridades e o fornecedor estão cadastrados. &lt;br /&gt;Ao acionar esse botão todas as autoridades serão verificadas na base local; &lt;br /&gt;• Se todas as autoridades e fornecedores estiverem cadastrados, a coluna  Status da &lt;br /&gt;Autoridade/Fornecedor aparecerá na tela preenchida com a informação Autoridade Cadastrada&lt;br /&gt;ou Fornecedor Cadastrado; &lt;br /&gt;• Caso alguma autoridade não esteja cadastrada, dê um duplo clique na linha desejada. Se &lt;br /&gt;necessário, é possível efetuar aqui as alterações. Para verificar a Autoridade correta, utilize a Tela&lt;br /&gt;de Pesquisa; &lt;br /&gt;• Se a pesquisa for negativa, ou seja, caso não exista a Autoridade desejada, volte e cadastre a &lt;br /&gt;nova Autoridade; &lt;br /&gt;• Se a pesquisa for positiva, ou seja, caso encontre a Autoridade desejada, verifique se há algum &lt;br /&gt;dado diferente; altere o que for necessário, volte, e verifique os dados; &lt;br /&gt;• Cadastre a(s) Autoridade(s); &lt;br /&gt;• Somente após a criação de todas as autoridades é que o botão  Gerar Dados  no Acervo será &lt;br /&gt;ativado, permitindo a criação de um novo acervo. Manual   PER-MAN-006 Cadastro &lt;br /&gt;Catalogação  APC  1-5&lt;br /&gt;• Após ter gerado o código do acervo: &lt;br /&gt;• Anote o código do acervo; &lt;br /&gt;• Clique no botão Sair; &lt;br /&gt;• Ainda no Módulo Catalogação, clique na opção Cadastro; &lt;br /&gt;• Digite o número do acervo e complete as informações, realizando as alterações necessárias &lt;br /&gt;inclusive em Cad Acervo-Acervo Geral e no campo 008; &lt;br /&gt;• Crie o(s) exemplar(es) normalmente; &lt;br /&gt;• Atualize o acervo. &lt;br /&gt;A importação pode ser realizada em qualquer biblioteca, desde que a a mesma &lt;br /&gt;utilize o Formato MARC. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procedimentos: &lt;br /&gt;• Acessar OCLC CatCD; &lt;br /&gt;• Selecionar no menu Search, a opção Bibliographic Collection(s);&lt;br /&gt;• Na janela Limit Formats to selecionar o tipo de material; &lt;br /&gt;• Em Query Text: digitar a expressão de busca; &lt;br /&gt;• Em Compact Disc(s) to Search selecionar a opção desejada; &lt;br /&gt;• Clicar no botão Find;&lt;br /&gt;• Selecionar o título com duplo clique.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Deletar os parágrafos não utilizados pela Biblioteca; &lt;br /&gt;• Modificar os demais parágrafos, se necessário. &lt;br /&gt;É necessário retirar todos os acentos no momento da importação, principalmente &lt;br /&gt;das autoridades, evitando o cadastro das mesmas de forma incorreta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procedimentos: &lt;br /&gt;• No menu Tools selecionar a opção Options;&lt;br /&gt;• Na tela Options, escolher a opção Export.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procedimentos: &lt;br /&gt;• Clicar no botão Create para nomear o arquivo de exportação; &lt;br /&gt;• Na tela New Export Destination, manter setada a opção File; &lt;br /&gt;• Clicar &lt;OK&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Nome do arquivo, digitar o nome do arquivo com a extensão .dat; &lt;br /&gt;Clicar &lt;OK&gt;&lt;br /&gt;Na janela  Export Destination Name,  clicar  &lt;OK&gt;  para confirmar a criação do arquivo de &lt;br /&gt;exportação; &lt;br /&gt;Em Options clicar &lt;OK&gt;;&lt;br /&gt;Continuar o processo no Pergamum/Catalogação/Importação/Importação do MARC &lt;br /&gt;Exportação de dados da OCLC&lt;br /&gt;Entrar no site: http://lcweb.loc.gov/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procedimentos: &lt;br /&gt;• Selecionar o Tipo de Importação (Bibliográfico ou Autoridade) &lt;br /&gt;• Clicar em Transportar Dados para colar o texto selecionado; &lt;br /&gt;• Efetuar as alterações necessárias; &lt;br /&gt;• Clicar em Gravar Dados para iniciar a importação; &lt;br /&gt;• Selecionar a pasta Importação do Marc para concluir a importação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-5648245599047327499?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://cdij.pgr.mpf.gov.br/sistema-pergamum/orientacoes-tecnicas/manuais/PER-MAN-004-Catalogacao.pdf' title='Importaçao de dados Formato MARC'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/5648245599047327499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=5648245599047327499&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/5648245599047327499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/5648245599047327499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2012/02/pesquisou-em-outra-fonte-e-encontrou.html' title='Importaçao de dados Formato MARC'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-2634890377723241522</id><published>2012-02-08T10:57:00.001-08:00</published><updated>2012-02-08T11:00:32.515-08:00</updated><title type='text'>Sobrenomes que começam por prefixos</title><content type='html'>6. Sobrenomes que começam por prefixos: juntar ao sobrenome mais próximo e considerar uma única palavra. Exemplos:&lt;br /&gt;De Santis, Rinaldo     na tabela: De D278     Des D441&lt;br /&gt;Di Bernardo, Elza      na tabela: Di D536      Dibd D544&lt;br /&gt;Le Fort, Gertrud       na tabela: Le L433     Lefo L494&lt;br /&gt;Van Wyk, Carl           na tabela: Van V217   Vanw V285&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para facilitar o entendimento de quais sobrenomes devem começar pelo prefixo, utilizamos a tabela abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idioma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciar pelo prefixo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não iniciar pelo prefixo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Português&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Nomes de origem estrangeira, de acordo com o uso da língua&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alemão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Am, Im, Vom, Zum, Zur&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Von, von der, zu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espanhol&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La, Los&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De, de las, de les, de los, del&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La, Le, L’, Des, Du&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De, d’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Holandês e Flamengo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ver&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os demais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inglês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Italiano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A, D’, Da, De, Dell, Della, Di, Li, L&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: MEY, Eliane Serrão Alves. SILVEIRA, Naira Christofoletti. Catalogação no plural. São Paulo, Briquet de Lemos, 2009. 217 p. ISBN 858563739-0&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-2634890377723241522?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://processotecnicoucs.wordpress.com/decisoes/cutter/' title='Sobrenomes que começam por prefixos'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/2634890377723241522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=2634890377723241522&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/2634890377723241522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/2634890377723241522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2012/02/sobrenomes-que-comecam-por-prefixos_08.html' title='Sobrenomes que começam por prefixos'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-124143532065887097</id><published>2012-02-08T10:57:00.000-08:00</published><updated>2012-02-08T11:00:23.278-08:00</updated><title type='text'>Sobrenomes que começam por prefixos</title><content type='html'>6. Sobrenomes que começam por prefixos: juntar ao sobrenome mais próximo e considerar uma única palavra. Exemplos:&lt;br /&gt;De Santis, Rinaldo     na tabela: De D278     Des D441&lt;br /&gt;Di Bernardo, Elza      na tabela: Di D536      Dibd D544&lt;br /&gt;Le Fort, Gertrud       na tabela: Le L433     Lefo L494&lt;br /&gt;Van Wyk, Carl           na tabela: Van V217   Vanw V285&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para facilitar o entendimento de quais sobrenomes devem começar pelo prefixo, utilizamos a tabela abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idioma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciar pelo prefixo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não iniciar pelo prefixo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Português&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Nomes de origem estrangeira, de acordo com o uso da língua&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alemão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Am, Im, Vom, Zum, Zur&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Von, von der, zu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espanhol&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La, Los&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De, de las, de les, de los, del&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La, Le, L’, Des, Du&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De, d’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Holandês e Flamengo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ver&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os demais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inglês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Italiano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A, D’, Da, De, Dell, Della, Di, Li, L&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: MEY, Eliane Serrão Alves. SILVEIRA, Naira Christofoletti. Catalogação no plural. São Paulo, Briquet de Lemos, 2009. 217 p. ISBN 858563739-0&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-124143532065887097?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://processotecnicoucs.wordpress.com/decisoes/cutter/' title='Sobrenomes que começam por prefixos'/><link rel='enclosure' type='' href='http://processotecnicoucs.wordpress.com/decisoes/cutter/' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/124143532065887097/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=124143532065887097&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/124143532065887097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/124143532065887097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2012/02/sobrenomes-que-comecam-por-prefixos.html' title='Sobrenomes que começam por prefixos'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-6394537880821565503</id><published>2012-02-08T10:50:00.000-08:00</published><updated>2012-02-08T10:57:14.994-08:00</updated><title type='text'>Processo Técnico BICE/UCS Artigos iniciais a serem desconsiderados</title><content type='html'>Processo Técnico BICE/UCS&lt;br /&gt;artigos iniciais a serem desconsiderados (para obras que tem entrada pelo título):&lt;br /&gt;http://processotecnicoucs.wordpress.com/decisoes/cutter/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-6394537880821565503?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://processotecnicoucs.wordpress.com/decisoes/cutter/' title='Processo Técnico BICE/UCS Artigos iniciais a serem desconsiderados'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/6394537880821565503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=6394537880821565503&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/6394537880821565503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/6394537880821565503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2012/02/processo-tecnico-biceucs-artigos.html' title='Processo Técnico BICE/UCS Artigos iniciais a serem desconsiderados'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-313950859612958376</id><published>2012-02-08T10:20:00.000-08:00</published><updated>2012-02-08T10:31:19.672-08:00</updated><title type='text'>Tratamento Documental</title><content type='html'>[Tratamento Documental&lt;br /&gt;http://www.cm-mafra.pt/rbem/pdf/Manual_de_procedimentos_colectivo.pdf&lt;br /&gt;Nota prévia: &lt;br /&gt;Com a ideia de uniformizar os procedimentos de tratamento documental nas &lt;br /&gt;Bibliotecas do concelho de Mafra, surgiu a necessidade, e da necessidade a ideia, de se &lt;br /&gt;criar um manual comum a todos nós. A partir do manual elaborado pela professora &lt;br /&gt;Maria João Filipe, da Biblioteca da E.B. 2.3, em 2006, tido pelos elementos do grupo de &lt;br /&gt;trabalho concelhio como um excelente  ponto de partida, procedeu-se a algumas &lt;br /&gt;reformulações pela mão da bibliotecária  Maria João Inácio, pertencente à equipa de &lt;br /&gt;apoio às bibliotecas escolares, da Biblioteca Municipal de Mafra. &lt;br /&gt; Importa ressalvar aqui que, apesar da uniformização alcançada, se torna ainda &lt;br /&gt;necessário que cada biblioteca adeqúe o presente manual à sua realidade, tendo &lt;br /&gt;sempre presente que todos os exemplos apresentados se referem ao trabalho &lt;br /&gt;desenvolvido na E.B. 2.3. de Mafra. De referir também  que este manual em si não &lt;br /&gt;constitui um documento finalizado, mas que pelo contrário se encontra aberto a todas as &lt;br /&gt;contribuições/sugestões, ponto de partida de um trabalho que se pretende colaborativo.  &lt;br /&gt;Tal como referido na versão inicial, pretende-se dotar as bibliotecas de “um &lt;br /&gt;mecanismo que assegure a continuidade  do trabalho de gestão da documentação a &lt;br /&gt;desenvolver na Biblioteca, independentemente da entidade física que a esteja a gerir. &lt;br /&gt;Deste modo é possível mudar de coordenador e continuar o trabalho sem necessidade &lt;br /&gt;de voltar sempre ao ponto de partida e à definição de procedimentos. Tal não invalida &lt;br /&gt;que estes procedimentos possam ser repensados a qualquer momento, sempre que se &lt;br /&gt;constate o seu desajuste relativamente às necessidades dos utilizadores e/ou dos &lt;br /&gt;gestores da Biblioteca”.  &lt;br /&gt;Os diferentes documentos têm um  número de registo  sequencial. Com &lt;br /&gt;excepção das monografias, o número de registo é precedido de uma letra, a qual &lt;br /&gt;permite identificar o tipo de documento de que se trata. (Ver informação acima, junto aos &lt;br /&gt;livros de registo). &lt;br /&gt;Todas as obras passam pelo processo de catalogação, que é realizado, desde &lt;br /&gt;logo, em suporte informático (numa folha de recolha de dados do programa de &lt;br /&gt;catalogação BIBLIOBASE) e em que se procede à descrição da obra, seguindo, sempre &lt;br /&gt;que possível, as Regras Portuguesas de Catalogação. A catalogação é sempre a mais &lt;br /&gt;completa possível, mas tem em conta tanto o público a que se destina como o tipo de &lt;br /&gt;suporte em que se encontra a informação. &lt;br /&gt;Ao longo do processo de catalogação será pedida a realização de duas outras &lt;br /&gt;tarefas: Indexação e Classificação.  &lt;br /&gt;A  indexação consiste na identificação do assunto ou assuntos da obra em &lt;br /&gt;causa e na introdução dos descritores (palavras-chave) que permitem ao utilizador &lt;br /&gt;recuperar essa informação quando faz uma pesquisa por assunto. Para realizar este &lt;br /&gt;processo deverá ser elaborada uma tabela de indexação própria que vá sendo &lt;br /&gt;construída à medida que novos descritores são usados.  &lt;br /&gt;A  classificação é um processo idêntico de identificação do assunto ou &lt;br /&gt;assuntos da obra, mas conduz à atribuição de um número da Tabela Decimal Universal &lt;br /&gt;(CDU).  &lt;br /&gt;Terminado este processo de catalogação, indexação e classificação, cada &lt;br /&gt;documento recebe uma etiqueta de cota e é arrumado no local que lhe é destinado pela ordem constante nessa etiqueta. As etiquetas de cota poderão ter cores&lt;br /&gt;Findo este circuito documental,  o documento passou pelo processo de &lt;br /&gt;catalogação e está disponível ao público, podendo ser consultado directamente ou &lt;br /&gt;através da pesquisa na base de dados. Está  também acessível para a produção de &lt;br /&gt;boletins bibliográficos, catálogos e ainda para fins estatísticos.&lt;br /&gt;- importar o ficheiro da Base de Dados da BN disponível on-line&lt;br /&gt;Se não existir qualquer obra que permita um preenchimento rápido, pode-se &lt;br /&gt;optar por fazer uma importação directa a partir da BN. &lt;br /&gt;Para isso, é necessário estar ligado à Internet e abrir o site: &lt;br /&gt;http://porbase.bnportugal.pt&lt;br /&gt;Também é necessário abrir o módulo de catalogação do Bibliobase e abrir a &lt;br /&gt;base de dados. &lt;br /&gt;Na base da BN indicar as expressões de pesquisa, preferencialmente o título &lt;br /&gt;da obra. &lt;br /&gt;Conferir se se trata da  edição que se pretende catalogar e abrir em formato &lt;br /&gt;UNIMARC: &lt;br /&gt;Seleccionar e com o botão do rato do lado direito copiar. Os campos 001, 005, &lt;br /&gt;095 e de 800 para a frente não nos interessam. Se for possível não os seleccionamos. &lt;br /&gt;Caso seja necessário seleccioná-los, devem ser apagados mais à frente&lt;br /&gt;Findo o processo, teremos uma folha de registo preenchida com os dados &lt;br /&gt;julgados pertinentes pela BN. É sempre necessário abrir o registo, rever os dados,introduzir os que estão em falta, eliminar os que estão a mais e preencher o campo 966 na totalidade. &lt;br /&gt;- preencher um novo registo (a partir de folha em branco)&lt;br /&gt;Registos ÆNovo registoÆMonografias – Texto Impresso (MTI)ÆSeleccionar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar ao módulo de catalogação e clicar com o botão do lado direito do rato no 3&lt;br /&gt;do último registo. Fica activa a possibilidade “colar especial (registo marc)”, clicar aí. &lt;br /&gt;Surge imediatamente esta caixa de texto. É este o momento para apagar &lt;br /&gt;algum campo que não nos faça falta (como o 095, por exemplo). Depois é só guardar o registo utilizando o ícone de disquete. &lt;br /&gt;Depois, é necessário seleccionar o registo e alterar o tipo de documento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-313950859612958376?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.cm-mafra.pt/rbem/pdf/Manual_de_procedimentos_colectivo.pdf' title='Tratamento Documental'/><link rel='enclosure' type='application/pdf' href='http://www.cm-mafra.pt/rbem/pdf/' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/313950859612958376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=313950859612958376&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/313950859612958376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/313950859612958376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2012/02/tratamento-documental.html' title='Tratamento Documental'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-4598259319639434324</id><published>2012-02-06T10:10:00.000-08:00</published><updated>2012-02-06T10:29:23.283-08:00</updated><title type='text'>Bibliotecas escolares: o bibliotecário, seu papel e as urgências do tema</title><content type='html'>“Bibliotecas escolares: o bibliotecário, seu papel e as urgências do tema” &lt;br /&gt;Patrícia Cristina Rodrigues de Oliveira&lt;br /&gt;1&lt;br /&gt;4 ano – biblioteconomia USP &lt;br /&gt;“LEI Nº 12.244 DE 24 DE MAIO DE 2010. &lt;br /&gt; Dispõe sobre a universalização das bibliotecas nas instituições de ensino do País. &lt;br /&gt; O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que &lt;br /&gt;o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a &lt;br /&gt;seguinte Lei:  &lt;br /&gt;Art. 1o  As instituições de ensino públicas e &lt;br /&gt;privadas de todos os sistemas de ensino do País &lt;br /&gt;contarão com bibliotecas, nos termos desta Lei.  &lt;br /&gt;Art. 2o  Para os fins desta Lei, considera-se &lt;br /&gt;biblioteca escolar a coleção de livros, materiais &lt;br /&gt;videográficos e documentos registrados em &lt;br /&gt;qualquer suporte destinados a consulta, pesquisa, &lt;br /&gt;estudo ou leitura.   &lt;br /&gt;Parágrafo único.  Será obrigatório um acervo de &lt;br /&gt;livros na biblioteca de, no mínimo, um título para &lt;br /&gt;cada aluno matriculado, cabendo ao respectivo &lt;br /&gt;sistema de ensino determinar a ampliação deste &lt;br /&gt;acervo conforme sua realidade, bem como divulgar &lt;br /&gt;orientações de guarda, preservação, organização e &lt;br /&gt;funcionamento das bibliotecas escolares.  &lt;br /&gt;Art. 3o Os sistemas de ensino do País deverão &lt;br /&gt;desenvolver esforços progressivos para que a &lt;br /&gt;universalização das bibliotecas escolares, nos &lt;br /&gt;termos previstos nesta Lei, seja efetivada num &lt;br /&gt;prazo máximo de dez anos, respeitada a profissão &lt;br /&gt;de Bibliotecário, disciplinada pelas Leis nos 4.084, &lt;br /&gt;de 30 de junho de 1962, e 9.674, de 25 de junho de &lt;br /&gt;1998.  &lt;br /&gt;Art. 4o Esta Lei entra em vigor na data de sua &lt;br /&gt;publicação.  &lt;br /&gt;Brasília, 24 de maio de 2010; 189o da &lt;br /&gt;Independência e 122o da República” &lt;br /&gt;2&lt;br /&gt;                                                &lt;br /&gt;1&lt;br /&gt; Bibliolab 28 de setembro de 2011 – VI Semana de Biblioteconomia Eca/USP          Início minha discussão ä respeito da Lei 12.244 de maio de 2010, trazendo &lt;br /&gt;trechos do texto da Diretora Geral da UNESCO sobre  o Dia Internacional da &lt;br /&gt;Alfabetização, comemorado no dia 8 de setembro:  &lt;br /&gt;“A alfabetização é pré-requisito para a paz, visto que &lt;br /&gt;acarreta vários benefícios nas esferas humanas, &lt;br /&gt;cultural, social, política e econômica (...). Segundo &lt;br /&gt;estatísticas recentes (2009), 793 milhões de adultos &lt;br /&gt;carecem de alfabetização básica, a maioria mulheres e &lt;br /&gt;crianças. Essa situação inaceitável impede todos os&lt;br /&gt;esforços para reduzir a pobreza e estimular o &lt;br /&gt;desenvolvimento humano”&lt;br /&gt;3&lt;br /&gt; Tratar de Biblioteca Escolar é tratar não somente do acervo, do espaço e da &lt;br /&gt;sobrevivência e porque não da luta pelo reconhecimento de sua importância no &lt;br /&gt;processo educativo. Mas tratar diretamente do público, sendo no caso uma &lt;br /&gt;comunidade delimitada pelos muros escolares, tendo  por necessidade primeira o &lt;br /&gt;apoio a atividades didáticas.  &lt;br /&gt;Então, entendo que tratar de biblioteca nesse contexto é, sobretudo tratar de &lt;br /&gt;educação. Falar de alfabetização na educação é discutir o mais básico dos atos &lt;br /&gt;daqueles que pretendem educar para os que necessitam ir a escola aprender e &lt;br /&gt;apreeender.  &lt;br /&gt;Irina destaca 3 pontos sobre o porque a alfabetização é importante para a paz &lt;br /&gt;e o desenvolvimento: &lt;br /&gt;“- Dá maior autonomia aos indivíduos, permitindo a  confiança necessária para &lt;br /&gt;buscar informações importantes e fazer escolhas esclarecidas, que têm impacto &lt;br /&gt;direto em suas famílias e comunidades;  &lt;br /&gt;- Condição imprescindível para que os indivíduos participem de forma eficaz nos &lt;br /&gt;processos democráticos, tenham uma voz nas organizações comunitárias, ganhem &lt;br /&gt;                                                                                                                                                        &lt;br /&gt;2&lt;br /&gt; Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12244.html. &lt;br /&gt;conhecimento político e, portanto, contribuam para  a formulação de políticas &lt;br /&gt;públicas de qualidade; &lt;br /&gt;- Programas de alfabetização fortalecem a compreensão mútua ao permitir que &lt;br /&gt;pessoas compartilhem idéias, expressar, preservar e desenvolver a identidade &lt;br /&gt;cultural e diversidade” &lt;br /&gt; Termos como diversidade, democracia, autonomia e confiança tornam os &lt;br /&gt;textos leves e adequados para divulgações massivas por serem clamores universais &lt;br /&gt;e pela replicância dessas necessidades em toda sociedade complexa. Contudo, &lt;br /&gt;antes de trazer calma, ele me inquieta, mas de certa forma me ajuda concatenar &lt;br /&gt;como me apresentar com um tema tão caro e complexo  de forma mais objetiva. &lt;br /&gt;Penso então abordar em eixos:  &lt;br /&gt;- Atuação &lt;br /&gt;- Formação &lt;br /&gt;- Papel e responsabilidade do bibliotecário no processo educativo Pela brevidade que a palestra pede, serei panorâmica em alguns pontos, mas &lt;br /&gt;pretendendo aqui ao menos introduzir teóricos, teorias e práticas de áreas de &lt;br /&gt;conhecimento como pedagogia (representada por Emilia Ferreiro, Paulo Freire, &lt;br /&gt;Morin, Telma Weisz), história e sociologia (José Murilo de Carvalho), &lt;br /&gt;Biblioteconomia (Marta Valentim), dentre outro, que são áreas complementares e &lt;br /&gt;irmãs que parecem tratar-se como Esaú e Jacó.  &lt;br /&gt;Educa cão e biblioteca escolar possuem relações óbvias. A educação &lt;br /&gt;brasileira que avança em índices numéricos e alcança a excelência internacional &lt;br /&gt;com programas de universalização dos diferentes níveis de ensino (por vezes &lt;br /&gt;apenas pretensos e pretensiosos), traz agora no seus hol de obrigatoriedades, a &lt;br /&gt;abertura e convivência física com a biblioteca escolar. Aquela que, assim como a&lt;br /&gt;escola, historicamente denota a importância simbólica e material que governos e &lt;br /&gt;sociedades concedem a educação. E no atual cenário, denotam que expandir não &lt;br /&gt;automaticamente é bem qualificar e de fato democratizar educação e acesso à &lt;br /&gt;cultura letrada. Explico.  &lt;br /&gt;A Lei 12.244 trata da Universalização das Bibliotecas nas instituições &lt;br /&gt;escolares de ensino no Brasil.  &lt;br /&gt; A sanção em maio de 2010 eclode comemorações no universo bibliotecário. &lt;br /&gt;Twittadas e “curtidas” denotam o quanto era esperada tal decisão, afinal a educação &lt;br /&gt;é uma grande preocupação da nossa área, ao menos é interessante que o pareça.  &lt;br /&gt; A educação aqui relacionada à consciente tomada de posição sobre os &lt;br /&gt;direitos sociais mínimos de uma sociedade que se pretenda equânime, mas também &lt;br /&gt;a sua importância econômica e numérica, pois aumentar e positivar índices de &lt;br /&gt;desenvolvimento talvez amenize nossa responsabilidade com o grande cisma &lt;br /&gt;nacional, a desigualdade, inerente ã exclusão na educação.  &lt;br /&gt;Irei então tratar de índices para falar do que não é somente indício. &lt;br /&gt;A maioria dos brasileiros entre 15 e 64 anos que estudaram da 1ª à 4ª série &lt;br /&gt;(52%) atingem no máximo o grau rudimentar de alfabetismo. E ainda mais grave: 9% &lt;br /&gt;destes indivíduos podem ser considerados analfabetos absolutos em termos de &lt;br /&gt;habilidades de leitura/escrita, não conseguindo nem mesmo decodificar palavras e &lt;br /&gt;frases, ainda que tenham cursado até a 4 série do ensino fundamental&lt;br /&gt;4&lt;br /&gt;. Dentre os que cursam ou cursaram da 5ª à 8ª série,apenas 17%  podem ser considerados plenamente alfabetizados.  24% dos que completaram entre 5 e 8 séries do Ensino Fundamental ainda permanecem no nível rudimentar.  &lt;br /&gt;Apenas 71% dos que chegaram ao Ensino Superior dominam a leitura/ escrita A renda da família é um fator determinante na distribuição do alfabetismo. &lt;br /&gt;Famílias com maior nível de renda têm ou tiveram, em sua grande maioria, acesso a &lt;br /&gt;maiores níveis de escolarização há várias gerações, além de maior oportunidade de &lt;br /&gt;acesso à informação e à cultura. Com renda de cinco salários mínimos, tem-se &lt;br /&gt;nessa faixa o alfabetismo pleno, em contraste, analfabetismo funcional predomina &lt;br /&gt;entre pessoas pertencentes a famílias com renda de até um salário mínimo, sendo &lt;br /&gt;que 20% deste grupo estão no nível de analfabetismo absoluto.  &lt;br /&gt;“Está comprovado que bibliotecários e professores, ao &lt;br /&gt;trabalharem em conjunto, influenciam o desempenho &lt;br /&gt;dos estudantes para o alcance de maior nível de &lt;br /&gt;literacia na leitura e escrita, aprendizagem, resolução &lt;br /&gt;de problemas, uso da informação e das tecnologias de &lt;br /&gt;comunicação e informação”&lt;br /&gt;5&lt;br /&gt;Trazendo novamente os eixos que escolhi para minha fala, grito:  &lt;br /&gt;- Realmente podemos dizer que a classe bibliotecária está de fato ciente da &lt;br /&gt;problemática situação que a atuação na educação representa? A parte às &lt;br /&gt;comemorações sobre a universalização das bibliotecas, estamos preparados e &lt;br /&gt;preocupados para lidar com uma demanda tão carente ? &lt;br /&gt;- O descaso com as bibliotecas escolares já existentes, a reformulação para &lt;br /&gt;“Sala de Leitura” e outras medidas em políticas públicas já haviam nos sensibilizado &lt;br /&gt;a Classe de forma positiva ou negativa? E quando digo classe não espero contar &lt;br /&gt;apenas com a representatividade de Conselhos, mas sim com ações, &lt;br /&gt;problematizações, textos e opiniões acerca daqueles que na biblioteconomia são &lt;br /&gt;formados.  &lt;br /&gt;- A proposição de uma formação “fast thinking” trata de atendimento de &lt;br /&gt;demanda... De qual demanda realmente? a dos usuários que agora teriam uma &lt;br /&gt;biblioteca ä disposição ou a de mercado? De editoras, que ampliam o público &lt;br /&gt;consumidor e podem dar vazão a sua produção cada dia mais crescente? E a oferta? &lt;br /&gt;De postos de trabalho em escala nacional em números exponenciais?  &lt;br /&gt;Jogando com os termos oferta e demanda, parafraseando a lúcida colocação &lt;br /&gt;de Castrillon (2011), a demanda que devemos focar é a de público, pois é &lt;br /&gt;equivocado imaginar que apenas a oferta de bibliotecas irá auxiliar na melhoria da &lt;br /&gt;educação. Melhora em números percentuais, mas a desigualdade mostra que para &lt;br /&gt;desvelá-la é interessante também ser sensível a seus números absolutos (ainda que &lt;br /&gt;índices tragam números positivados, a desigualdade persiste).  &lt;br /&gt;Ora, mercadologicamente pensando, e a guisa de resumo, não foco aqui nas &lt;br /&gt;diferenças regionais de distribuição, acesso a livros de forma gratuita ou não, mas &lt;br /&gt;verificando que nas últimas duas décadas o acesso a textos em diferenciados &lt;br /&gt;                                                &lt;br /&gt;5&lt;br /&gt; Trecho amplo e socialmente conforme do Manifesto para Biblioteca Escolar d/UNESCO &lt;br /&gt;versão 1999, traduzida para português em 2002. Disponível em: &lt;br /&gt;www.ifla.org/VII/s11/pubs/portuguese-brazil.pdfa IFLA/UNE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;suportes e também o número de bibliotecas é expandido e requalificado, trazem os &lt;br /&gt;índices que ainda assim, o letramento é crônica ferida que manter-se-há exposta em &lt;br /&gt;nossa sociedade, pois acesso e qualidade dele são fatores de exclusão social, &lt;br /&gt;condição desumana da qual nacionalmente desapontamos.  &lt;br /&gt;Nossa formação técnica generalista não parece alcançar a complexidade do &lt;br /&gt;desafio que iremos enfrentar. A escola nunca é melhor do que a sociedade em que &lt;br /&gt;ela está (Weisz, 2008, p.6). Parafraseio dizendo que a Biblioteca (não como acervo, &lt;br /&gt;mas como serviço a serviço da cidadania) também não. E atualmente, escola e &lt;br /&gt;biblioteca fracassam e ouvem o reverberar na sociedade por gerações déficits &lt;br /&gt;educacionais, lesando indivíduos no direito histórico, cultural e, portanto social que é &lt;br /&gt;a leitura, tomara um dia que auxilie também no direito político.  &lt;br /&gt;Leitura aqui entendida como histórico instrumento de poder e exclusão social, &lt;br /&gt;que portanto:  &lt;br /&gt;“(...) não é boa ou ruim em si mesma, mas um direito, &lt;br /&gt;não é um luxo, nem uma obrigação. Não é um luxo &lt;br /&gt;das elites que possa [somente] ser associado a prazer &lt;br /&gt;e recreação, tampouco uma obrigação imposta pela &lt;br /&gt;escola. É um direito de todos, que, além disso, permite &lt;br /&gt;um exercício pleno da democracia” (Ferreiro, 1996, &lt;br /&gt;p.18).  &lt;br /&gt;“Pede-se pouco do profissional e muito da sociedade” (Valentim, 2000, &lt;br /&gt;p.134).  &lt;br /&gt;Devemos como bibliotecários fazer uma reflexão constante e reconhecer que &lt;br /&gt;há um problema. E aqui não incito ou sugiro suplantar o papel do professor, nem &lt;br /&gt;tampouco virar um mero discursista de conceitos que não são próprios de nossa &lt;br /&gt;área. Mas é refletir sobre esses, e então trazer a sua realidade aquilo que possa de &lt;br /&gt;fato transformar sua prática. Devemos atentar que o problema existe e que seremos &lt;br /&gt;componentes do ambiente escolar, dialogar com educadores, favorecer a &lt;br /&gt;oportunidade de no processo educativo formar-se leitores e escritores.  &lt;br /&gt;Frases de efeito e sínteses motivacionais nublam o real enfrentamento das &lt;br /&gt;questões:  educação e  possibilidades  versus  entraves no acesso democrático da leitura e escrita. “O sujeito não vai transformar sua ação, mas &lt;br /&gt;contextualizá-la” (Barbosa, 1997, p. 32)&lt;br /&gt;6&lt;br /&gt;. E não mais nos perdermos em mares &lt;br /&gt;normativos que deixam acervos brilhando com toda nossa qualidade de &lt;br /&gt;processamento técnico para não serem utilizados por ninguém, e também em outros &lt;br /&gt;mares de frases feitas e lugares-comum do trato da boa educação.  &lt;br /&gt;Cavalo dado se olha os dentes...interessa-nos mesmo olhar? &lt;br /&gt;A pena pesada da Lei que coloca limite temporal para sua execução (10 anos &lt;br /&gt;a contar da sanção) e limite técnico (profissional diplomado bibliotecário), pode de &lt;br /&gt;fato esperançar, tendo como premissa que medidas políticas dessa monta trazem &lt;br /&gt;vultuosas mudanças, e com sorte melhorias, a uma Classe profissional.  &lt;br /&gt;Contudo, esse substancial aumento do número de bibliotecas remete &lt;br /&gt;certeiramente ä práticas políticas não pouco usuais em nosso país, e que coube &lt;br /&gt;dentro de citação de Canclini sobre práticas políticas na América Latina:  &lt;br /&gt;“O favor é tão antimoderno quanto a escravidão, &lt;br /&gt;porém mais simpático e suscetível de unir-se ao &lt;br /&gt;liberalismo por seu ingrediente de arbítrio, pelo jogo fluído de estima e auto estima ao qual submete o &lt;br /&gt;interesse material(...) o favor pratica a dependência da &lt;br /&gt;pessoa, a exceção ä regra, a cultura interessada (...)” &lt;br /&gt;Se meu texto versa totalmente sobre a alfabetização como forma de incluir o &lt;br /&gt;indivíduo nas discussões públicas e políticas, careço esclarecer que meu &lt;br /&gt;entendimento negativo sobre a demora, e paradoxalmente, precoce sanção dessa &lt;br /&gt;Lei não acontece por tratar de universalização de Unidades de Informação, mas pela &lt;br /&gt;acriticidade com que a informação parece ser tratada nos meios de interesse.  &lt;br /&gt;Trago então questões mais pontuais sobre as quais identifico problemas:&lt;br /&gt;6&lt;br /&gt; No artigo “Ação cultural do bibliotecário”, Maria  Cristina Barbosa trata nesse trecho lucidamente &lt;br /&gt;sobre a auto imagem negativa que o bibliotecário tinha de si, começa a usar o rótulo “animador &lt;br /&gt;cultural”, como que um diferencial particular. Entretanto, é uma expansão da atuação mais &lt;br /&gt;contextualizada, pensada, para aquele ambiente, e não um “plus” no currículo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tendência de formação voltada para tecnologias (demanda de mercado) &lt;br /&gt;sem ênfase ä educação e a biblioteca escolar (cursos públicos e privados) &lt;br /&gt;- Profissionais com os déficits de leitura (bibliotecário não-leitor; professor &lt;br /&gt;não-leitor) &lt;br /&gt;- Leitura sendo “ensinada” em caráter de oficina e  curso rápido (políticas &lt;br /&gt;públicas rápidas, enfáticas e performativas na democracia como espetáculo) &lt;br /&gt;- Qual (is) maior impacto da geração de tantos postos de trabalho? Cabide de &lt;br /&gt;empregos? maior rodízio de profissionais? Profissionais em busca de colocação e &lt;br /&gt;não de crítica atuação? &lt;br /&gt;- Como serão constituídos a priore esses acervos? (compras massivas de &lt;br /&gt;livros para o país todo?) Plano Nacional da Biblioteca da Escola é impositivo do Ministério da Educação? Como intervir coletivamente para uma maior intervenção &lt;br /&gt;bibliotecária nesse processo de escolha dos livros?&lt;br /&gt;- Que interesse tardio e ao mesmo tempo impulsivo por parte de quem pouco &lt;br /&gt;se importa historicamente com a Biblioteca Escolar?&lt;br /&gt;- “Sentindo-se necessário, comandava com submissão”&lt;br /&gt;7&lt;br /&gt;: combater com &lt;br /&gt;prática e discurso a apatia tácita da Classe bibliotecária, e tratar entre os pares &lt;br /&gt;sobre quais as expectativas e obrigações como profissionais de forma honesta e &lt;br /&gt;crítica. Não deve ser analisado como questão de dom e missão profética daqueles &lt;br /&gt;que se enveredam pela Biblioteca, mas sim aqueles que se identificam com o &lt;br /&gt;ambiente e problemáticas escolares e que buscam por formação adequada externa &lt;br /&gt;ao tecnicismo e normalismo próprio do exercício descompromissado e restritivo que é possível ter na área.  &lt;br /&gt;- Devemos como profissionais da informação preocupar-se com a própria &lt;br /&gt;formação e com a do público que iremos lidar, para rompermos com a tradição de &lt;br /&gt;“ensinar como aprendemos” (Castrillon, 2011, p.24). Nosso curso fornece espaços &lt;br /&gt;para reflexão coletiva sobre a dimensão político-pedagógica da nossa atuação em &lt;br /&gt;biblioteca escolar? Respondo que não.  &lt;br /&gt;- Devemos intentar que a alfabetização deva acontecer de fato na escola, &lt;br /&gt;para que o indivíduo da escola saia alfabetizado para qualquer suporte, e que o &lt;br /&gt;contato que esse venha a ter com a cultura letrada  não seja de maneira &lt;br /&gt;exclusivamente escolarizada: formar para a vida.  &lt;br /&gt;- Devemos lutar por e comemorar  sim  o acesso à novas tecnologias, mas &lt;br /&gt;imputar a elas o qualificativo de democráticas é acrítico e personalista, e nem &lt;br /&gt;tampouco esperarmos dela efeitos mágicos (Ferreiro, 1996, p.39).  &lt;br /&gt;- Devemos não se esquecer da variedade e problemáticas dos usuários: &lt;br /&gt;“alguns não chegaram sequer aos jornais, aos livros, e a bibliotecas enquanto há &lt;br /&gt;quem corra atrás de hipertextos, correio eletrônico” (Ferreiro, 1996, p.63).  &lt;br /&gt;- Devemos como profissionais atuar de fato e sem pieguismos com nossas ferramentas em conjunto com educadores, pois nosso silêncio e a apatia perante a &lt;br /&gt;distinção social que vivem alfabetizados dos não alfabetizados é cínica. Não é se &lt;br /&gt;calar somente como profissional é ser cúmplice como indivíduo.  &lt;br /&gt;- NÂO DEVEMOS NUNCA PERSONALIZAR OS SUCESSOS E &lt;br /&gt;DESPERSONALIZAR RESPONSABILIDADES &lt;br /&gt;- Devemos fazer com que nossa atuação supere o “(...) estritamente técnicoprofissional” e se reconheça que esse trabalho permite a outros transcender e &lt;br /&gt;melhorar sua condição humana “(Castrillon, 2011, p.40).  &lt;br /&gt;Obrigada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-4598259319639434324?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://rabci.org/rabci/sites/default/files//Bibliolab_Patricia%20Oliveira_Lei%2012244%20e%20as%20bibliotecas%20esc%E2%80%A6.pdf' title='Bibliotecas escolares: o bibliotecário, seu papel e as urgências do tema'/><link rel='enclosure' type='' href='http://rabci.org/rabci/sites/default/files/' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/4598259319639434324/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=4598259319639434324&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/4598259319639434324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/4598259319639434324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2012/02/bibliotecas-escolares-o-bibliotecario.html' title='Bibliotecas escolares: o bibliotecário, seu papel e as urgências do tema'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-7279518106893580554</id><published>2012-02-06T10:07:00.000-08:00</published><updated>2012-02-06T10:09:11.202-08:00</updated><title type='text'>Dispõe sobre a universalização das bibliotecas nas instituições de ensino do País</title><content type='html'>LEI Nº 12.244 DE 24 DE MAIO DE 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Dispõe sobre a universalização das bibliotecas nas instituições de ensino do País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 1o  As instituições de ensino públicas e privadas de todos os sistemas de ensino do País contarão com bibliotecas, nos termos desta Lei. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 2o  Para os fins desta Lei, considera-se biblioteca escolar a coleção de livros, materiais videográficos e documentos registrados em qualquer suporte destinados a consulta, pesquisa, estudo ou leitura.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único.  Será obrigatório um acervo de livros na biblioteca de, no mínimo, um título para cada aluno matriculado, cabendo ao respectivo sistema de ensino determinar a ampliação deste acervo conforme sua realidade, bem como divulgar orientações de guarda, preservação, organização e funcionamento das bibliotecas escolares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 3o  Os sistemas de ensino do País deverão desenvolver esforços progressivos para que a universalização das bibliotecas escolares, nos termos previstos nesta Lei, seja efetivada num prazo máximo de dez anos, respeitada a profissão de Bibliotecário, disciplinada pelas Leis nos 4.084, de 30 de junho de 1962, e 9.674, de 25 de junho de 1998. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 4o  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília,  24  de maio de 2010; 189o da Independência e 122o da República. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA&lt;br /&gt;Fernando Haddad&lt;br /&gt;Carlos Lupi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este texto não substitui o publicado no DOU de 25.5.2010&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-7279518106893580554?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12244.htm' title='Dispõe sobre a universalização das bibliotecas nas instituições de ensino do País'/><link rel='enclosure' type='text/html' href='http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12244.htm' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/7279518106893580554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=7279518106893580554&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/7279518106893580554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/7279518106893580554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2012/02/dispoe-sobre-universalizacao-das.html' title='Dispõe sobre a universalização das bibliotecas nas instituições de ensino do País'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-8024447848107244216</id><published>2012-02-06T06:09:00.000-08:00</published><updated>2012-02-06T06:11:23.296-08:00</updated><title type='text'>Carinho - Alegrar o dia</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-IYQG_3V5dBY/Ty_faeSNmxI/AAAAAAAAASo/ypBxYlL8qqQ/s1600/1302410953hXEg1Ka.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 297px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-IYQG_3V5dBY/Ty_faeSNmxI/AAAAAAAAASo/ypBxYlL8qqQ/s320/1302410953hXEg1Ka.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5706024898800753426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-8024447848107244216?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/8024447848107244216/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=8024447848107244216&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/8024447848107244216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/8024447848107244216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2012/02/carinho-alegrar-o-dia.html' title='Carinho - Alegrar o dia'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' 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length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/7971607294859748726/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=7971607294859748726&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/7971607294859748726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/7971607294859748726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2012/02/biblioteca-municipal-irma-maria-de.html' title='Biblioteca Municipal Irmã Maria de Lourdes'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-2704321617783877548</id><published>2012-02-04T11:16:00.000-08:00</published><updated>2012-02-04T11:21:35.065-08:00</updated><title type='text'>Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas MINICURSO PARA INFORMATIZAÇÃO DE BIBLIOTECAS: SOFTWARE BIBLIVRE</title><content type='html'>http://www.slideshare.net/NaneAlmeida1/mini-curso-biblivre-santo-ngelo&lt;br /&gt;Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas MINICURSO PARA INFORMATIZAÇÃO DE BIBLIOTECAS: SOFTWARE BIBLIVRE&lt;br /&gt;algumas missões da biblioteca pública&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-2704321617783877548?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.slideshare.net/NaneAlmeida1/mini-curso-biblivre-santo-ngelo' title='Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas MINICURSO PARA INFORMATIZAÇÃO DE BIBLIOTECAS: SOFTWARE BIBLIVRE'/><link rel='enclosure' type='' href='http://www.slideshare.net/NaneAlmeida1/mini-curso-biblivre-santo-ngelo' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/2704321617783877548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=2704321617783877548&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/2704321617783877548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/2704321617783877548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2012/02/sistema-estadual-de-bibliotecas.html' title='Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas MINICURSO PARA INFORMATIZAÇÃO DE BIBLIOTECAS: SOFTWARE BIBLIVRE'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-8416545528084747493</id><published>2012-01-28T10:16:00.000-08:00</published><updated>2012-01-28T10:26:46.121-08:00</updated><title type='text'>Sistema de Automação de Bibliotecas BIBLIVRE</title><content type='html'>http://download.biblivre.org.br/Manual_Biblivre_3.pdf&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sistema de Automação de Bibliotecas BIBLIVRE&lt;br /&gt;. INTRODUÇÃO..............................................................................................3/4&lt;br /&gt;2.  INSTALAÇÃO..................................................................................................8&lt;br /&gt;3. ACESSANDO O BIBLIVRE..............................................................................31&lt;br /&gt;4.  BUSCA.........................................................................................................34&lt;br /&gt;5. CIRCULAÇÃO................................................................................................50&lt;br /&gt;1.1  Histórico..........................................................................................................4&lt;br /&gt;1.2 Características..................................................................................................5&lt;br /&gt;1.3 Licença.............................................................................................................6&lt;br /&gt;1.4 Casos de uso....................................................................................................7&lt;br /&gt;2.1. Pré-requisitos..................................................................................................8&lt;br /&gt;2.1.1 Hardware......................................................................................................8&lt;br /&gt;2.1.2  Software..................................................................................................8/11&lt;br /&gt;2.2. Instalação no Windows..................................................................................12&lt;br /&gt;2.2.1 Instalação automática no Windows.......................................................12/26&lt;br /&gt;2.2.2 Instalação manual no Windows..................................................................27&lt;br /&gt;2.3. Instalação para Linux....................................................................................27&lt;br /&gt;2.3.1 Instalação automática para Linux..........................................................27/28&lt;br /&gt;2.3.2 Instalação manual para Linux.....................................................................28&lt;br /&gt;2.4 Como colocar a biblioteca na Web...........................................................28/30&lt;br /&gt;3.1 Acesso sem conta de usuário (consulta ao catálogo)................................31/32&lt;br /&gt;3.2 Acesso com conta de usuário (gerência da biblioteca)..............................32/33&lt;br /&gt;4.1 Bibliográfica..............................................................................................34/40&lt;br /&gt;4.2 Autoridades..............................................................................................40/42&lt;br /&gt;4.3  Vocabulário..............................................................................................43/45&lt;br /&gt;4.4 Distribuída................................................................................................46/49&lt;br /&gt;5.1.  Cadastro.......................................................................................................50&lt;br /&gt;5.1.1 Incluir um novo usuário.........................................................................50/51&lt;br /&gt;5.1.2 Procurar um usuário...................................................................................52&lt;br /&gt;5.1.3 Alterar dados de um usuário cadastrado...............................................52/53&lt;br /&gt;5.1.4 Bloquear cadastro de usuário................................................................53/54&lt;br /&gt;5.1.5 Gerar etiqueta para carteira........................................................................54&lt;br /&gt;5.1.6 Consultar histórico e multas do usuário......................................................55&lt;br /&gt;5.2. Empréstimos............................................................................................55/56&lt;br /&gt;5.2.1  Emprestar..............................................................................................56/58&lt;br /&gt;5.2.2 Renovar.......................................................................................................&lt;br /&gt;5.2.3 Devolver......................................................................................................59&lt;br /&gt;5.3 Reservas....................................................................................................59/62&lt;br /&gt;5.4. Acesso......................................................................................................62/61&lt;br /&gt;5.4.1 Vincular cartão de acesso......................................................................61/64&lt;br /&gt;5.4.2 Devolução do cartão de acesso...................................................................64&lt;br /&gt;5.4.3 Saída sem devolução do cartão de acesso..................................................65&lt;br /&gt;5.4.4 Bloqueio e desbloqueio de cartão de acesso..........................................65/66&lt;br /&gt;5.5.  Carteirinhas..................................................................................................66&lt;br /&gt;5.5.1 Gerar a carteirinha de um usuário.........................................................66/67&lt;br /&gt;5.5.2 Gerar a carteirinha de todos os usuários cadastrados em período..............67&lt;br /&gt;5.5.3 Impressão das carteirinhas..........................................................................68&lt;br /&gt;6.1. Bibliográfica..................................................................................................70&lt;br /&gt;6.1.1 Abrir base de dados...................................................................................70&lt;br /&gt;6.1.2 Buscar registro.......................................................................................71/72&lt;br /&gt;6.1.3 Novo registro.........................................................................................73/75&lt;br /&gt;6.1.4 Abrir registro.........................................................................................75/78&lt;br /&gt;6.1.5  Registrar  exemplares.............................................................................79/80&lt;br /&gt;6.1.6 Excluir registro.......................................................................................80/81&lt;br /&gt;6.1.7  Exportar  registro...................................................................................81/82&lt;br /&gt;6.1.8 Anexar arquivo......................................................................................82/85&lt;br /&gt;6.1.9 Gerar etiquetas......................................................................................86/88&lt;br /&gt;6.1.10 Base de dados de Trabalho.......................................................................89&lt;br /&gt;6.2 Autoridades..............................................................................................89/92&lt;br /&gt;6.3  Vocabulário..............................................................................................93/95&lt;br /&gt;6.4.  Importação..............................................................................................95/96&lt;br /&gt;6.4.1 Importação de registro bibliográfico.....................................................96/97&lt;br /&gt;6.4.2 Importação de registro de autoridade........................................................98&lt;br /&gt;6.4.3 Importação de registro de vocabulário.......................................................99&lt;br /&gt;6.5 Etiquetas...............................................................................................100/103&lt;br /&gt;6.6 Mover registros....................................................................................103/105&lt;br /&gt;7.1 Fornecedor............................................................................................105/107&lt;br /&gt;7.2  Requisição............................................................................................107/109&lt;br /&gt;7.3  Cotação................................................................................................109/111&lt;br /&gt;7.4  Pedido..................................................................................................111/113&lt;br /&gt;8.1 Troca de senha.............................................................................................114&lt;br /&gt;8.2. Manutenção................................................................................................114&lt;br /&gt;8.2.1 Realizar uma cópia de segurança (backup)...............................................115&lt;br /&gt;8.2.2 Reindexar bases de dados..................................................................115/116&lt;br /&gt;8.3 Relatórios..............................................................................................116/117&lt;br /&gt;8.4 Login e permissões...............................................................................117/118&lt;br /&gt;8.5 Tipos de usuário...................................................................................119/120&lt;br /&gt;8.6  Cartões.................................................................................................120/121&lt;br /&gt;8.7 Servidor Z39.50....................................................................................122/124&lt;br /&gt;8.8  Configuração........................................................................................124/125&lt;br /&gt;6.  CATALOGAÇÃO....................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.1. Bibliográfica..................................................................................................70&lt;br /&gt;6.1.1 Abrir base de dados...................................................................................70&lt;br /&gt;6.1.2 Buscar registro.......................................................................................71/72&lt;br /&gt;6.1.3 Novo registro.........................................................................................73/75&lt;br /&gt;6.1.4 Abrir registro.........................................................................................75/78&lt;br /&gt;6.1.5  Registrar  exemplares.............................................................................79/80&lt;br /&gt;6.1.6 Excluir registro.......................................................................................80/81&lt;br /&gt;6.1.7  Exportar  registro...................................................................................81/82&lt;br /&gt;6.1.8 Anexar arquivo......................................................................................82/85&lt;br /&gt;6.1.9 Gerar etiquetas......................................................................................86/88&lt;br /&gt;6.1.10 Base de dados de Trabalho.......................................................................89&lt;br /&gt;6.2 Autoridades..............................................................................................89/92&lt;br /&gt;6.3  Vocabulário..............................................................................................93/95&lt;br /&gt;6.4.  Importação..............................................................................................95/96&lt;br /&gt;6.4.1 Importação de registro bibliográfico.....................................................96/97&lt;br /&gt;6.4.2 Importação de registro de autoridade........................................................98&lt;br /&gt;6.4.3 Importação de registro de vocabulário.......................................................99&lt;br /&gt;6.5 Etiquetas...............................................................................................100/103&lt;br /&gt;6.6 Mover registros....................................................................................103/105&lt;br /&gt;7.1 Fornecedor............................................................................................105/107&lt;br /&gt;7.2  Requisição............................................................................................107/109&lt;br /&gt;7.3  Cotação................................................................................................109/111&lt;br /&gt;7.4  Pedido..................................................................................................111/113&lt;br /&gt;8.1 Troca de senha.............................................................................................114&lt;br /&gt;8.2. Manutenção................................................................................................114&lt;br /&gt;8.2.1 Realizar uma cópia de segurança (backup)...............................................115&lt;br /&gt;8.2.2 Reindexar bases de dados..................................................................115/116&lt;br /&gt;8.3 Relatórios..............................................................................................116/117&lt;br /&gt;8.4 Login e permissões...............................................................................117/118&lt;br /&gt;8.5 Tipos de usuário...................................................................................119/120&lt;br /&gt;8.6  Cartões.................................................................................................120/121&lt;br /&gt;8.7 Servidor Z39.50....................................................................................122/124&lt;br /&gt;8.8  Configuração........................................................................................124/125&lt;br /&gt;6.  CATALOGAÇÃO.......................................................................................69/70&lt;br /&gt;7.  AQUISIÇÃO................................................................................................105&lt;br /&gt;8. ADMINISTRAÇÃO.......................................................................................114&lt;br /&gt;English version manual................................................................................126/161&lt;br /&gt;Manual de la versión española....................................................................162/202&lt;br /&gt;1. INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;Na primeira década do século XXI, o programa Biblioteca Livre (BIBLIVRE) se &lt;br /&gt;constituiu como um dos pioneiros no acesso ao livro no Brasil com o auxílio &lt;br /&gt;da informática. &lt;br /&gt;Em meia década de utilização, adotou-se o programa em bibliotecas de &lt;br /&gt;norte a sul do país, em capitais e no interior, com a adesão entusiasmada de &lt;br /&gt;bibliotecários.  Muitos  desses  profissionais  tornaram-se  parceiros  voluntários do programa, que, além de ser um software para catalogação dos &lt;br /&gt;acervos  de  bibliotecas, também  se  define  como  uma  plataforma  para  a &lt;br /&gt;difusão de conteúdo.&lt;br /&gt;Atualmente, o programa encontra-se em sua terceira versão. Nesses anos, &lt;br /&gt;simplificaram-se os  seus processos, para que fossem utilizados –  sempre &lt;br /&gt;gratuitamente – por um número cada vez maior de bibliotecas públicas, dos &lt;br /&gt;mais variados portes. Instituições em outros países latino-americanos, na &lt;br /&gt;África, em Portugal e nos EUA também passaram a adotá-lo. &lt;br /&gt;O programa permite a criação de redes através da Internet para a troca de &lt;br /&gt;informação entre bibliotecas, a fim de aumentar o intercâmbio e estimular &lt;br /&gt;empreendimentos cooperativos. Dessa forma, bibliotecas próximas umas da &lt;br /&gt;outras podem, por exemplo, diversificar sua oferta. Devido à possibilidade &lt;br /&gt;de consulta do acervo através da Web, elas podem utilizar do empréstimo de &lt;br /&gt;livros umas as outras de maneira eficiente, o que permite compartilhar e &lt;br /&gt;racionalizar custos. &lt;br /&gt;Todo e qualquer cidadão também pode tornar disponíveis para consulta, &lt;br /&gt;através do sistema, seus próprios textos, músicas, imagens, filmes. A informatização reforça o papel de bibliotecas como centros livres de saber – em &lt;br /&gt;vez  de  meros  depósitos  de  livros,  como  muitas  vezes  são  vistas  –  e  o &lt;br /&gt;BIBLIVRE tem se consolidado no Brasil como ferramenta importante nesse &lt;br /&gt;contexto revolucionário, através dos múltiplos usos que proporciona. &lt;br /&gt;O programa abre todo um campo de soluções criativas para superar adversidades na troca e na difusão do conhecimento.&lt;br /&gt;A partir da versão 3.0 o projeto corrigiu o seu rumo e libertou-se para vôos &lt;br /&gt;ainda mais amplos, tornando-se mais ágil e focado em seu objetivo maior &lt;br /&gt;que é a biblioteca pública.&lt;br /&gt;Com a conclusão definitiva do Biblivre 3.0 em 30 de março de 2011, têm &lt;br /&gt;inicio  a metodologia  de trabalho  a  ser  aplicada  no  desenvolvimento  da &lt;br /&gt;próxima versão, ainda mais aperfeiçoada – Biblivre 4.0.&lt;br /&gt;                                                                                    Equipe Biblivre&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-8416545528084747493?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://download.biblivre.org.br/Manual_Biblivre_3.pdf' title='Sistema de Automação de Bibliotecas BIBLIVRE'/><link rel='enclosure' type='application/pdf' href='http://download.biblivre.org.br/Manual_Biblivre_3.pdf' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/8416545528084747493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=8416545528084747493&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/8416545528084747493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/8416545528084747493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2012/01/sistema-de-automacao-de-bibliotecas.html' title='Sistema de Automação de Bibliotecas BIBLIVRE'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-1631209557063575274</id><published>2012-01-28T09:43:00.000-08:00</published><updated>2012-01-28T09:46:53.395-08:00</updated><title type='text'>Sylvia - 15 anos - Princesa</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/--2aaPONKsSo/TyQ0gNFskVI/AAAAAAAAASc/QfP3pqnka1I/s1600/eu.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 270px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/--2aaPONKsSo/TyQ0gNFskVI/AAAAAAAAASc/QfP3pqnka1I/s320/eu.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5702740756031902034" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-1631209557063575274?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/1631209557063575274/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=1631209557063575274&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/1631209557063575274'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/1631209557063575274'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2012/01/sylvia-15-anos-princesa.html' title='Sylvia - 15 anos - Princesa'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/--2aaPONKsSo/TyQ0gNFskVI/AAAAAAAAASc/QfP3pqnka1I/s72-c/eu.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-1324262117885534934</id><published>2012-01-26T04:35:00.000-08:00</published><updated>2012-01-26T04:37:31.687-08:00</updated><title type='text'>Desperdício nas prateleiras</title><content type='html'>http://www.livrosepessoas.com/2011/12/26/desperdicio-nas-prateleiras/?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+livrosepessoas+%28Livros+s%C3%B3+mudam+pessoas+%3A+%29%29&lt;br /&gt;Desperdício nas prateleiras&lt;br /&gt;Texto escrito por Luciene Mediato em DGABC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As prateleiras das livrarias estão repletas de ”best-sellers” como a saga ”Crepúsculo”, a trilogia ”Senhor dos Anéis”, ”Comer Rezar e Amar”, ”A Menina que Roubava Livros”, e ”O Monge e o Executivo”, que conquistaram milhões de leitores no mundo. Em meio a essa avalanche de títulos e lançamentos é comum encontrarmos clássicos da literatura esquecidos e empoeirados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grandes autores nacionais como Castro Alves, Machado de Assis, Aluísio de Azevedo, Manuel Bandeira, Mario Quintana, José de Alencar e Clarice Lispector, que, através das palavras construíram a história do romantismo e da ficção nacional – também registrando fatos históricos por meio da literatura -, são conhecidos e apreciados por poucas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A literatura clássica, apesar de rejeitada por alguns com a justificativa de apresentar linguagem rebuscada e arcaica, se faz necessária. “O clássico é o texto que por sua originalidade força todo o sistema literário a se recompor. A própria ideia de literatura se altera – se torna outra – à luz de cada novo clássico. Uma obra só é clássica porque possui capacidade de continuar dizendo coisas novas a novos leitores independentemente do tempo e do espaço”, explica o crítico literário Eduardo Sterzi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos grandes obstáculos para que obras como ”’O Quinze”’, ”’Vidas Secas”’, ”’Dom Casmurro”’, ”’Quincas Borba”’ e ”’Iracema”’ tenham destaque no século 21 é a falta de leitores. O Brasil é um País que assumidamente não lê.&lt;br /&gt;Hoje, existem dois tipos de leitores: o que lê um livro de fácil assimilação, que não exige racionalidade para entender a obra, e o leitor que prefere um livro com conteúdo filosófico, que lhe acrescente algo e o faz refletir. Esse segundo tipo é o raro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse fenômeno não é fruto da contemporaneidade e dos ””best-sellers”” vazios de conteúdo. “Se olharmos para o século 19, já era impressionante a quantidade de besteira que se publicava. Isso vem da formação de um público de massa para a literatura, o que antes nunca houve – e o que, com as facilidades sempre maiores trazidas pela tecnologia, só tende a aumentar”, afirma Sterzi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEMPO&lt;br /&gt;Outra justificativa para o ostracismo da literatura clássica brasileira é a falta de tempo. Para o crítico o que existe é a sensação de falta de tempo. “A literatura está no meio de uma competição dura com diversas outras atividades e distrações, o que só se ampliou com a internet (mas havia antes o cinema, o rádio, a televisão). Não dá para levar a sério quem reclama de falta de tempo para a literatura mas tem tempo para o Facebook.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a internet não é a grande inimiga dos livros. Ela é uma fantástica biblioteca, que permite acesso à imensa maioria, se não à totalidade, dos clássicos da nossa e de outras literaturas. Para os estudiosos, é também uma conquista excepcional: não só os textos estão disponíveis, com mecanismos de busca que facilitam a pesquisa e o acesso a manuscritos e acervos digitalizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INOVAÇÃO&lt;br /&gt;Seguindo a onda que começou nos Estados Unidos com o lançamento de ”Orgulho, Preconceito e Zumbis”, versão com mortos-vivos do clássico de Jane Austin escrito por Seth Grahame-Smith, e ”Razão, Sensibilidade e os Monstros Marinhos”, de Ben H. Winter, a Editora LeYa, através do selo Lua de Papel, lançou quatro ”mashups” nacionais, misturando mortos-vivos, vampiros, bruxas e criaturas alienígenas às letras tradicionais de romancistas do porte de Machado de Assis e José de Alencar. Uma boa dica para que os jovens se apaixonem – e se habituem – pelos clássicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.livrosepessoas.com/2011/12/26/desperdicio-nas-prateleiras/?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+livrosepessoas+%28Livros+s%C3%B3+mudam+pessoas+%3A+%29%29&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-1324262117885534934?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.livrosepessoas.com' title='Desperdício nas prateleiras'/><link rel='enclosure' type='' href='http://www.livrosepessoas.com' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/1324262117885534934/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=1324262117885534934&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/1324262117885534934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/1324262117885534934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2012/01/desperdicio-nas-prateleiras.html' title='Desperdício nas prateleiras'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-6151779209281816547</id><published>2012-01-26T04:10:00.000-08:00</published><updated>2012-01-26T04:11:41.477-08:00</updated><title type='text'>"Fique Por Dentro"</title><content type='html'>http://www.esalq.usp.br/biblioteca/SWF/informativo_12/movie.swf&lt;br /&gt;Colegas,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queremos lhe convidar para conhecer o novo número do Informativo "Fique&lt;br /&gt;Por Dentro", onde mostramos um pouco dos trabalhos desenvolvidos pela&lt;br /&gt;equipe. Acessem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.esalq.usp.br/biblioteca/SWF/informativo_12/movie.swf&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A equipe do informativo esta atenta a seus comentários e sugestões,&lt;br /&gt;buscando com isso a melhoria continua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comissão Editorial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---------------------------------&lt;br /&gt;Thais Cristiane Campos de Moraes&lt;br /&gt;Bibliotecária - Atendimento ao Cliente&lt;br /&gt;Biblioteca Central / ESALQ / USP&lt;br /&gt;http://www.esalq.usp.br/biblioteca&lt;br /&gt;MSN: tcmoraes@esalq.usp.br&lt;br /&gt;F:(19)3429-4311 Ramal: 208&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-6151779209281816547?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.esalq.usp.br/biblioteca/SWF/informativo_12/movie.swf' title='&quot;Fique Por Dentro&quot;'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/6151779209281816547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=6151779209281816547&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/6151779209281816547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/6151779209281816547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2012/01/fique-por-dentro.html' title='&quot;Fique Por Dentro&quot;'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-2535973212306308416</id><published>2012-01-20T11:20:00.000-08:00</published><updated>2012-01-20T11:27:24.238-08:00</updated><title type='text'>Bibliotecas comunitárias em Belo Horizonte</title><content type='html'>http://dspace.lcc.ufmg.br/dspace/bitstream/1843/ECID-79CNHN/1/dissertacaoheloisa.pdf&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;            &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;              &lt;br /&gt;                   &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;              &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-2535973212306308416?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://dspace.lcc.ufmg.br/dspace/bitstream/1843/ECID-79CNHN/1/dissertacaoheloisa.pdf' title='Bibliotecas comunitárias em Belo Horizonte'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/2535973212306308416/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=2535973212306308416&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/2535973212306308416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/2535973212306308416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2012/01/bibliotecas-comunitarias-em-belo.html' title='Bibliotecas comunitárias em Belo Horizonte'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-7144144685297328266</id><published>2012-01-20T10:50:00.000-08:00</published><updated>2012-01-20T11:18:14.994-08:00</updated><title type='text'>FOLHETO PARA A CRIAÇÃO DE  BIBLIOTECAS COMUNITÁRIAS AUTO-GERIDAS</title><content type='html'>http://www.letras.ufmg.br/atelaeotexto/folheto_biblioteca.pdf&lt;br /&gt;FOLHETO PARA A CRIAÇÃO DE BIBLIOTECAS COMUNITÁRIAS AUTO-GERIDAS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programa de Ensino, Pesquisa e Extensão A tela e o texto &lt;br /&gt;Setor de Bibliotecas Comunitárias &lt;br /&gt;FOLHETO PARA A CRIAÇÃO DE &lt;br /&gt;BIBLIOTECAS COMUNITÁRIAS AUTO-GERIDAS &lt;br /&gt;Apresentação &lt;br /&gt; De acordo com o Mec, considera-se como biblioteca  toda unidade de &lt;br /&gt;informação que disponha de coleção organizada de livros, publicações periódicas, &lt;br /&gt;material gráfico ou audiovisual, assim como pessoal para promover e orientar o &lt;br /&gt;usuário quanto à utilização desse acervo, de maneira a atender às suas &lt;br /&gt;necessidades. &lt;br /&gt; O problema das bibliotecas brasileiras é, como todos os problemas &lt;br /&gt;educacionais do país, uma questão de extensão e profundidade, pois não só faltam &lt;br /&gt;bibliotecas espalhadas por todo o território nacional, como também nos falta a &lt;br /&gt;compreensão da importância dessas instituições na educação de um povo.  &lt;br /&gt;O Programa de Ensino, Pesquisa e Extensão A tela e o texto, no intuito de &lt;br /&gt;ampliar os níveis de leitura da população, vem desenvolvendo junto às comunidades, &lt;br /&gt;cujo acesso à leitura esteja prejudicado, o  Projeto Bibliotecas Comunitárias. &lt;br /&gt;Para sua criação e manutenção, o projeto deve contar com a parceria de entidades &lt;br /&gt;representativas da comunidade e outras bibliotecas da região, além dos moradores &lt;br /&gt;residentes nas proximidades do local de sua implantação. &lt;br /&gt;Esse projeto nasceu da necessidade de se implantar  bibliotecas &lt;br /&gt;comunitárias auto-geridas que possam ser freqüentadas pelo público em geral. A &lt;br /&gt;finalidade deste manual é, portanto, orientar as pessoas que, mesmo não sendo &lt;br /&gt;especialistas da área de biblioteconomia, desejem encarregar-se da organização de &lt;br /&gt;bibliotecas. &lt;br /&gt; Nossa proposta é que as bibliotecas comunitárias sejam auto-geridas, dando &lt;br /&gt;autonomia de gestão á comunidade onde a biblioteca for implantada. É necessário &lt;br /&gt;deixar claro que a criação de uma  biblioteca comunitária auto-gerida não &lt;br /&gt;depende apenas de uma infra-estrutura material, mas sim de um grupo organizado &lt;br /&gt;de cidadãos dispostos a trabalhar por um objetivo comum.  &lt;br /&gt; Esperamos que as informações contidas neste panfleto possam auxiliar as &lt;br /&gt;comunidades na criação e gestão de suas bibliotecas&lt;br /&gt;1. Algumas técnicas para a organização de uma biblioteca &lt;br /&gt;comunitária auto-gerida &lt;br /&gt; Antes de entrarmos no estudo da organização geral  de uma biblioteca &lt;br /&gt;comunitária, será apresentado um resumo da organização-padrão e dos caminhos &lt;br /&gt;percorridos pelo livro. É necessário que haja na biblioteca uma pessoa responsável &lt;br /&gt;pela orientação de todo o trabalho que será nela realizado:  &lt;br /&gt; 1.1. adquiridos os livros, eles serão registrados e em seguida classificados, &lt;br /&gt;catalogados, preparados para serem usados e, finalmente, guardados na estante. É &lt;br /&gt;necessário, neste caso, que a biblioteca comunitária tenha um livro ou fichário para &lt;br /&gt;registro do acervo de livros adquiridos. Esse livro (ou caderno) de registro receberá &lt;br /&gt;uma seqüência numérica iniciada pelo número 01 (um). Essa seqüência numérica &lt;br /&gt;corresponderá aos números de registro dos livros;  &lt;br /&gt; 1.2. este manual sugere que a Classificação dos livros se dê por Cores e &lt;br /&gt;Assuntos (item 8), mas é necessário que a biblioteca possua um fichário topográfico, &lt;br /&gt;ou seja, ficha de desempate de livros, evitando classificá-los em duplicidade; &lt;br /&gt; 1.3. para catalogação, a biblioteca deve dispor de fichários de identidade em &lt;br /&gt;ordem alfabética (por ordem de sobrenome do autor, por ordem de título das obras) &lt;br /&gt;e de um fichário por ordem de número de registro; &lt;br /&gt; 1.4.  quando preparado para ser entregue ao leitor, o livro deve receber &lt;br /&gt;fichas de empréstimo e um bolso para armazená-las; &lt;br /&gt; 1.5.  a biblioteca contará com uma seção de referência que será constituída &lt;br /&gt;de material que só poderá ser consultado na biblioteca e, portanto, deve ficar à &lt;br /&gt;vista; &lt;br /&gt; 1.6.  a biblioteca terá um espaço para leitura onde o silêncio deverá ser &lt;br /&gt;respeitado; &lt;br /&gt; 1.7. o local, a iluminação, a ventilação e o mobiliário constituem certamente &lt;br /&gt;os fatores essenciais na boa organização de uma biblioteca; &lt;br /&gt; 1.8.  a biblioteca deverá permanecer aberta durante o maior espaço de &lt;br /&gt;tempo possível, levando-se em consideração especialmente o interesse dos leitores. &lt;br /&gt; Todos esses tópicos serão especificados ao longo deste manual. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;2. O que é e a que se destina uma biblioteca comunitária autogerida? &lt;br /&gt;   Uma biblioteca comunitária auto-gerida é um local público destinado a &lt;br /&gt;atender à comunidade em geral, cujo acervo será composto por uma grande &lt;br /&gt;variedade de assuntos. Ela terá sua gestão administrada por integrantes da própria &lt;br /&gt;comunidade e prestará os seguintes serviços: &lt;br /&gt; 2.1  empréstimos domiciliares: a biblioteca comunitária auto-gerida&lt;br /&gt;deverá especificar que livros de seu acervo serão disponibilizados para empréstimo, &lt;br /&gt;qual será o prazo do mesmo e quantos livros o leitor poderá retirar de cada vez, &lt;br /&gt;assim como os materiais (livros, revistas, jornais  etc.) que serão exclusivos para &lt;br /&gt;consulta dentro da própria biblioteca;  &lt;br /&gt;2.2.  pesquisas: a  biblioteca comunitária auto-gerida disponibilizará &lt;br /&gt;seu espaço para leitura e pesquisa para toda a comunidade, oferecendo apoio para &lt;br /&gt;atividades escolares como trabalhos de pesquisa e deveres de casa;  &lt;br /&gt;2.3.  atividades culturais: a  biblioteca comunitária auto-gerida&lt;br /&gt;poderá promover atividades no decorrer do ano (concursos de redação, teatros, &lt;br /&gt;bailes, contação de histórias, oficinas culturais etc) voltadas para a integração &lt;br /&gt;cultural e social da comunidade;.  &lt;br /&gt;2.4.  atividades escolares: a  biblioteca comunitária auto-gerida&lt;br /&gt;poderá ser utilizada para atividades didáticas sugerindo e disponibilizando livros, &lt;br /&gt;revistas, jornais, filmes e demais materiais. A biblioteca deverá ser usada para &lt;br /&gt;atividades agradáveis que promovam o interesse e o prazer da leitura. &lt;br /&gt;3. O que justifica a criação de uma biblioteca comunitária autogerida? &lt;br /&gt; Criar uma  biblioteca comunitária auto-gerida é uma possibilidade de &lt;br /&gt;valorização da comunidade local, na medida em que os conhecimentos podem ser &lt;br /&gt;levados a um número maior de pessoas. Essa iniciativa mostra o alto nível de  &lt;br /&gt;organização, amadurecimento e cidadania da comunidade local, já que assim as &lt;br /&gt;pessoas se tornam responsáveis pelo processo de crescimento cultural coletivo e &lt;br /&gt;individual. Além dos serviços citados anteriormente, é importante lembrar que a &lt;br /&gt;biblioteca: &lt;br /&gt; 3.1. é o lugar ideal para o estudo, porque muitas vezes o estudante não tem &lt;br /&gt;em sua casa o acompanhamento adequado; &lt;br /&gt; 3.2. oferece material adequado para as pesquisas dos alunos; &lt;br /&gt; 3.3. oferece possibilidade de leitura de temas variados, escolares ou não. &lt;br /&gt;4. Como abrir uma biblioteca comunitária auto-gerida? &lt;br /&gt; As pessoas interessadas em criar essa instituição  devem se organizar e &lt;br /&gt;elaborar um cronograma de atividades em que a última das etapas seja a abertura &lt;br /&gt;da  biblioteca comunitária auto-gerida ao público usuário. Oferecemos abaixo &lt;br /&gt;um modelo que denominamos como Modelo de Plano de Ação (ver anexo 10):&lt;br /&gt; 4.1. procurar os órgãos competentes e solicitar apoio para o projeto; &lt;br /&gt; 4.2. encontrar um local adequado e adquirir os móveis e utensílios necessários &lt;br /&gt;(ver item 5.1) &lt;br /&gt; 4.3. obter o acervo (ver item 6); &lt;br /&gt; 4.4. classificar o acervo (ver item 8); &lt;br /&gt; 4.5. organizar o acervo nas estantes; (ver item 8.17) &lt;br /&gt; 4.6. guardar as fichas e os formulários em local adequado;  &lt;br /&gt; 4.7. definir os recursos humanos (pessoas responsáveis pela coordenação das &lt;br /&gt;atividades, equipe de apoio, com os dias e horários de trabalho de cada um); &lt;br /&gt;4.8. legalização da biblioteca: &lt;br /&gt;4.8.1.  confecção e registro do Estatuto e do Regulamento (ver anexos &lt;br /&gt;11 e 12); &lt;br /&gt;  4.8.2.  escolha do nome da biblioteca; &lt;br /&gt;  4.8.3.  registro dos colaboradores interessados como sócios efetivos – &lt;br /&gt;que participam ativamente, prestando os serviços necessários para a manutenção do &lt;br /&gt;espaço - e beneméritos – que contribuíram para o engrandecimento da biblioteca; &lt;br /&gt; 4.9. divulgar junto à comunidade que será realizado um encontro para &lt;br /&gt;constituir uma Assembléia Geral formada pelos sócios os quais elegerão uma &lt;br /&gt;Diretoria e um Conselho Fiscal; &lt;br /&gt; 4.10. decidir os dias e horários de funcionamento da biblioteca, bem como os &lt;br /&gt;responsáveis por ela. Se for conveniente, promover  atividades de divulgação e/ou &lt;br /&gt;atividades culturais para a inauguração da mesma. &lt;br /&gt;5. O que é imprescindível para se começar uma biblioteca &lt;br /&gt;comunitária auto-gerida? &lt;br /&gt; 5.1. um lugar adequado: que seja o mais neutro possível (por exemplo, fora &lt;br /&gt;de igrejas), que seja de fácil acesso e sem grandes tumultos (por exemplo, bares). O &lt;br /&gt;espaço deve ser compatível com a quantidade de móveis e livros e deve ter &lt;br /&gt;banheiro.   Para a conservação ideal do material, é necessário que o  espaço tenha, &lt;br /&gt;no mínimo, as seguintes características:  &lt;br /&gt;5.1.1. 1 metro de distância entre o último livro da estante e o teto; &lt;br /&gt;5.1.2. sem umidade ou infiltrações nas paredes;  &lt;br /&gt;5.1.3. um corredor de no mínimo 1 metro entre uma estante e outra; &lt;br /&gt;5.1.4. as estantes devem estar a, pelo menos,  1 metro das janelas ‘&lt;br /&gt;  que, por sua vez, devem ter cortinas;     &lt;br /&gt;5.1.5. o local deve ser bem iluminado e ventilado. &lt;br /&gt;Fonte: www.ibilce.unesp.br/biblioteca/fotos.html disponibilizada em 31/05/2005&lt;br /&gt;5.2. infra-estrutura mínima (móveis e equipamentos):  &lt;br /&gt;5.2.1. estantes de madeira ou metal para comportar os livros (ver &lt;br /&gt;anexo 1); &lt;br /&gt;5.2.2. mesa simples, grande, para  leitura (ver anexo 7); &lt;br /&gt;  5.2.3. cadeiras comuns (ver anexo 7); &lt;br /&gt;5.2.4. mesa com gavetas para as pessoas que vão prestar serviços na &lt;br /&gt;biblioteca  (ver anexo 7); &lt;br /&gt;5.2.5. uma mesa para servir de balcão de empréstimo e devolução de &lt;br /&gt;livros (ver anexo 5); &lt;br /&gt;5.2.6. um guarda-volumes  onde serão colocados bolsas, mochilas, &lt;br /&gt;pastas e sacolas, para garantir a segurança dos usuários e da biblioteca &lt;br /&gt;(ver anexo 3); &lt;br /&gt;5.2.7. dois arquivos: um para guardar as fichas dos leitores e outro &lt;br /&gt;para guardar as fichas de classificação dos livros (ver anexos 4 e 6); &lt;br /&gt; 5.3.  material de expediente: a biblioteca comunitária auto-gerida &lt;br /&gt;necessitará de alguns materiais imprescindíveis para o seu funcionamento: &lt;br /&gt;5.3.1. carimbos: os carimbos são essenciais para o funcionamento da &lt;br /&gt;biblioteca. Eles serão utilizados para registrar os livros, as revistas, os &lt;br /&gt;jornais e todos os componentes do acervo. Serão eles também que &lt;br /&gt;marcarão a data de empréstimo e devolução dos livros. Portanto, uma &lt;br /&gt;biblioteca comunitária auto-gerida necessita de, no mínimo, 4 carimbos  &lt;br /&gt;para funcionar corretamente sendo dois para datas (modelo 1): um &lt;br /&gt;com a data do dia do empréstimo e outro com a data  do dia da &lt;br /&gt;devolução. E dois carimbos para registro de materiais: sendo um &lt;br /&gt;carimbo com o nome da biblioteca e espaços para o número de registro &lt;br /&gt;e data (modelo 4). Outro carimbo terá somente o nome da biblioteca e &lt;br /&gt;será utilizado nas páginas dos livros, nas capas e páginas de revistas, &lt;br /&gt;nos jornais e em tudo o mais que necessitar ser identificado como notas fiscais, documentos de doações, correspondências etc (modelos 2 &lt;br /&gt;5.3.6. papel para fazer o dorso que será anexado na lombada do &lt;br /&gt;livro: o dorso é recortado de uma folha comum de ofício  e deve ter &lt;br /&gt;mais ou menos 3 cm de altura por 2 cm de largura. Nele serão escritos &lt;br /&gt;os números de classificação dos livros. Eles devem  ser colados nas &lt;br /&gt;lombadas, preferencialmente com papel contact transparente, pois, &lt;br /&gt;com fita durex, pode-se danificar o livro. O contact deve ter 5 cm de &lt;br /&gt;altura por 9 cm de largura. O dorso deve ser colado 1, 5 cm de baixo &lt;br /&gt;para cima da lombada do livro. &lt;br /&gt;6. Como se obtém o acervo de uma biblioteca comunitária autogerida? &lt;br /&gt;Os livros podem ser adquiridos por doação ou compra, da seguinte forma: &lt;br /&gt;  6.1. procurar as bibliotecas (públicas e privadas) já existentes e solicitar &lt;br /&gt;doações de livros; &lt;br /&gt; 6.2 fazer um apelo à comunidade em locais freqüentados por muita gente &lt;br /&gt;(igrejas, escolas, comércio); &lt;br /&gt; 6.3 enviar anúncios para rádios comunitárias, jornais de bairro etc; &lt;br /&gt; 6.4 procurar as editoras (ver endereço no catálogo de telefone ou na contracapa dos livros); &lt;br /&gt; 6.5 procurar os representantes do comércio local e pedir patrocínio, que se &lt;br /&gt;efetuará por meio da doação de exemplares de livros ou materiais para a &lt;br /&gt;biblioteca; &lt;br /&gt; 6.6.  conseguir dinheiro para a compra de livros por meio da organização de &lt;br /&gt;festas beneficentes. &lt;br /&gt;7. Que tipo de livros e outros materiais de leitura são &lt;br /&gt;essenciais? &lt;br /&gt;7.1. um mapa-múndi, um mapa do Brasil e um mapa de Minas Gerais (quanto &lt;br /&gt;maiores, melhor); &lt;br /&gt;7.2. um conjunto de livros didáticos para pesquisa  dos seguintes níveis de &lt;br /&gt;ensino: básico (1ª a 4ª), fundamental (5ª a 8ª), médio (segundo grau) e &lt;br /&gt;superior; &lt;br /&gt;7.3. dicionários  (português e outras línguas); &lt;br /&gt;7.4. Atlas histórico e Atlas geográfico; &lt;br /&gt;7.5. enciclopédias; &lt;br /&gt;7.6. jornais e revistas. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;8. Como registrar e classificar o acervo? &lt;br /&gt;Adquiridos os livros, deve-se organizá-los para que possam ser emprestados ou &lt;br /&gt;consultados. Deve-se seguir os seguintes passos: &lt;br /&gt;8.1. carimbar o verso da folha de rosto do livro (aquela que contém o maior &lt;br /&gt;número de informações). Deve-se bater um carimbo que contenha o nome da &lt;br /&gt;biblioteca e dois espaços, um para o número que o livro irá receber e outro para a &lt;br /&gt;data do registro. A biblioteca necessitará de outro carimbo que traga seu nome para &lt;br /&gt;ser usado nas páginas 25, 75, 125, 175 sucessivamente; &lt;br /&gt; 8.2. colocar número de registro que mostrará que os livros fazem parte do &lt;br /&gt;acervo: a biblioteca deve ter um livro (tipo livro de ata de reuniões) ou um caderno &lt;br /&gt;brochurão (capa dura) ou fazer pelo computador uma lista para registrar os livros de &lt;br /&gt;seu acervo. Esse registro é feito da seguinte forma:  &lt;br /&gt;8.2.1. dividir a folha do livro ou caderno de forma que haja um espaço &lt;br /&gt;para o número de registro, um espaço para o nome do autor, um &lt;br /&gt;espaço para o título do livro e um espaço para a data em que o livro &lt;br /&gt;está sendo classificado ( no computador pode-se criar uma tabela com &lt;br /&gt;essas colunas); &lt;br /&gt;8.2.2.  numerar as linhas o livro ou caderno a partir do número 01;  &lt;br /&gt;8.2.3. pegar um livro do acervo e colocar em frente ao número de &lt;br /&gt;registro o nome do autor, o título do livro e a data do registro; &lt;br /&gt;8.2.4. colocar o número de registro e a data do mesmo na folha rosto &lt;br /&gt;do livro no espaço que foi carimbado.     &lt;br /&gt; 8.3. fazer fichas catalográficas sendo uma de título, outra de autor e outra de &lt;br /&gt;número de registro (item 5.3.4); &lt;br /&gt; 8.4. classificar o livro (direção e localização do mesmo dentro da biblioteca). O &lt;br /&gt;livro deve ganhar um endereço dentro da biblioteca, ou seja, uma identificação que &lt;br /&gt;possibilite que ele seja encontrado. É indispensável adotar-se um sistema de &lt;br /&gt;classificação para que se tenha êxito nesse trabalho. Muitos são os sistemas &lt;br /&gt;existentes, usaremos aqui o Sistema de Classificação por Cores e Assuntos. Esse &lt;br /&gt;sistema baseia-se na Classificação Decimal de Dewey que divide os conhecimentos &lt;br /&gt;humanos em dez classes as quais por sua vez se subdividem em outras dez e assim &lt;br /&gt;por diante. &lt;br /&gt; Classificar um livro por cores é bem fácil. Primeiramente, é aconselhável &lt;br /&gt;separar, todos os livros em assuntos, para facilitar o processo. Em seguida, escolher &lt;br /&gt;a forma como a cor será colocada no dorso do livro para identificá-lo. Sugerimos as &lt;br /&gt;seguintes: &lt;br /&gt;8.4.1. colar um pedaço de papel, com fita adesiva ou papel contact, &lt;br /&gt;devidamente colorido com a cor que corresponda ao assunto do livro; &lt;br /&gt;8.4.2. colar durex colorido de cor que corresponda à cor do assunto do &lt;br /&gt;livro; &lt;br /&gt;8.4.3. fazer um retângulo no papel em que será feito o dorso no livro e &lt;br /&gt;colori-lo da cor correspondente ao assunto do mesmo, o que pode ser &lt;br /&gt;feito manualmente ou no computador;   &lt;br /&gt;8.4.4. encadernar o livro com a cor correspondente ao seu assunto. &lt;br /&gt; Depois de decidir como será colocada a cor no dorso no livro, é necessário &lt;br /&gt;identificar o assunto. Identificar o assunto é muito importante porque como estamos &lt;br /&gt;usando A Classificação Decimal de Dewey para dar embasamento à nossa &lt;br /&gt;classificação, uma mesma cor irá englobar vários assuntos. &lt;br /&gt;A seguir, sugerimos uma lista de cores que poderão  ser utilizadas e os &lt;br /&gt;assuntos a que se referem: &lt;br /&gt;ROXO  VERDE CLARO &lt;br /&gt; OBRAS GERAIS  FILOSOFIA &lt;br /&gt; BIB Bibliografia  MET Metafísica &lt;br /&gt; BIBL Biblioteconomia  TEO Teoria do conhecimento &lt;br /&gt; ENC Enciclopédias  FIL Filosofia &lt;br /&gt; INF Informática  DOU Doutrinas e sistemas filosóficos &lt;br /&gt; COL Coleções   PSI Psicologia &lt;br /&gt; MUS Museus  LOG Lógica &lt;br /&gt; JOR Jornalismo  ETI Ética &lt;br /&gt; PER Periódicos  FAN Filósofos antigos &lt;br /&gt; LIV Livros raros  FMO Filósofos modernos &lt;br /&gt;VERDE ESCURO  MARROM &lt;br /&gt; RELIGIÃO  CIÊNCIAS SOCIAIS - SOCIOLOGIA &lt;br /&gt; TEO Teologia natural  EST Estatística &lt;br /&gt; BIB Bíblia  CIE Ciência política &lt;br /&gt; DOG Dogmas. Doutrinas  ECO Economia política &lt;br /&gt; DEV Devoção. Prática  DIR Direito &lt;br /&gt; PAS Pastoral.  ETI Etiqueta. Usos e costumes &lt;br /&gt; IGR Igreja  SOC Sociologia &lt;br /&gt; HIG História geral da Igreja  EDU Educação &lt;br /&gt; ICR Igrejas cristãs. Seitas  COM Comércio. Comunicações &lt;br /&gt; INC Igrejas não cristãs  FOL Folclore.  &lt;br /&gt;ROSA  CINZA &lt;br /&gt; FILOLOGIA. LINGÜÍSTICA  CIÊNCIAS PURAS &lt;br /&gt; LIN Lingüística   MAT Matemática &lt;br /&gt; GRA Gramáticas  AST Astronomia &lt;br /&gt; DIC Dicionários  FIS Física &lt;br /&gt;BRANCO  QUI Química &lt;br /&gt; LIVROS DIDÁTICOS  GEO Geologia &lt;br /&gt; POR Português  PAL Paleontologia &lt;br /&gt; MAT Matemática  BIO Biologia.  &lt;br /&gt; CIE Ciências  BOT Botânica &lt;br /&gt; HIS História  ZOO Zoologia &lt;br /&gt; GEO Geografia  ANT Antropologia &lt;br /&gt;LARANJA  AMARELO &lt;br /&gt; CIÊNCIAS APLICADAS  ARTES &lt;br /&gt; MED Medicina  URB Urbanismo &lt;br /&gt; ENG Engenharia  ARQ Arquitetura &lt;br /&gt; AGR Agricultura  ESC Escultura &lt;br /&gt; ECO Economia doméstica  DES Desenho. Decoração &lt;br /&gt; COM Contabilidade  PIN Pintura &lt;br /&gt; TEC Tecnologia química  GRA Gravura &lt;br /&gt; ADM Administração  FOT Fotografia &lt;br /&gt; PRO Profissões mecânicas  MUS Música &lt;br /&gt; CON Construção prática  DIV Divertimento &lt;br /&gt;VERMELHO ESCURO  PRETO &lt;br /&gt; LITERATURA ESTRANGEIRA  HISTÓRIA e GEOGRAFIA &lt;br /&gt; LER Romance, conto e prosa  HIS História &lt;br /&gt; LEP Poesia  HIB História do Brasil 13&lt;br /&gt; LET Teatro  GEO Geografia &lt;br /&gt; LEH Humor  GEB Geografia do Brasil.  &lt;br /&gt; LEP Policial   BEIGE &lt;br /&gt; LET Terror e suspense  BIOGRAFIAS &lt;br /&gt; LEC Cartas  BIE Brasileiras &lt;br /&gt; LEE Ensaios  BIB Estrangeiras &lt;br /&gt;VERMELHO  AZUL ESCURO &lt;br /&gt; LITERATURA BRASILEIRA  Literatura infanto-juvenil &lt;br /&gt; LBR Romance, conto e prosa   lLIJ Romance, conto e prosa &lt;br /&gt; LBP Poesia  LIJP Poesia &lt;br /&gt; LBT Teatro   AZUL CLARO &lt;br /&gt; LBH Humor  Literatura infantil &lt;br /&gt; LBC Cartas  LIN Romance, conto e prosa &lt;br /&gt; LBE Ensaios  LINP Poesia &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt; 8.5. ficha de desempate de classificação – uma vez classificada a obra, &lt;br /&gt;deve-se identificá-la entre outras que tratam do mesmo assunto. Assim, se houver &lt;br /&gt;10 obras de filosofia, todas elas receberão, de acordo com a tabela acima, a cor &lt;br /&gt;verde claro e as letras FIL. Será o sobrenome do autor que mostrará que se tratam &lt;br /&gt;de obras distintas dentro de uma mesma classificação.  Ou seja, depois que o livro &lt;br /&gt;ganha sua cor e seu assunto, deverá trazer abaixo deles as três primeiras letras do &lt;br /&gt;sobrenome do autor e as três primeiras letras do título. Por isso, a ficha é &lt;br /&gt;importante. Há muitos autores com o mesmo sobrenome. Essa ficha servirá para &lt;br /&gt;impedir a repetição de endereço. &lt;br /&gt;                                                                      &lt;br /&gt; 8.6. colocar a classificação do livro na folha de rosto do mesmo; &lt;br /&gt; 8.7. colocar a classificação do livro nas três fichas de catalogaçáo&lt;br /&gt;8.8. fazer planilha para inserção do livro no sistema MICROISIS (quando &lt;br /&gt;houver microcomputador); &lt;br /&gt; 8.9. digitar a planilha no programa MICROISIS; &lt;br /&gt; 8.10. fazer bolsinho de empréstimo. Este bolsinho é o lugar onde ficam &lt;br /&gt;inseridas as fichas que servirão para o empréstimo  do livro. São três: uma pagela &lt;br /&gt;para carimbar a data de devolução que deve ser colada em uma das capas internas &lt;br /&gt;do livro, uma ficha com os dados do livro que levará a assinatura do leitor e uma &lt;br /&gt;ficha que terá a data de devolução; &lt;br /&gt;8.11. fazer dorso (cortar papel especial para dorso: folha branca e  contact); &lt;br /&gt; 8.12. anexar na lombada do livro o endereço que ele recebeu para ser &lt;br /&gt;localizado na biblioteca; &lt;br /&gt; 8.13. separar as fichas catalográficas em autor, título e número de registro; &lt;br /&gt; 8.14. colocá-las em ordem alfabética; &lt;br /&gt; 8.15. inseri-las cada qual em seu fichário; 8.16. colocar livros nas estantes: depois de registrados, classificados, com &lt;br /&gt;bolsinho de empréstimo e dorso, os livros devem ir para as estantes. A ordem a ser &lt;br /&gt;seguida é a ordem da Classificação por Cores e Assuntos. Dentro de cada cor devese respeitar a ordem alfabética de assuntos e dentro de cada assunto, deve-se &lt;br /&gt;respeitar a ardem alfabética de sobrenome do autor que vier no dorso do livro. Se &lt;br /&gt;houver vários livros do mesmo autor em uma mesma cor e um mesmo assunto, &lt;br /&gt;deve-se seguir a ordem alfabética de título de livros. Nas estantes, os livros devem &lt;br /&gt;ser colocados em ordem de classificação da esquerda para direita. É recomendável &lt;br /&gt;que haja pelo menos 20 cm de distância entre o último livro e o final da prateleira. &lt;br /&gt;As estantes devem ser identificadas com a cor e o assunto que predominar em suas &lt;br /&gt;prateleiras para que os leitores tenham facilidade  de localizar os livros dentro da &lt;br /&gt;biblioteca; &lt;br /&gt; 8.17. ligar para os leitores que sugeriram a compra de livros e avisá-los da &lt;br /&gt;chegada dos mesmos. &lt;br /&gt;9. Como se organiza o dia-a-dia de uma biblioteca? &lt;br /&gt;Muitas são as tarefas que devem ser desempenhas para o bom funcionamento &lt;br /&gt;de uma biblioteca. Algumas são diárias sendo imprescindível o seu desenvolvimento &lt;br /&gt;para que a biblioteca funcione. Outras são semanais, mensais e anuais.   &lt;br /&gt; 9.1. Serviços diários &lt;br /&gt;9.1.1. receber e registrar os jornais (esse registro pode  ser feito com &lt;br /&gt;um carimbo que tenha o nome da biblioteca, o mesmo que será usado &lt;br /&gt;para carimbar as páginas dos livros); &lt;br /&gt;9.1.2. guardar jornais do dia anterior em um local acessível para que os &lt;br /&gt;leitores possam consultá-los;  &lt;br /&gt;9.1.3. emprestar livros aos leitores: &lt;br /&gt; 9.1.3.1.  pegar a ficha do leitor; &lt;br /&gt;9.1.3.2. pegar as duas fichas de empréstimo dentro do bolsinho &lt;br /&gt;do livro a ser emprestado; &lt;br /&gt;9.1.3.3. carimbar com o carimbo de data ou escrever a caneta a &lt;br /&gt;data de devolução do livro à Biblioteca nas fichas de empréstimo &lt;br /&gt;do livro; &lt;br /&gt;9.1.3.4. carimbar com o carimbo de data ou escrever a caneta  a &lt;br /&gt;data de devolução do livro na pagela que ficará colada no livro &lt;br /&gt;para que o leitor saiba a data de deverá trazê-lo à Biblioteca; &lt;br /&gt;9.1.3.5. carimbar com o carimbo de data ou escrever a caneta a &lt;br /&gt;data do empréstimo do livro na ficha do leitor. &lt;br /&gt;9.1.3.6. juntar a ficha do leitor às fichas do livro e colocar um &lt;br /&gt;clipes.   &lt;br /&gt;9.1.4. organizar  balcão com os empréstimos do dia anterior: &lt;br /&gt;  9.1.4.1. separar por ordem alfabética  as fichas de leitores; &lt;br /&gt; 9.1.4.2. dividir as fichas dos livros emprestados  em data de &lt;br /&gt;devolução e sobrenome do autor  e colocá-las em ordem &lt;br /&gt;alfabética; &lt;br /&gt;9.1.4.3. inserir as fichas no fichário  (ver anexo  5) com três &lt;br /&gt;espaços sendo: ficha do leitor no dia do empréstimo, fichas com assinatura do leitor em ordem alfabética de sobrenome de autor &lt;br /&gt;do livro e fichas com data de devolução na própria  data de &lt;br /&gt;devolução;  &lt;br /&gt;9.1.4.4. estatística de empréstimos e pesquisas (ver anexo 9): &lt;br /&gt;anotar em uma folha  a quantidade de livros sobre um &lt;br /&gt;determinado assunto que foram emprestados durante a dia; &lt;br /&gt;9.1.4.5. colocar nos carimbos de data, as datas de empréstimo e &lt;br /&gt;devolução; &lt;br /&gt;9.1.3. separar as fichas dos leitores em atraso; &lt;br /&gt;9.1.6. avisar os leitores do atraso; &lt;br /&gt;  9.1.7. cancelar reservas de livros após 24 horas e disponibilizá-los  &lt;br /&gt;  para o empréstimo da próxima reserva ou devolvê-los para a estante; &lt;br /&gt;9.1.8. guardar os livros devolvidos no dia anterior; &lt;br /&gt;9.1.9. guardar os livros consultados pelos leitores durante o dia &lt;br /&gt;anterior; &lt;br /&gt;9.1.10. fechar o caixa - se a biblioteca optar por  cobrar multa por &lt;br /&gt;atraso na devolução dos livros é aconselhável que ele seja fechado &lt;br /&gt;diariamente (ver anexo 8); &lt;br /&gt;9.1.11. anotar a multa em livro próprio. &lt;br /&gt;9.2. Serviços semanais &lt;br /&gt; 9.2.1. registrar revistas – é aconselhável que a biblioteca utilize o &lt;br /&gt;mesmo carimbo de registro de livros para registrar  suas revistas. As &lt;br /&gt;revistas podem ser registradas com o número que vem impresso em &lt;br /&gt;sua capa e com o carimbo do nome da biblioteca na capa e nas páginas &lt;br /&gt;25, 50, 75, 100 sucessivamente. Isso demonstra a organização da &lt;br /&gt;biblioteca e evita que as revistas sejam extraviadas; &lt;br /&gt;9.2.2. separar e amarrar encartes de jornais para serem descartados; &lt;br /&gt;9.2.3. quando houver verba para compra de livros, selecionar  os livros &lt;br /&gt;sugeridos pelos leitores, por ordem de prioridade,  para serem &lt;br /&gt;adquiridos; &lt;br /&gt; 9.2.3.1. ligar para as livrarias e fazer tomada de preços dos livros &lt;br /&gt;a serem adquiridos; &lt;br /&gt; 9.2.3.2. comparar os preços sugeridos, os descontos dados, e &lt;br /&gt;selecionar os mais accessíveis; &lt;br /&gt; 9.2.3.3. ligar para a livraria que oferecer melhores condições e &lt;br /&gt;solicitar os livros; &lt;br /&gt; 9.2.3.4. receber livros solicitados e conferi-los;  &lt;br /&gt;9.2.3.5. registrá-los (ver item 8). &lt;br /&gt; 9.3.  Serviços mensais &lt;br /&gt; 9.3.1. estatística mensal – somar os empréstimos de todos os dias do &lt;br /&gt;mês, dividir o total de livros emprestados pelo número de dias que a &lt;br /&gt;biblioteca funcionou para se obter uma média de empréstimos (ver &lt;br /&gt;anexo 9); &lt;br /&gt; 9.3.2. digitação da listagem de livros sugeridos pelos leitores;9.3.3. elaboração de uma lista das novidades adquiridas pela biblioteca &lt;br /&gt;   durante o mês; &lt;br /&gt; 9.3.4. fechamento do caixa e recolhimento do dinheiro para o &lt;br /&gt;tesoureiro da biblioteca; &lt;br /&gt; 9.3.5. ligação para livraria e solicitação de nota fiscal; &lt;br /&gt; 9.3.6. solicitação de visto do diretor e envio de  nota fiscal para o &lt;br /&gt;tesoureiro.   &lt;br /&gt; 9.3.7. Encadernação de livros: &lt;br /&gt;  9.3.7.1. fazer uma seleção dos livros em péssimo estado; &lt;br /&gt;   9.3.7.2. tirar dorso e bolsinho; &lt;br /&gt;   9.3.7.3. preencher a ficha de orientação ao encadernador; &lt;br /&gt;  9.3.7.4. fazer a listagem ; &lt;br /&gt;   9.3.7.5. fazer a tomada de preço; &lt;br /&gt;   9.3.7.6. ao retornarem os livros prepará-los para empréstimo.    &lt;br /&gt;9.3.8. conferir o material de trabalho e complementar o que estiver &lt;br /&gt;faltando (xerocar e cortar). &lt;br /&gt; 9.4.  Serviços anuais &lt;br /&gt;  9.4.1. estatística anual; &lt;br /&gt;  9.4.1.1.organizar as folhas de estatística mensal de todo o ano &lt;br /&gt;   seguinte. &lt;br /&gt;9.4.2. recolher as revistas e organizá-las nas estantes. &lt;br /&gt;Modelo de Plano de Ação &lt;br /&gt;Plano de Ação para a Divulgação e a Consolidação de&lt;br /&gt;Bibliotecas Comunitárias Auto-Geridas &lt;br /&gt;1.  DIVULGAÇÃO COMUNITÁRIA: &lt;br /&gt; 1.1. “Li, gostei e recomendo” - Fixação de um quadro, conforme modelo a seguir, em &lt;br /&gt;locais de acesso constante da comunidade (igrejas, supermercados, farmácias, padarias e afins); &lt;br /&gt;OBRA AUTOR COMENTÁRIO ONDE ENCONTRAR &lt;br /&gt;Senhora José de Alencar ótimo romance Biblioteca (nome) &lt;br /&gt;Filie-se à biblioteca ............................. – Fone ....... – Endereço ............................. &lt;br /&gt; 1.2. mural da Igreja -  Fixação de cartaz contendo informações sobre a biblioteca &lt;br /&gt;próximo às igrejas. Nome da biblioteca, endereço, telefone, forma de filiação, solicitação de doações &lt;br /&gt;de livros (preferencialmente de literatura); &lt;br /&gt; 1.3. jornal da Igreja, jornais comunitários, Rádios comunitárias -  Solicitar às &lt;br /&gt;entidades que veiculam este tipo de jornal que incluam uma propaganda das bibliotecas que atendam &lt;br /&gt;a comunidade, com as seguintes informações: nome das bibliotecas, endereço, telefone, forma de &lt;br /&gt;filiação, solicitação de doações de livros (preferencialmente de literatura); &lt;br /&gt;2. EVENTOS: &lt;br /&gt; 2.1. CRIAÇÃO DE UM CALENDÁRIO MENSAL QUE ENVOLVA TODAS AS &lt;br /&gt;BIBLIOTECAS DA REDE: &lt;br /&gt;  2.1.1. o autor e o leitor -  Convidar autores para participação de eventos nas &lt;br /&gt;bibliotecas. Esses eventos poderão ser de leitura de contos, bate-papo com a comunidade, contação &lt;br /&gt;de casos/histórias e deverão envolver todas as bibliotecas da rede;  &lt;br /&gt;  2.1.2. almoço ou chá com leitura - Em um determinado dia da semana (um para &lt;br /&gt;cada biblioteca) um(a) artista da região (teatro – música – contação de histórias etc) se apresenta no&lt;br /&gt;espaço das bibliotecas, por exemplo: segunda-feira na biblioteca A, terça-feira na biblioteca B, quartafeira na C e assim por diante; &lt;br /&gt;  2.1.3. tarde cultural – contação de casos - Em um determinado dia da semana &lt;br /&gt;(um para cada biblioteca) uma entidade de Terceira Idade (Melhor idade) da região promoveria, no &lt;br /&gt;espaço das bibliotecas, contação de casos aos usuários, nos mesmos moldes da proposta anterior; &lt;br /&gt;  2.14. promoção de cursos e oficinas envolvendo as bibliotecas, seus &lt;br /&gt;usuários e a comunidade em geral - As bibliotecas promoveriam, por conta própria ou através de &lt;br /&gt;convênios/parcerias, cursos que objetivassem a melhoria dos níveis de leitura e o envolvimento da &lt;br /&gt;comunidade com as bibliotecas. Alguns exemplos de cursos: leituras de telas e textos, conserto e &lt;br /&gt;manutenção de livros, contação de histórias, oficina de teatro, oficina de máscaras etc; &lt;br /&gt;  2.1.5. saraus comunitários  - Determinar uma data fixa, por exemplo, toda última &lt;br /&gt;quinta-feira do mês, em que fossem realizados saraus com poetas da região e participação da &lt;br /&gt;população como um todo; &lt;br /&gt;  2.1.6. livros comunitários -  Fomentar junto à comunidade a união de escritores &lt;br /&gt;da região para a confecção de livros artesanais que divulguem a produção local. Exemplos: escritores &lt;br /&gt;escreveriam os textos, artistas plásticos fariam as capas etc; &lt;br /&gt;  2.1.7. concursos - Realização de concursos de poesia, conto e afins, organizados &lt;br /&gt;pelas bibliotecas. A premiação poderá ser através de publicação nos moldes do item acima; &lt;br /&gt;  2.1.8. gincanas do livro -  Fomentar junto às comunidades e escolas gincanas &lt;br /&gt;educativas cuja finalidade principal seja a obtenção de obras para o acervo das bibliotecas. &lt;br /&gt;Modelo de Estatuto&lt;br /&gt;ESTATUTO DA BIBLIOTECA COMUNITÁRIA (NOME DA BIBLIOTECA) &lt;br /&gt;CAPITULO 1: DA FINALIDADE &lt;br /&gt;Art. 1º - A Biblioteca Comunitária (NOME DA BIBLIOTECA) end. (RUA, Nº, BAIRRO, CIDADE, &lt;br /&gt;ESTADO), fundada em (DATA DE FUNDAÇÃO) é uma entidade civil, sem qualquer discriminação, sem &lt;br /&gt;fins lucrativos, com personalidade jurídica própria, que terá duração por tempo indeterminado e que &lt;br /&gt;se regerá pelo presente estatuto. &lt;br /&gt;Art. 2º  -  São funções da biblioteca: &lt;br /&gt;        a) manter sala de leitura permanente, serviços de pesquisa escolar e empréstimos domiciliares &lt;br /&gt;de livros e revistas; &lt;br /&gt; b) incentivar as manifestações culturais e artísticas da região; &lt;br /&gt; c)promover palestras, espetáculos de música, dança, teatro, exposições, etc; &lt;br /&gt; d)exibir filmes e vídeos; &lt;br /&gt; e) promover cursos de informática e acesso à internet; &lt;br /&gt; f) congregar moradores da região no ideal comum do bem estar social, de forma a conferir-lhe &lt;br /&gt;qualidade e legitimidade representativa; &lt;br /&gt; g) implantar e implementar assistência nas áreas de educação, cultura, habitação, construção, &lt;br /&gt;alimentação, saúde, esporte e lazer; &lt;br /&gt; h) cumprir os dispositivos constitucionais referentes à criança e ao adolescente; &lt;br /&gt; i) promover o intercâmbio e a cooperação mútua entre serviços voluntários de hospitais da &lt;br /&gt;comunidade. &lt;br /&gt;CAPITULO 2: DOS SÓCIOS &lt;br /&gt;Art.  3º - O quadro social será constituído das seguintes categorias de número ilimitado de sócios: &lt;br /&gt; a) efetivos: são os sócios que participam ativamente de suas atividades, prestando os serviços &lt;br /&gt;necessários para a manutenção da biblioteca; &lt;br /&gt; b) leitores: são os sócios que participam com a única finalidade de utilizarem os serviços de &lt;br /&gt;empréstimo da biblioteca; &lt;br /&gt;Parágrafo único - Não é necessário ser sócio para utilizar o serviço de pesquisa escolar. Para o &lt;br /&gt;empréstimo de livros e revistas será necessário que o leitor faça sua inscrição mediante a &lt;br /&gt;apresentação de um documento de identidade, comprovante de residência e pagamento de uma taxa &lt;br /&gt;semestral de 1% (um centésimo) do salário mínimo. &lt;br /&gt; c) benemérito: são os que contribuíram para o engrandecimento da biblioteca. &lt;br /&gt;Art. 4º - Os sócios em dia com suas obrigações sociais terão direito a: &lt;br /&gt;a) votar e ser votado para os cargos efetivos; &lt;br /&gt;b) tomar parte nas Assembléias Gerais, reuniões extraordinárias e qualquer outro evento da {Nome da Biblioteca).&lt;br /&gt;c) mudar de categoria de sócio leitor para efetivo (apresentar requerimento ao secretário para &lt;br /&gt;ser aprovado pela Diretoria). &lt;br /&gt;Art. 5º - O sócio terá os seguintes deveres : &lt;br /&gt;a) cumprir as disposições do Estatuto Regimento Interno; &lt;br /&gt;b) acatar determinações da Diretoria; &lt;br /&gt;c) cumprir com pontualidade todas as obrigações assumidas com a biblioteca; &lt;br /&gt;d) comparecer às reuniões ordinárias, extraordinárias  e assembléias gerais e acatar às &lt;br /&gt;disposições destas; &lt;br /&gt;e) prestigiar a biblioteca e propagar os princípios básicos de solidariedade entre seus membros. &lt;br /&gt;Art. 6º - Os sócios não respondem, nem mesmo subsidiariamente, pelas obrigações da biblioteca. 24&lt;br /&gt;CAPITULO 3: DA ADMINISTRAÇÃO &lt;br /&gt;Art. 7º - São órgãos da biblioteca : &lt;br /&gt;a) Assembléia Geral; &lt;br /&gt;b) Diretoria; &lt;br /&gt;c) Conselho Fiscal. &lt;br /&gt;Art. 8º - A Assembléia Geral é o órgão soberano da biblioteca, detendo soberanamente o poder de quaisquer decisões. &lt;br /&gt;Primeiro - As deliberações da Assembléia Geral serão tomadas por maioria simples, isto é, mais de 50% dos votos dos associados presentes na primeira convocação e trinta minutos após, com &lt;br /&gt;qualquer número de associados, na segunda convocação. &lt;br /&gt;Segundo - Compete à Assembléia Geral: eleger e destituir,  a qualquer tempo, a Diretoria e o &lt;br /&gt;Conselho Fiscal; aprovar, reformar e retificar o presente estatuto; discutir e deliberar sobre o &lt;br /&gt;orçamento, contas da administração e sanções aos associados. &lt;br /&gt;Art. 9º - A Assembléia Geral se reunirá: &lt;br /&gt;a)    anualmente para prestação de contas e aprovação do orçamento; &lt;br /&gt;b) extraordinariamente, quando necessário, convocada pela Diretoria ou por solicitação de 1/3 dos &lt;br /&gt;associados. &lt;br /&gt;DIRETORIA &lt;br /&gt;Art. 10 - A Administração competirá à Diretoria, que terá um mandato de dois anos e com direito a &lt;br /&gt;reeleição, tendo os seguintes cargos: Presidente e vice, 1  e 2 Secretários e Tesoureiro. &lt;br /&gt;Art. 11 - A biblioteca se fará presente, em juízo ou fora dele, para quaisquer atos, através de seu &lt;br /&gt;presidente ou mediante indicação deste, de outro diretor. &lt;br /&gt;Art. 12 - Em caso de vagar quaisquer dos cargos da Diretoria, os seus membros remanescentes &lt;br /&gt;indicarão um substituto dentre os associados "AD REFERENDIUM" da Assembléia Geral e que &lt;br /&gt;completará o mandato do substituído. &lt;br /&gt;Art. 13 - Compete à Diretoria: &lt;br /&gt;a) elaborar as normas que compõem o Regimento Interno;  &lt;br /&gt;b) decidir sobre a admissão de sócios; &lt;br /&gt;c) elaborar o orçamento da entidade;  &lt;br /&gt;d) criar departamentos necessários à consecução dos objetivos da biblioteca. &lt;br /&gt;Art. 14 - Compete ao Presidente: &lt;br /&gt;a) representar a associação e assinar com o Tesoureiro todos os documentos que envolvam &lt;br /&gt;despesas. &lt;br /&gt;Art. 15 - Compete aos Secretários: &lt;br /&gt;a) guardar e manter em dia e em ordem os documentos, correspondências, patrimônio, &lt;br /&gt;trabalhos e publicações da biblioteca; &lt;br /&gt;b) secretariar as reuniões e organizar eventos de lançamentos de livros e exposições. &lt;br /&gt;Art. 16 - Compete ao Tesoureiro:  &lt;br /&gt;a) organizar e manter em dia e em ordem todos os documentos relativos às contribuições, &lt;br /&gt;doações, receitas e despesas da biblioteca;  &lt;br /&gt;b) administrar todo o serviço relativo às finanças. O Tesoureiro deverá abrir um livro-caixa com o competente termo de abertura e encerramento autenticado&lt;br /&gt;CONSELHO FISCAL 25&lt;br /&gt;Art. 17 – O Conselho Fiscal será composto de dois membros efetivos e dois suplentes, com mandato &lt;br /&gt;de 2 anos e com as seguintes atribuições: &lt;br /&gt;a) tomar conhecimento de todos os atos da Diretoria;  &lt;br /&gt;b) aprovar ou rejeitar os balancetes e prestações de conta da Diretoria. &lt;br /&gt;Parágrafo Único - Os membros do Conselho Fiscal não poderão ser reeleitos. &lt;br /&gt;CAPITULO 4: DO FUNCIONAMENTO &lt;br /&gt;Art. 18 - Os recursos humanos para atendimento ao público e funcionamento serão de: &lt;br /&gt;a) membros das entidades que compõem a (NOME DA BIBLIOTECA);  &lt;br /&gt;b) voluntários da comunidade;  &lt;br /&gt;c) funcionários cedidos por órgãos oficiais dos Governos Federal, Estadual e Municipal; &lt;br /&gt;d) demais ONGS, empresas e outros. &lt;br /&gt;CAPITULO 5: DAS DISPOSIÇOES FINAIS &lt;br /&gt;Art. 19 - As eleições serão realizadas através do voto secreto, sendo que os candidatos deverão &lt;br /&gt;apresentar:  &lt;br /&gt;a) requerimento 60 dias antes das eleições dirigido ao secretário, contendo chapa completa &lt;br /&gt;(Presidente, Vice-Presidente, 1º. e 2º Secretários, Tesoureiro e Conselho Fiscal);  &lt;br /&gt;b) a Diretoria da biblioteca será exercida exclusivamente pelos sócios efetivos, que deverão ter &lt;br /&gt;no mínimo seis meses nesta categoria para concorrer às eleições. &lt;br /&gt;Art. 20 - A Biblioteca Comunitária (NOME DA BIBLIOTECA) não tem fins lucrativos, não remunera &lt;br /&gt;seus Dirigentes e não distribui lucros a qualquer título, aplicando integralmente os seus recursos na &lt;br /&gt;manutenção e desenvolvimento dos seus objetivos. &lt;br /&gt;Art. 21 - Compete à Assembléia Geral, especialmente convocada para esse fim, dissolver a biblioteca.  &lt;br /&gt;Parágrafo Único - Em caso de dissolução definitiva da associação todos os bens de acervo, móveis e &lt;br /&gt;imóveis que porventura existirem, serão doados à entidade semelhante, desde que registrada no &lt;br /&gt;Conselho de assistência social em uma das esferas de governo. &lt;br /&gt;Art. 22 - Os sócios da biblioteca, mesmo quando membros da diretoria, não respondem &lt;br /&gt;subsidiariamente pelas obrigações contraídas pela associação. &lt;br /&gt;Art. 23 - Os casos omissos serão resolvidos pela diretoria da (NOME DA BIBLIOTECA). &lt;br /&gt;Art. 24 - O presente estatuto será aprovado pela assembléia geral de constituição da associação &lt;br /&gt;entrando em vigor na mesma data &lt;br /&gt;Belo Horizonte,     de            de   &lt;br /&gt;ASSINATURAS (Nome completo, nacionalidade, estado civil, profissão e endereço) &lt;br /&gt;Presidente &lt;br /&gt;Vice Presidente &lt;br /&gt;1º Secretário &lt;br /&gt;2º Secretário &lt;br /&gt;Tesoureiro &lt;br /&gt;CONSELHO FISCAL &lt;br /&gt;Efetivo &lt;br /&gt;Efetivo &lt;br /&gt;Suplente &lt;br /&gt;Suplente &lt;br /&gt;Advogado 26&lt;br /&gt;Anexo 12 &lt;br /&gt;Modelo de Regulamento &lt;br /&gt;REGULAMENTO DA BIBLIOTECA (NOME DA BIBLIOTECA) &lt;br /&gt;(ENDEREÇO COMPLETO) &lt;br /&gt;1 – FINALIDADE  &lt;br /&gt;A Biblioteca Comunitária (NOME DA BIBLIOTECA) é uma instituição cultural sem fins &lt;br /&gt;lucrativos que servirá como centro de informação cultural e lazer para a região &lt;br /&gt;(BAIRRO ONDE SE LOCALIZA A BIBLIOTECA)  e adjacências. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;2 – HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO &lt;br /&gt;De segunda a sexta-feira das 8:00h. às 12:00h. e de 13:00h. às 17:00h. (por &lt;br /&gt;exemplo) &lt;br /&gt;3 – INSCRIÇÕES &lt;br /&gt;Para ter direto aos serviços oferecidos pela biblioteca todo usuário deverá fazer sua &lt;br /&gt;inscrição portando um documento de identidade, comprovante de residência e a &lt;br /&gt;contribuição de R$XXX (um centésimo do salário mínimo) para a aquisição de novos &lt;br /&gt;materiais. &lt;br /&gt;4 – SERVIÇOS OFERECIDOS À COMUNIDADE: &lt;br /&gt;Empréstimos domiciliares: &lt;br /&gt;livros de literatura e materiais bibliográficos, exceto obras de referência: &lt;br /&gt;(ENCICLOPÉDIAS, DICIONÁRIOS, ALMANAQUES, ATLAS, etc.) &lt;br /&gt;Prazo: normal de 7 (sete) dias, renovável por igual período, desde que o material &lt;br /&gt;não tenha sido solicitado por outro usuário. (por exemplo) &lt;br /&gt;Quantidade: 1 obra de cada vez, exceto didáticos. (por exemplo) &lt;br /&gt;Pesquisas: &lt;br /&gt;utilização do espaço da biblioteca para leitura e pesquisa, desde que os usuários &lt;br /&gt;deixem bolsas, sacolas, fichários e pastas na entrada da biblioteca e portem lápis, &lt;br /&gt;caneta, borracha e papel para registrar sua pesquisa. Os alunos poderão utilizar o &lt;br /&gt;espaço da biblioteca para leitura e pesquisa somente fora do seu horário de aula. O &lt;br /&gt;professor poderá comunicar ao bibliotecário o tema  da pesquisa antecipadamente &lt;br /&gt;para que o mesmo selecione materiais diversificados que enriqueçam a pesquisa. &lt;br /&gt;Atividades culturais: &lt;br /&gt;a biblioteca promoverá atividades no decorrer do ano: concursos de redação, &lt;br /&gt;teatros, bailes, contação de histórias, oficinas culturais, etc, voltadas para a &lt;br /&gt;integração cultural e social da comunidade. Serão convidados para estes eventos os &lt;br /&gt;alunos, funcionários e demais sócios da biblioteca.&lt;br /&gt;Atividades escolares: 27&lt;br /&gt;a biblioteca deverá ser utilizada para atividades didáticas previamente agendadas e &lt;br /&gt;acompanhadas pelo professor da turma, sendo este responsável pela disciplina dos &lt;br /&gt;alunos. Se solicitado, o bibliotecário poderá colaborar na atividade sugerindo e &lt;br /&gt;disponibilizando livros, revistas, jornais, filmes e demais materiais. &lt;br /&gt;OBS: Não será permitido usar o espaço da biblioteca para deixar alunos de castigo. A &lt;br /&gt;biblioteca deverá ser usada para atividades agradáveis que promovam o interesse e &lt;br /&gt;o prazer da leitura. &lt;br /&gt;Reserva de materiais: &lt;br /&gt;o usuário que não encontrar a obra procurada poderá entrar para a lista de reserva &lt;br /&gt;que obedecerá a uma ordem cronológica e manterá a obra em reserva por um prazo &lt;br /&gt;de 24 horas, sendo que o usuário deverá manter-se informado sobre a provável data &lt;br /&gt;de devolução. &lt;br /&gt;Sugestão de aquisição: &lt;br /&gt;o usuário poderá sugerir livros ou materiais a seres a serem adquiridos para a biblioteca que, &lt;br /&gt;de acordo com as verbas disponíveis, poderão ser atendidos. &lt;br /&gt;Sala de vídeo: &lt;br /&gt;a utilização da sala de vídeo deverá ser previamente agendada com o funcionário da &lt;br /&gt;biblioteca e cabe somente a ele manipular os equipamentos eletrônicos (TV, Vídeo e &lt;br /&gt;Retroprojetor). &lt;br /&gt;5. DOS DIREITOS DO USUÁRIO: &lt;br /&gt;5.1. ser atendido com presteza e educação pelos funcionários da biblioteca; &lt;br /&gt;5.2. ter acesso aos serviços oferecidos pela biblioteca bem como à solicitação de &lt;br /&gt;serviços especiais inerentes às atividades bibliotecários; &lt;br /&gt;5.3. é direito do usuário carente a isenção da taxa de inscrição desde que seja &lt;br /&gt;comprovada a carência. &lt;br /&gt;6. DOS DEVERES DO USUÁRIO: &lt;br /&gt;6.1. ser educado ao solicitar serviços e informações aos funcionários, não &lt;br /&gt;insistindo em questões que contrariem este regulamento; &lt;br /&gt;6.2. não se alimentar na biblioteca (balas, pirulitos, água, café, biscoitos, sorvetes, &lt;br /&gt;picolés, pipocas e quaisquer outros alimentos). &lt;br /&gt;6.3. não fumar na biblioteca; &lt;br /&gt;6.4. respeitar as normas e prazos estabelecidos nesse regulamento; &lt;br /&gt;6.5. trajar-se co decência para adentrar um espaço público (não são permitidos &lt;br /&gt;shorts e falta de camisa); &lt;br /&gt;6.6. manter um tom de voz baixo dentro da biblioteca, para não prejudicar a &lt;br /&gt;leitura de outros usuários; &lt;br /&gt;6.7. zelar pelos materiais da biblioteca, indenizando possíveis danos; &lt;br /&gt;6.8. pagar multa de R$0,30 (trinta centavos) por dia de atraso, na devolução de &lt;br /&gt;materiais. Em caso de perda, repor a biblioteca com outro material semelhante à &lt;br /&gt;biblioteca; &lt;br /&gt;6.9. portar sempre a carteirinha da biblioteca que será  a sua identificação de &lt;br /&gt;usuário; 6.10. entregar ao funcionário da biblioteca o material utilizado em mão, não o &lt;br /&gt;recolocando na estante ou deixando-o em outra dependência da biblioteca;a&lt;br /&gt;6.11. assinar sempre a lista de presença.&lt;br /&gt;PROGRAMA A TELA E O TEXTO &lt;br /&gt;Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais &lt;br /&gt;Telefone (31)  3499-6054 &lt;br /&gt;www.letras.ufmg.br/atelaeotexto &lt;br /&gt;atelaeotexto@yahoogrupos.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-7144144685297328266?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.letras.ufmg.br/atelaeotexto/folheto_biblioteca.pdfhttp://www.letras.ufmg.br/atelaeotexto/folheto_biblioteca.pdfhttp://www.letras.ufmg.br/atelaeotexto/folheto_biblioteca.pdfhttp://www.letras.ufmg.br/atelaeotexto/folheto_biblioteca.pdf' title='FOLHETO PARA A CRIAÇÃO DE  BIBLIOTECAS COMUNITÁRIAS AUTO-GERIDAS'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/7144144685297328266/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=7144144685297328266&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/7144144685297328266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/7144144685297328266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2012/01/folheto-para-criacao-de-bibliotecas.html' title='FOLHETO PARA A CRIAÇÃO DE  BIBLIOTECAS COMUNITÁRIAS AUTO-GERIDAS'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-1202609514856079189</id><published>2011-11-16T09:00:00.000-08:00</published><updated>2011-11-16T09:02:37.531-08:00</updated><title type='text'>Concurso - Prova - Biblioteconomia - CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA   CONCURSO DE ADMISSÃO AO EAOT 2006</title><content type='html'>CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA &lt;br /&gt;CONCURSO DE ADMISSÃO AO EAOT 2006 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIBLIOTECONOMIA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Código 04) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gabarito Oficial &lt;br /&gt;A &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 01: C Questão 11: C Questão 21: C Questão 31: B Questão 41: D Questão 51: C &lt;br /&gt;Questão 02: C Questão 12: A Questão 22: C Questão 32: B Questão 42: C Questão 52: C &lt;br /&gt;Questão 03: D Questão 13: B Questão 23: D Questão 33: D Questão 43: A Questão 53: D &lt;br /&gt;Questão 04: B Questão 14: A Questão 24: A Questão 34: D Questão 44: B Questão 54: D &lt;br /&gt;Questão 05: C Questão 15: A Questão 25: B Questão 35: D Questão 45: D Questão 55: D &lt;br /&gt;Questão 06: D Questão 16: B Questão 26: A Questão 36: B Questão 46: A Questão 56: A &lt;br /&gt;Questão 07: C Questão 17: C Questão 27: D Questão 37: A Questão 47: B Questão 57: B &lt;br /&gt;Questão 08: D Questão 18: B Questão 28: D Questão 38: D Questão 48: B Questão 58: D &lt;br /&gt;Questão 09: B Questão 19: A Questão 29: C Questão 39: A Questão 49: C Questão 59: B &lt;br /&gt;Questão 10: A Questão 20: C Questão 30: B Questão 40: A Questão 50: C Questão 60: A&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Belo Horizonte, 14 de outubro de 2005.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-1202609514856079189?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/1202609514856079189/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=1202609514856079189&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/1202609514856079189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/1202609514856079189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/11/concurso-prova-biblioteconomia-centro_16.html' title='Concurso - Prova - Biblioteconomia - CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA   CONCURSO DE ADMISSÃO AO EAOT 2006'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-8902417391496918319</id><published>2011-11-16T08:02:00.000-08:00</published><updated>2011-11-16T08:57:29.792-08:00</updated><title type='text'>Concurso - Prova - Biblioteconomia - CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA   CONCURSO DE ADMISSÃO AO EAOT 2006</title><content type='html'>COMANDO DA AERONÁUTICA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEPARTAMENTO DE ENSINO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCURSO DE ADMISSÃO AO EAOT 2006 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROVAS ESCRITAS DE  BIBLIOTECON0MIA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VERSÃO “A” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CÓDIGO DE ESPECIALIDADE: 04 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DATA DE APLICAÇÃO: 11 SET 2005 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATENÇÃO! SÓ ABRA ESTE CADERNO APÓS RECEBER AUTORIZAÇÃO. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BOA PROVA!! &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Língua Portuguesa &lt;br /&gt;INSTRUÇÃO: As questões de 01 a 10 relacionam-se com o texto abaixo. Leia atentamente todo o texto antes de responder a elas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CEM ANOS DE EINSTEIN &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O físico alemão Albert Einstein dispensa apresentações. Mesmo quem não compreende &lt;br /&gt;o que seja a teoria da relatividade reconhece o velhinho de cabeleira branca, olhos marotos e língua de fora. A famosa língua e a não menos famosa fórmula E = mc2 decoraram mais camisetas e pôsteres do que seria possível imaginar, considerando-se a complexidade do que representam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 No ano que vem, completa-se um século desde o “ano milagroso” de Einstein, centenário que deve ser comemorado no mundo inteiro. &lt;br /&gt;Em 1905, fora da Universidade, que era seu grande sonho, e ainda trabalhando como &lt;br /&gt;15 &lt;br /&gt;analista do escritório de patentes da Suíça, o jovem físico desenvolveu três de seus artigos seminais. Publicados no Annalen der Physik, apresentavam a teoria da relatividade espe-cial, o conceito dos quanta de luz e hipóteses &lt;br /&gt;20 &lt;br /&gt;sobre a movimentação das moléculas. Além desses, escreveu mais dois artigos no &lt;br /&gt;mesmo ano. E, claro, continuou a escrevê-los. A equação E = mc2 surgiu em 1907, &lt;br /&gt;reformulada de um trabalho também do ano milagroso, e a teoria da relatividade &lt;br /&gt;geral foi apresentada em 1916. Cientistas já declararam 2005 o “Ano da Física”, &lt;br /&gt;resolução aceita pela ONU e que deve ser seguida por outras entidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25 .................................................................................................................................... &lt;br /&gt;Einstein não se limitava a elaborar hipóteses científicas. Era um homem do &lt;br /&gt;mundo. Gênio raro e preocupado com as questões de seu tempo, usou seu prestígio &lt;br /&gt;e influência para protestar contra o militarismo e pedir por justiça. Deixou marcas &lt;br /&gt;muito além dos limites da ciência, modificando também a história mundial. Ainda &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30 &lt;br /&gt;que indiretamente, foi um dos responsáveis pelo Projeto Manhattan e a conseqüente &lt;br /&gt;fabricação da bomba atômica. Revoltado, teria dito que, se soubesse que suas teorias &lt;br /&gt;causariam o terror que foi Hiroshima, teria preferido ser sapateiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transformou-se em ícone de cientista. Muito além dos traços caricatos, reconhecíveis &lt;br /&gt;pelos cabelos sempre em estado de choque, evoca a imagem do ser pro35 &lt;br /&gt;fundamente imerso em suas hipóteses e elucubrações, sem deixar de lado a gentileza e a atenção com o resto do mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;KNAPP, Laura. Scientific American Brasil, ano 3, n. 29, out. 2004, p.5. (Texto adaptado) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 01 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando-se as informações do texto, é CORRETO afirmar que, em 2005, se comemora &lt;br /&gt;o centenário &lt;br /&gt;A) da criação da famosa equação E = mc2 . &lt;br /&gt;B) da entrada de Einstein numa Universidade. &lt;br /&gt;C) do chamado ano milagroso de Einstein. &lt;br /&gt;D) do nascimento do físico Einstein. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 02 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando-se as informações do texto, é CORRETO afirmar que Einstein &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) era unicamente um elaborador de teorias. &lt;br /&gt;B) evitou envolver-se em questões sociais. &lt;br /&gt;C) publicava artigos científicos considerados valiosos. &lt;br /&gt;D) trabalhou sempre em instituições universitárias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 03 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A famosa língua e a não menos famosa fórmula E = mc2 decoraram mais camisetas e &lt;br /&gt;pôsteres do que seria possível imaginar...” (linhas 5-8) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando-se as informações desse trecho, é CORRETO afirmar que Einstein e sua &lt;br /&gt;criação &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) encarnavam a revolta popular. &lt;br /&gt;B) ilustravam uma corrente estética. &lt;br /&gt;C) representavam o poder jovem. &lt;br /&gt;D) se tornaram muito conhecidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 04 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando-se as informações do texto, é CORRETO afirmar que o Projeto Manhattan &lt;br /&gt;se relacionou com &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) a criação do ano da Física. &lt;br /&gt;B) a fabricação da bomba atômica. &lt;br /&gt;C) o prestígio político de Einstein. &lt;br /&gt;D) o protesto contra injustiças. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 05 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“... teria dito que, se soubesse que suas teorias causariam o terror que foi Hiroshima, teria &lt;br /&gt;preferido ser sapateiro.” (linhas 31-32) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que, nesse trecho, Einstein é mostrado como um homem &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) alienado. &lt;br /&gt;B) atento. &lt;br /&gt;C) inconformado. &lt;br /&gt;D) irredutível. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 06 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Transformou-se em ícone de cientista.” (linha 33) &lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que a expressão destacada nessa frase quer dizer &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) cientista correto. &lt;br /&gt;B) figura grotesca. &lt;br /&gt;C) pessoa inteligente. &lt;br /&gt;D) profissional emblemático. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 07 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Muito além dos traços caricatos, reconhecíveis pelos cabelos sempre em estado de choque, &lt;br /&gt;evoca a imagem do ser profundamente imerso em suas hipóteses...” (linhas 33-35) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que a expressão destacada nesse trecho significa &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) descuidados. &lt;br /&gt;B) envelhecidos. &lt;br /&gt;C) eriçados. &lt;br /&gt;D) quebradiços. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 08 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Muito além dos traços caricatos [...] evoca a imagem do ser profundamente imerso em &lt;br /&gt;suas hipóteses...” (linhas 33-35) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que a palavra destacada nessa frase veicula uma idéia de &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) direção. &lt;br /&gt;B) intenção. &lt;br /&gt;C) lugar. &lt;br /&gt;D) modo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 09 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“... teria dito que, se soubesse que suas teorias causariam o terror que foi Hiroshima, teria preferido ser sapateiro.” (linhas 31-32) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que o termo destacado nessa frase sugere uma idéia de &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) adição. &lt;br /&gt;B) condição. &lt;br /&gt;C) consecução. &lt;br /&gt;D) explicação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 10 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“... teria dito que, se soubesse que suas teorias causariam o terror que foi Hiroshima, &lt;br /&gt;teria preferido ser sapateiro.” (linhas 31-32) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando-se as formas verbais destacadas nessa frase, é CORRETO afirmar que todas &lt;br /&gt;estão flexionadas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) na mesma voz. &lt;br /&gt;B) no mesmo modo. &lt;br /&gt;C) no mesmo número. &lt;br /&gt;D) no mesmo tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INSTRUÇÃO: As questões de 11 a 30 relacionam-se com o texto abaixo. Leia atentamente &lt;br /&gt;todo o texto antes de responder a elas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EINSTEIN &amp; NEWTON: gênios da mesma lâmpada &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível medir o gênio de Albert Einstein? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob muitos aspectos, não é. Se retrocedermos através dos séculos, passando por &lt;br /&gt;figuras como James Clerk Maxwell, Ludwig Boltzmann, Charles Darwin e Louis &lt;br /&gt;Pasteur, teremos de chegar a Isaac Newton antes de encontrar outro ser humano cujas &lt;br /&gt;realizações científicas sejam comparáveis às de Einstein. Antes de Newton, pode ser &lt;br /&gt;que não haja ninguém desse nível. &lt;br /&gt;Ambos os cientistas tinham intelectos que os levaram a dominar todos os campos &lt;br /&gt;conhecidos de suas disciplinas e a ir além. Newton inventou o cálculo, formulou &lt;br /&gt;as leis da mecânica e do movimento, propôs uma teoria universal da gravitação. &lt;br /&gt;Einstein nos legou a fundação para os dois “edifícios” da Física Moderna, a relatividade especial e a mecânica quântica, e criou uma nova teoria da gravitação. &lt;br /&gt;....................................................................................................................................... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isaac Newton e Albert Einstein deixaram legados profundos. Newton superou a &lt;br /&gt;idéia de que algumas áreas do conhecimento eram inacessíveis à mente humana, en15 &lt;br /&gt;raizada por séculos na cultura ocidental. Antes de Newton, acreditava-se que a humanidade poderia compreender apenas o que Deus permitiu revelar. Adão e Eva forambanidos do Éden por terem comido da árvore do conhecimento. Zeus acorrentou &lt;br /&gt;Prometeu num rochedo quando ele deu o fogo, um segredo dos deuses, a um mortal. &lt;br /&gt;Quando Adão, no Paraíso Perdido, de John Milton, questionou o anjo Rafael sobre a &lt;br /&gt;20 mecânica celeste, Rafael lhe deu uma vaga idéia e então disse que “o resto, de homens ou de anjos o grande Arquiteto sabiamente o ocultou”. Todas essas limitações &lt;br /&gt;foram abolidas com o monumental trabalho de Newton, os Principia (1687). Nessa &lt;br /&gt;obra, o cientista examinou todos os fenômenos do mundo físico conhecido: dos pêndulos &lt;br /&gt;às molas, dos cometas às grandes trajetórias dos planetas. Depois de Newton, a &lt;br /&gt;divisão entre o espiritual e o físico ficou mais clara. Este último se tornou cognoscível para os seres humanos. &lt;br /&gt;Einstein, com seus extraordinários e aparentemente absurdos postulados sobre a &lt;br /&gt;relatividade especial, demonstrou que as grandes verdades da natureza não podem ser &lt;br /&gt;alcançadas apenas pela observação do mundo externo. Em vez disso, os cientistas &lt;br /&gt;devem, algumas vezes, começar a inventar, dentro de suas próprias mentes, hipóteses &lt;br /&gt;e sistemas lógicos que, somente mais tarde, poderão ser testados experimentalmente. &lt;br /&gt;Toda a nossa experiência nos faz pensar que o tempo flui uniformemente, embora &lt;br /&gt;isso não seja verdade. A Física Moderna tem avançado para uma compreensão da &lt;br /&gt;natureza além da percepção sensorial e da experiência humana, ensinando que nosso &lt;br /&gt;bom senso pode estar errado. Einstein subverteu séculos de um pensamento fundamentado &lt;br /&gt;na supremacia do estudo empírico e da experiência. Ele também contestou o &lt;br /&gt;famoso dito de Newton: Hypotheses non fingo (“Não imagino nenhuma hipótese”), &lt;br /&gt;no qual o cientista inglês afirmava que não era um filósofo como Aristóteles, mas um &lt;br /&gt;cientista que baseava suas teorias nos fatos observados. &lt;br /&gt;40 Em sua autobiografia, Einstein expressou seu distanciamento de Newton da seguinte &lt;br /&gt;maneira: “Newton, perdoe-me; você descobriu o único caminho possível para &lt;br /&gt;um homem de sua época com idéias tão elevadas e tal poder criativo. Os conceitos &lt;br /&gt;que criou ainda hoje guiam nossas idéias sobre a física; entretanto agora sabemos que &lt;br /&gt;esses conceitos devem ser substituídos por outros, mais distantes da esfera da experiência imediata”. &lt;br /&gt;Numa introdução da edição de 1931 da Óptica, de Newton, Einstein escreveu: &lt;br /&gt;“A natureza, para ele, era um livro aberto [...] Em uma mesma pessoa, conviviam o &lt;br /&gt;pesquisador, o teórico, o mecânico e também o artista [...] Diante de nós, ele permanece forte, incontestável e solitário”. Se Newton pudesse ressurgir do passado, por truque proibido de viagem no tempo, provavelmente proferiria palavras semelhantes &lt;br /&gt;sobre Einstein. &lt;br /&gt;LIGTMAN, Alan. Scientific American Brasil, ano 3, n. 29, out. 2004, p. 102-103. (Texto adaptado)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Questão 11 &lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que, no título do texto — “Einstein &amp; Newton: gênios da mesma &lt;br /&gt;lâmpada” —, se faz alusão a &lt;br /&gt;A) um romance medieval. &lt;br /&gt;B) uma fábula grega. &lt;br /&gt;C) uma narrativa fantástica. &lt;br /&gt;D) uma peça de teatro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 12 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que o texto apresentado está estruturado com base em uma &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) comparação. &lt;br /&gt;B) contestação. &lt;br /&gt;C) enumeração. &lt;br /&gt;D) reiteração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 13 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Antes de Newton, pode ser que não haja ninguém desse nível.” (linhas 5-6) &lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que o “nível” mencionado nessa frase é atribuído, no texto, &lt;br /&gt;A) a Darwin, a Pasteur, a Maxwell e a Boltzmann. &lt;br /&gt;B) a Isaac Newton e a Albert Einstein. &lt;br /&gt;C) aos cientistas que precederam Einstein. &lt;br /&gt;D) aos cientistas que precederam Newton. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 14 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Antes de Newton, acreditava-se que a humanidade poderia compreender apenas o que &lt;br /&gt;Deus permitiu revelar.” (linhas 15-16) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que a informação contida nessa frase é ilustrada, no texto lido, por meio de &lt;br /&gt;A) exemplos. &lt;br /&gt;B) fórmulas. &lt;br /&gt;C) objeções. &lt;br /&gt;D) teorias. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Questão 15 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nessa obra, o cientista examinou todos os fenômenos do mundo físico conhecido: dos &lt;br /&gt;pêndulos às molas, dos cometas às grandes trajetórias dos planetas.” (linhas 23-24) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando-se as informações desse trecho, é CORRETO afirmar que a obra de &lt;br /&gt;Newton é qualificada como &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) abrangente. &lt;br /&gt;B) dispersa. &lt;br /&gt;C) hermética. &lt;br /&gt;D) homogênea. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 16 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“... os cientistas devem, algumas vezes, começar a inventar, dentro de suas próprias &lt;br /&gt;mentes, hipóteses e sistemas lógicos...” (linhas 29-31) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando-se as informações dessa frase, concernentes ao pensamento de Einstein, é &lt;br /&gt;CORRETO afirmar que este admitia, mesmo no campo da ciência, &lt;br /&gt;A) a adivinhação. &lt;br /&gt;B) a criatividade. &lt;br /&gt;C) o relativismo. &lt;br /&gt;D) o unilateralismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 17 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não imagino nenhuma hipótese.” (linhas 37-38) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que, nessa frase atribuída a Newton, se explicita a idéia de que ele &lt;br /&gt;formulava suas hipóteses &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) desenvolvendo trabalho de outros cientistas. &lt;br /&gt;B) extraindo conclusões de descobertas antigas. &lt;br /&gt;C) fundamentando-as em observações concretas. &lt;br /&gt;D) retirando suas idéias do acervo cultural popular. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 18 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com base na leitura do texto, é CORRETO afirmar que, em relação a certas idéias de &lt;br /&gt;Newton, Einstein foi um &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) acusador. &lt;br /&gt;B) contestador. &lt;br /&gt;C) delator. &lt;br /&gt;D) detrator. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 19 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinale a alternativa em que a frase transcrita se reporta CORRETAMENTE a Einstein. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) ... demonstrou que as grandes verdades da natureza não podem ser alcançadas apenas &lt;br /&gt;pela observação do mundo externo. &lt;br /&gt;B) ... não era um filósofo [...] mas um cientista que baseava suas teorias nos fatos observados. &lt;br /&gt;C) Os conceitos que criou ainda hoje guiam nossas idéias sobre a física... &lt;br /&gt;D) ... superou a idéia de que algumas áreas do conhecimento eram inacessíveis à mente &lt;br /&gt;humana... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 20 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinale a alternativa em que a frase transcrita NÃO contém um conectivo que introduz &lt;br /&gt;uma oração sugerindo uma idéia de oposição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) Ele também contestou o famoso dito de Newton [...] no qual o cientista inglês afirmava que não era um filósofo [...] mas um cientista... &lt;br /&gt;B) ... entretanto agora sabemos que esses conceitos devem ser substituídos por outros... &lt;br /&gt;C) Se Newton pudesse ressurgir do passado [...] provavelmente proferiria palavras semelhantes sobre Einstein. &lt;br /&gt;D) Toda a nossa experiência nos faz pensar que o tempo flui uniformemente, embora &lt;br /&gt;isso não seja verdade. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Questão 21 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinale a alternativa em que a palavra destacada NÃO exerce a mesma função que as &lt;br /&gt;outras, nos períodos em que se inserem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) Antes de Newton, acreditava-se que a humanidade poderia compreender apenas o que &lt;br /&gt;Deus permitiu revelar. &lt;br /&gt;B) Antes de Newton pode ser que não haja ninguém desse nível. &lt;br /&gt;C) ... o cientista inglês afirmava que não era um filósofo [...] mas um cientista que baseava suas teorias nos fatos observados. &lt;br /&gt;D) Toda a nossa experiência nos faz pensar que o tempo flui uniformemente... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 22 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. “A natureza, para ele, era um livro aberto...” (linha 47) &lt;br /&gt;2. “Diante de nós [...] ele permanece forte, incontestável e solitário.” (linhas 48-49) &lt;br /&gt;3. “... conviviam o pesquisador, o teórico, o mecânico e também o artista...” (linhas 4748) &lt;br /&gt;4. “Newton, perdoe-me...” (linha 41) &lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que o uso da vírgula obedece ao mesmo critério nas frases &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) 1 e 2. &lt;br /&gt;B) 1 e 4. &lt;br /&gt;C) 2 e 3. &lt;br /&gt;D) 2 e 4. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 23 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinale a alternativa em que a frase transcrita NÃO contém uma palavra que indica indefinição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) ... esses conceitos devem ser substituídos por outros... &lt;br /&gt;B) Nessa obra, o cientista examinou todos os fenômenos do mundo físico conhecido... &lt;br /&gt;C) ... os cientistas devem, algumas vezes, começar a inventar hipóteses... &lt;br /&gt;D) Se Newton pudesse ressurgir do passado [...] proferiria palavras semelhantes... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 24 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Antes de Newton, pode ser que não haja ninguém desse nível.” (linhas 5-6) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que, preservando-se integralmente o sentido original dessa frase, a &lt;br /&gt;forma verbal nela destacada pode ser adequadamente substituída por &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) exista. &lt;br /&gt;B) existe. &lt;br /&gt;C) existiria. &lt;br /&gt;D) existisse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 25 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Antes de Newton, acreditava-se que a humanidade poderia compreender apenas o que &lt;br /&gt;Deus permitiu revelar.” (linhas 15-16) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que, na ordem em que as cinco formas verbais destacadas aparecem &lt;br /&gt;nessa frase, suas vogais temáticas são, respectivamente, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) a / e / e / i / e. &lt;br /&gt;B) a / e / e / i / a. &lt;br /&gt;C) e / e / i / e / e. &lt;br /&gt;D) e / i / e / a / a. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 26 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Zeus acorrentou Prometeu num rochedo quando ele deu o fogo, um segredo dos deuses, &lt;br /&gt;a um mortal.” (linhas 17-19) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que o pronome destacado nessa frase se refere a &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) “Prometeu”. &lt;br /&gt;B) “um mortal”. &lt;br /&gt;C) “um segredo”. &lt;br /&gt;D) “Zeus”. &lt;br /&gt;Questão 27 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Depois de Newton, a divisão entre o espiritual e o físico ficou mais clara.” (linhas 2425) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que, nessa frase, preenche(m) a função de substantivo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) apenas uma palavra. &lt;br /&gt;B) duas palavras. &lt;br /&gt;C) três palavras. &lt;br /&gt;D) quatro palavras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 28 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Einstein, com seus extraordinários e aparentemente absurdos postulados sobre a relatividade &lt;br /&gt;especial, demonstrou que as grandes verdades da natureza não podem ser alcança-&lt;br /&gt;das apenas pela observação do mundo externo.” (linhas 27-29) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que, nessa frase, qualificam um substantivo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) duas palavras. &lt;br /&gt;B) três palavras. &lt;br /&gt;C) quatro palavras. &lt;br /&gt;D) mais de quatro palavras. &lt;br /&gt;Questão 29 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Toda a nossa experiência nos faz pensar que o tempo flui uniformemente, embora isso &lt;br /&gt;não seja verdade.” (linhas 32-33) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que o pronome destacado nessa frase se refere, especificamente, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) à experiência dos homens com o tempo. &lt;br /&gt;B) ao fato de os homens pensarem no tempo. &lt;br /&gt;C) ao fluir uniforme do tempo para os homens. &lt;br /&gt;D) aos pensamentos dos homens sobre o tempo. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Questão 30 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Física Moderna tem avançado para uma compreensão da natureza além da percepção &lt;br /&gt;sensorial...” (linhas 33-34) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando-se os substantivos que aparecem nessa frase, é CORRETO afirmar que &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) apenas um deles é dissílabo. &lt;br /&gt;B) apenas dois deles são polissílabos. &lt;br /&gt;C) apenas três deles são polissílabos. &lt;br /&gt;D) apenas três deles são trissílabos. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• &lt;br /&gt;Conhecimentos Especializados &lt;br /&gt;INSTRUÇÃO: A gestão de uma Unidade de Informação exige inúmeras tomadas de decisão. &lt;br /&gt;As questões de 31 a 35 referem-se a decisões inerentes a funções específicas de uma biblioteca. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 31 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que, entre as decisões referentes à função armazenamento,&lt;br /&gt;NÃO se inclui &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) a escolha de mecanismos de segurança para os documentos. &lt;br /&gt;B) a indicação do número de exemplares necessários. &lt;br /&gt;C) a seleção do mobiliário adequado para acondicionamento da coleção. &lt;br /&gt;D) a utilização racional do espaço físico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 32 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que, entre as decisões referentes à função aquisição, NÃO se inclui &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) a adoção de processo direto ou indireto de compra. &lt;br /&gt;B) a decisão sobre incorporação de documentos doados. &lt;br /&gt;C) a distribuição eqüitativa dos recursos financeiros. &lt;br /&gt;D) a participação em programas de aquisição cooperativa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 33 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que, entre as decisões referentes à função desbastamento e descarte, NÃO se inclui &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) a definição de normas para utilização dos documentos armazenados nos depósitos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B) a definição sobre a não-permanência de determinado documento no acervo da biblioteca. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C) a determinação de prazo médio para permanência dos documentos no depósito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D) a indicação de rotinas para registro dos itens encomendados. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Questão 34 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que, entre as decisões referentes à função avaliação de coleções,&lt;br /&gt;NÃO se inclui &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) a definição dos critérios a serem observados. &lt;br /&gt;B) a escolha da metodologia a ser adotada. &lt;br /&gt;C) a identificação de documentos que devem ser descartados. &lt;br /&gt;D) a seleção do instrumento que servirá de base para a catalogação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 35 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que, entre as decisões referentes à função organização da coleção,&lt;br /&gt;NÃO se inclui &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) a definição dos instrumentos para controle da terminologia de assuntos. &lt;br /&gt;B) a definição sobre o software para tratamento e recuperação de informação. &lt;br /&gt;C) o arranjo e a organização dos catálogos internos. &lt;br /&gt;D) o estabelecimento de prioridades em relação ao idioma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 36 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que, entre as funções referentes ao processo de formação e desenvolvimento &lt;br /&gt;de coleções, NÃO se inclui &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) a avaliação do acervo. &lt;br /&gt;B) a escolha do sistema de circulação. &lt;br /&gt;C) a seleção de documentos. &lt;br /&gt;D) o desbastamento e o descarte de itens. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Questão 37 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando-se o armazenamento de dados em um sistema de informação, é &lt;br /&gt;CORRETO afirmar que &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) as bases de dados são coleções integradas de dados, gerenciadas de forma a atender a diferentes necessidades de seus usuários. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B) os metadados são sistemas que geram e operam bases de dados, mantendo os programas &lt;br /&gt;necessários para essa finalidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C) os modelos de dados são dispositivos de codificação de instruções relativas a informações contidas na base de dados, que dizem respeito a um documento ou item. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D) os sistemas de gerenciamento de bases de dados são técnicas para descrição formal de dados que especificam as regras segundo as quais os dados são estruturados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 38 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando-se os tipos de bases de dados, é INCORRETO afirmar que &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) as de dados bibliográficos incluem citações ou referências bibliográficas e informam ao usuário sobre o que foi publicado sobre determinado assunto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B) as de dados catalográficos relacionam os documentos do acervo de determinada biblioteca ou rede de bibliotecas, porém não proporcionam acesso ao texto integral desses documentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C) as de dados de fontes referenciais oferecem uma indicação para se chegar a informações adicionais —, como nomes e endereços de instituições e outros dados típicos de cadastros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D) as de dados de fontes remetem o usuário a outra fonte —, como um documento, uma &lt;br /&gt;pessoa jurídica ou física —, para que obtenha acesso ao texto completo de um documento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 39 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analise estas afirmativas concernentes às etapas da indexação de assuntos: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. A análise conceitual implica decidir do que trata um documento — isto é, qual o seu assunto. &lt;br /&gt;II. A tradução envolve a conversão da análise conceitual de um documento num determinado conjunto de termos de indexação. &lt;br /&gt;III. Na indexação, a etapa de análise conceitual é influenciada pelas características do vocabulário a ser usado na etapa de tradução. &lt;br /&gt;A partir dessa análise, pode-se concluir que &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) apenas as afirmativas I e II estão corretas. &lt;br /&gt;B) apenas as afirmativas I e III estão corretas. &lt;br /&gt;C) apenas as afirmativas II e III estão corretas. &lt;br /&gt;D) as três afirmativas estão corretas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 40 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analise estas afirmativas concernentes a sistemas de recuperação de informação: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. Um sistema de recuperação da informação que permite buscas que combinem os termos &lt;br /&gt;em qualquer seqüência é denominado pós-coordenado. &lt;br /&gt;II. Num sistema pós-coordenado de indexação, todo termo atribuído a um documento &lt;br /&gt;tem peso igual — nenhum tem mais importância do que o outro. &lt;br /&gt;III.Os sistemas pré-coordenados de indexação preservam a multidimensionalidade das &lt;br /&gt;relações entre os termos por meio do uso de arquivos invertidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir dessa análise, pode-se concluir que &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) apenas as afirmativas I e II estão corretas. &lt;br /&gt;B) apenas as afirmativas I e III estão corretas. &lt;br /&gt;C) apenas as afirmativas II e III estão corretas. &lt;br /&gt;D) as três afirmativas estão corretas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 41 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que, entre os fatores que influem na coerência da indexação, NÃO &lt;br /&gt;se inclui &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) a especificidade do vocabulário. &lt;br /&gt;B) a extensão do item a ser indexado. &lt;br /&gt;C) a quantidade de termos atribuídos. &lt;br /&gt;D) o nível da descrição bibliográfica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 42 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analise estas afirmativas concernentes à Classificação Decimal Universal (CDU): &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. É administrada pela Library of Congress, que coordena as propostas de desenvolvimento do sistema e edita a publicação em vários idiomas. &lt;br /&gt;II. É um sistema de conceitos hierarquicamente estruturados em grandes classes, destinado à classificação dos suportes físicos de registro do conhecimento. &lt;br /&gt;III.Foi projetada por dois humanistas belgas, Paul Otlet e Henri La Fontaine, como instrumento de arranjo de uma bibliografia universal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir dessa análise, pode-se concluir que &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) apenas as afirmativas I e II estão corretas. &lt;br /&gt;B) apenas as afirmativas I e III estão corretas. &lt;br /&gt;C) apenas as afirmativas II e III estão corretas. &lt;br /&gt;D) as três afirmativas estão corretas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 43 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analise estas afirmativas concernentes a tabelas auxiliares da CDU: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. Têm como função acrescentar detalhes e especificar, cada vez mais, os conceitos representados pelas notações principais. &lt;br /&gt;II. Têm números auxiliares suscetíveis de combinações variadas entre si e com os conceitos representados pelos números das classes principais. &lt;br /&gt;III.Têm seu uso restrito às classes em que vêm listadas e a alguns contextos especiais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir dessa análise, pode-se concluir que &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) apenas as afirmativas I e II estão corretas. &lt;br /&gt;B) apenas as afirmativas I e III estão corretas. &lt;br /&gt;C) apenas as afirmativas II e III estão corretas. &lt;br /&gt;D) as três afirmativas estão corretas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 44 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que a CDU tem como características fundamentais &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) a decimalidade, a especialidade, o caráter hierárquico e o caráter analítico-sintético. &lt;br /&gt;B) a decimalidade, a universalidade, o caráter hierárquico e o caráter analítico-sintético. &lt;br /&gt;C) a especificidade, a individualidade, o caráter enumerativo e o caráter analítico-sintético. &lt;br /&gt;D) a totalidade, a rigorosidade, o caráter universal e o caráter multifacetado. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Questão 45 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, associando corretamente os símbolos &lt;br /&gt;da CDU à respectiva finalidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; COLUNA I COLUNA II &lt;br /&gt;1. “ (aspas) ( ) Unir dois ou mais números não-consecutivos do &lt;br /&gt;sistema para os quais não há notação pronta na &lt;br /&gt;tabela. &lt;br /&gt;2. / (barra oblíqua) ( ) Unir o primeiro e o último de uma série de números &lt;br /&gt;consecutivos para formar uma categoria ou &lt;br /&gt;3. : (dois pontos) conceito abrangente não indicado na tabela. &lt;br /&gt;( ) Indicar a existência de relações recíprocas entre &lt;br /&gt;4. + (mais) dois ou mais assuntos representados tanto pelos &lt;br /&gt;números principais quanto pelos auxiliares de lugar. &lt;br /&gt;( ) Representar conceitos associados com as mais variadas &lt;br /&gt;manifestações do fenômeno tempo, em suas &lt;br /&gt;várias dimensões e medidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinale a alternativa que apresenta a seqüência de números CORRETA. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) (1) (2) (3) (4) &lt;br /&gt;B) (2) (3) (1) (4) &lt;br /&gt;C) (3) (4) (1) (2) &lt;br /&gt;D) (4) (2) (3) (1) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 46 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analise estas afirmativas referentes a bases de dados: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. Os campos de tamanho fixo são adequados para ser usados com códigos cuja extensão &lt;br /&gt;da informação é igual em cada registro. &lt;br /&gt;II. Os campos de tamanho fixo são previsíveis, permitindo armazenamento econômico da &lt;br /&gt;informação. &lt;br /&gt;III.Os campos de tamanho variável são usados para interligar arquivos similares, com &lt;br /&gt;relações definidas entre si. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir dessa análise, pode-se concluir que &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) apenas as afirmativas I e II estão corretas. &lt;br /&gt;B) apenas as afirmativas I e III estão corretas. &lt;br /&gt;C) apenas as afirmativas II e III estão corretas. &lt;br /&gt;D) as três afirmativas estão corretas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 47 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analise estas afirmativas referentes a processos de indexação e redação de resumos e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;( ) As atividades de indexação e redação de resumos são intimamente relacionadas, pois ambas implicam a preparação de uma representação do conteúdo temático do documento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;( ) O indexador redige uma descrição narrativa do documento, com o objetivo de reunir &lt;br /&gt;ou ligar termos cujos significados apresentem uma relação mais estreita entre si. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;( ) O resumidor descreve o conteúdo de um documento, empregando um ou vários termos &lt;br /&gt;de indexação selecionados de algum tipo de vocabulário controlado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;( ) Os métodos de indexação e redação automática de resumos baseiam-se, grande-&lt;br /&gt;mente, em critérios estatísticos — como, por exemplo, a contagem de ocorrência de &lt;br /&gt;palavras no texto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinale a alternativa que apresenta a seqüência de letras CORRETA. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) (F) (V) (F) (F) &lt;br /&gt;B) (V) (F) (F) (V) &lt;br /&gt;C) (V) (F) (V) (V) &lt;br /&gt;D) (V) (V) (V) (V) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 48 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que, entre os dispositivos de precisão utilizados para controle da &lt;br /&gt;linguagem de indexação, NÃO se inclui(em) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) a ponderação. &lt;br /&gt;B) o controle de sinônimos. &lt;br /&gt;C) os elos. &lt;br /&gt;D) os indicadores de função. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 49 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analise este resumo: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram feitas entrevistas telefônicas em 1985 com 655 norte-americanos selecionados &lt;br /&gt;por amostragem probabilística. Expressam-se opiniões sobre se: 1) a formação de um &lt;br /&gt;Estado palestino é essencial para a paz na região; 2) deve ser reduzida a ajuda norte-americana a Israel e ao Egito; 3) os Estados Unidos devem a) participar de uma conferência de paz que inclua a OLP, b) não favorecer nem Israel nem as nações árabes, c) manter relações amistosas com ambos. Os entrevistados indicaram se estavam suficientemente informados sobre os vários grupos nacionais da região. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LANCASTER. Indexação e resumos: teoria e prática. p. 101. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir dessa análise, é CORRETO afirmar que se trata de um exemplo de resumo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) crítico. &lt;br /&gt;B) estruturado. &lt;br /&gt;C) indicativo. &lt;br /&gt;D) modular. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Questão 50 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, associando corretamente cada fator &lt;br /&gt;a ser considerado na ordenação dos registros recuperados em uma busca na Internet &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ao respectivo critério: &lt;br /&gt;COLUNA I1. Localização ( &lt;br /&gt;COLUNA II &lt;br /&gt;) Termos que ocorrem muito distantes um do outro têm peso &lt;br /&gt;menor que os que estão perto um do outro. &lt;br /&gt;2. Ordem ( ) Termos que ocorrem no título têm mais peso que aqueles &lt;br /&gt;que estão em outra parte do documento. &lt;br /&gt;3. Proximidade ( ) O termo inserido em primeiro lugar pelo consulente recebe &lt;br /&gt;um peso maior que os subseqüentes. &lt;br /&gt;4. Raridade ( ) Termos que ocorrem poucas vezes na base de dados têm &lt;br /&gt;probabilidade de alcançar escore mais elevado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinale a alternativa que apresenta a seqüência de números CORRETA. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) (1) (2) (3) (4) &lt;br /&gt;B) (2) (3) (4) (1) &lt;br /&gt;C) (3) (1) (2) (4) &lt;br /&gt;D) (4) (2) (1) (3) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 51 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CORRETO afirmar que, entre os elementos que influenciam na precisão do reconhecimento &lt;br /&gt;de fala na recuperação de documentos falados, NÃO se inclui &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) a qualidade dos dados acústicos de preparação. &lt;br /&gt;B) a quantidade e o gênero dos diferentes falantes. &lt;br /&gt;C) o conhecimento bibliográfico prévio. &lt;br /&gt;D) o ambiente de gravação dos documentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 52 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analise estas afirmativas referentes ao Machine Readable Cataloging Record (MARC): &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. Cada um dos campos principais contém dois indicadores de campo, usados para identificar a entrada principal do documento. &lt;br /&gt;II. Emprega um formato de diretório para lidar com campos de tamanho variável e de &lt;br /&gt;tamanho fixo. &lt;br /&gt;III.Os campos que contêm os dados bibliográficos são todos de tamanho variável, sendo, também, precedidos por um parágrafo de três caracteres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir dessa análise, pode-se concluir que &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) apenas as afirmativas I e II estão corretas. &lt;br /&gt;B) apenas as afirmativas I e III estão corretas. &lt;br /&gt;C) apenas as afirmativas II e III estão corretas. &lt;br /&gt;D) as três afirmativas estão corretas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 53 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analise estas afirmativas referentes aos arquivos de autoridade: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. Controlam a forma do termo de indexação dos cabeçalhos de autor e dos termos de &lt;br /&gt;indexação de assunto dos registros bibliográficos. &lt;br /&gt;II. O arquivo de autoridade de assuntos pode ter a forma de tesauro, mostrando toda a &lt;br /&gt;gama de empregos dos termos relacionados, específicos e genéricos. &lt;br /&gt;III.Os registros dos arquivos de autoridade podem ser criados localmente ou extraídos de arquivos disponíveis em outras instituições. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir dessa análise, pode-se concluir que &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) apenas as afirmativas I e II estão corretas. &lt;br /&gt;B) apenas as afirmativas I e III estão corretas. &lt;br /&gt;C) apenas as afirmativas II e III estão corretas. &lt;br /&gt;D) as três afirmativas estão corretas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 54 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analise este trecho: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também é da boa prática o bibliotecário e o consulente avaliarem juntos o “produto” &lt;br /&gt;da pesquisa, e que ambos o aprovem antes de chegar de comum acordo à conclusão &lt;br /&gt;de que o processo foi concluído. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GROGAN, Denis. A prática do serviço de referência, p. 54. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir dessa análise, é CORRETO afirmar que, nesse trecho, o autor faz referência à &lt;br /&gt;etapa do processo de referência denominada &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) estratégia de busca. &lt;br /&gt;B) necessidade de informação. &lt;br /&gt;C) questão negociada. &lt;br /&gt;D) solução. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 55 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analise estas afirmativas concernentes ao impacto da informática nos catálogos de acesso público: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. A amplitude do uso compartilhado de registros catalográficos significou tanto o compartilhamento de experiência profissional quanto uma redução do trabalho de catalogação. &lt;br /&gt;II. Os registros catalográficos passaram a ser o registro bibliográfico fundamental do sistema de gerenciamento de bibliotecas, sendo utilizados, também, pelos diferentes subsistemas da biblioteca. &lt;br /&gt;III.A disponibilidade de catálogos coletivos contribuiu para empréstimo entre bibliotecas, políticas de aquisição cooperativa e iniciativas de armazenamento cooperativo mais eficazes. &lt;br /&gt;A partir dessa análise, pode-se concluir que &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) apenas as afirmativas I e II estão corretas. &lt;br /&gt;B) apenas as afirmativas I e III estão corretas. &lt;br /&gt;C) apenas as afirmativas II e III estão corretas. &lt;br /&gt;D) as três afirmativas estão corretas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 56 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando-se o que determina a NBR 6023 – Informação e documentação: referência &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– elaboração, é CORRETO afirmar que os elementos complementares na elaboração de &lt;br /&gt;referências de monografias, no todo, são &lt;br /&gt;A) descrição física, série, número do ISBN e notas. &lt;br /&gt;B) edição, série, número do ISBN e tradutor. &lt;br /&gt;C) editora, número do ISBN, tradutor e notas. &lt;br /&gt;D) local de publicação, número do ISBN, série e ilustrador. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 57 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando-se o que determina a NBR 6021 – Informação e documentação – publicação &lt;br /&gt;periódica científica impressa – apresentação, é CORRETO afirmar que, entre os &lt;br /&gt;elementos que a folha de rosto de uma publicação periódica deve conter NÃO se inclui(&lt;br /&gt;em) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) a legenda bibliográfica. &lt;br /&gt;B) as instruções editoriais. &lt;br /&gt;C) o código de ISSN. &lt;br /&gt;D) o título da publicação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 58 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando a categorização das questões de referência, assinale a alternativa em que o exemplo de consulta de localização de fatos está INCORRETO. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) Como se chama o medo de altura? &lt;br /&gt;B) Já se usavam cintos de segurança em 1920? &lt;br /&gt;C) Quantos ossos tem o corpo humano? &lt;br /&gt;D) Você tem um dicionário especializado em Aeronáutica? &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Questão 59 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando o que determina a NBR 6029 – Informação e documentação – livros e folhetos &lt;br /&gt;– apresentação, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, associando &lt;br /&gt;corretamente cada conceitos à respectiva descrição: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COLUNA I COLUNA II &lt;br /&gt;1. Citação ( ) Indicação, no final do livro, de nome do impressor, local e &lt;br /&gt;data de impressão. &lt;br /&gt;2. Colofão &lt;br /&gt;( ) Texto explicativo conciso, em que se descreve uma ilustração, &lt;br /&gt;3. Glossário tabela, quadro e outros. &lt;br /&gt;4. Legenda &lt;br /&gt;( ) Menção, no texto, de informação extraída de outra fonte. &lt;br /&gt;( ) Lista alfabética de palavras ou expressões técnicas utilizadas &lt;br /&gt;no texto, acompanhadas das respectivas definições. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinale a alternativa que apresenta a seqüência de números CORRETA. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) (1) (2) (3) (4) &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;B) (2) (4) (1) (3)&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;C) (3) (1) (2) (4) &lt;br /&gt;D) (4) (2) (3) (1) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 60 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando-se as aplicações de recuperação da informação, é CORRETO afirmar que, &lt;br /&gt;entre as características de interfaces gráficas que facilitam o processo de busca, NÃO se inclui &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A) a especificação dos campos dos registros catalográficos.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;B) a facilidade de navegação em diferentes menus. &lt;br /&gt;C) a possibilidade de clicar em “vínculos” de hipertexto. &lt;br /&gt;D) o emprego de interfaces visualmente atraentes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-8902417391496918319?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/8902417391496918319/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=8902417391496918319&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/8902417391496918319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/8902417391496918319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/11/concurso-prova-biblioteconomia-centro.html' title='Concurso - Prova - Biblioteconomia - CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA   CONCURSO DE ADMISSÃO AO EAOT 2006'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-6740607744300949367</id><published>2011-11-04T11:03:00.000-07:00</published><updated>2011-11-04T11:05:08.346-07:00</updated><title type='text'>DECLARACIÓN DE MURCIA SOBRE LA ACCIÓN SOCIAL Y EDUCATIVA DE LAS BIBLIOTECAS PUBLICAS EN TIEMPOS DE CRISIS [Março/2010]</title><content type='html'>DECLARACIÓN DE MURCIA SOBRE LA ACCIÓN SOCIAL Y EDUCATIVA DE LAS BIBLIOTECAS PUBLICAS EN TIEMPOS DE CRISIS&lt;br /&gt;[Março/2010]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los participantes en las Jornadas “La acción social y educativa de las bibliotecas públicas en tiempo de crisis, realizadas los días 18 y 19 de febrero de 2010 en la Biblioteca Regional de Murcia, acuerdan difundir la siguiente Declaración:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1. Las bibliotecas realizan una función social y educativa, de apoyo a las personas y comunidades en todo momento. Pero, particularmente, pueden ser un recurso fundamental de inclusión y promoción social cuando la crisis económica incrementa el número de personas en paro, precariedad laboral, vulnerabilidad o exclusión social.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2. Hay numerosos proyectos, experiencias y buenas prácticas de servicios bibliotecarios orientados a la formación de competencias básicas, capacitación laboral y apoyo al aprendizaje permanente. Con ello las bibliotecas demuestran su poder de promoción y generación de oportunidades para las personas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;3. La realización de servicios y proyectos de formación laboral por parte de las bibliotecas se debe llevar a cabo en colaboración y alianza con todo tipo de organismos de promoción laboral e integración social, así como con todas las organizaciones de la sociedad civil preocupadas por la inclusión social.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;4. En tiempos de crisis las bibliotecas deben reivindicar tanto el mantenimiento de sus presupuestos públicos como buscar fuentes y oportunidades alternativas de financiación (fundraising), manteniendo su independencia y principios.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;5. Es imprescindible la formación del personal de las bibliotecas como mediador de los procesos del aprendizaje. Esta formación debe estar presente tanto en la formación inicial universitaria de los titulados en Biblioteconomía, como en los planes de formación permanente de los bibliotecarios en ejercicio.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;6. Los profesionales de las bibliotecas tienen el compromiso ético y deontológico de contribuir al acceso, uso y comunicación de la información por parte de todos, de acuerdo con las declaraciones de los derechos humanos, y su labor informativa y educativa contribuye a posibilitar y extender el ejercicio real de estos derechos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;7. Hay que transmitir y hacer que la sociedad conozca la función de la biblioteca como institución de formación permanente, inclusión social y puerta de acceso a la sociedad de la información para todos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;8. Consideramos que el aprendizaje a lo largo de la vida es una necesidad para todos los ciudadanos, y que por ello debe considerarse un servicio fundamental de las bibliotecas públicas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;9. La biblioteca debe atender especialmente las necesidades inclusivas y educativas de las personas y colectivos más vulnerables en el contexto en que su ubiquen: infancia, personas sin estudios, minorías inmigrantes, personas con discapacidad, personas sin recursos, en paro, mayores, etcétera. Con ello contribuye a compensar las desigualdades sociales existentes para acceder al conocimiento y la información.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;10. La planificación estratégica y la anticipación de las necesidades y problemas sociales deben ser prácticas de los profesionales de las bibliotecas para responder y hacer frente a las dificultades económicas. Con ello podrán convertir la crisis económica en una oportunidad de incrementar su utilidad y lograr el máximo reconocimiento de su labor informativa, educativa, cultural y social.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;María José Esteban - Biblioteca Regional de Murcia - Sección Referencia e Información Bibliográfica.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Divulgado por Oscar M C - Enviado para "biblio-progresistas" em 28/02/2010)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-6740607744300949367?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.ofaj.com.br/textos_conteudo.php?cod=291' title='DECLARACIÓN DE MURCIA SOBRE LA ACCIÓN SOCIAL Y EDUCATIVA DE LAS BIBLIOTECAS PUBLICAS EN TIEMPOS DE CRISIS [Março/2010]'/><link rel='enclosure' type='' href='http://www.ofaj.com.br/textos_conteudo.php?cod=291' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/6740607744300949367/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=6740607744300949367&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/6740607744300949367'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/6740607744300949367'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/11/declaracion-de-murcia-sobre-la-accion.html' title='DECLARACIÓN DE MURCIA SOBRE LA ACCIÓN SOCIAL Y EDUCATIVA DE LAS BIBLIOTECAS PUBLICAS EN TIEMPOS DE CRISIS [Março/2010]'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-9103028390177240146</id><published>2011-11-04T10:57:00.000-07:00</published><updated>2011-11-04T10:59:42.802-07:00</updated><title type='text'>MEU PEQUENO CACHOEIRO/MEU PEQUENO AACR</title><content type='html'>http://www.ofaj.com.br/debastandos_conteudo.php?cod=121&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MEU PEQUENO CACHOEIRO/MEU PEQUENO AACR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu pequeno Cachoeiro&lt;br /&gt;(Cachoeiro de Itapemirim)&lt;br /&gt;Roberto Carlos&lt;br /&gt;Composição: Raul Sampaio&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Eu passo a vida recordando&lt;br /&gt;de tudo quanto aí deixei&lt;br /&gt;Cachoeiro, Cachoeiro&lt;br /&gt;vim ao Rio de Janeiro&lt;br /&gt;p'ra voltar e não voltei!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mas te confesso na saudade&lt;br /&gt;as dores que arranjei pra mim&lt;br /&gt;pois todo o pranto destas mágoas&lt;br /&gt;ainda irei juntar nas águas&lt;br /&gt;do teu Itapemirim&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Meu pequeno Cachoeiro&lt;br /&gt;vivo só pensando em ti&lt;br /&gt;ai que saudade dessas terras&lt;br /&gt;entre as serras&lt;br /&gt;doce Terra onde eu nascí!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Meu pequeno Cachoeiro&lt;br /&gt;vivo só pensando em ti&lt;br /&gt;ai que saudade dessas terras&lt;br /&gt;entre as serras&lt;br /&gt;doce Terra onde eu nascí!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Recordo a casa onde eu morava&lt;br /&gt;o muro alto, o laranjal&lt;br /&gt;meu flambuaiã na primavera&lt;br /&gt;que bonito que ele era&lt;br /&gt;dando sombra no quintal&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A minha escola, a minha rua&lt;br /&gt;os meus primeiros madrigais&lt;br /&gt;ai como o pensamento voa&lt;br /&gt;ao lembrar a Terra boa&lt;br /&gt;coisas que não voltam mais!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Meu pequeno Cachoeiro&lt;br /&gt;vivo só pensando em ti&lt;br /&gt;ai que saudade dessas terras&lt;br /&gt;entre as serras&lt;br /&gt;doce Terra onde eu nascí&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;(Falando)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;- Sabe meu Cachoeiro,&lt;br /&gt;eu trouxe muita coisa de você&lt;br /&gt;e todas essas coisas me fizeram saber crescer&lt;br /&gt;e hoje eu me lembro de você,&lt;br /&gt;me lembro e me sinto criança outra vez!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;(Cantado, novamente)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Meu pequeno Cachoeiro&lt;br /&gt;vivo só pensando em ti&lt;br /&gt;ai que saudade dessas terras&lt;br /&gt;entre as serras&lt;br /&gt;doce Terra onde eu nascí!!!&lt;br /&gt;Meu pequeno AACR&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Versão: Fernando Modesto&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Eu passo a vida catalogando&lt;br /&gt;De tudo quanto encontrei&lt;br /&gt;AACR, AACR&lt;br /&gt;Te li por inteiro&lt;br /&gt;Pra catalogar e me cansei&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mas te confesso na verdade&lt;br /&gt;As dores que arranjei pra mim&lt;br /&gt;Pois todo o peso das tuas páginas&lt;br /&gt;Deu câimbras que nem as águas&lt;br /&gt;Conseguem tirar de mim&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Meu pequeno AACR&lt;br /&gt;Insisto utilizando a ti&lt;br /&gt;Ai que desejo de novas regras&lt;br /&gt;Claras regras&lt;br /&gt;doce regra onde eu possa refletir!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Meu pequeno AACR&lt;br /&gt;Insisto utilizando a ti&lt;br /&gt;Ai que desejo de novas regras&lt;br /&gt;Claras regras&lt;br /&gt;doce regra onde eu possa refletir!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Recordo o suporte que eu tratava&lt;br /&gt;O disco de vinil, o cartão postal&lt;br /&gt;Seu suporte agora já era&lt;br /&gt;Novo código outra esfera&lt;br /&gt;Aflorando RDA como tal&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Na minha escola, a disciplina&lt;br /&gt;Representação dos materiais&lt;br /&gt;Ai como o pensamento destoa&lt;br /&gt;Ao lembrar de regra boa&lt;br /&gt;Só para coisas não digitais&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Meu pequeno AACR&lt;br /&gt;Insisto utilizando a ti&lt;br /&gt;Ai que desejo de novas regras&lt;br /&gt;Claras regras&lt;br /&gt;doce regra onde eu possa refletir!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;(Choramingando)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;- Sabe meu AACR&lt;br /&gt;Eu tiro muita coisa de você&lt;br /&gt;E todas essas coisas me ajudaram saber descrever&lt;br /&gt;E hoje eu me lembro de você,&lt;br /&gt;Me lembro e sinto não ser mais sua vez!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;(Desafinando novamente)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Meu pequeno AACR&lt;br /&gt;Insisto utilizando a ti&lt;br /&gt;Ai que desejo de novas regras&lt;br /&gt;Claras regras&lt;br /&gt;doce regra onde eu possa refletir!&lt;br /&gt;... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Sobre Fernando Modesto &lt;br /&gt;Bibliotecário e Mestre pela PUC-Campinas, Doutor em Comunicações pela ECA/USP e Professor do departamento de Biblioteconomia e Documentação da ECA/USP.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-9103028390177240146?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.ofaj.com.br/debastandos_conteudo.php?cod=121' title='MEU PEQUENO CACHOEIRO/MEU PEQUENO AACR'/><link rel='enclosure' type='' href='http://www.ofaj.com.br/debastandos_conteudo.php?cod=121' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/9103028390177240146/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=9103028390177240146&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/9103028390177240146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/9103028390177240146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/11/meu-pequeno-cachoeiromeu-pequeno-aacr.html' title='MEU PEQUENO CACHOEIRO/MEU PEQUENO AACR'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-5945550122698531394</id><published>2011-11-01T10:37:00.000-07:00</published><updated>2011-11-01T10:38:57.782-07:00</updated><title type='text'>PREFEITURA MUNICIPAL DE ARCEBURGO - MG CONCURSO</title><content type='html'>Inscrição Candidato Data PORT L E A CE Objetiva Títulos Total Colocação Resultado&lt;br /&gt;003302 MARGARIDA HELUANY COSTE 13/06/1954 7.5 12.5 45 65.00 1 66 1º Classificado&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-5945550122698531394?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.seapconcursos.com.br/v2/arquivos/anexos/16c2aad852000af0c3180d9e2b451483.pdf' title='PREFEITURA MUNICIPAL DE ARCEBURGO - MG CONCURSO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/5945550122698531394/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=5945550122698531394&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/5945550122698531394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/5945550122698531394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/11/prefeitura-municipal-de-arceburgo-mg.html' title='PREFEITURA MUNICIPAL DE ARCEBURGO - MG CONCURSO'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-1687860576837814382</id><published>2011-10-20T12:15:00.000-07:00</published><updated>2011-10-20T12:19:30.137-07:00</updated><title type='text'>Taxonomia e Classificação: o princípio de categorização</title><content type='html'>DataGramaZero - Revista de Ciência da Informação - v.9  n.4   ago/08                  ARTIGO 01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Taxonomia e Classificação: o princípio de categorização&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Taxonomy and Classification; the principle of categorization&lt;br /&gt;por Maria Luiza de Almeida Campos e Hagar Espanha Gomes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo: Taxonomia é, por definição, classificação, sistemática e está sendo conceituadas no âmbito da Ciência da Informação como ferramenta de organização intelectual. É empregada em portais institucionais e bibliotecas digitais como um novo mecanismo de consulta, ao lado de ferramentas de busca. Além destas aplicações, a taxonomia é um dos componentes em Ontologias. A organização das informações através do conceito de Taxonomia permite alocar, recuperar e comunicar informações dentro de um sistema de maneira lógica através de navegação. Este estudo apresenta o método de categorização bem como os princípios e cânones para elaboração de taxonomias como meios de representação e de acesso, já testado em serviços de informação de diferentes naturezas e propósitos.&lt;br /&gt;Palavras-chave:  Taxonomia; Teoria da classificação; Categorização.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Abstract:  Taxonomy, according to its definition, is classification, systematics, and now is being considered a tool for intellectual organization in the realm of Information Science. It is used in institutional portals and digital libraries, as a new means for consultation together with search engines. Besides these uses, taxonomy is one of the components of ontologies. Organization of information through taxonomy allows filing, retrieving and communicating information resources in an information system as well as accessing them in a logical way, through navigation. This paper presents the method of categorization as well as principles and canons to build taxonomies as means of representation and access already tested in information services of diferent nature and purposes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Key words: Taxonomy;  Classification theory ; Categorization.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Introdução &lt;br /&gt;Tradicionalmente, o acesso às informações em uma base de documentos se dá via busca por palavras chave, através de navegação por uma lista alfabética de tais palavras, ou ainda por busca sobre outros campos, com valores previamente associados aos documentos. No primeiro caso, o uso de operadores booleanos tem permitido recuperação mais precisa, embora, para o usuário final, a seleção de palavras-chaves seja sempre um desafio, pois ele não tem acesso ao vocabulário utilizado na entrada do sistema.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A lista alfabética, por seu turno, por ser prática, mas não lógica, deixa de reunir idéias afins, impedindo, por vezes, que o usuário selecione a palavra mais adequada; além disso, restringe a busca a uma única palavra de cada vez. O terceiro caso, a busca por campo, é certamente útil para aquelas situações em que outros campos são de fato o alvo da seleção pretendida pelo usuário e não a busca por assunto ou conteúdo propriamente dita.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para ampliar o resultado de uma busca, alguns sistemas permitem que documentos sejam recuperados a partir de palavras significativas presentes no texto. Apesar de sua utilidade em situações específicas, isto apenas produz mais ruído na recuperação, a menos que o usuário tenha a opção de selecionar outros elementos cobertos pela busca (por exemplo, título, palavras-chaves, resumos.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, o uso de taxonomias tem sido adotado por permitir acesso através de uma navegação em que os termos se apresentam de forma lógica, ou seja, em classes, sub-classes, sub-sub-classes, e assim por diante, em quantos níveis de especificidade sejam necessários, cada um deles agregando informação sobre os documentos existentes na base. Uma vantagem desta forma de acesso é a garantia, para o usuário, da melhor seleção do termo de busca, uma vez que as classes contêm tópicos mutuamente exclusivos. No entanto, como nas listas alfabéticas, a recuperação se restringe a um único aspecto, não permitindo o uso de operadores booleanos. ( Bruno &amp; Richmond, 2003; Gilchrist, 2001; Wyllie, 2005)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, em qualquer dos modelos de acesso, o sucesso da recuperação depende, basicamente, de alguns fatores:&lt;br /&gt;• É preciso haver um vocabulário-padrão;&lt;br /&gt;• Os termos precisam ser atribuídos segundo critérios previamente estabelecidos, para assegurar consistência no tratamento dos dados;&lt;br /&gt;• O software deve ser adequado às características de tal serviço de informação;&lt;br /&gt;Para contornar a limitação do acesso a um único aspecto, alguns sistemas desenvolvem programas que permitem ao usuário selecionar os vários aspectos disponíveis nas taxonomias e, em alguns casos, utilizar o operador booleano “E” como default.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As taxonomias têm sido bastante empregadas em portais coorporativos e em bibliotecas digitais. Além dessas aplicações, o seu uso tem sido também bastante difundido no contexto da Web Semântica. Aqui, a utilização de taxonomias permite que se estabeleçam padrões de alto nível para a ordenação e a classificação de informação através do uso de mecanismos de herança.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O conceito de herança é um dos conceitos mais poderosos no desenvolvimento de software. As máquinas podem compreender corretamente relacionamentos de generalização e especialização entre as entidades atribuindo propriedades às classes gerais e então assumindo que as subclasses herdam estas propriedades. ( Campos, M. L. M; Campos, M. L. A.; Campos, L.M., 2005).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para que a Web semântica venha a funcionar de forma efetiva, computadores têm que ter acesso às coleções estruturadas de informações e a conjuntos de regras de inferência que se consolidam através de mecanismos como as ontologias. Estas são meios poderosos de inter-relacionar sistemas e neste contexto elas possuem papel de destaque, como podemos observar através dos componentes que integram uma ontologia, ou seja: Termos e Definições; Classes e subclasses - que podem estar organizadas em uma taxonomia; Relações (também chamadas de propriedades), que devem representar os tipos de interação entre as classes de um domínio; Axiomas que são regras para determinar a verdade das sentenças; e Instâncias que são utilizadas para representar elementos específicos, ou seja, os próprios dados.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Apesar de ainda existirem muitas restrições computacionais na aplicação de taxonomias em sistemas de informação, seu uso permite que se estabeleçam padrões de alto nível para a ordenação e classificação de informação, além de contribuir para que as organizações possam reconhecer e relacionar atividades agregadoras de valor, diminuindo esforços na produção e utilização do conhecimento.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O papel da taxonomia, neste sentido, possibilita também que os usuários possam “aprender” com essas estruturas de conceitos. Um usuário que não seja conhecedor da cultura popular brasileira, por exemplo, usando a hierarquia apresentada na respectiva taxonomia pode aprender os tipos de folguedos1 existentes em determinada região do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo, a organização das informações através do conceito de Taxonomia permite alocar, recuperar e comunicar informações dentro de um sistema de maneira lógica através de navegação.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No âmbito da Ciência da Informação as taxonomias podem ser comparadas a estruturas classificatórias como as Tabelas de Classificação, que têm como objetivo reunir documentos de forma lógica e classificada. Atualmente, as taxonomias reúnem todo tipo de documento digital e permitem, diferentemente das estratégias de busca, um acesso imediato à informação. Ao contrário das Tabelas, que oferecem um endereço (notação) que localiza os documentos nas estantes, a taxonomia prescinde de notação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este estudo propõe apresentar princípios classificatórios que possam auxiliar na elaboração de taxonomias como um meio de representação e de acesso às informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Taxonomia: uma síntese da sua tipologia&lt;br /&gt;A taxonomia ou taxionomia surgiu como Ciência das leis da classificação de formas vivas e, por extensão, ciência das leis da classificação. No ambiente dos sistemas de classificação, das ontologias, da inteligência artificial, é entendida como classificação de elementos de variada natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradicionalmente, as taxonomias tiveram por função a classificação das espécies em botânica, e zoologia, adotando uma nomenclatura binária.&lt;br /&gt;Taxonomia é, por definição, classificação sistemática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resgate da taxonomia nos sistemas de informação considera a unidade sistemática (taxon) não mais família, gênero, espécie, mas conceitos. Aqui, as classes se apresentam segundo uma ordem lógica, apoiada igualmente em princípios classificatórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As taxonomias atualmente são estruturas classificatórias que têm por finalidade servir de instrumento para a organização e recuperação de informação em empresas e instituições. Estão sendo vistas como meios de acesso atuando como mapas conceituais dos tópicos explorados em um serviço de recuperação. O desenvolvimento de taxonomias para o negócio da empresa tem sido um dos pilares da gestão da informação e do conhecimento. (volume de informação requer padronização). (Bayley, K. 2007; Gilchrist, A., 2003; Opdahl, A. L. e Sindre, G., 1994)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas taxonomias se caracterizam por:&lt;br /&gt;• Conter uma lista estruturada de conceitos/termos de um domínio.&lt;br /&gt;• Incluir termos organizados hierarquicamente&lt;br /&gt;• Possibilitar a organização e recuperação de informação através de navegação.&lt;br /&gt;• Permitir agregação de dados, diferentemente das taxonomias seminais, além de evidenciar um modelo conceitual do domínio.&lt;br /&gt;• Ser um instrumento de organização intelectual, atuando como um mapa conceitual dos tópicos explorados em um Sistema de Recuperação de Informação.&lt;br /&gt;• Ser um novo mecanismo de consulta em Portais institucionais, através de navegação.&lt;br /&gt;Por outro lado, as taxonomias são restritas em suas possibilidades de exploração por conterem apenas relações hierárquicas e partitivas. Daí a necessidade de serem complementadas com mecanismo de busca, para acesso a outras relações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, a taxonomia como um mecanismo para a organização de dados e informações, pode também conter um vocabulário agregado que permita a recuperação através de busca e não só por navegação. Esta possibilidade de somar outras funcionalidades a uma taxonomia têm criado uma certa discussão entre os pesquisadores no que diz respeito a questões como: Por que o investimento em elaboração de taxonomias tendo em vista que os tesauros são estruturas terminológicas que possuem relações paradigmáticas e sintagmáticas? Não estaríamos retrocedendo adotando um instrumento somente hierárquico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta a essas questões é muito simples. A função principal de uma taxonomia não é de padronização terminológica para a recuperação da informação, como os tesauros, mas de ordenação/organização de informação e dados. E desta forma, é devido a esta função que as relações paradigmáticas são adotadas especificamente.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Além disso, tanto os Tesauros quanto as Tabelas de Classificação Bibliográfica são instrumentos que estão fora do sistema informatizado, ou seja, são utilizados como documentos referenciais, não possuindo assim mecanismos que permitam a agregação de dados. Entretanto, deve-se considerar que todos esses instrumentos que possibilitam a formação de redes de conceitos estruturados possuem como base uma estrutura classificatória que deve se apoiar em princípios da lógica.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;As taxonomias como estruturas classificatórias representam os propósitos de organização intelectual de um dado contexto. Neste sentido, são diferentes dependendo do tipo de organização e de informações que pretendem representar. Os estudos que vêm sendo desenvolvidos em nosso grupo de pesquisa 2 apontam para a definição de três tipos de taxonomias:&lt;br /&gt;• Taxonomia canônica, classificação binária (dicotômica), de unidades sistemáticas (família, gênero, espécie)&lt;br /&gt;• Taxonomia de domínio&lt;br /&gt;• Taxonomia de processos e tarefas gerenciais&lt;br /&gt;As duas últimas caracterizam-se por serem policotômicas, ou seja, a partir de um domínio ou tarefa várias divisões são possíveis. Por sua complexidade, requerem um primeiro recorte por categorias e no interior destas várias divisões e subdivisões são possíveis em cada passo de divisão. Estas duas são objetos das pesquisas atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As taxonomias não são neutras. Assim, tanto as taxonomias de domínio como as taxonomias para representação de processos e tarefas gerenciais têm seu recorte determinado pelas características da organização a que servem, bem como os propósitos do serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A taxonomia com princípio classificatório policotômico, independente da área de conhecimento ser disciplinar ou multidisciplinar, possibilita uma organização que representa classes de conceitos com um princípio de divisão (coisas e seus tipos, processos e seus tipos), não priorizando nenhum dos aspectos, sendo os níveis subseqüentes uma simples especificação do primeiro.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Esta forma classificatória se baseia no princípio de categorias conceituais. O que se representa são os diversos aspectos (fenômenos, objetos etc) que ocorrem naquele campo de saber. Como o documento pode tratar de diversos aspectos, este modelo permite agregar e também acessar os documentos sob estes diversos aspectos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Entretanto, requer um sistema informatizado que possua possibilidades de agregação de informação em mais de uma entrada, além de um sistema de busca avançada. Alguns sistemas internacionais vêm adotando esta modalidade, que pode ser considerada a mais hospitaleira e adequada à dinâmica do conhecimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns princípios básicos 3 de classificação adotados nas taxonomias&lt;br /&gt;Ao contrário do princípio dicotômico adotado na concepção de taxonomia original, pode-se, atualmente, construir taxonomias policotômicas, ou seja, onde um elemento é associado a tantas classes, e subclasses quantas necessárias, dentro de um domínio especializado ou uma tarefa.. Fica evidente a magnitude do problema de mapeamento multidimensional de qualquer área especializada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns princípios básicos de classificação adotados nas taxonomias:&lt;br /&gt;• Categorização, que fornece as bases para a apresentação sistemática&lt;br /&gt;• Cânones, para o trabalho no plano das idéias (princípios para a construção das classes);&lt;br /&gt;• Princípios, para a ordenação das classes e de seus elementos&lt;br /&gt;Categorização&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Categorização é um processo que requer pensar o domínio de forma dedutiva, ou seja, determinar as classes de maior abrangência dentro da temática escolhida. Na verdade, aplicar a categorização é analisar o domínio a partir de recortes conceituais que permitem determinar a identidade dos conceitos (categorias) que fazem parte deste domínio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem primeiro introduziu a noção de Categoria nos sistemas de classificação foi Ranganathan (1967), com suas cinco Categorias Fundamentais:&lt;br /&gt;Personalidade,&lt;br /&gt;Matéria,&lt;br /&gt;Energia,&lt;br /&gt;Espaço, &lt;br /&gt;Tempo.&lt;br /&gt;"Categorias fundamentais" poderiam ser entendidas como "categorias as mais genéricas possíveis e passíveis de se manifestarem de diversas formas, capazes de hospedar todos os objetos da natureza até então conhecidos pelo Homem, e de classificá-los de acordo com sua natureza conceitual, cada um numa e somente numa categoria." Ranganathan pergunta: por que 5 e não 6? "É possível", responde ele; "qualquer pessoa pode explorar isso, pode gostar de seis. O postulado destas Categorias ampliadas poderia ser aceito se produzisse resultados satisfatórios nos arranjos dos assuntos dos artigos ... [na notação] linear".&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vickery (1960,1980) , do Classification Research Group, desenvolve estas categorias propondo o seguinte desdobramento: Coisas, substâncias, entidades que ocorrem naturalmente; produtos; instrumentos; constructos mentais. Suas partes constituintes, órgãos. Sistemas de coisas.Atributos de coisas, qualidades, propriedades, incluindo estrutura, medidas; processo, comportamento. Objeto da ação (paciente). Relações entre coisas, interações, efeitos, reações. Operações sobre coisas; experimentos, ensaios, operações mentais. (Vickery, 1980, Wilson, T. D. 1972).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Kandelaki (1985), teórico russo da Terminologia, propõe nove categorias para a Ciência e a Técnica: categoria dos objetos, dos processos, dos estados, dos regimes, das propriedades, das grandezas, das unidades de medida, das ciências e ramos das ciências,. dos profissionais e suas ocupações. Como se pode observar, as categorias são meta-níveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O método de Categorização é, sobretudo, um método para organizar o pensamento, o raciocínio.(GIL, F. 2000) Serve como princípio para organizar, para reunir classes e estas é que são nomeadas, as facetas. Entretanto, além de se constituírem em princípio para organização do raciocínio, as categorias fornecem uma ordem para a disposição dos tópicos numa taxonomia.(Martínez, A. 2004).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Estes tópicos dependendo do contexto, ou seja, da finalidade de aplicação da taxonomia (tipo de instituição, tipo de documento agregado, tipo de usuário) podem ser escolhidos a partir de uma ou de várias categorias. Por exemplo, em uma empresa de óleo Diesel que produz vários Padrões para os processos de produção e distribuição, ela pode utilizar uma única categoria, ou seja, a dos processos. Estes é que norteiam as atividades agregadoras de valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No interior de cada categoria, as classes de conceitos são dispostas através de uma organização que deve ser apoiada também por princípios diretivos. Estes princípios foram desenvolvidos e explicitados por Ranganthan em pelo menos três de seus trabalhos, ou seja, Philosophy of library classification. (Ranganthan ,1951); Colon Classification. (Ranganthan ,1963); Prolegomena to Library Classification (Ranganthan ,1967), e constituíram o que ele denominou de Canônes para o trabalho no plano das idéias.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O plano das idéias é o espaço onde os conceitos de um dado domínio são organizados formando um sistema de conceitos, cuja síntese apresentamos a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cânones para o trabalho no plano das idéias&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No interior de cada categoria os conceitos devem ser organizados em classes. As classes de conceitos são de dois tipos, a saber: cadeias e renques. &lt;br /&gt;Cadeias são séries verticais de conceitos que podem ser genéricas e partitivas. As cadeias genéricas formam uma seqüência de conceitos que respondem à seguinte pergunta: é tipo de? As cadeias partitivas por sua vez respondem à pergunta: é parte de? ou é o todo de?. A cadeia pode assim, ser crescente ou decrescente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Renques são séries horizontais de conceitos e podem também ser genéricos ou partitivos. Os renques agregam conceitos de mesmo nível organizados a partir de um conceito que respondem à seguinte pergunta: São elementos partitivos ou elementos específicos da classe maior?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a organização das cadeias e renques alguns cânones, princípios gerais devem ser seguidos. A seguir apresentaremos estes princípios que conduzem o classificacionista na organização de uma taxonomia, minimizando a subjetividade inerente a qualquer processo classificatório.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Separamos assim em quatro momentos, a saber:&lt;br /&gt;Cânones para Cadeias;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cânones para Renques;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cânones para Características de Divisão;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Princípios para ordenação das classes e de seus elementos.&lt;br /&gt; Cânones para Cadeia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como as cadeias são séries verticais de conceitos é necessário estabelecer a ordem em que cada conceito deverá está em relação aos outros conceitos. Desta forma, dois princípios são fundamentais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cânone da Extensão Decrescente onde os conceitos de uma série descendente devem crescer em intensão .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cânone da Modulação onde a ordem dos conceitos em uma classe de conceitos devem ter uma seqüência que respeite cada elo da cadeia. Não se deve quebrar nenhum elo da cadeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cânones para Renque&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como os renques são formados a partir da reunião de elementos em uma classe, é necessário estabelecer a forma como estes elementos devem ser agregados para formar classes de conceitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cânone da Exclusividade – o conjunto de elementos de uma classe não deve constituir uma outra classe, ou seja, os elementos de um renque devem ser mutuamente exclusivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cânone da seqüência Útil – a seqüência dos elementos em uma classe, deve ser útil ao propósito daqueles a quem ela se destina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cânone da Seqüência Consistente – sempre que existirem classes semelhantes à seqüência de seus elementos deve ser paralela em todas aquelas classes, aonde a insistência em tal paralelismo não venha a contrariar outros requisitos mais importantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cânones para Características de Divisão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns princípios são importantes para a ordenação das cadeias. Estes princípios se consolidam no que se denomina de características de divisão, ou seja, os princípios pelos quais as classes podem ser divididas. &lt;br /&gt;Cada característica de um esquema associado de características deve satisfazer os quatro cânones seguintes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cânone de Diferenciação – uma característica usada como base para a classificação de um universo deve fazer a diferenciação de algumas de suas entidades, ou seja, deve dar origem a pelo menos duas classes;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cânone de Relevância – uma característica usada como base para a classificação de um universo deve ser relevante para o propósito da classificação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cânone da Verificabilidade – uma característica usada como base de classificação em um universo deve ser definitiva e verificável. Um universo de entidades pode ter muitas características relevantes. Mas nem todas elas são passíveis de verificação. Este cânone enfatiza que apenas as características verificáveis devem ser escolhidas para divisão do universo de entidades;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cânone da Permanência – uma característica usada como base para a classificação de um universo continua a ser mantida enquanto não houver mudança no propósito da classificação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sucessão de características no esquema associado de características deve satisfazer os três cânones seguintes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cânone de Concomitância – em caso algum duas características podem ser concomitantes num esquema associado de características, ou seja, elas não devem dar origem ao mesmo renque de conceitos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cânone da Sucessão Relevante – a sucessão de características no esquema associado de características deve ser relevante para o propósito da classificação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cânone da Sucessão Consistente – a sucessão das características no esquema associado de características deve ser seguida de forma consistente, enquanto não houver mudança no propósito da classificação.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Princípios para ordenação das classes e de seus elementos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ordenação dos vários elementos nas classes e sub-classes requer alguma ordem em sua seqüência. Vários são os princípios passíveis de adoção:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Princípio do Posterior-no-Tempo – este princípio ocorre principalmente em fenômenos, processos, atividades. Podem ser citadas como exemplo, as escolas de pensamento, as religiões, os movimentos culturais e artísticos, os planos econômicos de desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Princípio do Posterior-na-Evolução - este princípio, como diz o nome, serve para orientar a organização de conceitos ligados a processos evolutivos. É bastante sutil a diferença entre o princípio anterior e este, pois ambos se referem à contigüidade temporal, mesmo porque o conceito de "evolução" embute a idéia de progressão, o que corresponde à transformação de um processo ou de uma idéia no tempo. Taxonomias consideram, por vezes, que existe uma relação partitiva com o todo que está sendo classificado.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• Princípios da Contigüidade Espacial - A seqüência defendida neste Princípio se refere, em geral, a um objeto no todo, quando se necessita ordenar os elementos que o compõem, os quais se apresentam numa disposição espacial, que pode ser numa linha direcional, radial ou circular. Nestes casos, sempre que possível, os assuntos devem ser "arranjados numa seqüência correspondente", exceto quando houver um forte impedimento para arranjos deste tipo. Em geral podem se apresentar em pares antitéticos: a) Entidades numa Linha Vertical - Aqui se incluem os Princípios "de cima para baixo" e "de baixo para cima"; b) Entidades numa Linha Horizontal - o arranjo pode atender os Princípios de Esquerda para Direita, ou de Direita para Esquerda; c) Entidades numa Linha Circular - Dois princípios são propostos: na Direção horária e na Direção anti-horária; d) Entidades numa Linha Radial - Dois Princípios são invocados: da Periferia para o Centro e do Centro para a Periferia; e) Contigüidade Geográfica "...continentes, países, províncias, distritos ou outras divisões administrativas estão numa superfície e não numa linha. Portanto, a contigüidade não pode ser determinada de uma única maneira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Princípios para Medida Quantitativa - aqui, também, um par de Princípios é proposto: o de Quantidade Crescente e o de Quantidade Decrescente. A área da Geometria é o exemplo para quantidade crescente, no que se refere ao número de dimensões: linha, plano, três dimensões, cinco dimensões, até n-dimensões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Princípio da Complexidade Crescente - Se os elementos de uma série horizontal "mostrarem diferentes graus de complexidade, devem ser arranjados de modo correspondente à seqüência de complexidade crescente, exceto quando qualquer outro forte impedimento o exigir." Em tecnologia industrial, poderíamos pensar em: matéria-prima, produto semi-manufaturado, produto manufaturado."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Princípio da Seqüência Canônica - este princípio consagra a tradição. Se existe uma ordem tradicional para citar um conjunto de assuntos, então ela deve ser adotada, se for conveniente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Princípio da Garantia Literária - este princípio estabelece uma ordem para os assuntos de acordo com a quantidade decrescente de documentos publicados ou a serem publicados. A adoção deste princípio requer cuidado e bom senso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Princípio da Ordem Alfabética.- não por acaso, a ordem alfabética fica por último. Ela deve ser adotada quando nenhuma das outras seqüências for mais útil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um fato a destacar é que a existência de vários princípios não significa que todos tenham que ser adotados. São fatores decisivos para adoção dos princípios: os propósitos da taxonomia, os documentos a serem agregados, a comunidade a ser atendida, o software disponível.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elaboração da taxonomia&lt;br /&gt;A elaboração de taxonomias é uma atividade que requer do classificacionista um planejamento que inicia com o seu dimensionamento até as etapas de construção propriamente. Os estudos e as experiências desenvolvidas por nosso grupo de pesquisa têm mostrado que alguns princípios são fundamentais para garantir a consistência de sua estrutura classificatória e atender a uma boa recuperabilidade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No que tange ao dimensionamento das taxonomias, de acordo com Holgate (2004), algumas questões são fundamentais e devem ser observadas pelo profissional que irá se envolver com tal tarefa, a saber:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• Qual o problema que a taxonomia está tendo que responder?&lt;br /&gt;• Qual o tipo e o alcance da informação corporativa?&lt;br /&gt;• Qual o volume do conteúdo de informação agregada?&lt;br /&gt;• Qual a disponibilidade dos especialistas da área para estarem desenvolvendo a taxonomia?&lt;br /&gt;• Qual a arquitetura de informação e informática da organização para suportar uma taxonomia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consideramos também, de forma geral, que alguns princípios gerais devem ser adotados na elaboração de taxonomias relativos ao termo, que é o elemento de comunicação e acesso as informações, ou seja:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Comunicabilidade: o termo empregado deve representar a linguagem utilizada pelo usuário;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Utilidade: o nível de especificidade dos termos deve expressar um agrupamento de documentos e não um único documento, ou seja, o termo só é útil quando representativo para um conjunto de documentos; Estimulação: utilizar termos que induzem o usuário a continuar a navegação pelo sistema;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Compatibilidade: os termos empregados representem o campo que se está ordenando, fazendo parte das atividades e funções da organização. (Terra, 2005)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir das considerações acima, o classificacionista inicia o que denominamos de desenvolvimento da taxonomia, que se configura das etapas apresentadas a seguir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Captura do conhecimento&lt;br /&gt;A captura do conhecimento é uma etapa da elaboração da taxonomia em que o objetivo é o levantamento dos assuntos que deverão ser acomodados numa estrutura classificatória, servindo como ponto de acesso à informação.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O levantamento dos assuntos pode-se dar através de entrevistas com especialistas da área, de documentos existentes na instituição, de outros instrumentos classificatórios ou terminológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso das entrevistas com especialistas é importante definir a metodologia utilizada para a explicitação do conhecimento tácito do especialista para um conhecimento explícito. Neste sentido, diversas técnicas têm sido empregadas, como por exemplo, a observação participativa, onde o observador (classificacionista) e o observado (especialista), a partir de um contexto apresentado (no caso, exemplos de propostas classificatórias existentes), expressam suas impressões através de discussões consolidadas posteriormente pelo observador, que transforma estas observações em novas propostas, que serão novamente discutidas até se chegar a um modelo adequado que atenda os propósitos da organização.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Análise dos documentos e informações que serão agregados à taxonomia&lt;br /&gt;As Taxonomias têm por finalidade servir de mapa navegacional para uma dada tipologia de documentos/informação, e necessitam de uma estrutura classificatória que expresse a natureza dos documentos agregados. Aqui cabe ressaltar, a diferença apresentada por Ranganthan  em seu Prolegomena (1967) quanto aos princípios da classificação de documentos, entre Universo de Conhecimento e Universo de documentos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O que se pretende representar em taxonomias são os conhecimentos existentes e explicitados por aquela comunidade de especialistas, ou seja, analogamente o Universo de Documentos, e não um pseudoconhecimento que não expressa o contexto e as visões daquela comunidade. Desta forma, as taxonomias agregam documentos, considerando documentos em sua acepção mais ampla, e estas informações/documentos devem encontrar hospitalidade no sistema. Isto evidencia a diferença entre a construção de taxonomias tradicionais para representar o conhecimento de uma área e a construção de taxonomias para organizar e recuperar documentos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elaboração da Estrutura Classificatória da taxonomia&lt;br /&gt;Primeiramente nesta etapa é importante definir a tipologia de taxonomia que será representada, de domínio ou voltada para representação de processos e tarefas gerenciais, como apresentada nos itens anteriores. A partir de então consideramos importante estabelecer os princípios utilizados na elaboração de estruturas classificatórias apresentados nos itens anteriores.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Além dessas etapas, a taxonomia é também fruto do modelo de representação adotado; assim, definir a forma representacional e o software utilizado para esta representação é fundamental. Desta forma, é importante investigar formas gráficas de representação, porque em alguns casos estas formas "inibem" as possibilidades representacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe ressaltar que toda taxonomia é fruto de um processo representacional e classificatório e como todo processo desta natureza é um produto de uma construção que representa o estado e visão do conhecimento de seus elaboradores. Entretanto, consideramos fundamental explicitar os princípios pelos quais tais representações foram construídas, pois isto facilita sua alimentação constante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Validação&lt;br /&gt;A validação pelos especialistas tem, pelo menos, duas funções: uma delas é confirmar o trabalho realizado, a outra, transferir o conhecimento do processo de realização. Desta forma, consideramos imprescindível a validação em todas as etapas de definição da taxonomia, que vão dos estudos dos documentos/informações agregadas até a definição das formas gráficas de representação. Isto permitirá que se possa atingir critérios de comunicabilidade, estimulação e compatibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultados e Discussão &lt;br /&gt;A proposta do estudo teve por objetivo traçar um caminho teórico e metodológico visando auxiliar na elaboração de taxonomias consistentes. Os critérios aqui apresentados se pautaram em estudos teóricos desenvolvidos pelos autores, além de um grande envolvimento em ensino e consultorias em diversas instituições e em variados contextos de conhecimento.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Estas experiências incluem, dentre outros, empresas de tecnologia, instituições que atuam em áreas científicas e tecnológicas, órgãos de cultura e organizações ligadas ao entretenimento. Os diferentes recursos objetos das taxonomias incluem além de textos (de natureza bibliográfica e arquivística), imagens em movimento, pranchas para cenários, plantas baixas, esquemas para produção de objetos, moda, mapas e cartas de diferentes tipos, fotografias originais e manipuladas, para citar os mais características das organizações.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O sucesso dos empreendimentos se deve, em especial, a dois aspectos a serem considerados: primeiro, a adoção de princípios teóricos e metodológicos de classificação consistentes, para que as taxonomias possam ser elaboradas de forma a serem expandidas e, segundo, estar atento para soluções relativas à arquitetura de informação existente para acomodar as taxonomias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o primeiro aspecto, consideramos importante a adoção de princípios classificatórios que estejam explicitados para a elaboração de classes de conceitos que possam evidenciar o conhecimento existente em dado domínio de saber ou atividade e possibilitem sempre a inclusão de novos conceitos. Neste sentido, considera-se que etapas de elaboração, como apresentado, devam envolver as seguintes ações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Captura do conhecimento - que pode se dá através de entrevistas com especialistas da área, de documentos existentes na instituição, de outros instrumentos classificatórios ou terminológicos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Análise dos documentos/informações que serão agregados à taxonomia – adequação das informações existentes nos acervos a terminologia apresentada na taxonomia;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Elaboração da estrutura classificatória da taxonomia – que deve se pautar nos princípios teóricos de categorização, de formação e de ordenação das classes de conceitos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Validação - se apóia como base para a certificação da proposta classificatória, visando atender as necessidades da comunidade para quem se destina. Esta ação permitirá que possamos atingir critérios de comunicabilidade, estimulação e compatibilidade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o segundo aspecto, consideramos que os projetos de soluções de arquiteturas de informação precisam atentar para múltiplas formas de disponibilizar uma taxonomia e de integrá-la inclusive com funcionalidades de busca.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Assim, múltiplos ambientes de busca podem ser oferecidos ao usuário. Sobre este último aspecto, nossa experiência revelou ser necessário trabalho conjunto entre profissionais de informação e computação para a adoção de soluções que possam permitir a elaboração de taxonomias dinâmicas e expressivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerações finais&lt;br /&gt;A disponibilidade de uma taxonomia fornece ao usuário um guia ao assunto a ser investigado. Esta disponibilidade elimina a necessidade do usuário possuir um entendimento completo do assunto antes de submeter uma pergunta. Ela serve como um guia ao processo de pesquisa, até mesmo de forma educativa, progressivamente revelando áreas de interesse ao usuário. A navegação por categorias, técnica utilizado de acesso à taxonomia, encoraja o pensamento associativo e pode guiar o usuário através de processos de descoberta de informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de considerarmos que as técnicas de navegação por taxonomias não são superiores às outras formas de busca, como por exemplo, as buscas por palavras-chave sendo uma complementar à outra, com o advento dos sítios e portais, a utilidade das taxonomias tem-se tornado mais importante e difundida, pois a navegação é uma interface bem projetada sobre a informação desses sítios ou portais. Então, faz-se necessário que o classificacionista se paute em princípios classificatórios explícitos e consistentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Notas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[1]Folguedo - Atividade ritual que se expressa como manifestação coletiva composta de elementos dramático, musical e coreográfico. Em geral, organiza-se ao longo de reuniões periódicas para os ensaios dos integrantes, que são mais ou menos constantes. A divisão de trabalho e a hierarquia interna dos grupos exigem certa permanência, contribuindo para a manutenção de um padrão básico. O folguedo integra dimensões festivas, musicais, estéticas e dramáticas. O componente dramático, nem sempre explicitamente encenado, é sempre identificável nos trajes especiais, na organização de danças, cantorias, embaixadas, cortejos e na existência de personagens. As apresentações ocorrem em ruas e praças públicas, ou em terreiros e estádios, especialmente nos dias de festas do calendário litúrgico ou profano. (Tesauro de folclore e cultura Popular Brasileira).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[2] Grupo de Pesquisa registrado no CNPq Ontologias e Taxonomias: princípios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[3]Estes princípios foram sintetizados a partir do trabalho publicado no site: &lt; http://www.conexaorio.com/biti/revisitando/revisitando.htm &gt;  , intitulado Revisitando Ranganthan : a classificação na rede, de autoria de Hagar Espanha Gomes, Dilza Motta e Maria Luiza de Almeida Campos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências Bibliográficas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ADAMS, Katherine. The semantic web: differentiating between taxonomies and ontologies. Online, p.20-24, 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BAILEY, Kenneth D. Typologies and taxonomes: an introduction to classification techniques.  Disponível em: &lt;http://www.sagepub.com/booksProdDesc.nav?contribId=502366&amp;prodId=Book4445&gt; Acesso em: 04 de abril de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRUNO, D &amp; RICHMOND, H. The true about taxonomies. 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London: Ark Group in association with David Skyrme Associates, 2005.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre os autores / About the Authors:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Luiza de Almeida Campos&lt;br /&gt;mlcampos@nitnet.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doutora em Ciência da Informação pelo IBICT/UFRJ, Professora Adjunta do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal Fluminense/Professora do Programa de Pós-Graduação UFF/IBICT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hagar Espanha Gomes&lt;br /&gt;hagar.espanha@terra.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livre-docente pela Universidade Federal Fluminense, Consultora independente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-1687860576837814382?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://dgz.org.br/ago08/F_I_art.htm' title='Taxonomia e Classificação: o princípio de categorização'/><link rel='enclosure' type='text/html' href='http://dgz.org.br/ago08/F_I_art.htm' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/1687860576837814382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=1687860576837814382&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/1687860576837814382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/1687860576837814382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/10/taxonomia-e-classificacao-o-principio.html' title='Taxonomia e Classificação: o princípio de categorização'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-1924059343748500149</id><published>2011-10-10T10:36:00.000-07:00</published><updated>2011-10-10T10:40:04.473-07:00</updated><title type='text'>Concurso Público  Edital 001/2011 Prefeitura Municipal de Arceburgo – MG  - 10/10/2011 4</title><content type='html'>Gabarito – Concurso Público  Edital 001/2011&lt;br /&gt;  Prefeitura Municipal de Arceburgo – MG  - 10/10/2011&lt;br /&gt;4&lt;br /&gt;04 –Bibliotecário &lt;br /&gt;Questões Letras Questões Letras&lt;br /&gt;Língua Portuguesa Conhec. Específico&lt;br /&gt;01 C 21 B&lt;br /&gt;02 B 22 D&lt;br /&gt;03 A 23 A&lt;br /&gt;04 B 24 C&lt;br /&gt;05 C 25 D&lt;br /&gt;06 D 26 A&lt;br /&gt;07 B 27 B&lt;br /&gt;08 C 28 C&lt;br /&gt;09 D 29 A&lt;br /&gt;10 A 30 B&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leg. Adm. Púbica&lt;br /&gt;     31 C&lt;br /&gt;11 B 32 D&lt;br /&gt;12 C 33 C&lt;br /&gt;13 B 34 B&lt;br /&gt;14 C 35 A&lt;br /&gt;15 C 36 A&lt;br /&gt;16 B 37 B&lt;br /&gt;17 B 38 C&lt;br /&gt;18 B 39 D&lt;br /&gt;19 A 40 D&lt;br /&gt;20 D&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-1924059343748500149?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.seapconcursos.com.br/v2/arquivos/anexos/0317352d67deea2244503b5db203bdaf.pdf' title='Concurso Público  Edital 001/2011 Prefeitura Municipal de Arceburgo – MG  - 10/10/2011 4'/><link rel='enclosure' type='application/pdf' href='http://www.seapconcursos.com.br/v2/arquivos/anexos/0317352d67deea2244503b5db203bdaf.pdf' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/1924059343748500149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=1924059343748500149&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/1924059343748500149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/1924059343748500149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/10/gabarito-concurso-publico-edital.html' title='Concurso Público  Edital 001/2011 Prefeitura Municipal de Arceburgo – MG  - 10/10/2011 4'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-4109394662367807583</id><published>2011-10-04T16:38:00.000-07:00</published><updated>2011-10-04T16:41:28.595-07:00</updated><title type='text'>Concurso IFAL Análise de prova</title><content type='html'>Concurso IFAL Análise de prova&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;36. Inicialmente, a Ciência da Informação foi apresentada como a ciência que investiga as propriedades e o comportamento da informação, as forças que governam o fluxo de informação e os meios de processamento de informação para otimizar o acesso e o uso. Dados os enunciados abaixo,&lt;br /&gt;I. O termo Ciência da Informação surgiu no final do século XIX, a partir do trabalho visionário e inovador dos belgas Paul Otlet e Henri La Fontaine.&lt;br /&gt;II. A Ciência da Informação é derivada ou relacionada com vários campos como a matemática, a lógica, a linguística, a psicologia, a tecnologia computacional, as operações de&lt;br /&gt;pesquisa, as artes gráficas, a comunicação, a biblioteconomia, a administração e outros similares.&lt;br /&gt;III. Em 1986 o American Documentation Institute muda seu nome para American Society of Information Science (ASIS), impulsionando o uso do termo em diferentes contextos.&lt;br /&gt;verifica-se que está(ão) correto(s)&lt;br /&gt;A) II, apenas.&lt;br /&gt;B) II e III, apenas.&lt;br /&gt;C) I e III, apenas.&lt;br /&gt;D) I, II e III.&lt;br /&gt;E) I, apenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão difícil, pois exige um certo conhecimento de CI. De qualquer forma, a opção I claramente está errada, pois Otlet não usava o termo ciência da informação. Ele usava Documentação. A III também está errada, pois a ASIS virou ASIS na década de 60.&lt;br /&gt;GABARITO A&lt;br /&gt;37. Atualmente, a instituição que detém os direitos autorais e é responsável pela manutenção e publicação da Classificação Decimal de Dewey (CDD) é:&lt;br /&gt;A) FEBAB (Federação Brasileira de Associações Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições).&lt;br /&gt;B) OCLC (On-line Computer Library Center).&lt;br /&gt;C) ALA (American Library Association).&lt;br /&gt;D) LC (Library of Congress).&lt;br /&gt;E) IFLA (International Federation Library Association).&lt;br /&gt;CDD é da OCLC. E está na 23 edição.&lt;br /&gt;GaBARITO B&lt;br /&gt;41. Ao realizar uma busca em um OPAC (On-line Public Access  Catalog) de uma determinada biblioteca, um usuário obtém como resultado 60 registros bibliográficos, dos quais 24 atendiam satisfatoriamente à sua necessidade de informação. Cada registro corresponde a um item documental daquela biblioteca. Sabe-se que a biblioteca&lt;br /&gt;possui ao todo, em seu acervo, 30 documentos úteis para a demanda do usuário. É correto afirmar que&lt;br /&gt;A) o coeficiente de precisão é 0,2, ou seja, 20%.&lt;br /&gt;B) o coeficiente de precisão é de 0,8, ou seja, 80%.&lt;br /&gt;C) o coeficiente de revocação é 0,4, ou seja, 40%.&lt;br /&gt;D) o coeficiente de revocação é de 0,8, ou seja, 80%.&lt;br /&gt;E) o coeficiente de precisão é maior que o coeficiente de revocação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paro Lancaster. Revocação é tudo aquilo que o sistema nos retorna. Logo, se de 30 documentos ele nos retornou, após a busca, 24, logo, o coeficiente de revocação é de 80%. Pois é o total de itens existentes dividido pelo total de itens recuperados. Já o coeficiente de precisão é o total de itens recuperados dividido pelo total de itens que realmente interessam.&lt;br /&gt;GaBARITO D&lt;br /&gt;44. Os sistemas de classificação bibliográfica são instrumentos fundamentais na organização de bibliotecas. A respeito de um destes sistemas, considere as afirmativas a seguir:&lt;br /&gt;I. É composta por sete tabelas de classificação, cada uma mais extensa e minuciosa que a precedente, e possui tabelas auxiliares de forma e de subdivisões geográficas.&lt;br /&gt;II. A primeira tabela pode ser usada para uma coleção no estágio inicial de formação e, com o crescimento do acervo podem ser usadas as tabelas seguintes, mais detalhadas.&lt;br /&gt;III. Sua notação é constituída de letras maiúsculas, algarismos arábicos e ponto.&lt;br /&gt;Trata-se da&lt;br /&gt;A) Expansive Classification.&lt;br /&gt;B) Classificação Decimal Universal.&lt;br /&gt;C) Library of Congress Classification.&lt;br /&gt;D) Subject Classification.&lt;br /&gt;E) Colon Classification.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achei essa questão uma pegadinha sem necessidade. Poucas pessoas conhecem a Expansive Classification, de Cutter, mas menos famosa que a tabela de Cutter.. Ninguém usa isso no Brasil. Era melhor avaliar se o candidato sabe mais de CDU ou de CDD do que saber se ele conhece as bases da Expansive Classification.&lt;br /&gt;GABARITO A&lt;br /&gt;45. Analise a seguinte situação:&lt;br /&gt;O setor de processamento técnico de uma biblioteca recebe um livro cujo título fora transcrito apenas na capa. A biblioteca utiliza as Regras de Catalogação Anglo-Americanas, 2a edição (AACR2).&lt;br /&gt;Pela situação descrita o bibliotecário responsável pela representação bibliográfica do item acima deve&lt;br /&gt;A) transcrever o título principal conforme aparece no item e exatamente no que respeita a redação, ordem e grafia, mas não necessariamente quanto à pontuação e uso de&lt;br /&gt;maiúsculas, entre colchetes, apenas.&lt;br /&gt;B) deixar a área de título em branco.&lt;br /&gt;C) redigir com suas palavras um título para o item, da forma mais sucinta possível.&lt;br /&gt;D) separar o documento e comunicar a Direção da Biblioteca, para que a equipe tome uma decisão de como proceder.&lt;br /&gt;E) fornecer um título principal extraindo-o do restante do item, entre colchetes, e citar a fonte usada para a descrição em nota.&lt;br /&gt;Bom, confusa essa questão. Pois no caso de não haver folha de rosto, é possível considerar que a capa é a fonte de informação mais segura. Como toda informação utilizada na catalogação mas retirada de fonte diversa da principal, deve  estar entre colchetes. A única alternativa que considera colchetes é a E. Correta.&lt;br /&gt;58. Para a aquisição de material bibliográfico as opções são, basicamente, três: compra, doação e permuta. Na administração pública, além do princípio de que as compras&lt;br /&gt;devem ser feitas por meio de processo de licitação, devem ser considerados os seguintes requisitos:&lt;br /&gt;I. O bibliotecário responsável pela seleção do material deve, obrigatoriamente, dar o aceite e receber o material, bem como tombar, catalogar e classificar o mesmo material.&lt;br /&gt;II. É necessário haver sido feito empenho da despesa, ou seja, o comprometimento da importância destinada a honrar determinada despesa.&lt;br /&gt;III. A entrega do material deve ocorrer no mesmo exercício em que foi efetuada a aquisição.&lt;br /&gt;IV. Os recursos devem estar previstos no orçamento, ou seja,&lt;br /&gt;haver disponibilidade orçamentária.&lt;br /&gt;V. Os recursos devem estar liberados, havendo disponibilidade financeira.&lt;br /&gt;Verifica-se que estão corretos&lt;br /&gt;A) II, IV e V, apenas.&lt;br /&gt;B) III e IV, apenas.&lt;br /&gt;C) III e V, apenas.&lt;br /&gt;D) I, II, III, IV e V.&lt;br /&gt;E) I, II, III e IV, apenas.&lt;br /&gt;Note que a opção I usa a palavra obrigatoriamente. Isso já nos leva a desconfiar dela. A III também está errada, pois diz que a entrega deve ser feita no mesmo exercício. Ora, muitas vezes isso é impossível de aconteter se a compra é feita no mês de dezembro, por exemplo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-4109394662367807583?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://extralibris.org/concursos/2011/09/26/concurso-ifal-analise-de-prova/' title='Concurso IFAL Análise de prova'/><link rel='enclosure' type='' href='http://extralibris.org/concursos/2011/09/26/concurso-ifal-analise-de-prova/' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/4109394662367807583/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=4109394662367807583&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/4109394662367807583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/4109394662367807583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/10/concurso-ifal-analise-de-prova.html' title='Concurso IFAL Análise de prova'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-6776637469141934522</id><published>2011-09-28T11:48:00.000-07:00</published><updated>2011-09-28T11:50:02.284-07:00</updated><title type='text'>FRBR MODELANDO A CATALOGAÇÃO SEM ANOROXIA</title><content type='html'>http://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=278&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FRBR MODELANDO A CATALOGAÇÃO SEM ANOROXIA&lt;br /&gt;[Dezembro/2006]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A catalogação, nos últimos anos, tem experimentado mudanças em suas práticas e teorias, afetadas pelas tecnologias de informação. Aliás, as mudanças não provocam sofrimento, mas saudável inovação, que propicia uma nova dimensão no desenvolver do aparato teórico e em servir como recurso para a gestão e organização do conhecimento impresso, e digital circulante na Internet. Alguns bibliotecários podem achar que as mudanças provocam uma anorexia catalográfica, decorrente de estruturas com poucos metadados e para o qual a magreza descritiva simboliza uma completa representação da informação. Embora haja discordâncias a respeito, para vários catalogadores a “ficha” já caiu, na compreensão das transformações que afetam, atualmente, o trabalho catalográfico.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sabemos da importância dos Princípios de Paris e das ISBDs, cujas recomendações incentivaram a criação de uma variedade de códigos de catalogação nacionais incorporando elementos novos na discrição e na operacionalização das políticas de controle bibliográfico. Atualmente, começa a consolidar-se o modelo FRBR (Requisitos Funcionais para os Registros Bibliográficos) que apresentam uma maneira de organizar a informação, possibilitando uma obtenção de resultados mais completos para as buscas dos usuários, além de oxigenar a discussão na área da representação descritiva.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O modelo é resultado das resoluções adotadas durante o Seminário sobre Registros Bibliográficos, realizado em Estocolmo, no ano de 1990. As resoluções foram aprofundadas com o trabalho desenvolvido por um grupo de especialistas, entre os anos de 1992 e 1997, com a finalidade de discutir uma estrutura que possibilitasse relacionar os registros bibliográficos às necessidades dos usuários. As ações foram apoiadas e encampadas pelo Comitê Permanente da Secção sobre Catalogação da IFLA (International Federation of Library Associations and Institutions) que, em 2002, constituiu um Grupo de Trabalho sobre FRBR, posteriormente transformado em Grupo de Revisão do FRBR, o endereço eletrônico é: http://www.ifla.org/VII/s13/wgfrbr/index.htm.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Finalidades do Catálogo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sobre as finalidades do catálogo bibliográfico baseadas nas necessidades do usuário, vale recordar Anthony Panizzi (1797 – 1879), que estando à frente da biblioteca do Museu Britânico, buscou torná-la mais transparente ao público. A intenção era substituir os mistérios de seu funcionamento, por um procedimento que proporcionasse independência do usuário em saber da existência e localização do material procurado. Panizzi entendia que o principal objetivo do catálogo era ser muito mais que uma listagem. Ser um instrumento para transformação da sociedade ao promover acesso ao conhecimento para todas as classes sociais, sem distinção.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Neste sentido, no clássico livro “Introdução à catalogação”, a professora Eliane Mey salienta que as pessoas desejam obter acesso a algum tipo de conhecimento. Assim, compete ao bibliotecário tornar o conhecimento acessível e compatível com as necessidades das pessoas. Em sua reflexão  exemplifica: “Como se tornaria impossível aos usuários das bibliotecas, para escolha do mais conveniente, folhear todos os livros, ou ouvir todos os discos, ou manusear todas as outras formas de registro disponíveis no acervo, mesmo que os itens estivessem ampla e corretamente organizados, nós, bibliotecários, elaboramos representações desses itens, de forma a simplificar a busca. Essas representações abrangem tanto o aspecto físico dos itens como seu conteúdo. Com essas representações, criamos instrumentos diversos: bibliografias, catálogos, boletins de serviços de alerta, entre outros” (p.1).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Em suma, ao elaborar a representação de um objeto, descrever seu conteúdo e torná-lo recuperável com visto ao uso, se constrói um meio de comunicação. Comunicação pela qual o usuário é informado sobre os materiais disponíveis na biblioteca, e pode manifestar o seu desejo de obtê-los. Neste aspecto, o FRBR dá continuidade ao objetivo da elaboração de catálogos. O seu diferencial é o aprimoramento que introduz neste processo ao oferecer uma nova perspectiva sobre a estrutura, e as relações dos registros bibliográficos. Contempla propostas, que auxiliam aos responsáveis por códigos de catalogação, os fornecedores de sistemas, e os próprios bibliotecários  a repensarem seus produtos para satisfazerem as necessidades dos usuários. Saliente-se, que o FRBR não é um novo código de catalogação ou um novo tipo de ISBD, mas provoca impactos sobre a revisão dos mesmos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Concepção&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A concepção do FRBR baseia-se no modelo de entidade – relacionamento (E-R), compreendida como um modelo lógico orientado ao objeto, e a identificação de entidades e relacionamentos para projeção de banco de dados.  No modelo E – R, a entidade é compreendida como objeto do mundo real que pode ser identificado de forma unívoco em relação a todos os outros objetos. Ela pode ser concreta ou abstrata. Os atributos referem-se às diversas características que uma entidade possui, ou  propriedades descritivas de cada membro de um conjunto de entidades. O Relacionamento é a associação entre uma ou várias entidades.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O FRBR baseado neste modelo divide-se em três grupos de entidades estruturadas sob os seguintes princípios:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;v     Grupo 1 – compreende os produtos de trabalho intelectual ou artístico que se descrevem nos registros bibliográficos e que formam a base do modelo: Obra, Expressão, Manifestação e Item.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ø      Obra: entidade abstrata, referente a uma criação intelectual ou artística distinta. É reconhecida como entidade por meio de suas expressões. Esta entidade permite fornecer um nome e elaborar relações com a criação intelectual ou artística. Quando falamos de “Don Quixote de Miguel de Cervantes” enquanto uma obra, não se está referindo a uma edição ou texto específico, mas sim a criação intelectual.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ø      Expressão: refere-se à realização intelectual ou artística específica que assume uma obra ao ser elaborada, excluindo-se aí aspectos de alteração da forma física. Envolve palavras, frases, parágrafos, etc., específicos que resultam da realização ou expressão de uma obra e fornece uma distinção no conteúdo intelectual entre uma realização e outra da mesma obra. Portanto, diferenças tipográficas não constituem uma nova expressão.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ø      Manifestação: é a representação física da expressão de uma obra. Compreende um amplo conjunto de objetos físicos (itens) que podem ser monografias, periódicos, vídeos, etc., que compartilhem as mesmas características no que se refere tanto ao conteúdo intelectual como a forma física. A manifestação possibilita descrever as características compartilhadas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ø      Item: em muitos casos refere-se a um único objeto físico ou um único exemplar de uma manifestação. Em outras determinadas situações pode compreender mais de um objeto como no caso de uma monografia publicada em três volumes. No Item também está representado o artigo eletrônico recuperado da Internet. Este objeto se pode possuir ou ser visualizado em uma biblioteca digital. O Item, normalmente, compartilha as mesmas características físicas e intelectuais que a manifestação.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;v     Grupo 2 – agrega as Entidades que são responsáveis pelo conteúdo intelectual, guarda ou disseminação das entidades do primeiro grupo. São duas entidades de fácil compreensão: pessoa e entidade coletiva.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ø      Pessoa: indivíduo responsável pela criação ou realização de uma obra, ou aquele que é assunto de uma obra (biográfico, autobiográfico, histórico e etc.). São definidos como entidade pessoa: autores, compositores, artistas, editores, tradutores, diretores, intérpretes.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ø      Entidade Coletiva: organizações ou grupos de indivíduos ou organizações, inclusive grupos temporários (encontros, conferências, reuniões, festivais, etc.) e autoridades territoriais como uma federação, um estado, uma região, uma municipalidade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;v     Grupo 3 – envolve as Entidades que representam o conjunto de temas caracterizadores de uma obra. Inclui as seguintes entidades:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ø      Conceito: uma noção abstrata ou idéia. Abrange abstrações que podem ser temáticas de uma obra: áreas de conhecimento, disciplinas, escolas de pensamento, teorias. Um conceito pode ser amplo ou específico. Ex.: Teoria Quântica.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ø      Objeto: uma coisa material. Abrange uma completa categoria de coisas materiais que podem ser as temáticas de uma obra: objetos animados ou inanimados que ocorrem na natureza, fixos ou móveis; objetos que são produtos da criação humana ou objetos que já não existam. Ex.: Apollo 11.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ø      Evento: entidade que inclui uma variedade de ações, ocorrências ou acontecimentos: histórica, época, período de tempo. Ex.: O século XX.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ø      Lugar: entidade referente a uma localização. Abrange uma série de localizações: terrestres e extraterrestres, históricas ou contemporâneas, características geográficas e jurisdições geopolíticas. Ex.: Ilha de Fernando de Noronha.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Projetos de FRBR&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Diversas ações e projetos estão sendo realizados visando aplicar o modelo do FRBR, algumas destas ações estão relacionadas a seguir:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;AustLit Gateway – projeto de base de dados bibliográfica (não de catálogo) que apresenta um exemplo de implementação de FRBR. É um experimento aplicado ao mapeamento do corpus literário de textos australianos, ou seja, inclui tanto as bibliografias nacionais que compreendem obras publicadas fora do país como aquelas que abarcam artigos e ensaios ou outros tipos de materiais. Utiliza de uma combinação de conjuntos de dados diferentes e heterogêneos onde se inclui elementos da ISBD. O projeto é fruto da colaboração de várias bibliotecas universitárias australianas e da Biblioteca Nacional.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Virtua – software integrado de biblioteca – desenvolvido pela VTLS (Visionary Technology in Library Solutions), que fazendo jus à sua nomenclatura, introduziu a partir da versão 4.10 a possibilidade das bibliotecas criarem seu próprio catálogo sob modelo FRBR. O sistema permite a coexistência de registros convencionais e FRBR em uma mesma base de dados. O esquema adotado é baseado no sistema de correspondência do MARC 21 e FRBR e toda a interação interna de montagem dos registros se faz via linguagem XML. No site, do fornecedor, é possível encontrar um texto demonstrativo do modelo e dos avanços propostos em matéria de prática catalográfica:  http://www.vtls.com.br/demonstracao/demonstracao_arquivos/frbr.pdf, mas o arquivo tem quase 30 Megabytes, e baixa-lo é recomendável acesso via banda larga.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;As utilidades bibliográficas também têm se mobilizado na análise e aplicação do modelo, como é o caso da OCLC (Online Computer Library Center) e RLG (Research Libraries Group). As bases de dados, WorldCat da OCLC e o Catálogo Coletivo da RLG (denominado RedLightGreen), estão avaliando o potencial para uso do FRBR.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A OCLC desenvolveu, também, um protótipo FictionFinder  que demonstra como os 177 registros bibliográficos, sobre “Cem anos de solidão” de Gabriel García Marquez, podem ser apresentados aos usuários como um único registro da obra, sob o qual se agrupam todas as suas versões lingüísticas e todas as manifestações de cada versão existente.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A Library of Congress desenvolveu um software, denominado “FRBR Display Tool”, que oferece uma visualização hierarquizada de registros bibliográficos obtidos em uma busca no catálogo. Os três níveis superiores do modelo FRBR – Obra, Expressão e Manifestação servem para organizar tais listas hierarquizadas. O programa não permite busca em catálogos bibliográficos, sendo apenas uma ferramenta conversora. Fernanda P. Moreno, em sua dissertação sobre o FRBR, apresenta todo um capítulo comentando  a instalação e operação  da ferramenta, bem como, as limitação e problemas encontrados na configuração.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Estudo interessante, de aplicação do FRBR, utilizando o software CDS/ISIS, é mostrado por Roberto Sturman, que durante o II Congresso Mundial de Usuários de CDS/ISIS (Salvador - Ba, 20-23 de setembro de 2005), apresentou trabalho “A case study of cataloging software implementation: IFPA (ISIS FRBR Prototype Application)”. Outras informações sobre o protótipo baseado no CDS/ISIS podem ser obtidas no endereço: http://pclib3.ts.infn.it/frbr/FRBR.htm.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Considerações&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A inovação do FRBR está em formular um modelo conceitual que possibilita a identificação das entidades, os atributos de cada uma das entidades, e os tipos de relação entre elas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O FRBR oferece a possibilidade de realizar uma única busca, para encontrar todos os materiais relacionados, mesmo se estes materiais se catalogam em diferentes línguas ou edições, ou com diferentes cabeçalhos de assuntos. É uma nova camada que se pode colocar sobre a catalogação tradicional.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O conceito tradicional de catálogo automatizado se modifica ao adotar um novo modelo de operação, e apresentação de registro bibliográfico, superando limitações nas possibilidades de busca e no desenho das interfaces de consulta.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Um aspecto positivo, observado sobre o FRBR, foi na mudança de foco das discussões técnicas centradas somente na normalização, e nos padrões de intercâmbio bibliográfico, para preocupações sobre: o que os usuários necessitam; como um registro bibliográfico poderia atender satisfatoriamente o questionamento do usuário, ao consultar o catálogo eletrônico. Implica, ainda, revisão e discussão sobre os códigos de catalogação em vigor, formatos de intercâmbio e no desenvolvimento de sistemas de automação. Além da atualização das competências técnicas e habilidades analíticas do catalogador.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Indicação de Leitura&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para maior compreensão sobre o FRBR, recomenda-se a leitura das publicações, em português:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mey, Eliane S. Alves. Introdução à catalogação. Brasília: Briquet de Lemos / Livros, 1995.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Assunção, Maria Clara. Catalogação de documentos musicais escritos: uma abordagem à luz da evolução normativa. 2005.  Master thesis, Departamento de História, Universidade de Évora.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Moreno, Fernanda Passini. Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos – FRBR: um estudo no catálogo da Rede Bibliodata. Brasília, 2006. Dissertação (Mestrado). Universidade de Brasília. Departamento de Ciência da Informação e Documentação - CID&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Moreno, Fernanda Passini; Arellano, Miguel Angel Márdero. Requisitos funcionais para registros bibliográficos – FRBR: uma apresentação. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v.3, n.1, p.20-38, jul./dez. 2005.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;link sobre o tema:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A case study of cataloging software implementation: IFPA (ISIS FRBR Prototype Application): http://w2isis.icml9.org/activity.php?lang=es&amp;id=13  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;International Federation of Library Associations and Institutions, "Functional Requirements for Bibliographic Records": www.ifla.org/VII/s13/frbr/frbr.htm&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Library of Congress Network Development and MARC Standards Office: www.loc.gov/marc  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;OCLC FictionFinder: fictionfinder.oclc.org.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;RLG's RedLightGreen: www.redlightgreen.com  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;VTLS's Virtua: www.vtls.com &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Sobre Fernando Modesto &lt;br /&gt;Bibliotecário e Mestre pela PUC-Campinas, Doutor em Comunicações pela ECA/USP e Professor do departamento de Biblioteconomia e Documentação da ECA/USP.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-6776637469141934522?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=278' title='FRBR MODELANDO A CATALOGAÇÃO SEM ANOROXIA'/><link rel='enclosure' type='' href='http://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=278' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/6776637469141934522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=6776637469141934522&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/6776637469141934522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/6776637469141934522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/09/frbr-modelando-catalogacao-sem-anoroxia.html' title='FRBR MODELANDO A CATALOGAÇÃO SEM ANOROXIA'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-7650871899833477908</id><published>2011-09-28T11:37:00.000-07:00</published><updated>2011-09-28T11:44:59.400-07:00</updated><title type='text'>Catalogação descritiva no século XXI :Um estudo sobre o RDA</title><content type='html'>http://www.scribd.com/doc/57803839/13/Conceitos-teoricos&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;ROSA MARIA RODRIGUES CORRÊA&lt;br /&gt;Catalogação descritiva no século XXI :Um estudo sobre o RDA&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; RESUMO&lt;br /&gt;A informação é essencial neste limiar do Século XXI, assim como sua transmissão.A catalogação descritiva, como área da Biblioteconomia responsável por transmitiras informações contidas em acervos de qualquer natureza, por meio da construçãode formas de representação, deve acompanhar a evolução das necessidades dosusuários. Esta constatação preocupa especialistas da área. A padronização, narepresentação das informações e documentos é imprescindível e também o objetode trabalho da catalogação descritiva como forma de garantia do intercâmbio deregistros bibliográficos. A preocupação cresce com a rapidez com que asinformações são geradas e disponibilizadas em diferentes formas. Este trabalhopropõe-se a analisar o estado da arte do esquema Resource Description and Access(RDA) elaborado pela International Federation of Libraries Associations (IFLA), parauso de catalogadores e bases de dados bibliográficos. A análise baseia-se empesquisas bibliográficas on-line. A evolução da catalogação e seus códigos deregras; a influência das tecnologias nos meios de comunicação, especificamente natroca de informações bibliográficas; a compatibilidade de conceitos visando acomunicação eficiente entre máquina, catalogador e informações codificadas paraatendimento dos usuários foram utilizadas para a construção da parte histórica dotrabalho. O estudo do RDA foi elaborado reunindo-se as necessidadesinformacionais, a catalogação descritiva e o novo esquema para compreender suaabrangência e a sua possível aceitação internacional, como uma forma depossibilitar o controle bibliográfico e ampliar o acesso e uso das informaçõesdisponíveis nos mais diversos ambientes informacionais. O RDA, por ser umesquema em fase de elaboração somente pode ser analisado do ponto de vistateórico. Nossa análise verificou que o RDA é um esquema eficaz, por aliar a teoria àprática. A base teórica serve de apoio para a tomada de decisões para acatalogação descritiva. As considerações finais nos conduzem ao aceite do RDA,desde que eficazmente gerido pelas Instituições que detêm seu domínio. Suapublicação está prevista para 2009, quando poderemos realmente saber as dimensões de sua aplicação e aceite&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-7650871899833477908?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.scribd.com/doc/57803839/13/Conceitos-teoricos' title='Catalogação descritiva no século XXI :Um estudo sobre o RDA'/><link rel='enclosure' type='' href='http://www.scribd.com/doc/57803839/13/Conceitos-teoricos' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/7650871899833477908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=7650871899833477908&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/7650871899833477908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/7650871899833477908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/09/catalogacao-descritiva-no-seculo-xxi-um.html' title='Catalogação descritiva no século XXI :Um estudo sobre o RDA'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-5257322222171467263</id><published>2011-09-28T11:13:00.000-07:00</published><updated>2011-09-28T11:29:55.340-07:00</updated><title type='text'>REQUISITOS FUNCIONAIS PARA REGISTROS BIBLIOGRÁFICOS -  FRBR: UMA APRESENTAÇÃO</title><content type='html'>http://www.sbu.unicamp.br/seer/ojs/index.php/sbu_rci/article/viewFile/317/196&lt;br /&gt;REQUISITOS FUNCIONAIS PARA REGISTROS BIBLIOGRÁFICOS - FRBR: UMA APRESENTAÇÃO &lt;br /&gt;Fernanda Passini Moreno&lt;br /&gt;Miguel Ángel Márdero Arellano&lt;br /&gt;Resumo&lt;br /&gt;A área de estudos da Biblioteconomia, denominada  representação descritiva, ou catalogação, tem um histórico de encontros de peritos para estabelecimento de padrões de descrição de documentos, no que tange às regras e formatos. Passados quarenta anos da Declaração dos Princípios de Paris, em 1961, teve início um &lt;br /&gt;re-exame de práticas e normas de catalogação, sob a responsabilidade de um grupo de estudos da Seção de Catalogação, Classificação e Indexação da IFLA-Internacional Federation Library Associations and Institutions – Federação Internacional de Associações e Instituições Bibliotecárias, materializado no relatório final: FRBR – Functional requirements for bibliographic records: final report, FRBR - Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos. Representando um avanço significativo na área de representação bibliográfica, publicado em 1998, apresenta conceitos e definições de entidades, relacionamentos e atributos, lançando um novo olhar sobre o objeto bibliográfico, centrado no usuário e suas ações. O modelo tornou-se objeto de teses, dissertações, grupos de estudos permanentes, tema de seminários e projetos de pesquisa, em nível internacional. Ao propor relacionamentos de diversas naturezas,  os FRBR propõem o agrupamento de entidades com semelhanças, oferecendo um maior número de opções ao usuário que busca informações nos registros bibliográficos. Apesar de ser amplamente discutido, possuindo projetos de pesquisa para implementação do modelo em softwares bibliográficos, no exterior, no Brasil não existem registros de &lt;br /&gt;discussão a respeito. Este trabalho apresenta o modelo e algumas considerações como o início de um debate sobre o tema, que revela o futuro  da descrição bibliográfica no cenário mundial e a criação do Código de Catalogação Internacional. &lt;br /&gt;Palavras-chave  &lt;br /&gt;Registro bibliográfico; Descrição bibliográfica; Catalogação; FRBR; IFLA. &lt;br /&gt;FRBR &lt;br /&gt;A intensificação dos custos de catalogação;  a contínua necessidade de economizar no processo de catalogação; o crescimento vertiginoso de publicações e a rápida proliferação &lt;br /&gt;de novos formatos e materiais com diversos novos métodos de acesso. Esses pontos, tão conhecidos dos bibliotecários, motivaram os participantes do seminário de Estocolmo,Suécia, em 1990, patrocinado pela  IFLA UBCIM Programme e Divisão de Controle bibliografico. Dentre as várias recomendações do seminário, duas são a base para um reexame dos registros bibliográficos: a necessidade de se estabelecer um nível básico de funcionalidade para os registros bibliográficos em relação à variedade de usuários e de &lt;br /&gt;mídias e que as agências bibliográficas nacionais ficassem responsáveis por garantir que &lt;br /&gt;suas publicações saíssem em diversas mídias, fazendo, em conjunto, um estudo de &lt;br /&gt;necessidade dos usuários. &lt;br /&gt;Ao longo de oito anos, o grupo de estudos oriundo da Seção de Catalogação e da Seção de &lt;br /&gt;Classificação e Indexação da IFLA, com a colaboração de consultores e de voluntários de várias nacionalidades, desenvolveu os FRBR, apresentando um relatório final em 1998, configurando uma recomendação para reestruturar os registros bibliográficos de maneira a refletir a estrutura conceitual de buscas de informação, levando em conta a diversidade &lt;br /&gt;_____________________________________________________________________________________________________ &lt;br /&gt;© Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação,Campinas, v .3, n 1, p. 20-38, jul./dez. 2005– ISSN: 1678-765X.&lt;br /&gt;23                                                                                              ARTIGO de: &lt;br /&gt;ƒ usuários - usuários da biblioteca, pesquisadores, bibliotecários da seção de &lt;br /&gt;aquisição, publicadores, editores, vendedores; &lt;br /&gt;ƒ materiais - textuais, musicais, cartográficos, audiovisuais, gráficos e &lt;br /&gt;tridimensionais; &lt;br /&gt;ƒ suporte físico - papel, filme, fita magnética, meios óticos de armazenagem, &lt;br /&gt;etc. e,  formatos - livros, folhas, discos, cassetes, cartuchos, etc. que o registro possa conter. &lt;br /&gt;Os FRBR oferecem-nos uma nova perspectiva  da estrutura e nos relacionamentos dos &lt;br /&gt;registros bibliográficos. A proposta dos FRBR é: &lt;br /&gt;primeiro, fornecer um quadro estruturado, claramente definido, para relacionar &lt;br /&gt;dados registrados em registros bibliográficos às necessidades dos usuários destes&lt;br /&gt;registros. O segundo objetivo é recomendar um nível básico de funcionalidade &lt;br /&gt;para registros criados por entidades bibliográficas nacionais. (IFLA, 1998, p. 7).  &lt;br /&gt;No primeiro objetivo, percebe-se a intenção da proposta inovadora dos FRBR: que &lt;br /&gt;catálogos em linha, baseados no modelo, possam mostrar as relações bibliográficas mais claramente, de maneira útil ao usuário, de maneira que ele possa navegar em "espaços" de informações complexos, através das relações, de maneira que as informações nos registros, recuperadas através da expressão de busca do usuário, reflitam um apropriado "rol" de registros (BEACOM, 2003). &lt;br /&gt;Para responder às necessidades dos usuários,  os Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos são definidos em relação às  seguintes tarefas genéricas realizadas pelos usuários quando fazem buscas em bibliografias nacionais e catálogos de bibliotecas, ou os utilizam, chamadas  user tasks:  &lt;br /&gt;• &lt;br /&gt;• &lt;br /&gt;• &lt;br /&gt;• &lt;br /&gt;• &lt;br /&gt;• &lt;br /&gt;uso dos dados para  encontrar materiais que correspondam aos critérios &lt;br /&gt;estabelecidos para a busca do usuário; &lt;br /&gt;uso dos dados recuperados para identificar uma entidade; &lt;br /&gt;uso dos dados para selecionar uma entidade adequada às necessidades do usuário; &lt;br /&gt;uso dos dados para encomendar, adquirir, ou  obter acesso à entidade descrita &lt;br /&gt;(IFLA, 1998, p. 8). &lt;br /&gt;Nota-se que as tarefas genéricas acima descritas são fortemente inspiradas nos três objetivos do catálogo, propostos por Cutter (MEY, 1987; RILEY, 2004; TAYLOR, 2004), quais sejam: &lt;br /&gt;1) Permitir a uma pessoa encontrar um livro do qual ou: a) o autor; b) o título; c) o assunto seja conhecido;  &lt;br /&gt;2) Mostrar o que a biblioteca possui: d) de um autor determinado; e) um assunto &lt;br /&gt;determinado; f) em um tipo dado da literatura; &lt;br /&gt;3) Para ajudar na escolha de um  livro: g) de acordo com sua edição &lt;br /&gt;(bibliograficamente); h) de acordo com seu caráter (literário ou tópico)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-5257322222171467263?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.sbu.unicamp.br/seer/ojs/index.php/sbu_rci/article/viewFile/317/196' title='REQUISITOS FUNCIONAIS PARA REGISTROS BIBLIOGRÁFICOS -  FRBR: UMA APRESENTAÇÃO'/><link rel='enclosure' type='' href='http://www.sbu.unicamp.br/seer/ojs/index.php/sbu_rci/article/viewFile/317/196' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/5257322222171467263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=5257322222171467263&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/5257322222171467263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/5257322222171467263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/09/requisitos-funcionais-para-registros.html' title='REQUISITOS FUNCIONAIS PARA REGISTROS BIBLIOGRÁFICOS -  FRBR: UMA APRESENTAÇÃO'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-223756559699432565</id><published>2011-09-26T13:56:00.000-07:00</published><updated>2011-09-26T13:56:15.442-07:00</updated><title type='text'>BibMargarida: PROVA DA USP</title><content type='html'>&lt;a href="http://bibmargarida.blogspot.com/2011/09/prova-da-usp.html#links"&gt;BibMargarida: PROVA DA USP&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-223756559699432565?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/09/prova-da-usp.html#links' title='BibMargarida: PROVA DA USP'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/223756559699432565/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=223756559699432565&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/223756559699432565'/><link rel='self' 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src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-520674941867762707?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.pcarp.usp.br/pages/processos/201162/prova201162.pdf' title='PROVA DA USP'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/520674941867762707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=520674941867762707&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/520674941867762707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/520674941867762707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/09/prova-da-usp.html' title='PROVA DA USP'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-7045714166515965061</id><published>2011-09-26T13:23:00.000-07:00</published><updated>2011-09-26T13:24:58.894-07:00</updated><title type='text'>Concurso publico CCRP/USP- GABARITO DA USP</title><content type='html'>GABARITO – 25/09/2011 &lt;br /&gt;PROVA DE MÚLTIPLA ESCOLHA &lt;br /&gt;01  E  26  B &lt;br /&gt;02  E  27  A &lt;br /&gt;03  A  28  E &lt;br /&gt;04  D  29  D &lt;br /&gt;05  C  30  C &lt;br /&gt;06  E  31  D &lt;br /&gt;07  A  32  E &lt;br /&gt;08  B  33  A &lt;br /&gt;09  B  34  B &lt;br /&gt;10  D  35  E &lt;br /&gt;11  C  36  A &lt;br /&gt;12  D  37  E &lt;br /&gt;13  A  38  C &lt;br /&gt;14  A  39  C &lt;br /&gt;15  D  40  C &lt;br /&gt;16  B  41  E &lt;br /&gt;17  B  42  B &lt;br /&gt;18  C  43  D &lt;br /&gt;19  A  44  B &lt;br /&gt;20  D  45  C &lt;br /&gt;21  C  46  A &lt;br /&gt;22  A  47  A &lt;br /&gt;23  D  48  E &lt;br /&gt;24  B  49  C &lt;br /&gt;25  C  50  C&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-7045714166515965061?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.pcarp.usp.br/pages/processos/201162/prova201162.pdf' title='Concurso publico CCRP/USP- GABARITO DA USP'/><link rel='enclosure' type='application/pdf' href='http://www.pcarp.usp.br/pages/processos/201162/prova201162.pdf' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/7045714166515965061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=7045714166515965061&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/7045714166515965061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/7045714166515965061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/09/concurso-publico-ccrpusp-gabarito-da.html' title='Concurso publico CCRP/USP- GABARITO DA USP'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-2882978440918172398</id><published>2011-09-26T13:01:00.000-07:00</published><updated>2011-09-26T13:13:51.580-07:00</updated><title type='text'>Concurso publico CCRP/USP</title><content type='html'>http://www.pcarp.usp.br/pages/processos/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-2882978440918172398?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.pcarp.usp.br/pages/processos/' title='Concurso publico CCRP/USP'/><link rel='enclosure' type='' href='http://www.pcarp.usp.br/pages/processos/' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/2882978440918172398/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=2882978440918172398&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/2882978440918172398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/2882978440918172398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/09/concurso-publico-ccrpusp.html' title='Concurso publico CCRP/USP'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-6430580947406825533</id><published>2011-09-22T10:51:00.000-07:00</published><updated>2011-09-22T11:26:02.288-07:00</updated><title type='text'>CONCURSO PÚBLICO – BIBLIOTECÁRIO - DOCUMENTALISTA</title><content type='html'>CEFET-RN&lt;br /&gt;CONCURSO PÚBLICO – BIBLIOTECÁRIO - DOCUMENTALISTA &lt;br /&gt;EDITAL 02/2006/GDRH/CEFET-RN &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. No Brasil, a instituição designada para atribuir o International Standard Book Number (ISBN) para publicações monográficas é o(a) &lt;br /&gt;a) Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;b) Fundação Biblioteca Nacional. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;c) Fundação Getúlio Vargas. &lt;br /&gt;d) Ministério da Educação. &lt;br /&gt;2. Um pesquisador da área de Biblioteconomia/Ciência da Informação necessita fazer um levantamento em uma base de dados referencial de grande abrangência &lt;br /&gt;nessa área. Então ele utilizará a &lt;br /&gt;a) CAB Abstracts. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;b) LISA. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;c) PsyINFO. &lt;br /&gt;d) CrossRef. &lt;br /&gt;3. O Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte é uma das instituições participantes do Portal de Periódicos da CAPES. Dentre as bases &lt;br /&gt;referenciais que essa instituição tem acesso, destacase a DII- Derwent Innovations Index, que dispõe de &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a) patentes. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;b) livros eletrônicos. &lt;br /&gt;c) teses e dissertações. &lt;br /&gt;d) artigos de periódicos. &lt;br /&gt;4. Os processos de compra, permuta e doações caracterizam-se como as principais modalidades de aquisição &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a) de livros. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;b) de materiais informacionais. &lt;br /&gt;c) somente de materiais especiais. &lt;br /&gt;d) somente de periódicos. &lt;br /&gt;5. No Sistema de Classificação Decimal de Dewey, o sinal  . (ponto) é utilizado para  separar cada conjunto de  &lt;br /&gt;a) nenhum dígito. &lt;br /&gt;b) um dígito. &lt;br /&gt;c) dois dígitos. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;d) três dígitos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;6. As Linguagens Documentárias (LDs) são sistemas simbólicos instituídos e visam facilitar o processo de comunicação, embora a sua função comunicativa seja &lt;br /&gt;restrita ao contexto da &lt;br /&gt;a) informática. &lt;br /&gt;b) semiótica. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;c) documentação. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;d) comunicação. &lt;br /&gt;7. O processo que utiliza a operação de tradução de textos em Linguagem Natural (LN) para uma Linguagem Documentária (LD) se denomina &lt;br /&gt;a) automação. &lt;br /&gt;b) normalização. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;c) indexação. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;d) recuperação. &lt;br /&gt;8. Uma Linguagem Documentária (LD) é utilizada na entrada de um sistema de informação quando o documento é analisado para &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a) registro. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;b) empréstimo. &lt;br /&gt;c) aquisição. &lt;br /&gt;d) seleção. &lt;br /&gt;9. Um código de catalogação e um formato de entrada são imprescindíveis para o processo de criação de um registro bibliográfico em meio magnético. Identifiqueos a seguir: &lt;br /&gt;a) AACR2 e o DPAC. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;b) AACR2 e o MARC.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;c) AACR2 e o thesaurus Brased. &lt;br /&gt;d) AACR2 e o thesaurus de Roget. &lt;br /&gt;10. Na sociedade atual, os avanços tecnológicos têm permitido o compartilhamento, a padronização e o armazenamento de registros bibliográficos por meio do(a): &lt;br /&gt;a) CDD – Classificação Decimal de Dewey. &lt;br /&gt;b) CDU – Classificação Decimal Universal. &lt;br /&gt;c) OPAC – On line Public Access Catalogue. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;d) MARC21 – Formato Condensado de Dados Bibliográficos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;11. A questão das políticas de análise e representação do conteúdo informacional de documentos é também considerada como uma política &lt;br /&gt;a) educacional. &lt;br /&gt;b) de desenvolvimento de coleção. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;c) de indexação.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;d) de seleção. &lt;br /&gt;12. No processo de busca e recuperação da informação, o Portal Brasileiro da Informação Científica oferece acesso à produção científica mundial como niciativa &lt;br /&gt;do(a) &lt;br /&gt;a) IBICT. &lt;br /&gt;b) INEP. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;c) CAPES.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;d) CNPq. &lt;br /&gt;13. O planejamento estratégico enquanto uma metodologia de pensamento participativo, no âmbito de uma Unidade de Informação, inicia-se com a participação &lt;br /&gt;a) somente de gerentes de divisão. &lt;br /&gt;b) somente de gerentes de seções. &lt;br /&gt;c) somente de bibliotecários. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;d) de todos os dirigentes (tomadores de decisão). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;14. No Brasil, o Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas foi traduzido e customizado pelo(a) &lt;br /&gt;a) Universidade de São Paulo. &lt;br /&gt;b) Fundação Biblioteca Nacional. &lt;br /&gt;c) Fundação Getúlio Vargas. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;d) Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;15. O International Standard Serial Number (ISSN) é considerado um número único internacional para identificação e atribuição a um título de publicação de &lt;br /&gt;a) obra de referência. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;b) periódicos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;c) artigo de periódico. &lt;br /&gt;d) livro. &lt;br /&gt;16. No formato bibliográfico Machine Readable Cataloguing (MARC), o campo correspondente para registrar o número do ISSN é &lt;br /&gt;a) 020. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;b) 022. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;c) 027. &lt;br /&gt;d) 040. &lt;br /&gt;17. No contexto da documentação, o processo de elaboração de índices e resumos é desenvolvido à luz da análise &lt;br /&gt;a) literária. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;b) documentária.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;c) de conteúdo. &lt;br /&gt;d) do discurso. &lt;br /&gt;18. Um Vocabulário de Termos Controlados, também denominado Thesaurus Brased, contribui para o processo de indexação e recuperação da informação na área de  &lt;br /&gt;a) Biologia. &lt;br /&gt;b) História. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;c) Educação. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;d) Odontologia. &lt;br /&gt;19. O tesauro de documentação, enquanto instrumento metodológico, relaciona descritores/termos e tem como funções principais indexar e  &lt;br /&gt;a) catalogar. &lt;br /&gt;b) explicar o significado das palavras. &lt;br /&gt;c) analisar. &lt;br /&gt;d&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;) recuperar informação. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;20. A Análise Documentária (AD) se define como um conjunto de procedimentos metodológicos para representar o conteúdo informacional de documentos e com o objetivo de  &lt;br /&gt;a) recuperar e armazenar informação. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;b) recuperar e disseminar informação.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;c) organizar e armazenar informação. &lt;br /&gt;d) organizar e coletar informação. &lt;br /&gt;21. Os primeiros sistemas de classificação bibliográfica considerados de natureza enciclopédica e que visam abranger todas as áreas do conhecimento são:  &lt;br /&gt;a) CDU, LC e tesauro. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;b) CDD, CDU e LC&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;c) CDD, CDU e tesauro. &lt;br /&gt;d) CDD, LC e tesauro. &lt;br /&gt;22. Uma das Linguagens Documentárias mais desenvolvidas que faz uso de operadores boleanos para construção de novas relações entre os termos é o(a)  &lt;br /&gt;a) CDD. &lt;br /&gt;b) CDU. &lt;br /&gt;c) LC. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;d) tesauro. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;23. No âmbito da Análise Documentária, os processos de síntese e de representação  documentária advêm do processo de análise. Estes, por sua vez, se apresentam sob duas modalidades:  &lt;br /&gt;a) Cutter e resumo. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;b) índice e resumo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;c) normalização e resumo. &lt;br /&gt;d) memória coletiva e resumo. &lt;br /&gt;24. O Portal de Domínio Público, lançado em novembro de 2004, é uma importante fonte de informação fomentada pelo Ministério da Educação. Nesse portal estão disponibilizados, gratuitamente, ao público &lt;br /&gt;a) periódicos com texto completo. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;b) livros com texto completo.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;c) teses e dissertações. &lt;br /&gt;d) livros e periódicos com texto completo. &lt;br /&gt;25. Um usuário portador de deficiência visual deseja fazer uma pesquisa no livro falado “O Atheneu”, de Raul Pompéia. No sentido de agilizar uma busca direta, o &lt;br /&gt;bibliotecário deverá indicar a seguinte fonte de informação:  &lt;br /&gt;a) Biblioteca Eletrônica SCIELO. &lt;br /&gt;b) Biblioteca Virtual em Educação. &lt;br /&gt;c) Biblioteca Virtual de Literatura. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;d) Biblioteca Virtual do Estudante de Língua Portuguesa. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;26. Na construção de um tesauro, é fundamental o emprego de relações conceituais. Nesse contexto, se dois conceitos diferentes possuem características idênticas e um deles possui uma característica a mais do que o outro, pode-se afirmar que entre eles se estabelece uma relação &lt;br /&gt;a) de equivalência. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;b) hierárquica.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;c) partitiva. &lt;br /&gt;d) de oposição. &lt;br /&gt;27. Para formar as classes principais da CDD, Dewey baseou-se diretamente no sistema de Harris, que teve por base a ordem inversa do sistema filosófico de  &lt;br /&gt;a) Paul Otlet. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;b) Francis Bacon.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;c) Porfírio. &lt;br /&gt;d) Shiyali Ramamrita Ranganathan. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28. A notação que melhor representa o assunto “ensaio sobre florestas”, segundo a CDD, corresponde a  &lt;br /&gt;a) 502.904 &lt;br /&gt;b) 504.904 &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;c) 634.904 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;d) 910.904 &lt;br /&gt;29. Ao normalizar o sumário de um trabalho acadêmico, o bibliotecário necessita fazer uso da norma que estabelece a numeração progressiva das seções de um documento escrito. Nesse caso, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) recomenda a  &lt;br /&gt;a) NBR 6021. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;b) NBR 6024. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;c) NBR 6031. &lt;br /&gt;d) NBR 6032. &lt;br /&gt;30. De acordo com a NBR 6022, de maio de 2003, da ABNT, que trata da apresentação de artigo em publicação periódica científica impressa, o resumo em língua estrangeira é considerado um elemento &lt;br /&gt;a) pré-textual. &lt;br /&gt;b) textual. &lt;br /&gt;c) opcional. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;d) pós-textual. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;31. Segundo a NBR 6029, de setembro de 2002, da ABNT, um dos elementos pós-textuais obrigatórios na apresentação de livros e folhetos corresponde ao &lt;br /&gt;a) índice. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;b) colofão.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;c) posfácio. &lt;br /&gt;d) apêndice. &lt;br /&gt;32. Conforme a NBR 6023, de agosto de 2002, da ABNT, o documento jurídico que inclui toda e qualquer discussão técnica sobre questões legais refere-se à(a). &lt;br /&gt;a) súmulas. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;b) doutrina. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;c) jurisprudência. &lt;br /&gt;d) resoluções. &lt;br /&gt;33. Observe a catalogação do item abaixo &lt;br /&gt;   França, Marcos. &lt;br /&gt;   Peixe vivo [original de arte] / Marcos França.– &lt;br /&gt;Brasília: Ferro e Aço Badaruco Ltda, 2002. &lt;br /&gt;   1 escultura pendular : aço carbono, suporte em arco &lt;br /&gt;fixado em base de concreto ; 9 x 5 x 5m. &lt;br /&gt;De acordo com o Código de Catalogação AngloAmericano, 2ª edição (AACR2), esse item corresponde a &lt;br /&gt;a) um material iconográfico. &lt;br /&gt;b) um material cartográfico. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;c) um artefato tridimensional.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;d) uma microforma. &lt;br /&gt;34. Na descrição bibliográfica de um item, o principal ponto de acesso é o autor. Este pode ser uma pessoa ou entidade. Segundo a AACR2, na falta de ambos, o &lt;br /&gt;ponto de acesso poderá ser o título da obra ou um título &lt;br /&gt;a) equivalente. &lt;br /&gt;b) corrente. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;c) uniforme. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;d) de partida. &lt;br /&gt;35. Conforme o AACR2, a entrada para parte de um item já registrado sob uma entrada abrangente é denominada de: &lt;br /&gt;a) secundária. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;b) analítica. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;c) principal. &lt;br /&gt;d) secundária nome-título. &lt;br /&gt;36. A forma de entrada do título de uma publicação seriada, de acordo com a NBR 10525, de outubro de 1988, da ABNT – Numeração Internacional para Publicações Seriadas – ISSN, é chamada de: &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a) título-chave. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;b) título coletivo. &lt;br /&gt;c) título corrente. &lt;br /&gt;d) título principal. &lt;br /&gt;37. A ferramenta que possibilitou a concretização da catalogação cooperativa em ambiente digital e em rede corresponde ao &lt;br /&gt;a) Pergamum. &lt;br /&gt;b) ORTODOCS. &lt;br /&gt;c) BIBLIODATA. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;d) MARC. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;38. O líder, o diretório e os campos são elementos que compõem a estrutura de um registro MARC21. Para cada campo, é associado um número de três dígitos. &lt;br /&gt;Nesse sentido, o número 505 está relacionado ao campo &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a) de notas de conteúdo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;b) da descrição física. &lt;br /&gt;c) de assunto tópico. &lt;br /&gt;d) de entidade coletiva. &lt;br /&gt;39. Segundo o Código de Ética Profissional do Bibliotecário (Resolução CFB nº 42, de 11.01.2002), a alternativa que não é considerada como uma penalidade nas infrações cometidas pelo bibliotecário é: &lt;br /&gt;a) advertência reservada. &lt;br /&gt;b) censura pública. &lt;br /&gt;c) cassação do exercício profissional. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;d) suspensão do registro profissional pelo prazo de cinco anos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;40. O AACR2 estabelece as regras gerais para uso de uma pontuação na descrição de um item. Conforme este código, o sinal ponto-e-vírgula (;) pode ser utilizado &lt;br /&gt;a) para a designação geral do material. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;b) a cada subseqüente indicação de responsabilidade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;c) para a edição. &lt;br /&gt;d) no título equivalente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gabarito - Bibliotecário/Documentalista&lt;br /&gt;- Após análise dos recursos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão Resposta Questão Resposta&lt;br /&gt;1 B 21 B&lt;br /&gt;2 B 22 D&lt;br /&gt;3 A 23 B&lt;br /&gt;4 B 24 B&lt;br /&gt;5 D 25 D&lt;br /&gt;6 C 26 B&lt;br /&gt;7 C 27 B&lt;br /&gt;8 A 28 C&lt;br /&gt;9 B 29 B&lt;br /&gt;10 D 30 D&lt;br /&gt;11 C 31 B&lt;br /&gt;12 C 32 B&lt;br /&gt;13 D 33 C&lt;br /&gt;14 D 34 C&lt;br /&gt;15 B 35 B&lt;br /&gt;16 B 36 A&lt;br /&gt;17 B 37 D&lt;br /&gt;18 C 38 A&lt;br /&gt;19 D 39 D&lt;br /&gt;20 B 40 B&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-6430580947406825533?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.concursospublicosonline.com/images/stories/provas/2006/nupps_superior/s_cefet_rn_bibliotecario_bibliotecario_documentalista_prova.pdf' title='CONCURSO PÚBLICO – BIBLIOTECÁRIO - DOCUMENTALISTA'/><link rel='enclosure' type='application/pdf' href='http://www.concursospublicosonline.com/images/stories/provas/2006/nupps_superior/s_cefet_rn_bibliotecario_bibliotecario_documentalista_prova.pdf' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/6430580947406825533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=6430580947406825533&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' 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type='text'>http://www.followscience.com/library_uploads/533836d0a83340bec764e684b73acf41/614/a_indexacao_de_livros_a_percepcao_de_catalogadores_e_usuarios_de_bib</title><content type='html'>http://www.followscience.com/library_uploads/533836d0a83340bec764e684b73acf41/614/a_indexacao_de_livros_a_percepcao_de_catalogadores_e_usuarios_de_bibliotecas_universitarias.pdf&lt;br /&gt;a indexação de livros a percepção de catalogadores e usuários de bibliotecas &lt;br /&gt;universitárias&lt;br /&gt;mariângela spotti lopes fujita&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-7994630689924774958?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.followscience.com/library_uploads/533836d0a83340bec764e684b73acf41/614/a_indexacao_de_livros_a_percepcao_de_catalogadores_e_usuarios_de_bibliotecas_universitarias.pdf' title='http://www.followscience.com/library_uploads/533836d0a83340bec764e684b73acf41/614/a_indexacao_de_livros_a_percepcao_de_catalogadores_e_usuarios_de_bib'/><link rel='enclosure' type='application/pdf' href='http://www.followscience.com/library_uploads/533836d0a83340bec764e684b73acf41/614/a_indexacao_de_livros_a_percepcao_de_catalogadores_e_usuarios_de_bibliotecas_universitarias.pdf' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/7994630689924774958/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=7994630689924774958&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/7994630689924774958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' 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• 11:19 am</title><content type='html'>A legislação sobre bibliotecas no Brasil&lt;br /&gt;by EXTRALIBRIS on dez 12, 2005 • 11:19 am Nenhum Comentário&lt;br /&gt;A LEGISLAÇÃO SOBRE BIBLIOTECAS NO BRASIL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CECÍLIA ANDREOTTI ATIENZA&lt;br /&gt;Diretora do Centro de Documentação e Informação da Câmara Municipal de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revista Palavra-Chave, São Paulo, n.1, p.15-18, 1982.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os profissionais bibliotecários, já não sem tempo, estão começando a tomar consciência dos problemas atuais existentes sobre a invasão de outros profissionais (não bibliotecários), na área da Biblioteconomia brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, esse mercado de trabalho, que deveria ser privativo do bacharel em Biblioteconomia, está sendo utilizado por profissionais de outras áreas, sobre as mais diversas alegações. Isto porque a profissão biblioteconômica vem se desenvolvendo a passos largos, ampliando a escala de valores, que por definição, sempre pertenceu à Biblioteconomia, mas que na impossibilidade natural dos legisladores de 1962 de preverem esse desenvolvimento na Ciência da Biblioteconomia, fez com que a parca legislação existente sobre o assunto se tornasse inadequada, dando margens a interpretações jurídicas as mais diversas, embora saibamos que essas interpretações deveriam respeitar o conceito da matéria a intenção do legislador ao elaborar uma norma, ou seja, obedecendo a interpretação lógica da norma, que nada mais é que a investigação do fim ou da razão da lei, para fixar-lhe o seu real sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nem sempre isso acontece, pois por conveniências diversas, o intérprete poderá justificar sua tese segundo uma interpretação gramatical, ou seja, aquela que estabelece o sentido objetivo da lei, com base em sua “letra”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos autores jurídicos não se satisfazem com essa interpretação, pois as palavras escondem ou representam um significado não representado, na maioria das vezes, com fidelidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esta razão, os intérpretes da lei partem a investigação da “ratio legis”, ou melhor, para o fim perseguido pela lei, de modo que, em função dele, possa fixar exatamente o sentido depreendido da “letra da lei”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interpretar o Direito “é estabelecer o sentido objetivo da norma, não o sentido retrógrado e nem aquele que de forma alguma poderia ser incluído, mas o que se depreende do texto ajustado à realidade social. Pra descobri-lo, o intérprete deve pensar como homem de sua época e não como homem do tempo em que a lei foi sancionada. Assim, o sentido da lei deve ser atual, e não retrógrado e nem revolucionário” (13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez explicadas as divergências possíveis de interpretação, vamos detalhar os problemas legais da Biblioteconomia, dividindo em partes as áreas mais atingidas, começando pela lei maior que disciplina o exercício da profissão, mediante a Lei Federal nº. 4084, de 30 de junho de 1962 (1) e o respectivo Decreto Federal regulamentador, nº. 56.725, de 16 de agosto de 1965 (2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 Princípios da Lei 4084/62&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa lei é o resultado da situação biblioteconômica correspondente aos anos de 1962. Ora, passados vinte anos de sua promulgação, ela não pode atender mais aos objetivos da época atual, pela natural evolução da profissão e as conseqüências resultantes desse fator cultural, mas isto não significa que se deva permitir as “convenientes” interpretações de outrens, menos preocupados com o destino das bibliotecas brasileiras. Sabemos que se faz necessário modificar a Lei 4084/62, mas, antes que isso aconteça, vamos defender os princípios existentes na lei, que por extensão, permitem a defesa dos interesses profissionais dos bibliotecários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais são esses princípios? Então, vejamos:&lt;br /&gt;2.1 Exercício profissional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exercício da profissão de bibliotecário foi objeto de disposição da Lei 4084, de 30 de junho de 1962 e de sua respectiva regulamentação, pelo decreto 56.725, de 16 de agosto de 1965.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta norma apresenta para o estudo do problema, basicamente, a disposição que exige para provimento e exercício de cargos técnicos de bibliotecários (e documentaristas), na administração pública, autárquica, parestatal, empresas sob intervenção governamental ou concessionárias de serviço público, a obrigatoriedade da apresentação de diploma de bacharel em Biblioteconomia. (Obs.: Não existe, juridicamente, a profissão de documentarista. O exercício das funções de “documentarista” é sempre do profissional bibliotecário. Esta nomenclatura precisa de uma reavaliação por autoridade competente.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.2 Funções privativas ou atribuíveis ao profissional bibliotecário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O art. 1º., do próprio diploma legislativo em questão, estabeleceu expressamente a intenção citada em primeiro lugar, ao declarar ser “a designação profissional de bibliotecário, privativa dos bacharéis em Biblioteconomia”, como também, assim podem entender, no art. 3º., em relação ao preenchimento dos cargos da série de classes de bibliotecário (e documentarista), onde está clara a exigência peremptória do diploma para aquele fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, no art. 2º. quando diz a quem caberá o exercício da profissão de bibliotecário, usa a palavra “permitido” e não “privativo” que impediria, legalmente, as aberrações que estão acontecendo em nosso país, onde pessoas não habilitadas estão dirigindo nossas bibliotecas e centros de documentação, muitas delas sob a alegação (errônea) de que os cargos são de confiança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O art. 6º. quando diz: “São atribuições dos bacharéis em Biblioteconomia…”, também não deixou claro essa intenção, dando oportunidade a alguns técnico-jurídicos, de adotarem a tese segundo a qual a lei diz que são atribuíveis aos bacharéis em Biblioteconomia as tarefas relacionadas no artigo mencionado, sem afirmar que lhes seriam, também, privativas, pretendendo, apenas, evidenciar que do exercício do cargo em comissão de direção intermediária, não se origina qualquer desvio de atribuições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos como exemplo, o caso da Biblioteca Nacional. Embora a alínea “c” do art. 6º. dá como atribuição ao bacharel em Biblioteconomia “a administração e direção de bibliotecas”, tivemos um não bibliotecário na direção da Biblioteca Nacional, sob a alegação de especialistas jurídicos ligados ao MEC de que “segundo a Lei 4084, que regulamenta a biblioteconomia, o diploma de bibliotecário é imprescindível para a ocupação de cargos técnicos de bibliotecários e documentaristas. A direção da Biblioteca Nacional, entretanto, não se enquadra nestas especificações, sendo um cargo de direção e assessoramento superior, com funções essencialmente administrativas” (8).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro exemplo a ser citado é o caso da direção de Serviços de Documentação que, embora, expresso na alínea “d” do art. 6º. “a organização e direção dos serviços de documentação”, tivemos um parecer da Consultoria Geral da República, aprovado pela Presidência da República, onde encontramos a alegação de que “a Lei 4084/62, não tornou privativo dos bacharéis em Biblioteconomia, as funções de direção dos serviços de documentação. É aconselhável, entretanto, o recrutamento entre aqueles que tenham a qualificação de que trata a referida Lei” (3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses exemplos retratam o resultado dessa omissão legislativa que permitiu a elaboração dos pareceres acima mencionados entendendo (esses pareceres) que o diploma legislativo em causa não deu exclusividade aos ocupantes de cargos de bibliotecário (e documentaristas), ou que pelo menos isso não ficou expresso na lei e consideram o diploma legal, apenas, quanto à sua interpretação literal, ou seja, onde a lei não distingue, ao intérprete não será lícito distinguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gravidade, nesses casos, reside no fato (como aconteceu com o Parecer 382-H/66, de autoria do Consultor Geral da República, Dr. Arnaldo Mesquita da Costa) de que esses pareceres quando aprovados pela Presidência da República, não se pode recusar sua aplicação na esfera administrativa, embora essa exigência de habilitação seja perfeitamente legal quando entendida sob a luz da interpretação lógica da norma. (Ao “caput” do art. 6º. Deve ser dada nova redação como: “São atribuições privativas dos bacharéis em Biblioteconomia…”. E, para resolver definitivamente o problema de “cargos de confiança”, deve ser acrescentada uma alínea nesse mesmo artigo, referente às atribuições, constando do seguinte: “o exercício de cargos ou funções de direção, chefia e encarregatura, em comissão ou mediante contrato, nas áreas abrangidas pelas bibliotecas, bancos de dados bibliográficos, redes, sistemas, centros e serviços de documentação e/ou informação e demais entidades e/ ou instituições que tenham como objetivo o armazenamento e/ou a disseminação da informação em qualquer área de atividade intelectual” (4)).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3 Direção de Bibliotecas e de Serviços de Documentação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As alíneas “c” e “d” do art. 6º. Declaram como “atribuições dos bacharéis em Biblioteconomia a organização, direção e execução dos serviços técnicos de repartições públicas federais, estaduais, municipais e autárquicas e empresas particulares, concernentes às matérias e atividades seguintes”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;———-&lt;br /&gt;c) a administração e direção de bibliotecas.&lt;br /&gt;d) a organização e direção dos serviços de documentação.&lt;br /&gt;———-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, hoje temos que fazer a interpretação lógica, extensiva dessas alíneas, uma vez que além de bibliotecas de uma forma pura, temos em razão do desenvolvimento dessas mesmas bibliotecas “o planejamento, assessoramento, consultoria, organização, implantação, administração e direção de bibliotecas, bancos de dados bibliográficos, redes, sistemas, serviços e centros de documentação e/ou informação e demais entidades e/ou instituições que tenham como objetivo o armazenamento e/ou disseminação da informação em qualquer área de atividade intelectual” (4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 Definição de bibliotecas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro comentário a ser feito, ainda com relação ao art. 6º., onde o dispositivo menciona, textualmente, “organização, direção e execução dos serviços técnicos (…) de administração e direção de bibliotecas”. Mas, a aplicação desse preceito esbarra numa indagação: o que é biblioteca? Com efeito, sob esta denominação cabem realidades muito distintas, desde a Biblioteca Nacional com seis milhões de peças (livros, discos, mapas, periódicos etc.) até a de uma escola primária modesta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, aqui, poderemos citar alguns exemplos com comentários relativos a essas bibliotecas exemplificativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.1 Biblioteca Pública&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O manifesto da UNESCO sobre a biblioteca pública, define-a como força em prol da educação, da cultura, da informação e como instrumento indispensável para promover a paz e a compreensão entre os povos e as nações. Esse manifesto diz ainda que a biblioteca pública deve ser estabelecida à base de dispositivos legais inequívocos que regulem a prestação de um serviço de biblioteca pública de alcance nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, é indiscutível a necessidade de serem baixadas normas por autoridade competente, baseadas numa publicação de nível internacional, como Internationl Federation of Library Associations, denominada Standards for Public Libraries traduzida para o português como “Normas para Bibliotecas Públicas” e onde inclui o citado manifesto da UNESCO (11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.2 Biblioteca Infanto-Juvenil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em artigo publicado por Yvette Z. Duro (9) encontramos o pensamento de Cecília Merirelles, segundo o qual “as bibliotecas infantis correspondem a uma necessidade da época e têm a vantagem não só de permitirem à criança uma enorme variedade de leituras, mas de instruírem os adultos acerca de suas preferências”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yvette diz que “o número de bibliotecas infantis no Brasil é pouco significativo, embora na década de 70 fosse verificado maior desenvolvimento em algumas regiões”. Diz, ainda, que “as atuais diretrizes do ensino brasileiro contribuíram para o maior afluxo de estudantes às bibliotecas públicas mas relegaram a um plano secundário as escolares e infanto-juvenis”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não seria o caso de se estabelecer normas por autoridade competente, que poderiam ser baseadas, também, na publicação “Normas para Bibliotecas Públicas”, no item que se refere às crianças, lembrando sempre que “as crianças formam um grupo identificável dentro da comunidade, com necessidades e interesses especiais” (11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.3 Biblioteca escolar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A biblioteca escolar permanece entre nós como um simples repositório de material impresso ou um depósito de livro apenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tereza da Silva Freitas Oliveira (16), em seu artigo, diz muito bem e de forma sucinta como a biblioteca escolar representa uma unidade integrante do núcleo de Apoio Técnico Pedagógico, no Regimento das Escolas de 1º. e 2º. graus no Estado de São Paulo, explicando a integração do bibliotecário nos planejamentos e programações escolares e, ainda, o relacionamento que se almeja no processo ensino-aprendizagem. Esses elementos todos fazem parte da estrutura funcional dessas escolas, de uma forma técnico-legal a não deixar dúvidas, mediante decretos estaduais (para São Paulo): nº. 10.623, de 26 de outubro de 1977 e nº. 11.625, de 23 de maio de 1978.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos que citar nesse item que “de acordo com o determinado nos artigos 2º. e 3º. do Decreto Estadual (São Paulo) 5.771, de 4 de março de 1975, o governo paulista assumiu o encargo de criar bibliotecas e, simultaneamente, os cargos de bibliotecários nas escolas de 1º. e 2º. graus da rede estadual de ensino, quando estas tiverem mais de 200 alunos. Infelizmente a exigência legal não está sendo cumprida, apesar da sua indiscutível necessidade” (10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ora, se a lei estabeleceu que as bibliotecas fossem instituídas nos estabelecimentos de ensino de 1º. e 2º. graus, não se compreende e muito menos se admite a omissão do governo estadual” (10). E, nós acrescentamos: e os trabalhos de base a serem elaborados pelos órgãos de classe?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, São Paulo possui alguma norma sobre o assunto. E as demais regiões? Não seria o caso de termos uma legislação em âmbito nacional como diretriz básica? E, conseqüentemente, normas paralelas em cada região, salvaguardando as peculiaridades de cada um?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos Estados Unidos, temos a American Association of School Libraries que cuida de tornar realidade normas legais sobre biblioteca escolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.4 Bibliotecas Universitárias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme Indicação do CFE, nº. 20, de 8 de outubro de 1968 (7), nos processos de autorização e reconhecimento de escolas superiores ou de universidades devem ser objetivamente consideradas as condições de suas bibliotecas. Esse mesmo documento diz que “a biblioteca constitui a peça central de uma escola. Mesmo antes de a escola existir, pode existir a biblioteca. Por sua natureza um núcleo de estudos, tem sido, em casos raros porém altamente expressivos, o ponto de partida de escolas e universidades. Isso porque a dinâmica de uma biblioteca se enriquece dia a dia: é, ao mesmo tempo, uma fonte de bibliografia e uma instituição de consulta e pesquisa. Habitualmente promove cursos, conferências, exposições, seminários, publicações. Ao acervo de livros, outros departamentos se juntam, como os de revistas, os de gravura, os de dispositivos, a discoteca e a filmoteca. Enfim, todos os veículos em que a cultura se perpetua, e através dos quais pode ser definida. Por vezes, a biblioteca inteligentemente dinamizada vale tanto ou mais que uma escola. Impõe-se, pois, considerar a biblioteca como exigência preliminar à existência de qualquer escola”. E, ainda, diz que “a organização, as instalações específicas, a relação entre estas e o numero de alunos e mestres, a bibliografia geral, as bibliografias especializadas, os técnicos e funcionários hão de ser considerados na apreciação de autorizações e reconhecimentos no tocante às bibliotecas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.5 Bibliotecas especializadas ou de empresas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nice Figueiredo (12), em artigo publicado, diz que: “as bibliotecas especializadas diferenciam-se por sua estrutura orientada ao assunto, uma vez que as organizações maiores nas quais se inserem, têm normalmente objetivos mais específicos que gerais. Distinguem-se também pelos tipos de pessoas de que são servidas: pessoas associadas às organizações mantenedoras e que têm interesses e habilidades especiais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podemos deixar de citar, também, Antonio Miranda (15) quando diz que: “o objetivo da biblioteca de empresa é de capacitar o indivíduo para que ele, bem informado, acompanhe a evolução tecnológica e científica e garanta, para a empresa, rendimento e produtividade em termos de qualidade e efetividade profissionais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os conceitos de biblioteca especializada preconizados por Nice Figueiredo e Antonio Miranda, deveríamos ter normas específicas sobre definição, características, funções e objetivos desse tipo de biblioteca, a exemplo do que acontece com a Special Libraries Association quando descreve os objetivos da biblioteca especializada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.6 Deliberação do Conselho Federal de Biblioteconomia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao início da nossa indagação, nesse comentário “Definição de bibliotecas”: poderíamos aplicar a toda essa heterogeneidade de situações o mesmo critério? – ou, mesmo, identificar a todas sob a mesma denominação, no seu sentido legal? – ou, ainda, fazer as mesmas exigências a todas elas? Acreditamos que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa dificuldade existe na Lei 4084/62, pois o termo “biblioteca”, no texto legal, é carente de definição. Caberia, pelo menos, distinguir entre uma biblioteca como entidade autônoma e outra que é, apenas, uma coleção de textos para consulta, servindo em caráter suplementar a uma atividade principal. Mesmo no primeiro caso, uma biblioteca que seja, em si mesma, uma entidade, pode serão tão modesta que não se concebe exigir à sua administração um profissional qualificado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A perfeita interpretação da regra contida nas alíneas “c” e “d”, do art. 6º., conforme redação da Lei 4082/62, exige atenção ao conceito de “bibliotecas” e de “serviços de documentação”. Essa cautela se impõe porque os vocábulos são mencionados em todas as disposições legais existentes, como referência às diretrizes para a fixação de exigências e qualificação profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí chegamos à conclusão de que o dispositivo acima mencionado não é auto-aplicável, sendo ao contrário, carente de regulamentação ou interpretação que tenha validade normativa. Ora, a própria Lei 4084 consigna, na alínea “f”, do seu art. 15, como atribuição do Conselho Federal de Biblioteconomia, a de “expedir as resoluções que se tornem necessárias para a fiel interpretação e exceção da presente Lei”. Podemos citar, como exemplo, o final do art. 3º. da Lei 4084, que oferece um caso de exceção à regra geral contida no art. 2º., que exige a formação técnica específica para o exercício da profissão de bibliotecário. Essa exceção se refere aos casos dos “atuais ocupantes efetivos” da função de bibliotecário e documentarista na época da promulgação da Lei 4084. Como essa disposição compreendendo a norma da exceção não está muito clara, o Conselho Federal de Biblioteconomia solicitou a especialista no assunto, um parecer técnico-jurídico (14) sobre a interpretação da mesma. Esse parecer teve como resultado a Resolução do CFB nº. 131, de 21 de outubro de 1975 (5), que interpretou e definiu o campo de aplicação do art. 3º. da Lei mencionada e que deu solução aos processos referentes à questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que os Conselhos não continuam a adotar o mesmo critério, uma vez que a própria Lei manda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Àquele órgão cabe, portanto, não a outro qualquer, persistindo a omissão regulamentadora do Poder Executivo, deliberar sobre o âmbito exato de aplicação da regra, não somente por ser esta lacônica, senão, também, por ser absolutamente impreciso o seu objeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Movimentam-se os bacharéis em Biblioteconomia para discutir a questão do mercado de trabalho do bibliotecário. Muito se tem dito a respeito. Quase tudo é lógico e pertinente à matéria. As soluções apontadas, se praticadas, não deixariam de melhorar, de alguma forma, a situação. Contudo, à evidência, as análises não aprofundam o tema, até o desejável. E, as saídas apontadas são parciais, portanto, insuficientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, em primeiro lugar, vêm as graves seqüelas que o arbítrio deixou em nosso ordenamento jurídico, a partir da Lei 4084/62, que com o decorrer do tempo (20 anos), sem querer sofrer as naturais modificações de redação, tornou-se ultrapassada, permitindo que determinadas soluções fossem encontradas fora das normas regulamentadoras da profissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra questão importante é a da prevalência de atos emanados por órgãos diretivos. Onde estão as Resoluções dos Conselhos Federal e Regionais que deveriam suprir as lacunas existentes e interpretar o que não está claro? Esquecem esses Órgãos que os atos normativos por eles baixados têm força de lei quando suprem ou interpretam os claros de uma lei maior?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de estarmos com uma legislação omissa e que, apesar de insuficiente, o pouco que existe, ainda á inadequado, não devemos, contudo, perder o ânimo de lutar pelo que de direito nos pertence.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do quadro singelamente traçado, decorre que o reencontro do profissional de Biblioteconomia com seu mercado real de trabalho depende de mudanças estruturais, mais do que simples medidas corretivas da conjuntura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências bibliográficas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 BRASIL. Leis, decretos, etc. Lei 4808, de 30 de junho de 1962. Dispõe sobre a profissão de bibliotecário e regula o seu exercício. Diário Oficial, Brasília, 2 jul. 1962. Seção I, Parte 1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 BRASIL. Leis, decretos, etc. Decreto 56.725, de 16 de agosto de 1965. Regulamenta a Lei 4084, de 30 de junho de 1962 que dispõe sobre o exercício da profissão de bibliotecário. Diário Oficial, Brasília, 19 ago. 1965. Seção I, Parte 1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 BRASIL. Consultoria Geral da República. Parecer 382-H, de 18 de agosto de 1966. A Lei 4084/62, não tornou privativo dos bacharéis em Biblioteconomia as funções de direção dos serviços de documentação. É aconselhável, entretanto, o recrutamento entre aqueles que tenham a qualificação de que trata a referida Lei. Diário Oficial, Brasília, 8 set. 1966. Seção I, Parte 1. (Observação: este parecer foi aprovado pela Presidência da República, em 2 de setembro de 1966 e encaminhado ao DASP em 8 de setembro de 1966.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA. Anteprojeto de reforma da Lei 4084 de 30 de junho de 1962. Brasília, 1978.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA. Resolução 131, de 21 de outubro de 1975. Interpretação e definição do campo de aplicação ao art. 3º. da Lei Federal 4084/62. Diário Oficial, Brasília, 21 nov. 1975. Seção I, Parte II, p. 4288.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. Comissão de Legislação e Normas. Parecer de 18 de agosto de 1971. Exigência de bibliotecário profissional para as bibliotecas dos estabelecimentos de ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. Indicação 20, de 8 de outubro de 1968. Constituição das bibliotecas nos processos de autorização e reconhecimento de escolas superiores ou de universidades. FEBAB. Boletim. São Paulo, 19 (5/6) : 58-63, maio/jun. 1969.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 DIREÇÃO de biblioteca. Diário Popular, São Paulo, 16 abr. 1979.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9 DURO, Yvette Zietlow. Dimensão atual da biblioteca infanto-juvenil. Rev. Bras. de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, 12 (3/4) : 211-222, jul./dez. 1979.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 ESCOLAS sem bibliotecas. O Estado de São Paulo, 4 out. 1981.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11 FEDERAÇÃO INTERNACIONAL de ASSOCIAÇÕES de BIBLIOTECÁRIOS. Seção de Bibliotecas Públicas. Normas para bibliotecas públicas; trad. de Antônio Agenor Briquet de Lemos. São Paulo, Quirón, Brasília, INL, 1976.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12 FIGUEIREDO, Nice. Serviços oferecidos por bibliotecas especializadas: uma revisão da literatura. Rev. Bras. de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, 11 (3/4) : 155-168, jul./dez. 1978.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13 GUSMÃO, Paulo Dourado. Introdução à Ciência do Direito. São Paulo, Forense, 1976.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14 LACERDA, Paulo Rubens de Moraes. Parecer s.n., de 21 de abril de 1975. Bibliotecário – Exercício regular da profissão – A regra de exceção contida no art. 3º. da Lei Federal 4081/62: como interpretá-la e definir seu campo de aplicação. (Observação: não foi publicado. Este parecer foi oferecido ao CFB e uma vez aprovado pelo Plenário do Conselho foi transformado na Resolução CFB-131/75).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15 MIRANDA, Antonio. Informação na empresa: o papel da biblioteca. Rev. Bras. de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, 12 (1/2) : 67-88, jan./jun. 1979.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16 OLIVEIRA, Tereza da Silva Freitas. A biblioteca escolar no regimento comum das escolas estaduais de 1º. grau. Diário Oficial do Estado, São Paulo, 24 mai. 1978.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 SÃO PAULO (Estado). Leis, decretos, etc. Decreto 10.623, de 26 de outubro de 1977. Aprova o Regimento comum das escolas estaduais de 1º. grau. Diário Oficial do Estado, São Paulo, 27 out. 1977.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18 SÃO PAULO (Estado). Leis, decretos, etc. Decreto 11.625, de 23 de maio de 1978. Aprova o Regimento comum das escolas estaduais de 2º. Grau. Diário Oficial do Estado, São Paulo, 24 mai. 1978.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19 SÃO PAULO (Estado). Leis, decretos, etc. Decreto 5.771, de 4 de março de 1975. Fixa a estrutura básica das escolas de 1º. e 2º. graus e regulamenta os artigos 11, 12 e 13 da Lei Complementar 114, de 13 de novembro de 1974. Diário Oficial do Estado, São Paulo, 5 mar. 1975&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Original: ATIENZA, Cecília Andreotti. A legislação sobre bibliotecas no Brasil. Palavra-chave, São Paulo, n.1, p.15-18, 1982.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tags: legislação&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-1320088910827764318?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://extralibris.org/revista/a-legislacao-sobre-bibliotecas-no-brasil-cecilia-andreotti/' title='A legislação sobre bibliotecas no Brasil by EXTRALIBRIS on dez 12, 2005 • 11:19 am'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/1320088910827764318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=1320088910827764318&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/1320088910827764318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/1320088910827764318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/09/legislacao-sobre-bibliotecas-no-brasil.html' title='A legislação sobre bibliotecas no Brasil by EXTRALIBRIS on dez 12, 2005 • 11:19 am'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-1396794173581684678</id><published>2011-09-19T09:08:00.000-07:00</published><updated>2011-09-19T09:12:06.220-07:00</updated><title type='text'>DESIGN DE BIBLIOTECAS VIRTUAIS CENTRADO NO USUÁRIO</title><content type='html'>DESIGN DE BIBLIOTECAS VIRTUAIS CENTRADO NO USUÁRIO: a abordagem do "Sense-Making" para estudo de necessidades e comportamento de busca e uso de informação&lt;br /&gt;Miguel Ángel Márdero&lt;br /&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;        Na área da Ciência da Informação, os estudos centrados no usuário podem se dividir em dois grupos, os tradicionais que examinam os sistemas apenas com base em características grupais e demográficas de seus usuários e os alternativos que estudam as características e perspectivas individuais dos usuários. A mudança neste campo de estudo, segundo Ferreira (1996, p.221-222), acontece no momento em que o enfoque deixa de ser sobre quem usa os sistemas de informação e com que freqüência, e passa a ser com que propósito os sistemas são utilizados e como eles efetivamente ajudam. Uma dessas abordagens alternativas tem sido o Sense-Making de Brenda Dervin (1989, 1993, 1994). O trabalho de Dervin procura identificar quais são os indicadores potenciais do comportamento de busca e uso da informação sob a ótica do usuário, prestando maior atenção as mudanças temporais e espaciais que ocorrem no cotidiano dos indivíduos. &lt;br /&gt;I TÓPICO: estudos de necessidades, comportamento da informação e dos usuários &lt;br /&gt;        Segundo Dervin, as abordagens tradicionais de estudos de usuário estão baseados em certos mitos, que colocam os sistemas de informação como sendo estruturados herméticamente contendo unicamente informação e tecnologia. A informação é entendida como um produto fechado e estruturada em "tijolos de informação". Esses "tijolos" são transmitidos às pessoas dentro de um processo de comunicação pouco flexível. Para a Professora nesses estudos, os produtos de informação (artigos, livros, relatórios, fatos, etc.) são armazenados e achados pelos individuos de uma maneira aleatória. Os indivíduos são vistos como seres habituados a obter informação e pelo mesmo motivo obrigados a passar pelos sistemas de informação constituídos. &lt;br /&gt;        Baseados nesses mitos, todos os sistemas de telecomunicação também vêem aos usuários como tendo a obrigação de, no decorrer de sua vida, passar pelo ambiente das telecomunicações formado pelas regulamentações governamentais, os grupos de cidadãos organizados e as companhias produtoras de sistemas e redes de comunicação. &lt;br /&gt;        A expectativa de que os usuários terão a mesma capacidade organizativa que tem o sistema é comprovadamente um mito; um conjunto de idéias que produz comportamentos discordantes com as verdadeiras necessidades de informação de uma sociedade, e que ao mesmo tempo, produz teorias para explicar porque "as pessoas fracassam na suas tentativas de obter informações através dos sistemas constituídos". &lt;br /&gt;        Para Dervin (1989, p.230), as categorias com as quais têm-se tradicionalmente tratado de compreender como as pessoas usam a informação são insuficientes para cobrir os aspectos mais relevantes dos usuários, e em conseqüência evitam um acesso democrático as informações. O que ela propõe é um novo processo de comunicação. &lt;br /&gt;        Na percepção dos indivíduos, os sistemas de informação aparecem como uma ajuda nos momentos que precisam "dar sentido" ou resposta a seus questionamentos sobre o que pretendem fazer, onde querem chegar, como e porque agir de uma forma ou outra. O sistema somente terá resposta a essas perguntas quando for um sistema responsável do seu papel determinante para a interpretação da realidade dos individuos que compõem a sociedade em que o sistema está inserido. &lt;br /&gt;II TÓPICO: a abordagem do 'Sense-Making'(o ato de fazer sentido) e a sua prática &lt;br /&gt;        Para exemplificar como o conhecimento do real no Ocidente é influenciado pelas nossas perspectivas ontológicas (da natureza das coisas e dos seres humanos) e epistemológicas (visões da natureza do conhecimento e padrões de avaliação do conhecimento como informativo), a Profa. Dervin dividiu, em seis grupos de pressupostos, as abordagens que nas áreas das ciências e das humanidades tem tido como foco de discussão a informação. Os seis grupos "estereotipados" de pressupostos ontológicos e epistemológicos analisados foram: o do dogma/autoridade, o do naturalismo/empirismo/positivismo, o do relativismo cultural, o do constructivismo, o do post-modernismo, e o do sense-making baseado em algumas idéias do comunitarianismo (Dervin,1994 p.377). &lt;br /&gt;        O modelo do discurso teórico do Sense-Making foi apresentado como uma metodologia onde é permitido inventar opções para interpretar e analizar o fenômeno da informação; a metodologia parte de certos presupostos sobre o fenómeno, como o de que a informação ser um meio e não um fim. Para Dervin todas as outras perspectivas do conhecimento são válidas, como passos a ser percorridos para o entendimento da realidade, uma realidade composta de ordem e caos, estabilidade e desestabilidade, hábito e mudança, mas, que em qualquer delas existe a necessidade de informação. Até para aqueles que são capazes de ver a falta de acesso efetivo à informação, a construção de um mundo informado nunca poderá cobrir toda a riqueza e complexidade da diversidade da existência humana. Mas, geralmente, diversidade é entendida como caos e o sistema como ordem, ou seja, o oposto da diversidade. &lt;br /&gt;        A estratégia proposta pela abordagem do Sense-Making, parte da idéia básica de que nós humanos temos a capacidade de nos entender mutuamente apesar de cada um de nós ver as coisas desde pontos de vista diferentes. Isto leva ao pressuposto de ter-se no mínimo duas possibilidades para tudo. Para o Sense-Making as pessoas procuram informação quando estão em um "gap" ou quando estão em uma situação de mudança ou caos, em outras palavras, quando não têm respostas claras ou estão tratando de "fazer sentido". Para cruzar esse "gap" as pessoas constroem "pontes", quer dizer, respostas tentativas frente ao que não apresenta ter uma resposta clara. Mesmo dos pontos de vista diferentes sobre a mesma coisa precisam de um enorme componente de flexibilidade para ter uma resposta aceita mutuamente. &lt;br /&gt;        A Professora chamou a atenção para a enorme flexibilidade que os novos meios de comunicação possuem e que ainda continuam pouco explorados para benefício dos usuários. Os novos sistemas eletrônicos agilizam a informação em quantidades e velocidade inimagináveis através do espaço, mas as evidências mostram que os responsáveis por esses sistemas continuam fazendo as coisas da mesma maneira que nos sistemas tradicionais de informação, isto é, se perpetua a percepção de que as pessoas são ineptas a atuar frente à estrutura de informação estabelecida. No ciberespaço, o uso da metodologia do Sense-Making pode ajudar a revelar o potencial que está na realidade dos usuários e que pela reprodução dos sistemas não centrados no usuário pode deixar ainda encoberta. &lt;br /&gt;        O trabalho dos profissionais da informação é o de lidar com sistemas de informação que deveriam ter respostas para todas as necessidades dos usuários. Por esse motivo duas perguntas básicas dentro da metodologia do Sense-Making são: qual é o "gap" que está querendo se cobrir? e o que conduz a pessoa para esse ou aquele raciocínio? O reconhecimento da importância dessas questões surge depois de ter-se comprovado que é necessário usar os fatos para organizar a realidade e dessa maneira colocar a informação dentro do seu contexto. Os fatos devem estar sempre ligados a um contexto; se as pessoas olham para a informação através do seu contexto, a realidade pode ficar um pouco mais compreensível, no mínimo, no momento-espaço em que os fatos acontecem. &lt;br /&gt;        O profissional da informação deve ser capaz de saber fazer a pergunta que leve ao ponto central do assunto. Nos estudos que usaram a metodologia do Sense-Making aparece claramente, como as respostas a esse tipo de questões podem-nos levar a compreender como as pessoas "dão sentido" à realidade do seu trabalho e nos sistemas de informação que utilizam. &lt;br /&gt;         Basicamente, as entrevistas feitas dentro dos estudos de Sense-Making das necessidades de informação de diferentes categorias de usuários têm como característica perguntas que fazem referência a algum dos quatro momentos que formam a "metáfora do Sense-Making": situação, "gap", ponte (bridge), ajuda (help), representados da seguinte maneira: S B H G &lt;br /&gt;        A proposta é pensar as situações como forma de movimento no tempo e no espaço; primeiro tem que se localizar o interlocutor detido em alguma das chamadas pela professora Dervin de "situation movement stops" e tentar saber porque parou nela. A resposta à questão de porque a pessoa parou nessa "situação-movimento" pode ajudar ao sistema de informação na sua própria tomada de decisões. &lt;br /&gt;        Alguns desses momentos "situação-movimento-parada" são: &lt;br /&gt;esperando  enrolando&lt;br /&gt;passando o tempo  obstaculizando &lt;br /&gt;problematizando sendo levado&lt;br /&gt;decidindo fracassando&lt;br /&gt;paralizando  mexendo&lt;br /&gt;observando  desfrutando &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         A perspectiva que o Sense-Making oferece para entender os processos de informação/comunicação tem como elemento principal o movimento, onde as entidades e os estados tornam-se processos e dinâmicas, transformando os substantivos que identificam essas entidades/estados em verbos que indicam algum tipo de movimento. &lt;br /&gt;        O método de ir sempre na procura do "gap" ou da ponte entre a situação e a ajuda significa olhar para a situação problemática como um momento de decisão, onde a resposta a nossas perguntas vão ser sempre expressar confusão, idéias, emoções, sentimentos, perguntas e conclusões. A linearilidade da narrativa não deve ser o fator que determine a nossa percepção das situações. A Professora Dervin mostrou como, pelo fato do profissional da informação deixar de impor uma linearilidade na narrativa do seu usuário, as ações descritas conterão outra interconexão que poderá ajudar ao próprio usuário na construção de suas "pontes" ou idéias formadas. &lt;br /&gt;        As considerações acima podem ser muito úteis no momento de coleta de dados, com usuários de sistemas de informação que estão atualmente em serviço. Em qualque tipo de entrevista, tanto individual como em grupo, o procedimento pode se iniciar na narração da última vez que tiveram acesso ao sistema; a atividade do entrevistador nesse momento deve ser a de tentar identificar três partes do triângulo: a situação (o que está se manifestando), o "gap" (aquilo sobre o qual se deseja ter uma resposta) e a ajuda (o que você pode fazer). &lt;br /&gt;        O instrumento de ajuda básico para a pesquisa de usuário no Sense-Making é a entrevista do "micro-momento" (Dervin, 1986), essa entrevista é formada por três passos básicos que precisam estar sob o controle do entrevistador e do entrevistado:&lt;br /&gt;    1º narração de eventos ordenados no tempo ou sem ordenar,&lt;br /&gt;    2º expressão de confusões, idéias, emoções, sentimentos, perguntas e conclusões,&lt;br /&gt;    3º as respostas a perguntas tais como: - o que ajudou você nesse momento? - o que levou você a essa conclusão? - quais conexões você percebe? - como você quer ser ajudado agora? &lt;br /&gt;        As perguntas realizadas durante a entrevista dão lugar a muitas repetições, mas como a Professora Dervin mostrou, cada resposta obtida, diferente da obtida na pesquisa demográfica, tem contida a visão do mundo do entrevistado e, se no lugar de criticar ou corrigir, o entrevistador organiza a fala em triângulos (situação/gap/ajuda), obterá não unicamente o registro das emoções mas também elementos para o desenho de uma base de dados sobre as necessidades de informação de um determinado tipo de comunidade. &lt;br /&gt;III TÓPICO: o Sense-Making para as bibliotecas virtuais &lt;br /&gt;        Entre as múltiplas aplicações do Sense-Making estão o desenho de:&lt;br /&gt;    - sistemas de informação,&lt;br /&gt;    - sistemas expertos,&lt;br /&gt;    - software de testagem,&lt;br /&gt;    - software de interface,&lt;br /&gt;    - sistemas de recuperação,&lt;br /&gt;    - bibliotecas virtuais. &lt;br /&gt;        Para esta última, os idealizadores devem ter claro como uma interface eletrônica pode ajudar a resolver necessidades de diferentes categorias de indivíduos. Em primeiro lugar, o desenho das páginas deve conter diálogos baseados na metodologia do Sense-Making, ou seja, conseguir fazer que a pessoa participe de uma entrevista claramente articulada para obter informações que sejam para o seu beneficio. &lt;br /&gt;        Entretanto, é evidente que toda situação de obtenção de informação contém algum índice de stress, e é por esse fato que a recomendação da Dra. Dervin é que as perguntas a serem formuladas reproduzam um fidedigno interesse de escutar o que o usuário tenha para dizer. &lt;br /&gt;        As perguntas podem aparecer em qualquer lugar das páginas, desde o momento em que a pessoa entra na biblioteca virtual até, o momento de sua saída. Recomenda-se que os ícones sejam utilizados como orientadores do que pode ou não estar indo bem ou sendo um obstáculo para o visitante. Todas as respostas devem ser codificadas para mais tarde serem convertidas em uma base de dados que informe sobre as necessidades reais de informação dos usuários. &lt;br /&gt;        Frente a questão de como ter sobre o sucesso ou fracasso da utilização dessa prática na obtenção de dados que possam ajudar a dar um melhor serviço, a professora Dervin afirmou que esse resultado pode ser avaliado quando o usuário afirmar que se está fazendo algo útil para ele. &lt;br /&gt;        Quando se realiza uma pesquisa do tipo Sense-Making com pessoas que utilizam bases de dados computarizados não se deve perguntar diretamente pelas emoções, o entrevistador deve ser capaz de identificá-las nas respostas recebidas. Todas as respostas podem ajudar a criar um novo desenho de biblioteca virtual que utilize as vantagens do hipertexto e da livre busca de informação sem criar maior confusão. &lt;br /&gt;        O que existe atualmente na Internet é a reprodução da tradicional estrutura de sistemas de informação com textos, imagens e botões dos quais o usuário depende para fazer sua pesquisa mais amena mas isso, em realidade, vai depender mais da rapidez e precisão do sistema acessado na recuperação da informação solicitada. &lt;br /&gt;        Dervin propõe que para algumas áreas de pesquisa como Ciência e Tecnologia, em função de sua complexidade e multiciplinariedade, incremente-se nas bibliotecas virtuais um lugar onde as pessoas possam fazer comentários sobre os documentos acessados, para que os demais usuários também possam ler e opinar a seu respeito. O "design" de um lugar onde as pessoas possam trocar opiniões pode ser um meio de mostrar aos usuários que o sistema, não simplesmente se preocupa com o acesso aos documentos, mas promove o intercâmbio e diálogo interdisciplinar. &lt;br /&gt;        Para Dervin, um bom inicio é a realização de ligações telefônicas sistemáticas aos usuários a fim de registrar suas opiniões e mais tarde divulgá-las on-line; dessa forma os usuários irão acostumando-se a saber que no sistema tem "alguém" ouvindo. Isto superaria as barreiras encontradas na administração das chamadas "áreas de sugestões" onde as pessoas simplesmente escrevem sugestões de rotina, sem nenhum conteúdo que possa levar a determinar o seu verdadeiro interesse. Não se trata de fazer um tipo de "relações públicas" mas de permitir uma autêntica intervenção humana que modifique a forma como as relações sociais estão sendo estabelecidas pelo avanço tecnológico na nossa época. &lt;br /&gt;        Por último, a professora Dervin expôs o fenômeno que ocorre atualmente nos Estados Unidos na área das bibliotecas virtuais. No setor público, o governo americano investiu um grande orçamento na edificação de dez grandes bibliotecas virtuais através da National Science Foundation Digital Library Iniciative, mas ele agora esta preocupado por não saber quem vai sustentar essas bibliotecas quando a verba da Iniciativa acabar, pois aparentemente não existe um público definido que possa arcar com as despesas. &lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;        Deve-se reconhecer a importância desta abordagem, pelo fato de encaminhar os estudos de usuário para uma compreensão mais humanista dos sistemas de informação, e por propor que esteja sempre em primeiro lugar a procura por conhecer melhor o usuário. Algumas das suas propostas fazem parte dos princípios teóricos da psicologia e da lingüística cognitiva. &lt;br /&gt;        A discussão proposta pela professora Devin sobre a necessidade de tornar o sistema de informação mais flexível, aceitando as diferenças, e construir assim um sistema mais responsável e democrático, coloca o usuário definitivamente como o agente que através de suas necessidades pessoais deve definir o sistema, fazendo dele algo realmente útil. &lt;br /&gt;        A abordagem de sense-making chama a atenção para a importância de que exista um diálogo aberto entre a iniciativa privada e a pública para estabelecer um respaldo mútuo aos trabalhos que vêm sendo feitos na área das bibliotecas virtuais, reafirmando a necessidade de que exista em todos os envolvidos na estruturação dos novos sistemas de informação um pouco mais de entendimento sobre as necessidades reais dos usuários. &lt;br /&gt; REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS &lt;br /&gt;DERVIN, B.; DEWDNEY, P. (1986). Neutral Questioning: a new approach to the reference interview. RQ, p. 506-513. &lt;br /&gt;DERVIN, B. (1989). Users as research inventions: how research categories perpetuate myths. Journal of Communication, v. 39, n. 3, p. 216-232. &lt;br /&gt;DERVIN, B.; CLARK, K. D. (1993). Communication and democracy: a mandate for procedural invention. In: SPLICHAL, S.; WASKO, J. ed. Communication and Democracy. Norwwod, NJ: Ablex, p. 103-140. &lt;br /&gt;DERVIN, B. (1994). Informação&lt;-&gt;Democracy: an examination of underlying assumptions. Journal of the American Society for Information Science, v. 45, n. 6, p. 369-87. &lt;br /&gt;FERREIRA, Sueli Mara S. P. (1996). Novos paradigmas da informação e novas percepções do usuário. Ciência da Informação, Brasília, v. 25, n. 2, p.217-223, maio-agosto 1996.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-1396794173581684678?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/1396794173581684678/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=1396794173581684678&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/1396794173581684678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/1396794173581684678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/09/design-de-bibliotecas-virtuais-centrado.html' title='DESIGN DE BIBLIOTECAS VIRTUAIS CENTRADO NO USUÁRIO'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-4670770820681287185</id><published>2011-09-19T09:02:00.000-07:00</published><updated>2011-09-19T09:05:03.370-07:00</updated><title type='text'>Design de biblioteca virtual centrado no usuário: a abordagem do Sense-Making para estudos de necessidades e procedimentos de busca e uso da informaçã</title><content type='html'>Design de biblioteca virtual centrado no usuário:&lt;br /&gt;a abordagem do Sense-Making para estudos de necessidades e procedimentos de busca e uso da informação*&lt;br /&gt;Sueli Mara S. P. Ferreira&lt;br /&gt;Resumo&lt;br /&gt;Analisa a abordagem do Sense-Making na busca e uso da informação. &lt;br /&gt;Palavras-chave&lt;br /&gt;Biblioteca virtual; Biblioteca eletrônica; Biblioteca digital; Design; Sense-Making.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falar de bibliotecas virtuais, tanto quanto de redes de comunicação, esbarra em uma questão básica: quem são os atuais usuários da rede e dos sistemas de informação? Como e por que os estão utilizando? Quais suas características? E, principalmente, como projetar sistemas e serviços que efetivamente satisfaçam a atual demanda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos recentes sobre uso das atuais tecnologias emergentes têm evidenciado que a tendência de comportamento dos usuários é buscar, cada vez mais, serviços: a) interativos, ou seja, que utilizem todos os recursos tecnológicos disponíveis para estimular e promover a participação da clientela, tanto na utilização como na produção e avaliação das informações a serem inseridas nos próprios serviços de informação que lhe estão sendo oferecidos; b) personalizados e contextualizados, o que significa: serviços comprometidos com grupos específicos de comunidades, tratando de identificar suas necessidades intrínsecas, "customizando", ou seja, personalizando produtos e serviços em função de pessoas ou grupos, e ainda tratando de contextualizar a informação (fornecer elos de compreensão para o usuário); c) relevantes com valor agregado, isto é, que venham ao encontro das expectativas e conveniências do consumidor, sendo muito questionada a vital importância da manutenção de diálogos constantes entre provedor e consumidor de informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma análise destes três aspectos nos leva a um repensar sobre o próprio conceito de informação. Vale refletir que qualquer informação só tem sentido quando integrada a algum contexto. A informação por si só se constitui em um dado incompleto, é o indivíduo que lhe atribui sentido a partir de suas experiências passadas e interesse futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ser humano raramente busca informação com um fim em si mesmo. Ao contrário, ela é parte de um processo de tomada de decisão, solução de problemas e/ou alocação de recursos. Portanto, qualquer tentativa de descrever padrões de busca de informação deve admitir o indivíduo como o centro do fenômeno e considerar a visão, necessidades, opiniões e problemas desse indivíduo como elementos significantes e influentes que merecem investigação, quer seja para o desenvolvimento de produtos e serviços em ambiente eletrônico, ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As tecnologias emergentes oferecem oportunidades para melhorar o gerenciamento de informações, os serviços e a colaboração interna e externa, bem como de oferecer serviços de acordo com a conveniência dos usuários traduzindo relevantes informações. Para isto, todavia, é exigido atualmente que o planejamento de toda e qualquer atividade de informação seja feito com base em pesquisas centradas no indivíduo, partindo-se de uma perspectiva cognitiva, buscando interpretar necessidades de informação tanto intelectuais como sociológicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sense-Making Approach&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre as atuais metodologias de estudos de usuários, a mais completa e abrangente, com grande número de adeptos em todo o mundo, é a abordagem intitulada Sense-Making Approach, apresentada ao público em maio de 1983 pela professora doutora Branda Dervin**, na International Communications Association Annual Meeting, em Dallas/TX/USA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como consiste na pontuação de premissas teóricas e conceituais e outras tantas metodologias relacionadas, a abordagem Sense-Making se propõe avaliar como pacientes/audiências/usuários/ clientes/cidadãos percebem, compreendem, sentem suas interações com instituições, mídias, mensagens e situações e usam a informação e outros recursos neste processo. Tem, portanto, como foco o fenômeno do Sense-Making***.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao definir, amplamente, em termos de uma série de suposições ontológicas e epistemológicas, como a atividade humana de observações, interpretação e compreensão do mundo exterior, inferindo-lhe sentidos lógicos, advindos do uso dos esquemas interiores, Dervin define essa atividade tanto como um comportamento interno (cognitivo), como externo (atitudes, reações em face do meio social) que permite ao indivíduo construir e projetar seus movimentos, suas ações através do tempo e espaço. A busca e uso de informação, portanto, é central para tal atividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A base conceitual do Sense-Making foi desenvolvida com suporte na teoria de vários estudiosos, como Bruner &amp; Piaget (cognição), Kuhn &amp; Habernas (constrangimento das ciências tradicionais e alternativas), Ascroft; Beltran &amp; Rolins (teórica crítica), Jackins &amp; Roger (teoria psicológica) e principalmente em Carter, teórico da comunicação, afirmando que o homem cria idéias para transpor as lacunas que lhes são apresentadas em decorrência da descontinuidade sempre presente na realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dervin e seus seguidores têm verificado a crescente adoção desta abordagem, tanto nas áreas de comunicação, informação e biblioteconomia, como na educação, assistência social, psicologia, medicina e outras. Tem sido empregada em estudos desenvolvidos com amostras desde 20 a cerca de 1000 elementos - principalmente teses de doutoramento, pesquisas acadêmicas, projetos encomendados e estudos empíricos. De maneira geral, as aplicações abrangem grande variedade de contextos (em pesquisas de opinião pública sobre política, processos de comunicação na área de saúde, estudos acerca de imagens organizacionais, recepção de audiência e, recentemente, sobre uso de telecomunicações) e a uma variedade de níveis analíticos (individual, grupal, organizacional, comunitário, cultural).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Workshop - "Design de bibliotecas virtuais centrado no usuário"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reunindo estes três grandes temas - Design de Bibliotecas Virtuais, Estudos de Necessidades de Informação e o Sense-Making Approach -, foi projetado o workshop Design de Bibliotecas Virtuais Centrado no Usuário: a abordagem do Sense-Making para estudo de comportamento e busca e uso de informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ministrado pela professora Brenda Dervin, no período de 17 a 21 de março de 1997, teve como proposta apresentar e discutir usos e implementações de abordagens sistêmicas interpretativas para estudos de usuários e parâmetros norteadores para o design e avaliação de bibliotecas virtuais, partindo dos resultados obtidos com tais estudos. O respaldo metodológico de todo o workshop foi a abordagem do Sense-Making.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com vistas a identificar pares, motivar estudos e criar uma massa crítica sobre o tema em nível nacional, o Grupo de Trabalho sobre Biblioteca Virtual do Comitê Gestor Internet-Brasil, em seu Programa de Capacitação Docente, promoveu a participação de representantes de cada uma das Coordenadorias Regionais da Associação Brasileira de Escolas de Biblioteconomia e Documentação (ABEBD) e de cada um dos cursos de pós-graduação vinculados à Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação (Ancib).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os 16 docentes beneficiados com este programa assumiram, em contrapartida, a responsabilidade de difundir e servir de veículo multiplicador de informações à comunidade de sua região e/ou instituição. Mais adiante, encontram-se relacionados os seminários de divulgação já promovidos e/ou agendados com o objetivo de atender este compromisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Identificação dos participantes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o número de vagas tenha sido delimitado a 40, a grande procura acarretou o número de 57 participantes, 42 fixos e 15 freqüentando apenas sessões esporádicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre estes, encontram-se professores universitários (a maioria), representantes de associações de classe, bibliotecários de sistemas de informação e analistas de sistema. As linhas de atuação e especialidade dos participantes são as seguintes: controle bibliográfico; representação; indexação; serviço de referência, ciência da informação; ensino de biblioteconomia; automação; ciência da computação; metodologia de pesquisa; terminologia; informação para educação; informação para biblioteconomia; administração de bibliotecas; administração de recursos humanos; planejamento estratégico; bibliotecas digitais; gestão da qualidade; editoração eletrônica; bibliotecas públicas; bibliotecas escolares em ciência e tecnologia; informação em novas tecnologias; epistemologia; antropologia; estatística; novas tecnologias aplicadas à educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metodologia e programa de trabalho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os trabalhos da semana foram organizados de maneira a que todas manhãs fossem dedicadas a revisões teóricas dos temas específicos do programa, utilizando-se do recurso de tradução consecutiva, e as tardes a atividades em grupo com exercícios práticos, leituras, reflexão sobre temas específicos e avaliações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O programa de trabalho contemplou os seguintes tópicos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Necessidades e busca de informação: conceitos. Foco nos aspectos filosóficos e metodológicos relacionados a estudos de necessidade, comportamento da informação e dos usuários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O processo de "produzir sentido" (Sense-Making). A abordagem do Sense-Making: a história de seu desenvolvimento teórico, aspectos filosóficos de suas aplicações para estudos de usuários, necessidade, busca e uso da informação. A metáfora gapbridging. Definição de conceitos como tempo, espaço, poder, motivação, restrições e, ainda, aplicação destes conceitos para se compreenderem os usuários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Como projetar estudos utilizando a abordagem do Sense-Making. Comparação entre as práticas de pesquisa. Os aspectos de continuidade dos estudos de usuários versus desenvolvimento tecnológico constante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Coleta de dados, utilizando a teoria do Sense-Making para desenvolver entrevistas para pesquisa específicas. Tipos de entrevistas: micromoment timeline, abbreviated time-line, focus group, time-spanning, help chainging, com o emprego da teoria para guiar a prática da entrevista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Prática: como aplicar resultados de estudos de usuários para a projeção de sistemas de informação e bibliotecas virtuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avaliação final&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em conjunto com a professora Brenda Dervin e utilizando a bordagem do Sense-Making, foi elaborado um instrumento de avaliação para ser preenchido pelos participantes em diferentes etapas do workshop. Este instrumento, distribuído logo no primeiro dia e disponível permanentemente aos interessados em enviar sugestões e comentários, foi aplicado em dois momentos específicos: no terceiro dia de atividades, objetivando uma análise pontual de um dos tópicos em discussão e, ao final da semana, visando a uma avaliação global. Os dados compilados com esses formulários estão disponíveis no endereço: URL: http://www.eca.usp.br/eca/prof/sueli/workshop.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De maneira geral, pode-se afirmar que o workshop atingiu seus propósitos de incitar reflexões sobre os usuários de bibliotecas virtuais a um grande grupo de profissionais, divulgar a abordagem do Sense-Making, cultivar adeptos, iniciar atividades e trabalhos cooperativos com outras instituições. Vários são os fatores que levam a esta constatação. Por um lado, tem-se a expressiva demanda, a dispersão geográfica dos participantes, as entidades representadas e, principalmente, o alto nível de companheirismo e espírito de grupo que uniu os participantes durante toda a semana. Sem dúvida, essa união - cujo mérito é todo da estimulante professora Brenda - favoreceu os excelentes resultados obtidos. Por outro lado, no curto espaço de três meses que sucederam o workshop, um grupo de pesquisa já foi constituído, uma lista de discussão eletrônica está em vias de ser implementada e vários seminários já foram promovidos e/ou agendados pelos participantes docentes para repasse das informações obtidas. São eles:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Seminário ABEBD da região Sudeste. São Carlos, 08 de maio de 1997. Palestra - A Abordagem do Sense-Making. Proferida pela professora Elizabeth Márcia Martucci da UFSCar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Seminário Globalização, informação e desenvolvimento humano sustentável: um desafio para os profissionais da informação e da comunicação. Goiânia-GO, 01 a 04 de junho de 1997. Promoção da Faculdade de Comunicação e Biblioteconomia da Universidade Federal de Goiás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Palestra - Estudos de usuários e a abordagem do Sense-Making. Proferida pelo professor doutor Eduardo J. W. Dias da UFMG, como representante do Grupo Centro-Oeste da ABEBD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Seminário Globalização, informação e desenvolvimento humano sustentável: um desafio para os profissionais da informação e da comunicação. Goiânia-GO, 01 a 04 junho de 1997. Promoção da Faculdade de Comunicação e Biblioteconomia da Universidade Federal de Goiás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Palestra - Os periódicos eletrônicos como caso de Sense-Making. Proferida por Sueli Gomes do IBICT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; VI Encontro de Cursos de Biblioteconomia da Região Sul da ABEBD. Florianópolis-SC, 12 a 14 de junho de 1997.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Palestra - Design de bibliotecas virtuais centrado no usuário: a abordagem do Sense-Making para estudo de necessidades e comportamento de busca e uso da informação. Proferida pela professora Maria Lourdes Blatt Ohira - Udesc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Encontro de Cursos de Biblioteconomia da Região Leste. Niterói, 25 a 27 de junho de 1997. Palestra - Sense-Making, proferida pela professora Sandra Rebel da UFF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação. Simpósio sobre formação e desempenho profissional no âmbito da biblioteconomia no Mercosul. São Luís, MA, 24 a 31 de julho de 1997. Seminário: Abordagem do Sense-Making na Pesquisa em Biblioteconomia. Proferida pela professora doutora Sueli Mara S.P. Ferreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Seminário na Universidade Federal do Paraná, previsto para agosto de 1997, a ser proferido pela professora Patrícia Zeni Marchiori.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Seminário na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, previsto para setembro de 1997, a ser proferido pela professora Jussara Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;User-centered design of virtual library: the Sense-Making approach to study the information needs seeking and use&lt;br /&gt;Abstract &lt;br /&gt;The article analyses the aspects of Sense-Making approach in the search and use of information. &lt;br /&gt;Keywords&lt;br /&gt;Virtual library; Electronic library; Digital library; Design; Sense-Making.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sueli Mara S. P. Ferreira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professora doutora do Departamento de Biblioteconomia e Documentação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. &lt;br /&gt;smferrei@usp.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Relatório do workshop promovido pelo Departamento de Biblioteconomia e Do-cumentação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, com apoio do Grupo de Trabalho sobre Biblioteca Virtual do Comitê Gestor Internet-Brasil, de 17 a 21 de mar-ço de 1997, sob coordenação da professora doutora Sueli Mara S.P. Ferreira. Informações adicionais em: URL: http://www.eca.usp.br/eca/prof/sueli/workshop.htm&lt;br /&gt;** Professora titular no Departamento de Comunicações da Ohio State University. Foi professora da Escola de Comunicações da University of Washington e na School of Information Transfer da Syracuse University. Recebeu seu Ph.D. em Comunicações pela Michigan State University. Antiga presidente e agora membro honorário da ICA/International Communication Association. Concentra suas pesquisas em necessidades de informação, procedimentos de busca e uso da informação, comunicação/informação e democracia, design de sistemas de informação no usuário, teoria de comunicação, aplicações filosóficas e culturais de comunicação/informação. Foi a autora mais citada nos últimos dois anos, segundo estudos feitos no Social Science Citation Index. &lt;br /&gt;*** Conforme mensagem eletrônica, recebida recentemente da professora Brenda Dervin, seu grupo de seguidores instituiu, desde final do ano de 1994, o uso de letras maiúsculas para se referir à abordagem e minúsculas para o fenômeno.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-4670770820681287185?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-19651997000200014&amp;script=sci_arttext' title='Design de biblioteca virtual centrado no usuário: a abordagem do Sense-Making para estudos de necessidades e procedimentos de busca e uso da informaçã'/><link rel='enclosure' type='' href='http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-19651997000200014&amp;script=sci_arttext' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/4670770820681287185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=4670770820681287185&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/4670770820681287185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/4670770820681287185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/09/design-de-biblioteca-virtual-centrado.html' title='Design de biblioteca virtual centrado no usuário: a abordagem do Sense-Making para estudos de necessidades e procedimentos de busca e uso da informaçã'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-9108883261766595881</id><published>2011-09-14T09:51:00.000-07:00</published><updated>2011-09-14T09:51:40.565-07:00</updated><title type='text'>BibMargarida: Diagnostico em bibliotecas publicas</title><content type='html'>&lt;a href="http://bibmargarida.blogspot.com/2011/09/diagnostico-em-bibliotecas-publicas_14.html"&gt;BibMargarida: Diagnostico em bibliotecas publicas&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-9108883261766595881?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/09/diagnostico-em-bibliotecas-publicas_14.html' title='BibMargarida: Diagnostico em bibliotecas publicas'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/9108883261766595881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=9108883261766595881&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/9108883261766595881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/9108883261766595881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/09/bibmargarida-diagnostico-em-bibliotecas.html' title='BibMargarida: Diagnostico em bibliotecas publicas'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-1806573808627612706</id><published>2011-09-14T09:44:00.001-07:00</published><updated>2011-09-14T09:45:48.967-07:00</updated><title type='text'>Diagnostico em bibliotecas publicas</title><content type='html'>Descrição&lt;br /&gt;Autor: Adalberto Diehl Rodriguez&lt;br /&gt;Ano: 2008&lt;br /&gt;Páginas: 111&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compreender o contexto de uma biblioteca pública e o papel social e cultural desempenhados por esta instituição em uma comunidade requer conhecimento e prática de ferramentas capazes de situar o gestor em meio à mobilidade e a manipulação de um conjunto de objetos muitas vezes abstratos. O presente guia propõe a prática do diagnóstico como um meio de conhecer a realidade da biblioteca pública, seus problemas e suas potencialidades. O leitor aprenderá que a biblioteca pública é uma instituição dotada de níveis decisórios, cuja compreensão é definida pelo uso do dignóstico nas funções administrativas de planejamento e controle, tornando-se apto a identificar os problemas existentes em uma biblioteca pública, transformar os problemas em objetivos, conceituar variáveis e indicadores pertinentes à análise da situação e propor soluções que alimentem um projeto orientado para o alcance dos objetivos institucionais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-1806573808627612706?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.lojamais.com.br/Loja/emp_mostraprod.aspx?codemp=8102&amp;codproduto=215078#descricao' title='Diagnostico em bibliotecas publicas'/><link rel='enclosure' type='' href='http://www.lojamais.com.br/Loja/emp_mostraprod.aspx?codemp=8102&amp;codproduto=215078#descricao' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/1806573808627612706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=1806573808627612706&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/1806573808627612706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/1806573808627612706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/09/diagnostico-em-bibliotecas-publicas_14.html' title='Diagnostico em bibliotecas publicas'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-1683497456705776911</id><published>2011-09-14T09:35:00.000-07:00</published><updated>2011-09-14T09:38:20.559-07:00</updated><title type='text'>Diagnóstico em bibliotecas públicas</title><content type='html'>http://extralibris.org/concursos/2008/12/04/diagnostico-em-bibliotecas-publicas/&lt;br /&gt;Diagnóstico em bibliotecas públicas&lt;br /&gt;Um grande livro na biblioteconomia. Na minha opinião, este “Diagnóstico em Bibliotecas Públicas: Guia para a solução de problemas a partir o reconhecimento de situações decisórias na instituição”, de Adalberto Diehl Rodriguez, publicado pela Armazem Digital, é o principal lançamento da biblioteconomia brasileira desde o “Introdução à Biblioteconomia” de Edson Nery da Fonseca. Exagero? Vá ler. Este livro é fantástico. Ainda não está sendo solicitado em concursos, mas não tenho dúvidas de que isso não demorará a acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, o autor é um profissional atuante, que escreve muitíssimo bem, escrevendo sobre sua profissão. A gente precisa mais disso. Precisamos que nossos profissionais escrevam, compartilhem suas preocupações diárias conosco em livros. Foi o que Adalberto fez. Ele que desde 2002 comanda a Biblioteca Pública de Alvorada, RS, e que chegou a manter um blog, muito bom, na ExtraLibris em tempos idos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso que este livro seja lido. As bibliotecas públicas sofrem com falta de tudo, não devem sofrer também por nossa culpa. E o diagnóstico é o primeiro passo para saber por onde começar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É impressionante o número de pontos de verificação (checklists) que Adalberto coloca no livro. E o melhor é que ele pediu licença a ninguém (leia-se: poucas citações). São pontos que sua própria experiência e vivência em bibliotecas públicas mostram ser importantes. O livro também traz esquemas e quadros para melhor visualização das situações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu fico muito feliz quando leio (página 51) a resposta à pergunta abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“c) A biblioteca realiza um esforço para assegurar a disponibilidade de uma obra e as maiores facilidades possíveis de seu acesso aos usuários?”&lt;br /&gt;E a resposta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Uma biblioteca em que não é encontrado um título de divulgação e procura atual tende a perder usuários. A biblioteca que não pensa em facilitar ao máximo a aquisição de títulos para os usuários está abrindo as portas para que estes usuários abandonem sua frequência e uso.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é de bibliotecas públicas que estamos falando. Bibliotecas públicas devem se preocupar em manter usuários, sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Diagnóstico em Bibliotecas Públicas: Guia para a solução de problemas a partir o reconhecimento de situações decisórias na instituição”", de Adalberto Diehl Rodriguez, é um livro que todo bibliotecário deve ler e se debruçar sobre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Força nos estudos!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s.: Adalberto é sagitariano, assim como eu, Edson Nery e mais um bom número de ótimo bibliotecários que conheço.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-1683497456705776911?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://extralibris.org/concursos/2008/12/04/diagnostico-em-bibliotecas-publicas/' title='Diagnóstico em bibliotecas públicas'/><link rel='enclosure' type='' href='http://extralibris.org/concursos/2008/12/04/diagnostico-em-bibliotecas-publicas/' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/1683497456705776911/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=1683497456705776911&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/1683497456705776911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/1683497456705776911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/09/diagnostico-em-bibliotecas-publicas.html' title='Diagnóstico em bibliotecas públicas'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-3807393823081975507</id><published>2011-09-14T09:22:00.000-07:00</published><updated>2011-09-14T09:33:33.915-07:00</updated><title type='text'>ENTRE A ACADEMIA E A BIBLIOTECA PÚBLICA: O METAESPAÇO</title><content type='html'>ENTRE A ACADEMIA E A BIBLIOTECA PÚBLICA: O METAESPAÇO COMO LOCUS DISCURSIVO&lt;br /&gt;Adalberto Diehl Rodriguez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESUMO:  A partir da afirmativa de que a relação entre Academia e Biblioteca &lt;br /&gt;Pública pode ser observada, o trabalho questiona qual é o espaço privilegiado para &lt;br /&gt;tal observação e como o mesmo pode ser avaliado. Fundamentado na Teoria &lt;br /&gt;Sistêmica de Luhmann, admite que as instituições sugeridas dependem de um &lt;br /&gt;metaespaço comunicativo onde a relação se torne compreensível. O  locus em &lt;br /&gt;questão é aquele realizado na totalidade dos eventos congregadores, tais como os &lt;br /&gt;fóruns, encontros e simpósios. A partir da documentação desse espaço e de sua &lt;br /&gt;referência em artigos de periódicos eletrônicos de livre acesso na web, elaborou-se &lt;br /&gt;uma pesquisa na Base de Dados Referenciais em Ciência da Informação (BRAPCI). &lt;br /&gt;A pesquisa levantou os artigos de periódicos eletrônicos publicados no Brasil, entre &lt;br /&gt;2005 e 2009, alusivos à temática sugerida, através da busca pela expressão &lt;br /&gt;“Biblioteca Pública” na consulta Palavras-chaves. A seguir, analisou as referências &lt;br /&gt;constantes dos artigos de periódicos recuperados pelo levantamento bibliográfico, &lt;br /&gt;relativas às comunicações científicas em eventos. Por fim, estudou nas referências &lt;br /&gt;os indicadores qualificação do metaespaço, abrangência geográfica, data e &lt;br /&gt;quantidade de referências. Os resultados apuraram que apenas quatro artigos &lt;br /&gt;alusivos à temática Biblioteca Pública, dentre dezessete, nos últimos cinco anos, &lt;br /&gt;referenciaram comunicações científicas. De 294 documentos referenciados em todos &lt;br /&gt;os artigos, apenas seis documentam metaespaços. O intervalo de tempo entre o &lt;br /&gt;artigo citante e o metaespaço referenciado variou de três a onze anos. O trabalho &lt;br /&gt;conclui que  a produção acadêmica focada na Biblioteca Pública através de artigos &lt;br /&gt;de periódico é ínfima.  Considera que é raro o uso dos metaespaços como &lt;br /&gt;promotores do discurso comum entre Academia e Biblioteca Pública. Apura que as &lt;br /&gt;pautas formadoras do discurso nos metaespaços ainda persistem com uma &lt;br /&gt;significativa passagem de tempo. Sugere, por fim, uma maior interatividade na &lt;br /&gt;relação entre Academia e Biblioteca Pública, bem como a busca de um maior &lt;br /&gt;impacto por parte dos metaespaços próprios do discurso comum entre as &lt;br /&gt;instituições relacionadas.&lt;br /&gt;                                                &lt;br /&gt;*&lt;br /&gt; Bacharel em Biblioteconomia e Especialista em Projetos Sociais e Culturais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Aluno de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da Universidade Federal do Rio Grande  do Sul. Coordenador da Biblioteca Pública Municipal de Alvorada (RS) e autor das obras  Diagnóstico em Bibliotecas Públicas: guia para a solução de problemas a partir do reconhecimento de situações decisórias na instituição (Porto Alegre: &lt;br /&gt;Armazém Digital, 2008) e  A Condição Civilizatória: uma visão essencialista da informação, da inovação e do conhecimento  (Leme: Mundo Jurídico, 2010), vencedora do I Concurso Literário da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PALAVRAS-CHAVE: Academia, Biblioteca Pública, Comunicação Científica&lt;br /&gt;1 INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;Relacionar Academia e Biblioteca Pública constitui uma construção reflexiva &lt;br /&gt;que foge ao óbvio. Fosse tal relação proposta entre Biblioteca Universitária e &lt;br /&gt;Academia, firmar-se-ia uma construção muito mais evidente. Mas relacionar&lt;br /&gt;Academia e Biblioteca Pública pressupõe uma complexidade maior, considerando-se &lt;br /&gt;a expressão de dois domínios distintos. &lt;br /&gt;Não obstante a distinção, é mister haver um denominador comum de visão, &lt;br /&gt;ou tal associação seria inviável. Isso não significa necessariamente uma intersecção entre os campos, fundamentada numa racionalidade subjetiva, na qual o sujeito e o objeto emergem com muita propriedade, dependendo de como os fatos são vistos. 3Em outras palavras: para relacionar as instituições sugeridas é preciso observá-las, mas qual delas constitui um espaço privilegiado para a observação da relação?&lt;br /&gt; Uma avaliação da Biblioteca Pública pela Academia possibilita questionar &lt;br /&gt;cientificamente a primeira. Mas uma avaliação da Academia pela Biblioteca Pública &lt;br /&gt;tem razão  de ser no debate amplo, quanto ao fato de a primeira estar ou não &lt;br /&gt;conseguindo problematizar as necessidades da segunda como objeto de estudo. A &lt;br /&gt;interrogação é o ponto de partida para este trabalho, que visa discutir o elo entre as instituições propostas, e como este elo pode ser observado e avaliado.&lt;br /&gt;Academia e Biblioteca Pública podem ser vistas numa perspectiva sistêmica, &lt;br /&gt;como a proposta por Luhmann (1996), pois não se confundem: são estruturas &lt;br /&gt;formadas numa perspectiva particular, diferenciadas do ambiente em que se &lt;br /&gt;encontram presentes. São sistemas fechados, auto-suficientes para atualizarem &lt;br /&gt;suas estruturas internas a partir da seleção que são capazes de fazer perante os &lt;br /&gt;influxos que observam nas mudanças do ambiente. Usando um termo tomado de &lt;br /&gt;empréstimo da Biologia, por Luhmann, os sistemas são autopoiéticos.&lt;br /&gt;Assim, a Biblioteca Pública e a Academia observam-se mutuamente sem que &lt;br /&gt;suas próprias estruturas e funções se confundam com aquelas observadas. Na &lt;br /&gt;verdade, sequer trata-se de uma observação direta: um sistema sempre observa a si (auto-observação) ou a observação de outro sistema a si (hetero-observação). O &lt;br /&gt;denominador comum de visão que viabiliza a associação entre os domínios depende &lt;br /&gt;de um observador de segunda ordem, que possa reunir, num único espaço e &lt;br /&gt;momento as distintas observações, observador esse situado num espaço entre a &lt;br /&gt;poiesis e a praxis: o metaespaço da comunicação científica. &lt;br /&gt;2.2 A Razão para Relacionar Academia e Biblioteca Pública&lt;br /&gt;Nos últimos anos, as políticas públicas brasileiras têm produzido uma série de &lt;br /&gt;atualizações a partir de demandas específicas dependentes de observações ligadas &lt;br /&gt;à Biblioteca Pública. São observações tão relevantes que, no Plano Nacional do &lt;br /&gt;Livro e da Leitura (PNLL), de 2005, a participação das bibliotecas públicas é &lt;br /&gt;lembrada em todos os seus eixos de ação  – do fomento à leitura, à economia do &lt;br /&gt;livro. Também na segunda edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, &lt;br /&gt;realizada pelo Instituto Pró-Livro, em 2008, apontou-se a necessidade de expandirse a freqüência e o uso das bibliotecas municipais pela população. &lt;br /&gt;A relação entre incentivo à leitura, fortalecimento de bibliotecas públicas e &lt;br /&gt;desenvolvimento econômico e social não  constitui um elo novo para os &lt;br /&gt;bibliotecários. Estes profissionais, dentre os quais destaca-se Emir Suaiden (1980), &lt;br /&gt;já o afirmavam no início dos anos oitenta. Desde aquela época, várias tentativas de &lt;br /&gt;buscar a definição de políticas próprias para o desenvolvimento das bibliotecas &lt;br /&gt;públicas e do incentivo à leitura culminaram com o PNLL, quando o Ministério da &lt;br /&gt;Cultura apresentou um documento elaborado a partir do debate entre representantes &lt;br /&gt;de toda a cadeia de produção do livro, onde foram discutidas as prioridades que &lt;br /&gt;deveriam orientar uma política nacional de incentivo à leitura, cujo componente &lt;br /&gt;fundamental é o desenvolvimento de bibliotecas publicas.&lt;br /&gt;Pode-se considerar o PNLL como uma vitória para todos os profissionais da &lt;br /&gt;informação, sobretudo para os bibliotecários que insistiram por décadas na &lt;br /&gt;necessidade de políticas voltadas ao desenvolvimento de bibliotecas públicas. Não &lt;br /&gt;obstante, se há hoje o reconhecimento da biblioteca pública no contexto prático de afirmação das políticas, como a instituição é reconhecida em sua dimensão teórica pelos bibliotecários e cientistas da informação? &lt;br /&gt;A importância dessa pergunta tornase visível porquanto a ação política requeira que haja competências para serem &lt;br /&gt;desenvolvidas, competências cujo foro privilegiado reside no corpo de &lt;br /&gt;conhecimentos constituídos pela Biblioteconomia. O desenvolvimento das políticas &lt;br /&gt;públicas requer que os profissionais atuantes na instituição Biblioteca Pública &lt;br /&gt;detenham, portanto, não só comprometimento com a instituição, mas também &lt;br /&gt;conhecimento de seu sistema, como um conjunto de conhecimentos bibliotecários &lt;br /&gt;pertinentes a essa área. &lt;br /&gt;Nesse sentido, a razão para relacionar Academia e Biblioteca Pública &lt;br /&gt;justifica-se no reconhecimento da dimensão teórica, fundamental para o &lt;br /&gt;aprimoramento dos profissionais que atuam nas bibliotecas públicas. Esse &lt;br /&gt;reconhecimento depende de resposta a duas perguntas: o que se tem produzido na &lt;br /&gt;temática Biblioteca Pública e quais são as suas fontes? Investigar essas questões &lt;br /&gt;permite que se descubra o  estado da arte  da temática no Brasil. É na heteroobservação dessa necessidade que a Academia atualiza a sua agenda de &lt;br /&gt;pesquisas,  desenvolvendo estudos potentes para a pauta. &lt;br /&gt;5 CONSIDERAÇÕES FINAIS&lt;br /&gt;A produção acadêmica focada na Biblioteca Pública através de artigos de &lt;br /&gt;periódico é ínfima. A constatação é preocupante, considerando-se que a partir do &lt;br /&gt;PNLL exige-se um posicionamento estratégico das bibliotecas públicas em torno do &lt;br /&gt;desenvolvimento da leitura no país. A ausência de uma quantidade maior de artigos &lt;br /&gt;sobre a temática indica que há pouca produção de investigação na área.&lt;br /&gt;Entretanto, mesmo entre os poucos artigos acerca da temática proposta, há &lt;br /&gt;uma quantidade inexpressiva de referências alusivas às comunicações científicas, o &lt;br /&gt;que indica o raro uso dos metaespaços como promotores do discurso comum entre &lt;br /&gt;Academia e Biblioteca Pública. No que diz respeito às bibliotecas públicas, os &lt;br /&gt;eventos que lhe são próprios tendem a esgotar-se em seu acontecimento, sem que &lt;br /&gt;sua memória registrada seja reutilizada como referência para novos trabalhos.&lt;br /&gt;Deve-se considerar, ainda, que os metaespaços, quando citados em um &lt;br /&gt;artigo, dataram de pelo menos três anos anteriores, chegando mesmo a doze anos. &lt;br /&gt;Isso significa que as pautas formadoras do discurso nos metaespaços ainda &lt;br /&gt;persistem com uma significativa passagem de tempo. Há a necessidade de se &lt;br /&gt;investigar se trata-se de problemas ainda não solucionados.&lt;br /&gt;A observação mútua entre Biblioteca Pública e Academia necessita de uma &lt;br /&gt;atualização, dada pelo observador de segunda ordem, o pesquisador. Deve haver &lt;br /&gt;incentivo para que os bibliotecários comprometidos com o serviço público dediquemse à investigação científica através da Academia, tanto quanto os pesquisadores acadêmicos dediquem-se ao estudo das problemáticas apontadas pelos &lt;br /&gt;bibliotecários na Biblioteca Pública. Requer-se uma maior produção de artigos nesse 11&lt;br /&gt;âmbito, tanto quanto um maior impacto por parte dos metaespaços próprios do &lt;br /&gt;discurso comum entre Academia e Biblioteca Pública, de modo a gerar contribuições &lt;br /&gt;importantes ao pensamento dos profissionais e pesquisadores bibliotecários.&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;br /&gt;BRASIL. PNLL: Plano Nacional do Livro e da Leitura. Brasília: Ministério da Cultura, &lt;br /&gt;Ministério da Educação, 2005. Disponível para  download em: &lt;br /&gt;&lt;http://www.pnll.gov.br&gt;. Acesso em: 19.10.2009.&lt;br /&gt;CARRIZO SAINERO, Gloria; RODRIGUEZ-LÁZARO, Antonio Franco; DEL AMO, &lt;br /&gt;Pilar Ordás. Historia de las Técnicas Estadísticas Aplicadas a los Estudios de &lt;br /&gt;Usuarios. In: A.H.E.P.E. Historia de la Probabilidad y la Estadística (III). Madrid: &lt;br /&gt;Delta Publicaciones Universitarias, 2006.&lt;br /&gt;CBO: Classificação Brasileira de Ocupações. Brasília: Ministério do Trabalho e &lt;br /&gt;Emprego, 2002. Disponível em: &lt;http://www.mtecbo.gov.br/cbosite/pages/home.jsf.&gt; &lt;br /&gt;Acesso em 19.10.2009.&lt;br /&gt;ESCOBAR MELO, Hugo. Saber, Sujeto y sociedad: una década de investigación &lt;br /&gt;en psicología. Bogotá: Pontificia Universidad Javeriana, 2006.&lt;br /&gt;FONSECA, Edson Nery da (org.). Bibliometria: teoria e prática. 9. ed. São Paulo: &lt;br /&gt;Cultrix, EDIUSP, 1993.&lt;br /&gt;LUHMANN, Niklas.  Introducción a la Teoría de Sistemas. México (D.F.): &lt;br /&gt;Universidad Iberoamericana, 2002.&lt;br /&gt;ORTELLADO, Pablo. As Políticas Nacionais de Acesso à Informação Científica. &lt;br /&gt;Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v. 4, n. 2, p.186-195, set. 2008.&lt;br /&gt;RETRATOS da Leitura no Brasil. [S.l.]: Instituto Pró-Livro, 2008.&lt;br /&gt;SUAIDEN, Emir.  Biblioteca Pública Brasileira: desempenho e perspectivas. São &lt;br /&gt;Paulo: Lisa; Brasília: INL, 1980.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-3807393823081975507?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.bn.br/snbp/simposioV/TextoAdalbertoRodrigues.pdf' title='ENTRE A ACADEMIA E A BIBLIOTECA PÚBLICA: O METAESPAÇO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/3807393823081975507/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=3807393823081975507&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/3807393823081975507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/3807393823081975507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/09/entre-academia-e-biblioteca-publica-o.html' title='ENTRE A ACADEMIA E A BIBLIOTECA PÚBLICA: O METAESPAÇO'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-1262432843757651497</id><published>2011-09-03T09:10:00.000-07:00</published><updated>2011-09-03T09:17:24.298-07:00</updated><title type='text'>A gestão da qualidade em serviços de informação no Brasil: uma nova revisão de literatura</title><content type='html'>http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/viewFile/58/261&lt;br /&gt;A gestão da qualidade em serviços de informação no Brasil uma nova revisão de literatura, de 1997 a 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descreve a implantação da gestão da qualidade em serviços de&lt;br /&gt;informação no Brasil, por meio de revisão de literatura nacional, com o objetivo&lt;br /&gt;de complementar a revisão de literatura publicada em 1998 e apresentar um&lt;br /&gt;novo panorama, com trabalhos publicados e divulgados a partir de 1997,&lt;br /&gt;objetivando  contribuir para o avanço das discussões a respeito da aplicação da&lt;br /&gt;gestão da qualidade em serviços de informação no Brasil e adicionar um novo&lt;br /&gt;estudo teórico sobre o tema.&lt;br /&gt;Palavras-chave:  Gestão da qualidade; Serviços de informação&lt;br /&gt;Recebido em 17.10.2005 Aceito em 27.03.2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-1262432843757651497?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/viewFile/58/261' title='A gestão da qualidade em serviços de informação no Brasil: uma nova revisão de literatura'/><link rel='enclosure' type='' href='http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/viewFile/58/261' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/1262432843757651497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=1262432843757651497&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/1262432843757651497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/1262432843757651497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/09/gestao-da-qualidade-em-servicos-de.html' title='A gestão da qualidade em serviços de informação no Brasil: uma nova revisão de literatura'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-5553096867455655301</id><published>2011-09-03T09:07:00.000-07:00</published><updated>2011-09-03T09:10:20.435-07:00</updated><title type='text'>O SERVIÇO DE REFERÊNCIA DA BIBLIOTECA CENTRAL DA UFSC E O PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO DO USUÁRIO:</title><content type='html'>O SERVIÇO DE REFERÊNCIA DA BIBLIOTECA CENTRAL Da UFSC E O PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO DO USUÁRIO:desenvolvimento de uma ferramenta colaborativa com base na tecnologia wiki.&lt;br /&gt;Fernanda Schweitzer&lt;br /&gt;Resumo: Relato das atividades desenvolvidas durante o estágio curricular do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal de Santa Catarina. Discorre sobre as mudanças ocorridas nas bibliotecas universitárias decorrentes da nova demanda de usuários e das novas tecnologias. Ressalta a importância do desenvolvimento de novos produtos e serviços na Biblioteca Universitária para satisfação dos usuários o campus. Contextualiza o setor de referência inserido na biblioteca universitária. Enfatiza a importância do  Programa de Capacitação do Usuário. Demonstra o desenvolvimento de uma ferramenta colaborativa com base na tecnologia wiki, para servir como apoio ao Programa de Capacitação de Usuário. Conclui que o profissional bibliotecário deve assumir cada vez mais seu papel de educador para o uso dos recursos informacionais.&lt;br /&gt;Palavras-Chave: Biblioteca Universitária. Serviço de Referência. Educação do usuário. Wiki&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-5553096867455655301?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.febab.org.br/rbbd/ojs-2.1.1/index.php/rbbd/article/viewFile/91/97' title='O SERVIÇO DE REFERÊNCIA DA BIBLIOTECA CENTRAL DA UFSC E O PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO DO USUÁRIO:'/><link rel='enclosure' type='' href='http://www.febab.org.br/rbbd/ojs-2.1.1/index.php/rbbd/article/viewFile/91/97' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/5553096867455655301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=5553096867455655301&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/5553096867455655301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/5553096867455655301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/09/o-servico-de-referencia-da-biblioteca.html' title='O SERVIÇO DE REFERÊNCIA DA BIBLIOTECA CENTRAL DA UFSC E O PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO DO USUÁRIO:'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-955678269811400901</id><published>2011-08-25T10:46:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T10:49:00.346-07:00</updated><title type='text'>Bibliotecas públicas: bibliotecas para o público</title><content type='html'>http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2011/08/Texto01.pdf&lt;br /&gt;Bibliotecas públicas: bibliotecas para o público&lt;br /&gt;algumas notas para uma reflexão estratégica sobre as bibliotecas públicas&lt;br /&gt;Por  Filipe Leal&lt;br /&gt;Biblioteca Municipal de Vendas Novas&lt;br /&gt;Resumo&lt;br /&gt;É feita uma reflexão em torno da biblioteca pública na comunidade que serve, designadamente o seu posicionamento &lt;br /&gt;estratégico perante esta, os serviços prestados e a cultura &lt;br /&gt;organizacional que lhe está subjacente. No âmbito da filosofia de funcionamento apresentada, que pressupõe que a biblioteca pública seja equacionada em função do público que &lt;br /&gt;serve, são ainda abordadas as questões de promoção da &lt;br /&gt;leitura, estratégias de funcionamento globais adequadas à &lt;br /&gt;realidade nacional e ainda a qualificação sistemática dos recursos disponíveis.&lt;br /&gt;A tese presente no título desta comunicação (bibliotecas públicas: bibliotecas &lt;br /&gt;para o público) parece ser uma daquelas ideias tão óbvias que carecem de uma &lt;br /&gt;abordagem mais aprofundada. Todavia, será que esta tese é efectivamente posta &lt;br /&gt;em prática nas bibliotecas públicas portuguesas?&lt;br /&gt;Essencialmente, podemos perspectivar o funcionamento de uma biblioteca pública &lt;br /&gt;em função dos recursos disponíveis ou em função da comunidade a servir. Em Portugal, consciente ou inconscientemente, tem-se optado pela primeira destas opções. &lt;br /&gt;Não é pois de admirar que ao tentarmos caracterizar as nossas organizações deparemos com o seguinte quadro institucional: &lt;br /&gt; missão institucional: adquirir, tratar, organizar e disponibilizar documentos&lt;br /&gt; organização dos fundos documentais segundo sistemas disciplinares de saberes&lt;br /&gt; perspectivação dos serviços em função dos recursos documentais&lt;br /&gt; pouca segmentação dos públicos: serviços genéricos / utilizadores indiferenciados&lt;br /&gt; pouca utilização das TIC nas rotinas de funcionamento e no acesso à informação&lt;br /&gt; concentração dos esforços do pessoal no tratamento e disponibilização dos documentos&lt;br /&gt; gestão burocrática e administrativa, a tónica é colocada nas rotinas técnicas&lt;br /&gt; forte hierarquia vertical, que separa os técnicos decisores dos técnicos executantes&lt;br /&gt; (em suma) biblioteca pública: instituição neutra, estática e reactiva&lt;br /&gt;Tendo em conta estas características torna-se óbvio, no nosso ponto de vista, que &lt;br /&gt;não existe uma correspondência efectiva entre aquela tese e a sua aplicação na &lt;br /&gt;prática. É neste contexto que surge esta comunicação, cujo principal objectivo é o &lt;br /&gt;de apresentar algumas notas de uma reflexão estratégica sobre as bibliotecas públicas portuguesas, estruturada em três níveis intimamente relacionados: visão estratégica, onde são apresentadas as características de uma biblioteca pública que corresponda àquela tese; cultura organizacional, onde são apresentados os princípios &lt;br /&gt;de uma nova cultura organizacional que corresponda a essa visão estratégica; filo-sofia de funcionamento, onde são apresentadas as opções estratégicas de funcionamento que correspondem a essa cultura organizacional.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-955678269811400901?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2011/08/Texto01.pdf' title='Bibliotecas públicas: bibliotecas para o público'/><link rel='enclosure' type='application/pdf' href='http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2011/08/Texto01.pdf' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/955678269811400901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=955678269811400901&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/955678269811400901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/955678269811400901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/08/bibliotecas-publicas-bibliotecas-para-o.html' title='Bibliotecas públicas: bibliotecas para o público'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-6623432118431402848</id><published>2011-08-12T13:04:00.001-07:00</published><updated>2011-08-12T13:04:57.835-07:00</updated><title type='text'>CDD on line</title><content type='html'> link da CDD on line&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.sisdoc.com.br/biblioteca/apoio_cdd.php&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-6623432118431402848?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.sisdoc.com.br/biblioteca/apoio_cdd.php' title='CDD on line'/><link rel='enclosure' type='' href='http://www.sisdoc.com.br/biblioteca/apoio_cdd.php' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/6623432118431402848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=6623432118431402848&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/6623432118431402848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/6623432118431402848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/08/cdd-on-line.html' title='CDD on line'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-5956131216798870125</id><published>2011-08-12T12:54:00.000-07:00</published><updated>2011-08-12T12:56:36.538-07:00</updated><title type='text'>Pacto pela Biblioteconomia Brasileira‏</title><content type='html'>Pacto pela Biblioteconomia Brasileira&lt;br /&gt;Daniela F. A. Oliveira Spudeit&lt;br /&gt;Bibliotecária CRB 14ª 791/Pedagoga&lt;br /&gt;Mestre em Ciência da Informação/UFSC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação&lt;br /&gt;Maceió, 10 de agosto de 2011.&lt;br /&gt;Reunião dos Conselhos, Associações e Sindicatos de Bibliotecários brasileiros&lt;br /&gt;Frente às atuais necessidades da formação profissional configurados pelos:&lt;br /&gt;·         novos modelos de formação acadêmica&lt;br /&gt;·         educação continuada e as demandas do mercado&lt;br /&gt;·         mercado de trabalho ocupado por outros profissionais&lt;br /&gt;·         fortalecimento da área de P&amp;D no país&lt;br /&gt;e os conquistas das entidades de classe em prol do exercício profissional tais como:&lt;br /&gt;·         instalação de  bibliotecas escolares (Lei n. 12244)&lt;br /&gt;·         valorização da leitura e de formação de leitores (censos das bibliotecas públicas municipais)&lt;br /&gt;·         valorização da biblioteca pública (projeto MinC)&lt;br /&gt;e perante aos desafios propostos pela atual conjuntura brasileira, tais como:&lt;br /&gt;·         Sistema de regulação profissional – desregulamentação das profissões e demanda dos profissionais por maior qualidade na governabilidade das instituições.&lt;br /&gt;·         Integração profissional e social – reconhecimento do papel social da profissão, reconhecimento do papel das entidades profissionais, inserção no contexto latinoamericano das entidades.&lt;br /&gt;·         Maior quantidade de profissionais formados – Redução do tempo de formação (Cursos seqüenciais, tecnólogos e à distância) para atender Leis como exemplo a Lei 12.244.&lt;br /&gt;·         Alguns cursos de Biblioteconomia que tiveram a nomenclatura alterada (gestão e ciência da informação).&lt;br /&gt;·         Existência de técnicos e auxiliares com formação específica.&lt;br /&gt;·         Educação continuada com espaços assumidos também por outros profissionais com outras formações (interdisciplinaridade).&lt;br /&gt;·         Perfil do profissional da área – censo profissional CRB&lt;br /&gt;·         Governabilidade das instituições da área: ausência de articulação entre as entidades de classe em busca de um bem comum, ausência de lideranças, desconhecimento por parte dos profissionais do papel de cada instituição e que implica na pouca visibilidade institucional, pouco envolvimento dos profissionais com suas entidades, o que compromete a continuidade das ações.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Perante este cenário definiu-se elaborar o PACTO PELA BIBLIOTECONOMIA BRASILEIRA: O que de fato queremos para o futuro da Biblioteconomia no Brasil? É necessário construir um Projeto Político para a Biblioteconomia Brasileira para estabelecer coletivamente o que fazer, como fazer e as responsabilidades de cada ator no pacto. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Caminhos a percorrer a partir deste evento:&lt;br /&gt;Estabelecer a constituição deste pacto para construir este projeto político e levar esta discussão para a base dentro das associações, conselhos, sindicatos, universidades de Biblioteconomia e Ciência da Informação para definir as responsabilidades de cada ator no pacto para criar um plano de ação.&lt;br /&gt;Convido todos os bibliotecários interessados nesta causa que envolve o destino da nossa profissão em nosso país para se integrar junto aos conselhos, associações e/ou sindicatos de bibliotecários em seus estados para construirmos coletivamente este projeto político.Em Santa Catarina, em breve será realizada uma reunião e convidaremos todos os bibliotecários catarinenses para este debate. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos nos unir para defender nossa profissão perante o atual cenário social e político. Se não houver união e participação dos bibliotecários para defender esta causa, em breve nossa profissão pode ser desregulamentada e enfraquecida.&lt;br /&gt;-- &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;At.te.,&lt;br /&gt;____________________________&lt;br /&gt;Daniela F. A. Oliveira Spudeit&lt;br /&gt;Bibliotecária CRB 14ª 791/Pedagoga&lt;br /&gt;Mestre em Ciência da Informação/UFSC&lt;br /&gt;Currículo: http://lattes.cnpq.br/4660698668153332&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- &lt;br /&gt;_______________________________________&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-5956131216798870125?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/5956131216798870125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=5956131216798870125&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/5956131216798870125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/5956131216798870125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/08/pacto-pela-biblioteconomia-brasileira.html' title='Pacto pela Biblioteconomia Brasileira‏'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-5531527539708071040</id><published>2011-08-08T09:43:00.000-07:00</published><updated>2011-08-08T09:47:44.283-07:00</updated><title type='text'>AÇÃO CULTURAL E BIBLIOTECA PÚBLICA, NOVOS CAMINHOS  PARA A EDUCAÇÃO E O DESENVOLVIMENTO HUMANO</title><content type='html'>AÇÃO CULTURAL E BIBLIOTECA PÚBLICA, NOVOS CAMINHOS &lt;br /&gt;PARA A EDUCAÇÃO E O DESENVOLVIMENTO HUMANO &lt;br /&gt;ANDRÉIA S. RIBEIRO&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;(asribeiro2001@yahoo.com.br) &lt;br /&gt;VANDA ANGÉLICA CUNHA&lt;br /&gt;**&lt;br /&gt;(avangeli@ufba.br) &lt;br /&gt;RESUMO: Trata da ação cultural em bibliotecas públicas como interação e integração da &lt;br /&gt;instituição aos usuários na expressão da diversidade cultural. Aborda o processo de ação &lt;br /&gt;cultural nas bibliotecas públicas de Salvador através da análise de conceitos propostos por &lt;br /&gt;autores consagrados no tema. Analisa a estrutura e a dinâmica das  práticas cotidianas &lt;br /&gt;considerando sua importância na educação e no desenvolvimento humano. Objetiva &lt;br /&gt;disseminar os frutos desse estudo para sensibilizar outras unidades de informação e ocorreu &lt;br /&gt;em bibliotecas de governo estadual, governo municipal e em uma fundação particular com &lt;br /&gt;uma biblioteca aberta à comunidade. Investigou o campo com questionários estruturados. &lt;br /&gt;Ofereceu resultados do ponto de vista estrutural e da concepção que bibliotecários e &lt;br /&gt;usuários têm do tema. Conclui por identificar um modelo de ação cultural distante do &lt;br /&gt;sistema conceitual e por apontar novos caminhos no desempenho de suas funções. &lt;br /&gt;Acredita-se que maior difusão da experiência resulta em mudanças do cenário encontrado.&lt;br /&gt;Palavras-Chaves: Ação cultural; Bibliotecas Públicas – Salvador.&lt;br /&gt;                                                &lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-5531527539708071040?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.cinform.ufba.br/7cinform/soac/papers/adicionais/AndreiaRibeiro.pdf' title='AÇÃO CULTURAL E BIBLIOTECA PÚBLICA, NOVOS CAMINHOS  PARA A EDUCAÇÃO E O DESENVOLVIMENTO HUMANO'/><link rel='enclosure' type='application/pdf' href='http://www.cinform.ufba.br/7cinform/soac/papers/adicionais/AndreiaRibeiro.pdf' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/5531527539708071040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=5531527539708071040&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/5531527539708071040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/5531527539708071040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/08/acao-cultural-e-biblioteca-publica.html' title='AÇÃO CULTURAL E BIBLIOTECA PÚBLICA, NOVOS CAMINHOS  PARA A EDUCAÇÃO E O DESENVOLVIMENTO HUMANO'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-5526326798708915424</id><published>2011-08-08T09:14:00.000-07:00</published><updated>2011-08-08T09:41:02.696-07:00</updated><title type='text'>AS FUNÇÕES BÁSICAS DA BIBLIOTECA PÚBLICA</title><content type='html'>AS FUNÇÕES BÁSICAS DA BIBLIOTECA PÚBLICA&lt;br /&gt;Para que uma biblioteca torne-se verdadeiramente pública, faz-se necessário assumir as seguintes funções: educativa, cultural, recreativa&lt;br /&gt;e informacional.&lt;br /&gt;Antes de descrever essa categorização, é interessante salientar que, na prática, as funções acima destacadas encontram-se interrelacionadas, não sendo possível trabalhá-las isoladamente.&lt;br /&gt;Porém, como nossa intenção liga-se à exposição dessas funções de forma didática, visou-se apresentá-las separadamente para que o processo de compreensão ocorra com maior qualidade.&lt;br /&gt;No que se refere à educação, Susana P. M. Muller (1984) afirma que a função educacional não deve ser entendida como sendo a mesma da escola ou da educação de massa, pois a biblioteca deve visar o benefício da sociedade através da prática de leitura, sem ganhar&lt;br /&gt;grandes abrangências, ou seja, apenas estimular o uso dos livros.&lt;br /&gt;Contudo, junto à evolução histórica dos papéis e objetivos atribuídos às bibliotecas, observa-se que, inicialmente, sobretudo ao final do século XIX, a razão de afirmar que a origem da biblioteca de caráter público correspondeu, eminentemente, à função educacional, haja vista que esse tipo de biblioteca nasceu a partir das reivindicações da população em obter um maior acesso à educação (Nogueira, 1986).&lt;br /&gt;De acordo com Walkíria Toledo de Araújo (1985), a biblioteca pública, desde seus primórdios até os dias atuais, constitui-se em uma instituição educativa por excelência. Todavia, não deve oferecer seus serviços apenas aos públicos real e potencial, bem como voltar-se unicamente à educação formal  − entendida como sendo a pesquisa escolar.&lt;br /&gt;Partindo desse pressuposto, pode-se dizer que a função educativa desenvolvida pela biblioteca pública deve ser entendida como sendo as atividades que servirão, exclusivamente, como complemento, suporte e apoio à educação formal, sem, contudo, deixar de atender à educação não-formal  e a informal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso implica dizer que a biblioteca pública deveria se preocupar não só com o público estudantil, devido o fato de que, atualmente, 90% dos usuários freqüentadores da biblioteca são constituídos por alunos, sobretudo, dos níveis fundamental e médio, como destaca Oswaldo Francisco de Almeida Júnior (1997), mas também com o público&lt;br /&gt;potencial e, sobretudo, o não-público.&lt;br /&gt;Para isso, necessitar-se-ia modificar os objetivos da biblioteca, alterando-se sua postura, suas atitudes e atividades para abranger a comunidade em geral, isto é, o público alfabetizado, o neo-alfabetizado e o não-alfabetizado.&lt;br /&gt;A parte cultural é denominada a segunda função básica da biblioteca pública, sendo que esta foi incorporada somente na primeira metade do século XX.&lt;br /&gt;Na prática, a função cultural é pouco desenvolvida, pois esta confunde-se com o caráter erudito, de superioridade, não estando, portanto, disponível ao público em geral.&lt;br /&gt;Porém, o desenrolar dessa função deve ser entendida como sendo todo e qualquer tipo de manifestação artística oferecida à comunidade, dando, segundo Ana Maria Cardoso de Andrade e Maria Helena de Andrade Magalhães (1979), aos indivíduos a oportunidade “de contato, participação, apreciação das artes, proporcionando ambiente agradável, estimulando e agindo, tanto quanto possível, como contra-peso à cultura comercialmente orientada de nossos dias” &lt;br /&gt;Isso implica dizer que a biblioteca poderia oferecer desde uma programação de música clássica, ópera, ballet, até algumas sessões de cinema, vídeo e TV, abrangendo, também, um acervo de literatura emnível variado, palestras, debates, exposições, conferências, concertos,cursos e tudo o mais que se possa imaginar em favor da cultura.&lt;br /&gt;É interessante salientar que não é pretensão da biblioteca pública ocupar o espaço dos museus, galerias de artes ou instituições afins, nem mesmo servir como influenciador de opiniões. Todavia, pelo fato de se continuar concebendo a cultura como algo que leva apenas ao refinamento, acaba deixando de lado a incultura, a ignorância e a&lt;br /&gt;rudeza.&lt;br /&gt;A função recreativa ou de lazer, embora tenha sido criada na mesma época que o processo cultural, é vista como sendo a que mais vem perdendo espaço junto aos meios de comunicação, uma vez que a mídia relega o hábito de leitura para segundo plano.&lt;br /&gt;Com o intuito de promover o gosto pela boa leitura, a partir do detrenimento, a função recreativa visa atender a uma importante necessidade social, que é o equilíbrio psíquico.&lt;br /&gt;Em sendo assim, a finalidade dessa função corresponde ao oferecimento de uma leitura descompromissada e de livre escolha para proporcionar ao público que a procura o relaxamento e/ou recreação do indivíduo, cuja rotina encontra-se inserida nas pressões exercidas pela vida moderna, como destacam Andrade e Magalhães (1979).&lt;br /&gt;Isso não implica dizer que essa função proporcionará à biblioteca um estado de desordem, pelo contrário, através da aparente leitura descompromissada, esta poderá tornar-se indispensável para a comunidade que, apriori, irá procurá-la apenas para a obtenção de uma&lt;br /&gt;leitura que desperte a imaginação, ficção, criatividade ou, simplesmente,prazer estético, a fim de obter uma forma de evasão e de compensação.&lt;br /&gt;Progressivamente, esse mesmo público que solicitava apenas a leitura descompromissada, começará a se interessar pelos demaisgêneros literários existentes no acervo da biblioteca, podendo a vir se tornar um usuário real.&lt;br /&gt;Por fim, destaca-se a função informacional, cuja origem deu-se a partir da Segunda Guerra Mundial, mais precisamente, após os anos 50.&lt;br /&gt;Inicialmente, essa função foi implantada nos Centros Referenciais dos Estados Unidos, sendo em seguida, difundida à Inglaterra.&lt;br /&gt;Para se manter como uma instituição relevante à comunidade, a biblioteca percebeu que deveria fornecer a informação de forma cada vez mais confiável, rápida e, principalmente, com qualidade.&lt;br /&gt;É válido ressaltar que a função informacional foi resultante não só da finalidade de encontrar um meio de se manter importante, necessária e imprescindível à comunidade, mas também devido sua própria existência encontrar-se ameaçada, em decorrência da falta de verbas.&lt;br /&gt;Durante o desempenho dessa função, os serviços que a biblioteca deveria oferecer ao público em geral, liga-se à informação  que corresponde à necessidade das pessoas que a solicitam, tornando-se,  portanto, de vital importância para a comunidade, mesmo que tal&lt;br /&gt;solicitação seja uma informação do cotidiano, conhecida como utilitária.&lt;br /&gt;Por esse tipo de informação, entende-se como sendo aquela que não se encontra apenas no suporte tradicional, sobretudo no livro, pois “A ênfase portanto, do trabalho do bibliotecário deve estar voltada para a disseminação das informações e não para promover,&lt;br /&gt;exclusivamente, o acesso dos usuários ao suporte dessas informações. Até hoje o profissional da área não assumiu nem percebeu o papel que deve desempenhar para a sociedade”  (Almeida Jr., 1997:56).&lt;br /&gt;Desenvolver essa função implica na prestação de serviço junto à informação que visa satisfazer as necessidade imediatas da comunidade, não estando, por sua vez, localizada nos documentos existentes na biblioteca, já que se volta para as questões de esclarecimentos diversos, endereços de pessoas ou instituições, indicação de emprego, pontos turísticos, preços de hotéis, etc. (Nogueira, 1983; Vergueiro, 1988).&lt;br /&gt;Diante do exposto, é interessante resgatar que as quatro funções descritas não caminham isoladamente, pelo contrário, encontram-se interligadas entre si, bem como não são exclusivas, uma vez que somente através da união entre elas é que a biblioteca poderá tornar-se uma instituição verdadeiramente pública.&lt;br /&gt;CONSIDERAÇÕES FINAIS&lt;br /&gt;Por biblioteca pública, entende-se como sendo aquela que visa oferecer seus serviços à comunidade em geral, voltando-se, portanto, ao público alfabetizado, neo-alfabetizado e não-alfabetizado, independente de sua cor, raça, sexo, faixa etária e classe social.&lt;br /&gt;De acordo com a historiografia, a origem da biblioteca verdadeiramente pública, deu-se nos países anglo-saxônicos, a partir daSegunda metade do século XIX, devido refletirem as necessidades do povo, haja vista que foram resultantes das suas reivindicações, em favor&lt;br /&gt;da democratização da educação.&lt;br /&gt;Com base em Lívia Marques Carvalho (1991), observa-se que, apesar das bibliotecas que se localizaram nos Estados Unidos terem sido criadas, praticamente, na mesma época que as bibliotecas da Inglaterra, estas atuaram em um outro contexto, em relação àquelas, já&lt;br /&gt;que para a realidade americana, a função educativa correspondeu à oferta de oportunidade aos homens de forma igualitária  − democratização da educação −, enquanto que na inglesa serviu apenas para a manutenção da ordem.&lt;br /&gt;No que diz respeito às práticas das bibliotecas públicas brasileiras,pode-se observar que, desde seu início, apresentaram um caráter elitista   − conservando o bem público biblioteca apenas à pequena parcela que pode e sabe utilizá-la −, fechando, desta forma, suas portas a quem realmente precisavam delas, isto é, o não-público.&lt;br /&gt;Em sendo assim, apesar de defenderem o caráter público, negligenciam sua função pública, pois não se voltam para a comunidade em geral   − que não se identifica com o ato de ler   −, não sendo reconhecida, portanto, pelos cidadãos que a cercam, causando conflitos&lt;br /&gt;nos papéis a serem desempenhados, uma vez que ela se reserva ao direito de cumprir suas funções de forma a não responder aos interesses da população em geral, não acompanhando, assim, as  transformações sociais.&lt;br /&gt;Com efeito, para transformar cidadãos críticos, a partir do hábito de leitura, ao cumprir as quatro funções básicas   − educacional, cultural, recreativa e informacional  −, a biblioteca pública passa a desempenhar verdadeiramente seu papel público, haja vista que visará atender àsdemandas coletivas, colocando-se como um espaço para contestação e&lt;br /&gt;desnudamento dos interesses ideológicos, local adequado para fortalecer dinamicamente as transformações sociais, sendo capaz de contribuir para as alterações no âmbito das sociedades que, através do conhecimento, desvelam o mundo e buscam a qualidade de vida para todos os que nelas vivem.&lt;br /&gt;BIBLIOGRAFIA CONSULTADA&lt;br /&gt;ALMEIDA JÚNIOR, Oswaldo Francisco de.  Bibliotecas públicas e bibliotecas alternativas. Londrina: UEL, 1997. 171p.&lt;br /&gt;ANDRADE, Ana Maria Cardoso de. Objetivos e funções da biblioteca pública.  Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG, Belo  Horizonte, v.8, n.1, p. 48-59, mar.1979.&lt;br /&gt;_________________, MAGALHÃES, Maria Helena de Andrade. Objetivos e funções da biblioteca pública.  Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG, Belo Horizonte, v.14, n.1, p.106-122, mar.1985.&lt;br /&gt;ARAÚJO, Walkíria Toledo de. A biblioteca pública e o compromisso social do bibliotecário.  Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG, Belo Horizonte, v.14, n.1, p. 106-22, mar.1985.&lt;br /&gt;CARVALHO, Lívia Marques. Biblioteca, instituição preservadora da  cultura dominante? Inf. Soc., João Pessoa, v.1, n.1, p.33-43, 1991.&lt;br /&gt;FLUSSER, Victor. Uma biblioteca verdadeiramente pública.  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Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG, Belo Horizonte, v.15, n.2, p. 222-248, set.1986.&lt;br /&gt;_____________. A realidade da biblioteca pública. Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG,  Belo  Horizonte,  v.12,  n.2,p.205-212, set.1983.&lt;br /&gt;OLIVEIRA, José Teixeira. A fascinante história do livro: Grécia e Roma. Belo Horizonte: Villa Rica, 1993. V.4.&lt;br /&gt;SERRAI, Alfredo. História da biblioteca como evolução de uma idéia e de um sistema.  Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG,Belo Horizonte, v.4, n.2, p. 141-161, set.1975.&lt;br /&gt;TAYLOR, Mitsi Westphal.  Bibliotecas públicas em sociedades periféricas: propostas para um modelo à luz da teoria da delimitação dos sistemas sociais. Florianópolis: UFSC, 1986. (Dissertação, Mestrado em Administração).&lt;br /&gt;VERGUEIRO, Waldomiro de Castro Santos. Bibliotecário e mudança social: por um bibliotecário ao lado do povo.  Revista de Biblioteconomia de Brasília, Brasília, v.16, n.2, p.207-215, jul./dez.1988.&lt;br /&gt;WADA, Madalena Sofia Mitoko.  Democratização da cultura nas bibliotecas infanto-juvenis. Belo Horizonte: UFMG, 1985. (Dissertação, Mestrado em Biblioteconomia)                                                       &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-5526326798708915424?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://dici.ibict.br/archive/00000734/01/T079.pdf' title='AS FUNÇÕES BÁSICAS DA BIBLIOTECA PÚBLICA'/><link rel='enclosure' type='application/pdf' href='http://dici.ibict.br/archive/00000734/01/T079.pdf' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/5526326798708915424/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=5526326798708915424&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/5526326798708915424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/5526326798708915424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/08/as-funcoes-basicas-da-biblioteca.html' title='AS FUNÇÕES BÁSICAS DA BIBLIOTECA PÚBLICA'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-3915781125608406282</id><published>2011-08-08T09:01:00.000-07:00</published><updated>2011-08-08T09:05:59.920-07:00</updated><title type='text'>Mashup</title><content type='html'>Mashup&lt;br /&gt;Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.&lt;br /&gt;Um mashup é um website ou uma aplicação web que usa conteúdo de mais de uma fonte para criar um novo serviço completo.&lt;br /&gt;O conteúdo usado em mashups é tipicamente código de terceiros através de uma interface pública ou de uma API. Outros métodos de codificação de conteúdo para mashups incluem Web feeds (exemplo: RSS ou Atom), Javascript e widgets que podem ser entendidas como mini aplicações web, disponíveis para serem incorporadas a outros sites.&lt;br /&gt;Assim como os blogs revolucionaram a publicação online, os mashups estão revolucionando o desenvolvimento web possibilitando a qualquer um combinar dados de fontes como o eBay, Amazon.com, Google, Windows Live e Yahoo! de maneiras inovadoras. Uma maior disponibilidade de APIs leves e simples tem possibilitado mashups relativamente simples de projetar. Requerem um conhecimento técnico mínimo e os mashups feitos sob encomenda muitas vezes apresentam inovações que eram consideradas improváveis, combinando uma nova disponibilidade pública de dados e novos caminhos criativos.&lt;br /&gt;Algumas vezes encontrou-se também referências aos termos aplicação situacional ou ad hoc sites, referindo-se aos mashups.&lt;br /&gt;Em 2004, o termo Web 2.0 foi cunhado em uma conferência da O’Reilly Media, referindo-se a uma assim chamada “segunda geração” de aplicações web, caracterizadas por um grau maior de interação e colaboração entre usuários. De lá para cá, o termo passou a ser constantemente utilizado pelo mercado, na esteira do rápido crescimento de um número significativo de blogs, comunidades virtuais, wikis e outras aplicações.&lt;br /&gt;Em "What is the Web 2.0"([1]), Tim O’Reilly menciona que o conceito da Web 2.0 não possui fronteiras rígidas. Mas, de uma forma geral, pode-se entendê-la como um conjunto de princípios e práticas.&lt;br /&gt;Alguns desses princípios são:&lt;br /&gt;Web como plataforma (de serviços): O’Reilly menciona duas aplicações surgidas antes da criação do termo Web 2.0, como exemplos de utilização da web como uma plataforma de serviços: DoubleClick (propaganda) e Akamai (serviços de caching de informação).&lt;br /&gt;Oferta de serviços e não pacotes de software.&lt;br /&gt;Arquitetura focada em participação.&lt;br /&gt;Escalabilidade.&lt;br /&gt;Mistura de fontes de dados e de transformação de dados.&lt;br /&gt;Software utilizável em vários tipos de dispositivos.&lt;br /&gt;Aplicações que atuam como potencializadores da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;É neste contexto em que os mashups se inserem, pois podem ser considerados um dos tipos de aplicação da chamada Web 2.0. E não seria exagero dizer que eles sejam, talvez, o tipo que mais se adere aos princípios da Web 2.0.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[editar]Exemplos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WikiCrimes&lt;br /&gt;musicplace&lt;br /&gt;Django People&lt;br /&gt;Chicago Crime&lt;br /&gt;Criticar BH - @criticarbh - Belo Horizonte - A crítica como fonte de inovação em processos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arquitetura de um Mashup&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Mashups: The New Breed of Web Applications [2], Duane Merrill propõe que, em termos de arquitetura, uma aplicação mashup é constituída pelos seguintes elementos:&lt;br /&gt;Provedores de conteúdo (ou de APIs),o mashup site a aplicação cliente (tipicamente, um navegador).&lt;br /&gt;Os provedores de conteúdo normalmente publicam seu conteúdo através de APIs, que implementam protocolos ou paradigmas de interação baseados nos princípios REST, tais como RSS, Atom ou SOAP. Em alguns casos, o provedor de conteúdo não foi necessariamente preparado para ser utilizado por outra aplicação. Ou seja, seu conteúdo é utilizado na composição de um mashup, sem que o criador do site ou aplicação o tenha concebido para tal tipo de interação. Nestes casos, como não há uma API previamente definida, os construtores de mashup podem utilizar uma técnica chamada de screen scrapping para obter conteúdo desses sites.&lt;br /&gt;Uma outra forma de publicar conteúdo para a construção de mashups é através de widgets, que são pedaços de códigos que podem ser incorporados pelas aplicações mashup.&lt;br /&gt;O mashup site é onde reside a lógica da aplicação. Não necessariamente a execução da aplicação (ou de parte dela) ocorrerá no servidor do mashup site. Isto porque várias partes da aplicação poderão ser executadas no provedor de conteúdo ou na aplicação cliente (browser).&lt;br /&gt;Um dos principais exemplos de mashup site é o [3]. Neste caso, Google Maps (fornecendo os mapas) e o Departamento de Polícia de Chicago (fornecendo os dados das ocorrências de crime) são os fornecedores de conteúdo.&lt;br /&gt;De fato, pode-se entender que o grande diferencial desse tipo de aplicação está na possibilidade de combinar dados resultantes de computação em vários pontos (nos três elementos da arquitetura) para obter o resultado final do mashup.&lt;br /&gt;A aplicação cliente tipicamente é um navegador sendo executado no computador do usuário. Nele executa-se a lógica para a apresentação do conteúdo. Muitas vezes, utiliza-se alguma lógica rodando no cliente para compor e agregar o conteúdo, além da apresentação propriamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tecnologia e padrões que suportam os Mashups&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao analisar a arquitetura proposta, percebe-se que essa baseia-se num paradigma que, de certa forma, já era utilizado pelos protocolos e padrões da web. Ao utilizar pequenos “pedaços” de software, como os antigos contadores de acesso, ou mesmo pedaços de client-side code (como os códigos em JavaScript), os criadores de sites já estavam, de certa forma, montando mashup applications.&lt;br /&gt;Assim, não seria errado entender que os mashups são, na verdade, uma natural evolução dos paradigmas anteriores, com a possibilidade de agregar conteúdo mais dinâmico (extraídos de bases de dados), e de apresentá-los em formatos distintos, combinados com outras informações.&lt;br /&gt;Neste ponto, é interessante apresentar algumas das tecnologias e padrões que suportam o conceito de mashups. Tome-se como base os três elementos considerados os componentes de uma aplicação mashup.&lt;br /&gt;Os provedores de conteúdo publicam serviços ou APIs para que outras aplicações obtenham informações de seus sites. De maneira ideal, esses serviços ou APIs devem funcionar de acordo com os princípios de arquitetura conhecidos como REST.&lt;br /&gt;REST é definido por Roy Thomas Fielding como “um estilo de arquitetura para sistemas distribuídos de hipermídia”. REST define um conjunto de propriedades com ênfase na escalabilidade, uso de interfaces genéricas, implantação de componentes independentes, além do uso de componentes intermediários para reduzir latência, prover segurança e encapsular sistemas legados.&lt;br /&gt;Mas, além dessas tecnologias básicas da web, pode-se identificar outras tecnologias mais recentes (ou seria melhor dizer, modelos de aplicações), cuja evolução permitiu o surgimento e a disseminação dos mashups. Não se pretende que a lista a seguir seja extensiva, dada a diversidade e o dinamismo da web, mas podemos citar Web feeds, Ajax, Web Services (SOAP), Screen Scrapping e Web semântica (RDF).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Classificação dos mashups&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando-se a natureza dinâmica e, até certo ponto, anárquica da web, seria de certa forma até arriscado propor algum tipo de classificação dos mashups. Porém, como há algumas propostas diferentes de classificação, entende-se que é interessante mostrar essas possibilidades, a título de informação.&lt;br /&gt;No artigo da Wikipedia (Mashup (web application hybrid)) em inglês, os mashups são classificados, conforme a sua destinação, como consumer mashups, data mashups e enterprise mashups. Mas esta classificação pode ser melhorada, pois um dos tipos mencionados (data mashups) poderia pertencer a uma dimensão de classificação diferente de dos outros dois. Ou seja, pode-se entender que um data mashup pode ser também classificado como um consumer mashup, por exemplo.&lt;br /&gt;David Linthicum em "Critical Business Data for Mashups, SOAs, and Enterprise Applications"(http://www.kapowtech.com/pdf/A%20Primer%20on%20Enterprise%20Mashups.pdf), por sua vez, classifica-os em dois tipos: centrados em apresentação (presentation-centric) e centrados em dados (data-centric). Estes, por sua vez, podem ser classificados em agregação de conteúdo, fluxos automatizados de dados, dados compostos e migração de conteúdos.&lt;br /&gt;Já Duane Merrill em "Mashups: The New Breed of Web Applications"(http://www.ibm.com/developerworks/xml/library/x-mashups.html), propõe uma classificação baseada no tipo de aplicação em que um mashup é utilizado. Assim, eles podem ser classificados em mashups de mapas (mapping mashups), de vídeo e fotos, de busca e compras, e de notícias.&lt;br /&gt;Considerando-se as possibilidades acima, parece fazer sentido classificar os mashups em mais de uma dimensão: conforme a origem e composição das informações (seguindo a proposta de David Linthicum, por exemplo); conforme o público-alvo; conforme seu objetivo ou utilizão.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-3915781125608406282?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://pt.wikipedia.org/wiki/Mashup' title='Mashup'/><link rel='enclosure' type='' href='http://pt.wikipedia.org/wiki/Mashup' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/3915781125608406282/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=3915781125608406282&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/3915781125608406282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/3915781125608406282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/08/mashup.html' title='Mashup'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-7467993292047818275</id><published>2011-07-28T08:08:00.000-07:00</published><updated>2011-07-28T08:33:17.505-07:00</updated><title type='text'>Indexação e resumos</title><content type='html'>A recuperação da informação está na forma de INDEXAÇÃO que é que vai dar a quantidade e a qualidade dos resultados da pesquisa.  A indexação de documentos varia segundo as necessidades e as possibilidades do sistema de informação, podendo ser: genérica, intermediária, profunda e exaustiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   A indexação de documentos varia segundo as necessidades e as possibilidades do sistema de informação: pode ser genérica, intermediária, profunda e exaustiva e a especificidade é uma característica da linguagem de indexação e descreve os tipos de termos preferidos incluídos na linguagem de indexação.  Tanto a exaustividade quanto a densidade ou profundidade de indexação são determinadas por decisões que dizem respeito à política de indexação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                          Conclusão: com um bom modelo de indexação o sistema vai recuperar informações para um usuário possível, se a informação é incerta, a recuperação é apenas provável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A indexação é vista como a ação de descrever e identificar um documento de acordo com seu assunto. Durante a indexação, os conceitos são extraídos do documento através de um processo de análise, e então traduzidos para os termos de instrumentos de indexação (tais como tesauros, listas de cabeçalhos de assuntos, esquema de classificação, etc.).&lt;br /&gt;Decidida a indexação, os conceitos são registrados como dados de informação e são organizados de modo a permitir um fácil acesso na recuperação da informação. As técnicas de indexação podem ser usadas, de um lado, para organizar os conceitos em instrumentos de recuperação da informação, e também por analogia, para analisar e organizar as perguntas em conceitos representados como descritores ou combinações de descritores, símbolos de classificação, etc. &lt;br /&gt;A finalidade de um sistema de recuperação de informação é selecionar, dentro de um considerável número de itens, aqueles que podem satisfazer a uma determinada necessidade expressa de informação. Para cumprir essa tarefa, o sistema precisa de um tipo de representação para o conteúdo de cada documento de sua coleção, o que é feito pela alocação de um conjunto de termos a cada documento.&lt;br /&gt;Indexação é um processo duplo, passando por uma primeira etapa de análise de conteúdo do documento para a extração de conceitos, chave do texto e uma segunda etapa de tradução desses conceitos para os termos de um vocabulário livre ou controlado.&lt;br /&gt;O principal propósito de um serviço de indexação é assegurar da forma mais eficiente e econômica possível, que qualquer documento ou informação seja fornecido ao usuário no momento preciso.&lt;br /&gt;Se o sistema é automatizado, com área de assunto específico, poderá ser escolhida uma linguagem livre cuja maior vantagem é a rapidez na operação de indexação.  O uso de linguagem livre requer um maior esforço no estágio de busca, isto porque o pesquisador precisa pensar em todas as alternativas de grafia possíveis, singulares e plurais, sinônimos, etc., até chegar ao documento procurado.Com a linguagem controlada, a operação de indexação é mais lenta, mas o esforço despendido na busca é reduzido.&lt;br /&gt;A linguagem controlada permite uma maior consistência na indexação, o que torna mais indicada a um sistema de recuperação que atue em base cooperativa.  Cada sistema pode estabelecer normas próprias, a fim de alcançar seus objetivos específicos .&lt;br /&gt;Um índice bem construído oferecerá sugestões e orientações quanto à seleção dos termos. Os sistemas de recuperação de informação utilizam o próprio computador para armazenar os arquivos de índice, ou arquivos invertidos e para a manutenção de bases de dados.&lt;br /&gt;O processo de recuperação depende muito das etapas de indexação e armazenamento, que determinam a estratégia melhor possível para as buscas feitas num sistema de recuperação da informação. O usuário e as consultas feitas ao sistema em geral não sofrem alterações de um sistema para outro, ainda que possam tornar-se mais sofisticadas à medida que adquira mais experiências com os sistemas informatizados.&lt;br /&gt;A recuperação numa base de dados computadorizada se faz normalmente mediante consultas em linha a essa base. As consultas feitas em linha introduzem uma flexibilidade nas buscas que seria impraticável nos sistemas manuais.&lt;br /&gt;Os sistemas informatizados oferecem uma gama de recursos de busca maior do que os sistemas manuais, e é preciso que o usuário se familiarize com esses recursos e seu potencial, a fim de otimizar a utilização do sistema.&lt;br /&gt;A existência de bases de dados legíveis por computador, unida à possibilidade de se ter acesso em linha a esses recursos, ensejou praticamente uma revolução nos serviços de informação.&lt;br /&gt;Os sistemas em linha têm proporcionado inúmeros e impressionantes benefícios às bibliotecas, possibilitando o oferecimento de serviços de buscas bibliográficas com alta qualidade, melhorando de forma bastante acentuada, sua produtividade, visto que as bases de dados costumam proporcionar muito mais pontos de acesso, possibilitam buscas de maior flexibilidade nos métodos de busca.  Além do mais, as buscas em linha apresentam melhor relação de custo-eficácia, colocando ao alcance das bibliotecas uma gama muito maior de recursos informacionais.&lt;br /&gt;No acesso em linha, faz-se o investimento em equipamento capaz de proporcionar acesso a uma ampla variedade de fontes de informação.  Só se incorre no custo de acesso propriamente dito no momento em que surge a necessidade de informação. O resultado óbvio disso é que passou-se a ter maior preocupação com o acesso e não com o patrimônio.&lt;br /&gt;A tecnologia eletrônica leva a uma espécie de democratização geográfica no acesso à informação.  A difusão das redes de telecomunicações de valor agregado está tornando o fenômeno cada vez mais internacional.&lt;br /&gt;A tecnologia então melhora o acesso aos recursos informacionais de várias formas: tornando mais acessíveis as publicações duplex, permitindo a produção de novos serviços e um nível de acesso muito maior aos itens específicos registrados numa base de dados.&lt;br /&gt;As bases de dados disponíveis em forma de CDROM podem ser consultadas por computador, acessadas com a lógica booleana, apresentando interfaces amistosas com o usuário e muitas bibliotecas oferecem acesso gratuito, pelo menos àquelas bases disponíveis nesta forma.&lt;br /&gt;Os usuários podem mover-se entre as ferramentas de acesso e os textos completos dos documentos a partir do mesmo terminal em linha.&lt;br /&gt;A editoração de fontes primárias em forma eletrônica reduz a possibilidade de consulta a esmo, aumentando a dependência  em relação aos serviços secundários.  Os autores assumem maior responsabilidade pela indexação e redação de resumos em linha de seus próprios artigos.&lt;br /&gt;Os sistemas integrados de informação são sistemas amistosos em linha, que proporcionam automaticamente os ajustes necessários para informar ou guiar facilmente o usuário para alternativas apropriadas para  uma consulta a esmo melhorada e para recuperar a informação relevante.&lt;br /&gt;Existem inúmeras bases de dados em todas as áreas, principalmente em ciência e tecnologia e um maior crescimento se dará mais nas ciências sociais e nas humanidades, surgindo também novas bases de dados em áreas interdiciplinares, bases cada vez mais especializadas e bases de interesse geral.&lt;br /&gt;Os pesquisadores contam com maior e melhor acesso às bibliografias estrangeiras com acesso em linha aos textos completos dos periódicos primários.  Os resumos continuarão a desempenhar um papel importante como mecanismo de filtração em sistemas computadorizados de recuperação e disseminação da informação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-7467993292047818275?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/7467993292047818275/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=7467993292047818275&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/7467993292047818275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/7467993292047818275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/07/indexacao-e-resumos.html' title='Indexação e resumos'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-705687220660972128</id><published>2011-07-27T12:21:00.000-07:00</published><updated>2011-07-27T12:24:44.312-07:00</updated><title type='text'>Indexação e resumos: teoria e prática, Lancaster</title><content type='html'>Indexação e resumos: teoria e prática, Lancaster&lt;br /&gt;by GUSTAVO HENN on MAY 1, 2007&lt;br /&gt;http://extralibris.org/concursos/2007/05/01/indexacao-e-resumos-teoria-e-pratica-lancaster/&lt;br /&gt;Este livro é a bíblia da indexação. E seu autor, o papa. Certa vez pesquisei em livrarias internacionais livros sobre indexação, e Indexação e resumos: teoria e prática, de F.W. Lancaster é o principal livro. Foi traduzido e publicado no Brasil por Briquet de Lemos, e sua última edição é de 2004(2.ed. brasileira).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro é dividido em duas partes: 1. Teoria e descrição e 2. Prática.&lt;br /&gt;Na parte 1, vem toda a teoria tanto de indexação quanto de resumos. A grande vantagem desse livro é o incrível clima de trabalho que Lancaster impõe. Não é um acadêmico escrevendo, é um bibliotecário indexador/resumidor que escreve para outro bibliotecário indexador/resumidor. Isso torna o livro delicioso. Sempre comparo sua leitura à leitura de “A Prática do serviço de referência”, de Grogan, já colocado neste blog.&lt;br /&gt;Na parte 2, vem a prática com muitos exercícios.&lt;br /&gt;Para concursos, é essencial ler e estudar a primeira parte do começo ao fim. Pois já vi questões retiradas de diferentes páginas do livro.&lt;br /&gt;Um ponto recorrente em concursos é a diferenciação entre revocação (recall) e precisão. Revocação é a capacidade de recuperar documentos úteis. Precisão é a capacidade de evitar documentos inúteis.&lt;br /&gt;Outro ponto interessante é que Lancaster coloca os termos classificação, indexação e catalogação de assuntos como sinônimos. E isso já foi questão de prova.&lt;br /&gt;Neste livro também se encontra a diferença e o uso de sistemas pré e pós-coordenados, e os famosos índices KWIC(Keywords in context), KWOC(Keywords out of context) e KWAC(Keyword and context).&lt;br /&gt;Isso entre muitos outros assuntos que se deve estudar para ser um bom indexador e/ ou lograr êxito em concursos. &lt;br /&gt;Sobre resumos também há muita coisa interessante. Uma delas é a diferenciação entre resumo e extrato. Extrato é um resumo apenas como trechos do texto. Resumo é uma criação do resumidor para resumir o texto.&lt;br /&gt;Indexação e resumos: teoria e prática de  Lancaster é um livro de cabeceira para qualquer bibliotecário que queira conhecer mais de biblioteconomia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0100-19651999000100015&lt;br /&gt;Ciência da Informação&lt;br /&gt;Print version ISSN 0100-1965&lt;br /&gt;Ci. Inf. vol.28 n.1 Brasilia Jan. 1999&lt;br /&gt;doi: 10.1590/S0100-19651999000100015 &lt;br /&gt;Ciência da Informação&lt;br /&gt;Print version ISSN 0100-1965&lt;br /&gt;Ci. Inf. vol.28 n.1 Brasilia Jan. 1999&lt;br /&gt;doi: 10.1590/S0100-19651999000100015 &lt;br /&gt;Indexing and abstracting in theory and practice&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;LANCASTER, F.W.&lt;br /&gt;Indexing and abstracting in theory and practice. &lt;br /&gt;2 ed. Champaign, University of Illinois, 1998. Xiii + 412 p.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A primeira edição desta obra foi publicada em 1991, tendo sido amplamente utilizada em diversos países como livro texto essencial para aqueles que desejavam obter um conhecimento tanto geral quanto específico sobre o tema indexação e resumos.&lt;br /&gt;O conteúdo desta edição está também, como na anterior, dividido em duas partes: a primeira reúne a parte teórica, seus princípios e suas aplicações; a segunda parte reúne exercícios de indexação e elaboração de resumos.&lt;br /&gt;O autor dá uma visão – a mais completa possível – de como se indexar e resumir documentos, no sentido de criar representações precisas e acuradas das informações contidas nos documentos, visando sua inclusão em bases de dados de indexação e resumos, quer esteja ela em versão impressa ou em linha.&lt;br /&gt;Os primeiros nove capítulos mudaram pouco, enquanto atualizados, não estando substancialmente diferentes dos da primeira edição.&lt;br /&gt;No capítulo 10 (Approaches used in indexing and abstracting services), Lancaster dá exemplos das várias abordagens usadas por serviços de indexação e resumos, tais como os da National Library of Medicine (NLM), Library and Information Science Abstracts (LISA), Chemical Abstracts (CAS), Social Sciences Citation Index (ISI), Current Contents (ISI), concluindo que a tendência atual de uso nesses serviços é na sua versão em linha, seguida pelo CD-ROM, confirmando os dados apresentados no relatório de Martha E. Williams sobre a indústria da informação (Gale Directory, 1998) onde as mídias de maior acesso a bases de dados são as versões acima mencionadas.&lt;br /&gt;No capítulo 14 (Text Searching) faz uma revisão dos méritos relativos da abordagem da linguagem natural e vocabulário controlado na recuperação da informação, fazendo um levantamento histórico desde os anos 50. Ressaltou que muitos estudos comparativos de textos versus recuperação em bases de dados têm uma indexação com imperfeições graves , podendo ser dita a mesma coisa com relação à comparação dos procedimentos de indexação automática versus humana. Conclui com uma discussão sobre a capacidade de desenvolvimento nessa área pelo advento da Internet e a magnitude de seu crescimento , exigindo a implementação dos sistemas que deverão recuperar itens através de sua "relevância provável".&lt;br /&gt;O capítulo 15 trata da indexação automática de resumos, concluindo que os métodos atualmente usados no processamento dos textos não são particurlamente novos. Melhores resultados são alcançados hoje em dia graças às novas tecnologias , permitindo o processamento do texto com uma eficiência razoável.&lt;br /&gt;Os capítulos 14, 15 e 16 (Text serching; Automatic indexing, automatic abstracting and related procedures; Indexing and the Internet), apesar de estarem relacionados no que concerne aos vários aspectos do processamento de texto em máquina, tiveram melhor tratamento por terem sido considerados com capítulos individuais.&lt;br /&gt;Dois novos capítulos foram acrescentados: "Indexing multimedia sources (cap. 13) e "Text searching "(cap. 14) que absorveu o capítulo 13 da primeira edição (Natural language in information retrieval).&lt;br /&gt;A segunda parte parte da obra é dedicada a exercícios práticos de indexação (capítulo 18) e resumos (capítulo 19). Os exercícios permaneceram os mesmos dos da primeira edição, exceto os exercícios de indexação que foram modificados pela última edição do UNBIS Thesaurus.&lt;br /&gt;No Apêndice I, apresenta um sumário dos princípios gerais para resumos e seu conteúdo; no Apêndice II, exemplos de resumos de textos completos de pequena peças com seus respectivos resumos elaborados; e no Apêndice III, um exemplo de análise modular de conteúdo.&lt;br /&gt;Embora tenha procedência o comentário feito por Tenopir na recensão da primeira edição, com relação à obra de Cleveland &amp; Cleveland (1991), não caberia ao autor deixar de citá-lo, pois se trata de uma obra sobre o tema.&lt;br /&gt;Apresentar uma bibliografia exaustiva é dar opções para quem desejar estudar o assunto sob seus vários aspectos em obras produzidas em diferentes épocas que, a nosso ver, não estão obsoletas pois fazem parte do desenvolvimento do tema através dos tempos, tendo recebido o justo tratamento pelo autor ao serem incluídas em sua bibliografia.&lt;br /&gt;O glossário constante da primeira edição foi suprimido nesta nova edição, já que o autor define os termos dentro do próprio texto, como é de seu hábito, ao discorrer sobre sobre os temas tratados em cada capítulo.&lt;br /&gt;Esta segunda edição é uma obra atual, revista e ampliada, de leitura fácil e agradável como todos os trabalhos de sua autoria. É uma excelente contribuição devotada ao tema "indexação e resumos",&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-705687220660972128?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/705687220660972128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=705687220660972128&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/705687220660972128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/705687220660972128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/07/indexacao-e-resumos-teoria-e-pratica.html' title='Indexação e resumos: teoria e prática, Lancaster'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-3720419260046949824</id><published>2011-07-27T12:11:00.000-07:00</published><updated>2011-07-27T12:13:33.485-07:00</updated><title type='text'>Consulta Acervo‏</title><content type='html'>Arnaldo Ricardo do Nascimento - Bibliotecário (CRB-3/909) Formado em Filosofia - UECE &lt;br /&gt;Areas de pesquisa Política e Ética&lt;br /&gt;Coordenador da Biblioteca Rachel de Queiroz da FECLESC/UECE &lt;br /&gt;R. José de Queiroz Pessoa, 2554 - Planalto Universitátio  CEP:63900 Quixadá - Ce &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(88) 34451039 Faz (88) 34451036 (85) 87567356 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.uece.br/feclesc/index.php/biblioteca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;emails:bibliotecaracheldequeiroz@live.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ricardo.nascimento@uece.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;email altenativo: ricardo504anos@hotmail.com&lt;br /&gt;"Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça.&lt;br /&gt;No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade". Confúcio&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consulta Acervo‏&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Biblioteca este ano esta trabalhando para organizar o seu acervo e disponibilizá-lo aos Usuários(Alunos, Professores, Administrativos), o objetivo é facilitar a busca (a procura e o acesso) aos materiais, não só livros mais á informação nos seus mais variados suportes. Enfrentou-se algumas dificuldades, mas, tivemos que improvisar e tentamos inovar. No entanto, recebemos muita ajuda, dicas e idéias, críticas também, e ajudaram muito.&lt;br /&gt;Para o próximo semestre esperamos mais colaboração, por parte de toda a Comunidade Acadêmica, queriamos mesmo criar, incutir a idéia ou sentimento de que a Biblioteca não navega só no mar aberto, e que todos podem ser seus marinheiros. A Biblioteca é de todos e pertence a todos. É preciso que a comunidade zele, cuide, converse com ela, ou no mínimo a esculte. &lt;br /&gt;Nos últimos três semestres foi feito levantamento e digitação do acervo, disponibilizamos um terminal de consulta, iniciamos a organização, sinalização, recebimento de materiais, reorganização do empréstimo para facilitar e agilizar a busca de fichas de usuários pelos funcionários e bolsistas, criação de setores, aquisição de móveis e equipamentos indispensáveis ao trabalho e conforto(como a internet).&lt;br /&gt;Incrementamos o marketing da biblioteca com a comunidade, através de avisos, comunicados, (por: cartazes, emails, boca-a-boca), a biblioteca procurou interagir com a comunidade conhecê-la e fazer-se conhecer.&lt;br /&gt;A Biblioteca participará agora da segunda semana acadêmica com o curso de normalização-regras da ABNT.&lt;br /&gt;Já no semestre 2011.1 lançamos o projeto "Conhecendo a Biblioteca" onde foi feito um resgate do histórico da Biblioteca Rachel de Queiroz(no mesmo período recebeu a razão social)e foi divulgado os serviços, os setores, dveres e direitos dos usuários para os calouros. Este mesmo trabalho recebeu uma aprovação e será divulgado no XXIV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia em Alagoas em agosto.&lt;br /&gt;Algumas dicas de alunos, professores e administrativos foram colocadas em prática. (e esperamos mais)&lt;br /&gt;Constantemente assistimos o aumento de bolsas de iniciação, criação de projetos através do empenhos dos professores e a dedicação dos alunos em seus estudos e pesquisas, aprovação de um Mestrado, sabemos que temos de acompanhar esse crescimento para dar um atendimento e suporte informacional mais adequado, estamos caminhando para isso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido este semestre semestre estamos lançando um selo: A BIBLIOTECA É SUA! Esperamos que todos o adotem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Att,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FECLESC estará representada no XXIV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-3720419260046949824?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.uece.br/feclesc/index.php/biblioteca' title='Consulta Acervo‏'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/3720419260046949824/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=3720419260046949824&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/3720419260046949824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/3720419260046949824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/07/consulta-acervo.html' title='Consulta Acervo‏'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-4774584791638812212</id><published>2011-07-26T08:43:00.000-07:00</published><updated>2011-07-26T08:47:13.640-07:00</updated><title type='text'>Biblioteca eletronica - Jennifer Rowley</title><content type='html'>A Biblioteca Eletrônica, Jennifer Rowley&lt;br /&gt;by GUSTAVO HENN on APRIL 1, 2007&lt;br /&gt;Dividido em três partes: 1 introdução sobre tecnologia da informação, 2 aplcaições da recuperação da informação e 3 sistemas de gerenciamento de bibliotecas, o livro A Biblioteca Eletrônica, de Jennifer Rowley, 2ed., Briquet de Lemos, 2002, é um dos mais pedidos em concursos, até por ser um dos raros livros sobre o tema publicados no Brasil.&lt;br /&gt;Alguns dos trechos que já surgiram em concursos(a CESPE parece gostar muito dele):&lt;br /&gt;Os sistemas de gerenciamento de documentos são meramente sistemas que suportam a criação, o armazenamento e a subseqüente recuperação de documentos e(ou) suas representações em formato eletrônico. Os documentos que tais sistemas gerenciam encontram-se em qualquer meio, inclusive textos, gráficos, som, imagens estáticas ou em movimento, vídeo ou combinação destes na forma de um documento multimídia.&lt;br /&gt;De acordo com Rowley (1994), os sistemas de gerenciamento de bibliotecas são sistemas de bases de dados de finalidade específica, projetados para controlar as atividades essenciais de uma biblioteca.&lt;br /&gt;A versão brasileira é de 2002, porém é tradução da edição original de 1998. 4 anos de atraso, quando se trata de tecnologia, é muita coisa. E isso acaba acarretando alguns equívocos. Por exemplo, quando o livro fala sobre cederrom(CD-ROM), que é uma mídia em decadência, fala exaltando suas qualidades. E isso ao cair em concurso pode levar o candidato a errar.&lt;br /&gt;Uma das maiores riquezas deste livro, e que também é exigida nas provas, são suas várias listas. Vou colocar algumas aqui:&lt;br /&gt;Critérios de avaliação de sistemas de gerenciamento de documentos:&lt;br /&gt;1. Definição da base de dados: quais os parâmetros da definção, exibição da estrutura de dados, base de dados relacional, etc.&lt;br /&gt;2. Entrada de dados: telas definíveis pelo usuário, alteração fácil de registros existentes, campos definidos pelo usuário, opções de multimídia, etc.&lt;br /&gt;3. Indexação: listas de palavras proibidas e permitidas, recursos para tratamento de nomes pessoais e de entidades, indexação com linguagem natual e controlada, seleção de campos para indexação e marcaçao, etc.&lt;br /&gt;4. Recuperação da informação: operadores booleanos, buscas limitadas a campos, truncamento, histórico das buscas, etc.&lt;br /&gt;5. Recursos de saída: opção de publicação em cd-rom ou na rede, impressão, DSI, etc.&lt;br /&gt;6. Segurança: senhas, identificação dos usuários, acesso restrito, etc.&lt;br /&gt;7. Outros recursos: interface amigável, suporte, etc.&lt;br /&gt;Outro tipo de questão que costumam tirar desse livro é sobre tipologia de redes.&lt;br /&gt;Existem 4 tipos:&lt;br /&gt;Redes em estrela: que tem seu centro em um único nó de rede, e que está ligado a várias estações de trabalho. As estações, nesse caso, não se comunicam diretamente entre si, mas apenas através desse nó.&lt;br /&gt;Redes em anel ou laço: são aquelas em que todos os nós são interligados em base igual. Os dados são enviados por qualquer nó e enviados para a rede.&lt;br /&gt;Redes de multipontos: contam com muitas estações de trabalho que disputam entre si enlaces com um nó central. Reduz os custos de linha pois emprega somente um circuito ramificado para conectar todos os nós.&lt;br /&gt;Rede em barra: é constituída por um cabo ponto a ponto, a partir do qual são feitas conexões com os periféricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra lista, esta importantíssima, é a dos fatores considerados ao selecionar uma fonte de informação:&lt;br /&gt;1. Cobertura de assuntos e fontes adequada.&lt;br /&gt;2. Tipo de busca.&lt;br /&gt;3. Termos de busca.&lt;br /&gt;4. Necessidade de formular expressões de busca.&lt;br /&gt;5. Resultados esperados da busca.&lt;br /&gt;6. Custo das buscas.&lt;br /&gt;7. Acesso a recursos adicionais.&lt;br /&gt;8. Grau de atualidade e período de tempo abrangido pelas buscas.&lt;br /&gt;9. Experiência com buscas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista técnico, para os profissionais da informação, uma biblioteca eletrônica pode ser visitada fisicamente pelo usuário. Em contrapartida, uma biblioteca virtual não requer localização física, podendo ser acessada de qualquer ponto da rede e a informação solicitada pode estar depositada em qualquer lugar do planeta. De modo sintético, é possível afirmar que toda biblioteca virtual pode ser oferecida em uma biblioteca eletrônica, mas a recíproca não é verdadeira (ROWLEY, 2002). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A biblioteca eletrônica”, Jennifer Rowley, 2002 (Library automation) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROWLEY, Jennifer. A biblioteca eletrônica. 2.ed. Brasília: Briquet de Lemos, 2002. (Localização na biblioteca da ECA 025.0285^R884eP^2.ed.) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este livro é uma atualização do livro “Computers for libraries”, de 1993. Traz uma explanação sobre a influência que a Informática tem exercido no funcionamento das bibliotecas e serviços de informação. Examina as aplicações da tecnologia da informação que influem sobre as rotinas e o gerenciamento de bibliotecas, bem como outras aplicações que acarretam implicações para a maneira como as informações são tratadas, armazenadas e gerenciadas. O livro é dividido em três partes: introdução à tecnologia da informação, recuperação da informação e sistemas de gerenciamento de bibliotecas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quadro comparativo entre CD-ROM e os serviços de busca on-line&lt;br /&gt;Casos em que é melhor o CD-ROM Casos em que é melhor a busca on-line&lt;br /&gt;Multimídia, como livros, jogos e obras de referência Grandes bases de dados bibliográficos usadas e atualizadas com freqüência&lt;br /&gt;Títulos independentes , como livros isolados Cadastros, especialmente os que são atualizados com freqüência&lt;br /&gt;Coleções de livros em disco Texto integral ASCII, principalmente grandes bases de dados&lt;br /&gt;Quando conteúdo, interface e técnicas de busca estão interligados Coleções de imagens e textos fixos, como artigos de revistas, se só forem usados poucos itens do acervo&lt;br /&gt;Quando o aprendizado (e não mera resposta a questões factuais) faz parte da experiência Grandes bases de dados&lt;br /&gt;Quando atende a uma população relativamente homogenea, como numa biblioteca escolar Muitos usuários simultâneos&lt;br /&gt;Quando as editoras não publicam em outro formato, devido a razões de segurança e direito autoral Quando se pedem buscas complexas em arquivos cruzados&lt;br /&gt; Quando uma população heterogênea requer grande variedade de fontes, assuntos ou temas, como em bibliotecas públicas e universitárias&lt;br /&gt;Fonte: ROWLEY, Jennifer. A biblioteca eletrônica. Segunda edição de Informática para bibliotecas. Trad. Antônio Agenor Briquet de Lemos. Brasília: Briquet de Lemos,  2002. p.  242. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Jennifer Rowley aponta  9 critérios para seleção de bases de dados em CD-ROM (p. 247) &lt;br /&gt;1 conteúdo da base de dados cobertura e, no caso de bases de texto integral, se incluem ilustrações e outras informações&lt;br /&gt;2 atualidade cobertura cronológica da BD.&lt;br /&gt;3 arquivos retrospectivos estes arquivos podem ocupar diversos CDs . A questão está se todos  são disponíveis ou não? E de que forma estão subdivididos em disco?&lt;br /&gt;4 programa de recuperação e indexação precisa ser amigável ao usuário, eficiente, eficaz, oferecer amplos recursos de recuperação da informação e servir tanto para o consulente novato quanto ao experiente. A indexação deve ser pertinente e coerente, os termos de indexação representar adequadamente o conteúdo do documento e serem acessíveis ao usuário.&lt;br /&gt;5 interface do usuário precisa ser potente e de fácil utilização. Servir para todas as categorias de usuários e propiciar um sistema adequado de ajuda&lt;br /&gt;6 pós-processamento possibilidades de transferir a informação recuperada para papel ou em disco. Convém dispor  de recursos para importar e imprimir os dados e, se possível , também integrá-los com informações procedentes de outras fontes.&lt;br /&gt;7 tempo de acesso aos dados parecem lentas, pois as leitoras operam mais vagarosamente do que as unidades de disco rígido, e além disso, podem ocorrer demoras na rede no caso de transmissão de dados gráficos.&lt;br /&gt;8 custos a) custos de instalação  decorrentes na aquisição do equipamento; b) custos de assinatura necessários  à aquisição  e atualização dos discos.  [...] As estratégias de preços dos CD-ROMs são elaboradas de modo a refletir o grau de utilização da base de dados.&lt;br /&gt;9 padronização precisa ser observado compatibilidades técnicas e possibilidade de serem colocados numa estação de trabalho ou em rede. Sempre necessário observar se todos os componentes de equipamentos e programas funcionam satisfatoriamente.&lt;br /&gt;Fonte : Adaptado de ROWLEY, Jennifer. A biblioteca eletrônica. Segunda edição de Informática para bibliotecas. Trad. Antônio Agenor Briquet de Lemos. Brasília: Briquet de Lemos,  2002. p.  247-8.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Rowley (1994), “a informática  tem exercido uma influência  fundamental no funcionamento das bibliotecas e serviços de informação”. &lt;br /&gt;Com o advento do computador e das novas tecnologias e, sua conseqüente introdução nas bibliotecas, “resultou em padronização, aumento da eficiência, cooperação e melhores serviços” (ROWLEY, 1994) oferecidos. &lt;br /&gt;Entretanto, para que esses diferenciais sejam atingidos é preciso que se tenha  claro os objetivos a que se propõe a informatização das bibliotecas.&lt;br /&gt;Dentre as muitas e variadas razões que justificam a opção por um sistema &lt;br /&gt;informatizado de gerenciamento, Rowley (1994), aponta:&lt;br /&gt;•  os computadores possibilitam a redução do número de tarefas repetitivas. &lt;br /&gt;Em geral, os dados serão inseridos  uma única vez e, daí em diante, &lt;br /&gt;poderão ser acessados e modificados; &lt;br /&gt;•  os sistemas informatizados podem ser mais baratos e mais eficientes; &lt;br /&gt;•  podem propiciar a introdução de serviços que não existiam antes; &lt;br /&gt;•  controle adicional de todas as funções que se consegue com a ajuda de &lt;br /&gt;informações gerenciais mais abrangentes que justificam um processo &lt;br /&gt;decisório mais eficaz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-4774584791638812212?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/4774584791638812212/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=4774584791638812212&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/4774584791638812212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/4774584791638812212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/07/biblioteca-eletronica-jennifer-rowley.html' title='Biblioteca eletronica - Jennifer Rowley'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-5052081202115711787</id><published>2011-07-24T09:05:00.000-07:00</published><updated>2011-07-24T09:18:37.413-07:00</updated><title type='text'>ACESSIBILIDADE EM AMBIENTES INFORMACIONAIS  de BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS:        ONAIS DIGITAIS DE</title><content type='html'>ACESSIBILIDADE EM AMBIENTES INFORMACIONAIS DIGITAIS DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS:&lt;br /&gt;foco em usuários com diferentes condições sensoriais auditivas &lt;br /&gt;CORRADI, J. A. M.&lt;br /&gt;1&lt;br /&gt;VIDOTTI, S. A. B. G.&lt;br /&gt;2 &lt;br /&gt;RESUMO &lt;br /&gt;No contexto da Ciência da Informação, a acessibilidade em ambientes &lt;br /&gt;informacionais de bibliotecas universitárias envolve os processos de tratamento, &lt;br /&gt;representação, recuperação, disseminação, acesso e  uso da informação com foco &lt;br /&gt;no usuário. Objetiva-se neste artigo destacar alguns elementos de acessibilidade &lt;br /&gt;específicos aplicáveis ao planejamento de uma arquitetura da informação digital &lt;br /&gt;acessível à heterogeneidade de usuários potenciais  de ambientes informacionais &lt;br /&gt;digitais, com ênfase as bibliotecas universitárias, considerando-se aqueles que &lt;br /&gt;possuem diferentes condições sensoriais auditivas,  em especial. Os avanços em &lt;br /&gt;tecnologias de informação e comunicação, assim como a participação de usuários &lt;br /&gt;específicos e heterogêneos, exigentes e interativos, têm permitido novas &lt;br /&gt;possibilidades de relações sociais, de comunicação e informação entre as pessoas, &lt;br /&gt;assim como novas formas de reflexão sobre os ambientes de bibliotecas &lt;br /&gt;universitárias. &lt;br /&gt;Palavras-chave: Acessibilidade. Bibliotecas universitárias. Ambientes digitais. &lt;br /&gt;Inclusão. Surdez.  &lt;br /&gt;ABSTRACT &lt;br /&gt;In the context of the Information Science, the accessibility in digital informational &lt;br /&gt;environments the universities libraries envolves the treatment, representation, &lt;br /&gt;retrieval, dissemination, access and information use processes have been focused in &lt;br /&gt;the users. This paper aims to highlight some specific accessibility elements for the &lt;br /&gt;planning of a digital information architecture accessible to the heterogeneity of &lt;br /&gt;potential users of digital informational environments this emphasis in university &lt;br /&gt;libraries, in especial, users with deaf. The advances in information and &lt;br /&gt;communications technologies as well as the participation of heterogeneous and 2&lt;br /&gt;specific users have allowed new opportunities for social, communicational, &lt;br /&gt;informational and new refletion about environment the universities libraries. &lt;br /&gt;Keywords: Accessibility. Universities libraries. Digital environments. Inclusion. &lt;br /&gt;Deafness.  &lt;br /&gt;1 INTRODUÇÃO &lt;br /&gt;As discussões relacionadas à informação no âmbito tecnológico emergem &lt;br /&gt;dos avanços em tempo e espaço propiciados pelas novas tecnologias de informação &lt;br /&gt;e comunicação (TICs). Estes avanços impulsionaram transformações nos processos &lt;br /&gt;de recolhimento, difusão, produção de conteúdos informacionais e na organização &lt;br /&gt;de interfaces digitais de bibliotecas universitárias.  &lt;br /&gt;Graças às tecnologias de informação e comunicação vem ocorrendo &lt;br /&gt;crescentes mudanças e adequações comportamentais por parte de &lt;br /&gt;desenvolvedores, profissionais da informação e de usuários destes ambientes, o que &lt;br /&gt;tem acarretado em publicações de diretrizes, recomendações e legislações &lt;br /&gt;relacionadas à promoção da acessibilidade em prol da inclusão de usuários &lt;br /&gt;específicos. &lt;br /&gt;Em conformidade com o pesquisador Fernández-Molina  (2004a), &lt;br /&gt;verificam-se melhorias e amplas possibilidades de acesso à informação digital, &lt;br /&gt;considerando sua abrangência via capilaridade da rede Internet. Similarmente, &lt;br /&gt;Barreto (2002) menciona que a realidade informacional da Ciência da Informação &lt;br /&gt;situa-se no “tempo do conhecimento interativo” (1995 até os dias atuais), o qual se &lt;br /&gt;caracteriza pelo novo status do conhecimento, após a Internet e a World Wide Web &lt;br /&gt;(web).  &lt;br /&gt;Por outro lado, tais avanços tecnológicos ocasionaram preocupações &lt;br /&gt;éticas e políticas com as quais se depara Fernández-Molina (2004b), entre as quais &lt;br /&gt;incluem-se: liberdade intelectual e censura; intimidade, confidencialidade e proteção &lt;br /&gt;de dados pessoais; assim como direitos autorais. Destacam-se ainda o acesso e o &lt;br /&gt;fornecimento da informação nestas preocupações. &lt;br /&gt;Com isso, objetiva-se neste artigo centralizar reflexões sobre o &lt;br /&gt;planejamento de uma arquitetura da informação digital que contemple a aplicação de&lt;br /&gt;elementos de acessibilidade como parte de um processo inclusivo, capaz de atender as necessidades informacionais de usuários de bibliotecas universitárias, &lt;br /&gt;principalmente daqueles com diferentes condições sensoriais auditivas e &lt;br /&gt;lingüísticas. &lt;br /&gt;Caracterizada como uma pesquisa exploratória e descritiva, este trabalho &lt;br /&gt;se fundamenta principalmente no referencial bibliográfico do campo da Ciência da &lt;br /&gt;Informação, em padrões de acessibilidade da  Web Accessibility Initiative - WAI &lt;br /&gt;(Iniciativa de Acessibilidade  Web) do  World Wide Web Consortium - W3C, de &lt;br /&gt;legislações brasileiras referentes à temática e nas iniciativas de acessibilidade do eGov Brasil. Por meio deste arcabouço pontuaram-se os elementos de acessibilidade &lt;br /&gt;que visam ampliar os acessos à informação por públicos-alvos heterogêneos e &lt;br /&gt;específicos em ambientes informacionais digitais de bibliotecas universitárias.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO EM AMBIENTES DE BIBLIOTECAS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5471882097207960503-5052081202115711787?l=bibmargarida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.sbu.unicamp.br/snbu2008/anais/site/pdfs/3583.pdf' title='ACESSIBILIDADE EM AMBIENTES INFORMACIONAIS  de BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS:        ONAIS DIGITAIS DE'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibmargarida.blogspot.com/feeds/5052081202115711787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5471882097207960503&amp;postID=5052081202115711787&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/5052081202115711787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5471882097207960503/posts/default/5052081202115711787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibmargarida.blogspot.com/2011/07/acessibilidade-em-ambientes.html' title='ACESSIBILIDADE EM AMBIENTES INFORMACIONAIS  de BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS:        ONAIS DIGITAIS DE'/><author><name>Margô</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15591810924026372769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_euGvKetls6o/R_TZhUa8VAI/AAAAAAAAAAQ/2dQw4K-h0Kg/S220/margo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5471882097207960503.post-3257723068284104168</id><published>2011-07-24T08:44:00.000-07:00</published><updated>2011-07-24T08:58:57.091-07:00</updated><title type='text'>SERVIÇO DE REFERÊNCIA E INFORMAÇÃO</title><content type='html'>SERVIÇO DE REFERÊNCIA E INFORMAÇÃO&lt;br /&gt;VANESSA S. CAVALCANTE SERVIÇO DE REFERÊNCIA E INFORMAÇÃO&lt;br /&gt; Resumo apresentado ao curso de Biblioteconomia, como requisito para obtenção da primeira nota na disciplina de Serviço de Referência e Informação, ministrada pela Profª Susana Schmidt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O serviço de referência e suas funções&lt;br /&gt;O serviço de referência e informação (SRI) tem como objetivo identificar as necessidades informacionais dos usuários. Considerado uma atividade-fim da biblioteca, visa facilitar e otimizar a procura da informação, expondo o trabalho da biblioteca e do bibliotecário, gerando o reconhecimento e a satisfação do usuário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O SRI visa também a outras funções: • Racionalização do tempo; • Localização/disponibilização dos suportes informacionais; • Educação do usuário; • Assistência direta e profissional; • Promover interação com o usuário; • Divulgar os serviços oferecidos pela biblioteca; • Eventos e exposições; • Levantamento bibliográfico em assuntos especializados; • Pesquisa on line do acervo bibliográfico; • Comutação bibliográfica; • Empréstimo entre bibliotecas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que esses serviços sejam colocados em prática, Macedo (1990), orienta o bibliotecário do setor de referência em linhas de atuação, que são elementos básicos das atividades do SRI. São elas:&lt;br /&gt; 1. Serviço de referência propriamente dito: refere-se ao serviço em si, a interação face-a-face entre os três pilares: usuário x informação x bibliotecário, sendo que este último será o mediador de todo o processo.&lt;br /&gt; 2. Educação do usuário: levantamento do perfil dos usuários que utilizam a biblioteca, fornecendo-lhes orientação em relação aos serv
