sexta-feira, 16 de agosto de 2024

A FUNÇÃO ECOLÓGICA DA FANTASIA https://static.wixstatic.com/media/d9c6c1_b8235d9eb19d4803b6a6f2bb9bb7aad9~mv2.jpg No post de hoje, tenho o prazer de dar a fala a um dos nossos autores: Henrique Susin Scopel. Espero que façam bom proveito da discussão que ele traz nesta sexta-feira. Fico muito feliz por estar escrevendo este texto para o blog da minha editora favorita: a FLYVE. Acredito que antes de iniciar, devo realizar uma rápida apresentação. Para quem não me conhece, me chamo Henrique, sou o autor de Crônicas de Arauver, mestrando em Direito Ambiental pela Universidade de Caxias do Sul, e escritor da casa há dois anos. Quando recebi esse convite, pensei bastante sobre o que poderia escrever, e decidi unir duas grandes paixões da minha vida: fantasia e ecologia. Mas o que isso tem a ver? A relação é profunda, talvez um pouco escondida, mas com certeza real. O objetivo do texto é trazer, por meio de alguns exemplos, a função educacional ecológica presente nas fantasias e fábulas que consumimos diariamente, e como elas podem auxiliar no despertar para a consciência ambiental dos leitores. Inicio falando da minha história com ambos os temas, pois o primeiro contato que tive com o tema da ecologia foi, por incrível que pareça, ao ler Senhor dos Anéis. Não passava de um jovem de doze anos, mas quando visitei os capítulos onde observamos a destruição de Isengard na Floresta dos Ents, algo dentro de mim despertou. Essa revolta pelo fim da natureza em prol de um meio de produção me fez buscar mais sobre a preservação e o meio ambiente. Entretanto, a relação da fantasia com a ecologia não se resume a esse curto relato pessoal. A fantasia e a ficção, na grande maioria, abordam o tema de preservação direta ou indiretamente. Podemos refletir com grandes livros, além do já citado Senhor dos Anéis, como A Utopia. Quando Thomas More escreveu esse clássico no século XVI, termos como "fantasia" ou "ficção científica" ainda não existiam dentro do mercado literário como nos dias de hoje, porém sua obra com certeza é uma produção fantástica. Nas páginas do livro, somos apresentados a uma sociedade acima de qualquer problema, que vive em união e paz, uma perfeita utopia. É possível notar que a sociedade perfeita e utópica só foi alcançada por uma forma de vida humana em harmonia com a natureza, uma vida humana sustentável. O autor não deixa isso explícito, mas é visível nas descrições como a natureza é respeitada e tratada como companheira, não como mero objeto a ser utilizado. Avançando um pouco no tempo, gostaria de trazer a obra Um Cântico para Leibowitz, de Walter M. Miller Jr. O livro, considerado um dos maiores clássicos da ficção científica, foi escrito em 1959 e acompanha um mosteiro católico, em um cenário pós-apocalíptico, localizado em um deserto no território dos antigos Estados Unidos, depois de uma Guerra Nuclear, que praticamente destruiu a humanidade. O ponto principal do livro é a força destrutiva que a humanidade carrega, que afeta tanto a si quanto ao ambiente que lhe acolhe. Ao contrário do pensamento do protagonista final da história “sic transit mundus”, o livro nos faz refletir como devemos evitar cenários como o dele, e também como a tecnologia ou as questões financeiras jamais substituirão nossa casa natural. No campo da fantasia medieval moderna, um grande exemplo de pensamento ecológico como pano de fundo é a saga The Witcher, do polonês Andrej Sapkowski. A série de oito livros encantadores, três jogos incríveis e uma série deplorável da Netflix, tem como fundo a imparável sede de conquista dos humanos e o caminho de devastação e esquecimento que isso leva. Para quem não é familiarizado com a obra, os humanos, no continente em que se passa a história, são invasores e levam à extinção muitas espécies locais (os monstros que os bruxos caçam). Além disso, perseguem as raças locais e destroem seus santuários antigos. Todo esse conflito leva a uma espiral de problemas sociais e falta de recursos que aparecem como pano de fundo da história de Geralt. Poderia ser um pouco mais corajoso e falar de uma obra essencial no âmbito da luta pelo meio ambiente: A Primavera Silenciosa (1962), de Rachel Carson. Tal obra foi de suma importância para o conhecimento do mundo sobre a má utilização de produtos tóxicos e em como eles impactam o meio ambiente e a própria raça humana. Alguns de vocês devem estar se perguntando qual a relação desse livro com a fantasia. Explicarei com um breve resumo: Rachel inicia o livro trazendo uma história de um local onde o uso de agrotóxicos era tão absurdo e normalizado que tais produtos acabaram matando os pássaros, fazendo com que a primavera se tornasse silenciosa e ocasionando outros impactos no ecossistema do local. Ao escrever sobre essa primavera silenciosa, Carson não estaria utilizando o recurso fantástico para alertar sobre as questões ecológicas? A resposta é óbvia. Os exemplos não acabam por aqui. Eu poderia escrever centenas de páginas sobre o assunto, analisando a relação entre obras de fantasia e o pensamento ecológico. Entretanto, por se tratar de um texto para blog, não quero me alongar muito. Caso seja de interesse, retorno para falar mais disso no futuro. Acredito que o ponto tenha sido provado, a fantasia pode ser ferramenta para alerta e educação ecológica, com autores utilizando a temática consciente ou inconscientemente. Na situação em que vivemos, quanto mais recursos pudermos utilizar em favor do meio ambiente, melhor. A humanidade vivendo em união com a natureza não pode ser somente fantasia. Henrique Susin Scopel, escritor e mestrando em Direito Ambiental

quinta-feira, 25 de abril de 2024

Na fase da educação infantil, as crianças estão desenvolvendo o interesse pela leitura, enquanto absorvem os conceitos básicos essenciais para a alfabetização. Com esse propósito em mente, desenvolvemos um e-book que aprofunda o tema da leitura literária neste período tão importantes para as crianças. Além disso, o material é acompanhado por sugestões de atividades e obras selecionadas de nossas editoras. E-book: Leitura Literária na Educação Infantil
Por Redação Para celebrar o Dia Nacional do Livro Infantil (18 de abril), a SP Leituras convidou a equipe* do SisEB para selecionar os 5 livros infantis que não podem faltar em nenhuma biblioteca. E a boa notícia é que qualquer biblioteca pública cadastrada – e com os dados atualizados – na plataforma Bibliotecas Paulistas pode adquiri-los gratuitamente na Loja Virtual do SisEB. Confira: 1 - Doçura Escritora: Anna Cunha Editora:Tibi Editora Ano de publicação: 2022 Sinopse: Doçura é um livro-imagem que celebra a leitura em família, as mulheres e as professoras. A obra trata da importância da formação leitora na infância e destaca o afeto e a dedicação para a criação de uma nova geração de leitores. Por que este livro é fundamental em qualquer biblioteca: Doçura venceu o Prêmio Jabuti 2023 e sem usar uma única palavra escrita, conta uma linda história, através de imagens de arrebatar a alma é capaz de nos transportar para suas páginas cheias de afeto. 2 - Macabéa Escritora: Conceição Evaristo Editora: Oficina Raquel Ano de publicação: 2023 Sinopse: Conceição relê Clarice. “Se essa história não existe, passará a existir. (Clarice Lispector)” Há quase 50 anos, Clarice Lispector publicou A hora da estrela, seu último e mais emblemático romance. Nascia então Macabéa, jovem nordestina, pobre e migrante, cuja vida era marcada por dores, silêncios e apagamento. Agora, brota a Flor de Mulungu. Neste conto ilustrado, a premiada e incontornável voz da literatura brasileira contemporânea Conceição Evaristo revisita e dá novos contornos à Macabéa, em um manifesto literário que coloca a escrita como uma forma de fazer vingar a vida. “A Flor de Mulungu não ia fenecer. Não. A posição fetal em que ela se encontrava era um indício de que uma nova vida se abria. Ela ia nascer por ela e com ela. Macabéa ia se parir. Flor de Mulungu tinha a potência da vida. Força motriz de um povo que resilientemente vai emoldurando o seu grito. ” - Conceição Evaristo Por que este livro é fundamental em qualquer biblioteca: O olhar de Evaristo para esta personagem é realista, evoca a ancestralidade de Macabéa (e de todas as Macabéas que ali habitam) para costurar uma nova trajetória em que “Mulheres como Macabéa não morrem. Costumam ser porta-vozes de outras mulheres, iguais a elas". 3 - Óculos de cor Escritora: Lilia Moritz Schwarcz Editora: Companhia das Letrinhas Ano de publicação: 2022 Sinopse: Alvo é um garoto cheio de energia, e está sempre com um assunto diferente na cabeça ― pode ser a história do Brasil, algum super-herói de uma série da TV ou a próxima viagem que vai fazer nas férias. Ele mora com a família em um bairro elegante, vai à escola todo dia pela manhã e, a despeito de ser um garoto curioso, pouco percebe sobre o mundo à sua volta, tão diferente do seu. Ebony adora fazer amigos e contar histórias ― e até contaria mais, se tivesse tempo. Com a agenda cheia, da aula de dança aos desenhos que adora fazer, a garota quase nunca para quieta. Seu mundo é grande demais! E ela está prestes a começar os estudos em uma nova escola, com professores e colegas que até então não conhecia. Por que este livro é fundamental em qualquer biblioteca: Com seu já consagrado poder narrativo, Lilia Moritz Schwarcz se volta à literatura infantil para proporcionar reflexões aos jovens leitores sobre assuntos de primeira importância, como a branquitude e o racismo estrutural que atinge a todas e todos no Brasil. Prêmio Jabuti 2023 na categoria Juvenil. 4 - A África que você fala Escritor: Claudio Fragata Editora: Globinho Ano de publicação: 2021 Sinopse: Cafuné, samba, quiabo, dendê, quitanda... Você pode até não perceber, mas usamos muitas palavras com origem africana no dia a dia. De forma leve e divertida, A África que você fala faz um passeio por palavras que pegamos emprestadas de idiomas como quimbundo, iorubá, jeje e banto. Por que este livro é fundamental em qualquer biblioteca: O livro mostra a origem de palavras que usamos no cotidiano e que são oriundas da África, abordando a importância de apresentar aos pequenos leitores a origem dessas palavras. 5 - Heróis e heroínas do cordel Escritora: Januária Cristina Alves Editora: Companhia das Letrinhas Ano de publicação: 2021 Sinopse: A literatura de cordel é uma das manifestações mais ricas da cultura brasileira. Ao narrar grandes aventuras ou mesmo acontecimentos cotidianos em versos rimados e ritmados, os cordelistas criaram personagens universais ― e ao mesmo tempo bem brasileiros ―, cujos atos corajosos, autênticos e heróicos vêm se espalhando pelos quatro cantos do país ao longo dos séculos. Com organização da escritora e pesquisadora Januária Alves, ilustrações de Salmo Dansa e posfácio de Antonio Nóbrega, este livro traz cinco narrativas assinadas por grandes nomes da literatura de cordel ― A história de João Valente e o dragão de três cabeças , História de Roberto do Diabo , História da imperatriz Porcina , História da donzela Teodora e O verdadeiro romance do herói João de Calais. Por que este livro é fundamental em qualquer biblioteca: Dragões, desafios e aventuras de tirar o fôlego ― há tudo isso e muito mais nessa reunião única de cinco histórias assinadas por grandes nomes da literatura de cordel brasileira.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2023

https://jornal.usp.br/cultura/as-bibliotecas-preservam-o-conhecimento-como-extensao-dos-cerebros-humanos/ Luiz Augusto Milanesi Professor Sênior da USP/ECA “As bibliotecas preservam o conhecimento como extensão dos cérebros humanos” É o que afirma o professor Luís Milanesi, da ECA, ressaltando o papel irradiador de cultura e informação das bibliotecas. Sua função como “memória da humanidade” é um dos temas que ele enfoca nesta entrevista Publicado: 17/11/2023 Atualizado: 29/11/2023 as 13:22 Texto: Marcello Rollemberg Arte: Simone Gomes Em um país como o Brasil, que tem uma carência crônica de políticas públicas para a cultura, é muito importante se buscar alternativas para efetivar ações que unam cultura, educação e cidadania. Isso, indo muito além daquilo que os governos – em todas as suas instâncias – se propõem a fazer mas acabam deixando pelo caminho ideias não concretizadas e uma pilha de promessas esquecidas. Uma ação que pode e deve ser vista com atenção é o resgate do papel fundamental das bibliotecas na formação cultural e educativa dos cidadãos, onde o livre pensar é mais do que só pensar. “As bibliotecas tiveram e têm a função de preservar o conhecimento como se fossem, em seu conjunto, a extensão dos cérebros humanos, a memória da humanidade”, garante Luís Augusto Milanesi, professor sênior da Escola de Comunicações e Artes da USP (ECA-USP). “Isso permitiu e permite que sejam transportadoras do conhecimento no transcurso dos séculos, bem como fornecedoras de informações capazes de gerar novas camadas de saber”, acredita ele, também autor de vários livros, entre eles A casa da invenção e Biblioteca, ambos pela Ateliê Editorial. Ex-diretor da ECA e um dos expoentes da Biblioteconomia no Brasil – e defensor intransigente do fomento de políticas culturais –, Milanesi criou, em 2018, o Lacis – Laboratório de Cultura, Informação e Sociedade. Gerado pelo Departamento de Informação e Cultura da ECA, o Lacis tem como proposta central realizar atividades de extensão, notadamente cursos e seminários, bem como desenvolver pesquisas no âmbito da intersecção entre informação e cultura. Nesse campo situa-se um dos seus projetos mais relevantes pela sua dimensão social e pelos desafios teóricos e práticos que propõe: “a biblioteca pública pós-Gutenberg” ou o que será posto no lugar dos acervos municipais, em crise desde a expansão da internet. “A decadência e até mesmo a extinção dessas bibliotecas ocorre em um momento em que se ampliam os vetores da desinformação”, afirma Milanesi, reiterando o tripé de projetos que alicerçam o laboratório: o primeiro busca levar aos municípios a arte que a USP, por meio de seus cursos, cria; o segundo projeto propõe-se a difundir obras de autores uspianos pelos municípios interessados em conhecê-las e discuti-las; e o terceiro trata justamente dessa “biblioteca pós-Gutenberg” e seu impacto social e cultural. Mais informações sobre o Lacis no e-mail lacis@usp.br. Para o professor da ECA, a biblioteconomia é capaz de responder às demandas de fomento de cultura e informação que a sociedade exige, mas deve se adaptar às exigências contemporâneas. “O mundo do trabalho pede cada vez menos aqueles que sabem tudo de um assunto e sim os que tenham a capacidade de combinar e integrar informações de vários campos. O bibliotecário não é apenas o especialista nos meios técnicos, mas nos fins da informação e do conhecimento”, contextualiza. Leia, a seguir, a entrevista de Luís Milanesi ao Jornal da USP.

quarta-feira, 18 de maio de 2022

A Coleção Palavra-Chave editada pela Editora Polis e pela Associação Paulista de Bibliotecários (APB) contribuiu significativamente para a formação no âmbito da graduação. SILVA, Rovilson José da; Bortolin, Sueli (Orgs.). Fazeres cotidianos na biblioteca escolar. São Paulo: Polis, 2006. 120p. (Coleção Palavra-Chave, 17) VALENTIM, Marta Lígia Pomim (Org.). Métodos qualitativos de pesquisa em Ciência da Informação. São Paulo: Polis, 2005. 176p. (Coleção Palavra-Chave, 16) VIDOTTI, Silvana Aparecida Borsetti Gregório (Coord.). Tecnologia e conteúdos informacionais: abordagens téoricas e práticas. São Paulo: Polis, 2004. 187p. (Coleção Palavra-Chave, 15) VALENTIM, Marta Lígia Pomim (Org.). Atuação profissional na área de informação. São Paulo: Polis, 2004. 191p. (Coleção Palavra-Chave 14) VALENTIM, Marta Lígia Pomim (Org.). Formação do profissional da informação. São Paulo: Polis, 2002. 152p. (Coleção Palavra-Chave, 13) CORTE, Adelaide Ramos e; ALMEIDA, Iêda Muniz de; ROCHA, Eulina Gomes; LAGO, Wilma Garrido do. Avaliação de softwares para bibliotecas e arquivos: uma visão do cenário nacional. 2.ed. São Paulo: Polis, 2002. 219p. (Coleção Palavra-Chave, 11) CORTE, Adelaide Ramos e; ALMEIDA, Iêda Muniz de (Coord.) Avaliação de softwares para bibliotecas. São Paulo: Polis; APB, 2000. 108p. (Coleção Palavra-Chave, 11) VALENTIM, M. L. P. (Org.). O profissional da informação: formação, perfil e atuação profissional. São Paulo: Polis, 2000. 156p. (Coleção Palavra-Chave, 10) ORTEGA, Cristina Dotta. Microisis: das origens à consolidação numa realidade de informação em mudança. São Paulo: Polis; APB, 1998. 130 p. (Coleção Palavra-Chave, 9) VALENTIM, Marta Lígia Pomim. O custo da informação tecnológica. São Paulo: Polis; APB, 1997. 91p. (Coleção Palavra-Chave, 8) ALMEIDA JÚNIOR, Oswaldo Francisco de. Sociedade e Biblioteconomia. São Paulo: Polis : APB, 1997. 129p. (Coleção Palavra-Chave, 7) FIGUEIREDO, Nice Menezes de. Textos avançados em referência e informação. São Paulo: Polis; APB, 1996. 124p. (Coleção Palavra-Chave, 6) BARBALHO, Célia Regina Simonetti; BERAQUET, Vera Silvia Marão. Planejamento estratégico para unidades de informação. São Paulo: Polis; APB, 1995. 69p. (Coleção Palavra-Chave, 5) CINTRA, Anna Maria; TÁLAMO, Maria de Fátima Gonçalves Moreira; LARA, Marilda Lopes Ginez de; KOBASHI, Nair Yumiko. Para entender as linguagens documentárias. 2.ed. São Paulo: Polis; APB, 2002. 96p. (Coleção Palavra-Chave, 4) CINTRA, Anna Maria; TÁLAMO, Maria de Fátima Gonçalves Moreira; LARA, Marilda Lopes Ginez de; KOBASHI, Nair Yumiko. Para entender as linguagens documentárias. São Paulo: Polis; APB, 1994. 72p. (Coleção Palavra-Chave, 4) FIGUEIREDO, Nice Menezes de. Serviços de referência & informação. São Paulo: Polis; APB, 1992. 168p. (Coleção Palavra-Chave, 3) BARSOTTI, Roberto. A informática na Biblioteconomia e na Documentação. São Paulo: Polis; APB, 1990. 127p. (Coleção Palavra-Chave, 2) VERGUEIRO, Waldomiro de Castro Santos. Desenvolvimento de coleções. São Paulo: Polis; APB, 1989. 96p. (Coleção Palavra-Chave, 1)

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

Fact Cheking

Título: Jornalismo de verificação como tipo ideal: a prática de fact-cheking no Brasil Autor: Taís Seibt Resumo: Nesta tese, formula-se o “jornalismo de verificação” como um tipo ideal para estudar a prática de fact-checking (checagem de fatos) no Brasil na perspectiva das mudanças estruturais do jornalismo. A base para a formulação teórico-metodológica da pesquisa é o estudo sobre os paradigmas jornalísticos (CHARRON; BONVILLE, 2016). Utilizando-se do método weberiano do tipo ideal, os autores estabelecem uma tipologia histórica das práticas jornalísticas a partir de quatro formas de jornalismo: de transmissão, de opinião, de informação e de comunicação. Prática crescente no mercado de informação contemporâneo, dominado por plataformas digitais (BELL; OWEN, 2017), o fact-checking surge como resposta à fragmentação da vida pública testemunhada nas últimas três décadas e resgata valores centrais da ideologia profissional, como a objetividade (GRAVES, 2016) e a disciplina da verificação (KOVACH; ROSENSTIEL, 2004; 2014). A partir de uma pesquisa participante no projeto Truco, da Agência Pública, uma das iniciativas pioneiras de checagem de fatos no Brasil, a tese discute limites e possibilidades da nova prática para o jornalismo diante de um cenário de desinformação (WARDLE, 2018) segundo 14 indicadores de mudança nos parâmetros que compõem o paradigma jornalístico. Com base em entrevistas, observação de rotinas e relatos de experiência, conclui-se que há mudanças significativas no que diz respeito a critérios, rotinas e percepções sobre a prática jornalística, as quais podem ser tomadas como indícios de que há uma mudança em curso no jornalismo contemporâneo, porém não suficientemente consolidadas a ponto de suplantar o paradigma do “jornalismo de comunicação”. Nesse sentido, o “jornalismo de verificação” enquanto tipo ideal evidencia mudanças em curso, podendo ser tomado como um desvio entre outros, o que seria característico de períodos pré-paradigmáticos (KUHN, 1975) Link para a Tese: https://lume.ufrgs.br/handle/10183/193359

Produtores de Fake News

Titulo: Desinformação na Terceira Idade: como o público idoso se relaciona com as fake news nas redes sociais. Autor: Bruno Fortes Luce Resumo: Esta pesquisa tem como problema de investigação: como idosos, enquanto imigrantes digitais podem adquirir as competências informacionais necessárias para lidar com o fenômeno das fake news? No escopo da pesquisa, adota-se como o objetivo geral: desenvolver através da educação soluções para conter o problema da recepção, aceitação e propagação de fake news pelo público idoso. O método da pesquisa é o estudo de caso de caráter qualitativo e os instrumentos de coleta de dados foram a observação participante do pesquisador e aplicação da entrevista com perguntas semi-estruturadas aos sujeitos após a realização do Curso de extensão. O desenvolvimento do Curso de Extensão: alfabetização midiática e informacional para idosos, com duração de 20h, foi realizado durante o período de um mês nas dependências do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), e contou com a participação de oito idosas, sujeitos da pesquisa. A estrutura priorizou aulas expositivas e dialogadas, onde foi abordada a origem da internet e das redes sociais, fontes de informação, desinformação, competência informacional, modelos de fake news, fatores de checagem e conteúdos relacionados. Também foram realizadas visitas à Biblioteca e à redação de jornais e rádios, com conversa com os profissionais. Como resultado ao final do Curso, percebeu-se o avanço em relação à identificação das fake news pelas participantes, a busca da informação em fontes confiáveis e a atitude de não compartilhar qualquer material recebido em uma rede social. Finalizando, foi possível notar uma melhora na relação entre o uso das ferramentas digitais pelas alunas e a relevância da busca nas fontes apropriadas. Também se destaca a vontade das participantes continuarem a se qualificar, através de outros Cursos, em outro momento. Acredita-se que foi uma experiência produtiva e que o modelo pode ser replicado para outros públicos e ou para um público maior em outros espaços e lugares. Link para o trabalho: https://dspace.ifrs.edu.br/xmlui/handle/123456789/361

“Deepfake”

Material: “Deepfake” como ferramenta manipulação e disseminação de “fakenews” em formato de vídeo nas redes sociais. Autor: Cristiana Pantola Moraes. Link para o Material: https://osf.io/mf7t6/ Referências: MORAES, Cristiana Pantola. “Deepfake” como ferramenta manipulação e disseminação de “fakenews” em formato de vídeo nas redes sociais. In: ENCONTRO IBÉRICO EDICIC, 9., 2019, Barcelona. Anais [...]. Barcelona: EDICIC, 2019. Disponível em: https://osf.io/mf7t6/

Fake News em formato de Texto

Livro: Jornalismo, fake news & desinformação: manual para educação e treinamento em jornalismo. Autor: Cherilyn Ireton; Julie Posetti Link para o Livro: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000368647 Referência: IRETON, Cherilyn; POSETTI, Julie. Jornalismo, fake news & desinformação: manual para educação e treinamento em jornalismo. UNESCO, 2018. Disponível em: http://portaldobibliotecario.com/wp-content/uploads/2020/06/ManualFakeNews.pdf

Fake news nas redes sociais

Capitulo de Livro: Atuação do Bibliotecário da saúde em tempos de pandemia da Covid-19 e Hiperinformação. ( p. 111-132) Autores: Laura Valladares de Oliveira Soares; Bruno Luce; Lizandra Brasil Estabel Link para o Livro: http://biblio.eci.ufmg.br/ebooks/2021010004.pdf Referências: SOARES, L.V.O; LUCE, B.; ESTABEL, L.B. Atuação do Bibliotecário da saúde em tempos de pandemia da Covid-19 e Hiperinformação. In: SPUDEIT, Daniela; SOUZA, Claudia (org). Atuação de profissionais da arquivologia, biblioteconomia e museologia em época de pandemia. Florianópolis: Nyota, 2020. p. 111-132. Disponível em: http://biblio.eci.ufmg.br/ebooks/2021010004.pdf ______________________________________________________________________________ Artigo: Fake news nas redes sociais online: propagação e reações à desinformação em busca de cliques. Autores: Caroline Delmazo; Jonas C. L. Valente Resumo: Notícias falsas, histórias fabricadas, boatos, manchetes que são isco de cliques (as chamadas clickbaits) não são novidade. A diferença do atual contexto é o potencial de circulação das chamadas fake news no ambiente online, sobretudo em virtude do uso das redes sociais digitais. O presente artigo tem o objetivo de destacar as características do mundo online que facilitam a disseminação das notícias falsas, elencar exemplos recentes de fake news que ganharam grandes proporções graças à propagação nas redes sociais, com destaque para o período pré-eleitoral nos Estados Unidos em 2016, e mapear algumas das principais reações ao que chamamos de “problema das notícias falsas”, divididas segundo a natureza institucional de seus autores em quatro grandes grupos: (1) Plataformas digitais; (2) Organizações de pesquisa e da sociedade civil e os media; (3) Governos e órgãos estatais; e (4) Organismos Internacionais. Link para o artigo: https://impactum-journals.uc.pt/mj/article/view/2183-5462_32_11 Referência: DELMAZO, Caroline; VALENTE, Jonas C. L. Fake News nas redes sociais online: Propagação e reações à desinformação em busca de cliques. Media & Jornalismo, Lisboa, v.18, n.32, p. 155- 169, 2018. Disponível em: https://impactum-journals.uc.pt/mj/article/view/2183-5462_32_11 Última atualização: Friday, 24 Sep 2021, 16:47

Desinformação e pós-verdade no contexto da pandemia da Covid-19

O material complementar servirá para os alunos que quiserem se aprofundar ainda mais sobre o tema, sendo optativa a sua leitura: Artigo: O movimento antivacina no YouTube nos tempos de pós-verdade: Educação em saúde ou desinformação? Autores: Bianca Barros da Costa; Daiane de Jesus Viegas; Thamyris Almeida Moreira; Paula Alvarez Abreu. Resumo: Apesar dos benefícios da vacinação, movimentos antivacinação têm se espalhado pelo mundo. Neste estudo foi feita uma análise dos vídeos sobre o movimento antivacina no YouTube, o seu impacto em visualizações e a aceitação dos usuários. Foram realizadas duas buscas em períodos diferentes e 14 vídeos se mantiveram entre os mais relevantes nas buscas. A maioria dos vídeos foi contra o movimento e nestes havia profissionais de saúde que explicaram os benefícios das vacinas, enquanto os vídeos a favor usaram argumentos sem base científica, fake news e teorias conspiratórias. Apesar de serem a minoria, os vídeos a favor do movimento tiveram milhares de visualizações e houve aumento da razão like/dislike, mostrando que muitos seguidores se identificaram com o conteúdo. Em tempos de pós-verdade é essencial entender como as mídias sociais influenciam nas decisões em saúde. Link para o Artigo: https://periodicos.uff.br/midiaecotidiano/article/view/38210/0 Referência: COSTA, B.B.; VIEGAS, D.J.; MOREIRA, T.A.; ABREU, P.A. O movimento antivacina no YouTube nos tempos de pós-verdade: Educação em saúde ou desinformação? Mídia Ecotidiano, Rio de Janeiro, v.14, p.220-239, jan/abr. 2020. DOI: https://doi.org/10.22409/rmc.v14i1.38210. Disponível em: https://periodicos.uff.br/midiaecotidiano/article/view/38210/0. ___________________________________________________________________ Artigo: Desinformação e pós-verdade no contexto da pandemia da Covid-19: um estudo das práticas informacionais no Facebook. Autores: Andrea Goulart ; Ivette Kafure. Resumo: A enorme quantidade de informações sobre a pandemia da Covid-19 que circula na internet gera muitas dúvidas na população, contribuindo para alimentar um cenário em que desinformação e pós-verdade se tornaram comuns. O artigo apresenta pesquisa sobre as práticas informacionais em redes sociais, no contexto da pandemia. Para tanto, três grupos públicos do Facebook têm sido observados desde o mês de abril de 2020, com o objetivo de se averiguar quais temas despertam mais interesse nos internautas, como os diferentes grupos encaram os acontecimentos e de que modo as práticas podem, eventualmente, se alterar ao longo do tempo. O estudo, em andamento, adota a netnografia por método e apresenta análises e resultados preliminares de duas datas específicas: 10 de abril, por marcar o início da coleta de dados, e 7 de julho, em que se registra o afrouxamento das medidas de isolamento social em grande parte do Brasil. Conclui-se que os grupos comportam-se de modos bastante distintos, de acordo com o propósito de cada um. Além disso, observa-se grande influência de fatores emocionais, que acabam por direcionar as práticas dos internautas, envolvendo-os em bolhas informacionais. Link para o Artigo: http://revista.ibict.br/liinc/article/view/5397 Referência: GOULART, A.H.; MUÑOZ, I.K. Desinformação e pós-verdade no contexto da pandemia da Covid-19: um estudo das práticas informacionais no Facebook. LIINC em revista, Rio de Janeiro, v.16, n.2, dez. 2020. DOI: https://doi.org/10.18617/liinc.v16i2.5397. Disponível em: http://revista.ibict.br/liinc/article/view/5397/5125 Última atualização: Friday, 24 Sep 2021, 16:14

O Bibliotecário e as Fake News: atuação do profissional da informação na era da pós-verdade.

Trabalho de Conclusão: O Bibliotecário e as Fake News: atuação do profissional da informação na era da pós-verdade. Autor: Bruno Luce Resumo: Este trabalho apresenta uma análise sobre a atuação do bibliotecário, enquanto mediador da informação, e suas competências no uso das fontes, afim de lidar com o fenômeno das fake news em ambientes virtuais. O estudo de caso foi a metodologia adotada para elaboração deste estudo, que através de um levantamento bibliográfico e cases construiu uma narrativa linear em seu referencial teórico. Este estudo buscou utilizar uma linguagem mais simples, não tanto acadêmica, permeando ao longo do texto inserções de tabelas e imagem. A utilização de matérias extraídos de páginas de redes sociais e matérias de veículos de comunicação acrescentaram na exemplificação do problema levantando pela pesquisa na busca da resposta. Ao final, por se tratar de um tema atual que ganha força em um ambiente de Web, o trabalho apresentou como resultados, mais propostas para futuros estudos do que conclusões definitivas, propondo um novo olhar ao contexto de atuação do bibliotecário. Link para o Texto: http://hdl.handle.net/10183/182025 Referência: LUCE, Bruno Fortes. O Bibliotecário e as Fake News: atuação do profissional da informação na era da pós-verdade. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Biblioteconomia) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2018. Disponível em: http://hdl.handle.net/10183/182025 Última atualização: Tuesday, 5 Oct 2021, 11:10
Para começarmos a semana quando em 12 de março comemoramos o o Dia do Bibliotecário, você sabe por que este dia foi escolhido? Na verdade em homenagem ao Manuel Bastos Tigre, que foi o primeiro bibliotecário concursado do Brasil, nascido em 12 de março. Uma pessoa ao se tornar bibliotecário, faz um juramento onde diz as seguintes palavras: “Prometo tudo fazer para preservar o cunho liberal e humanista da profissão de Bibliotecário, fundamentado na liberdade de investigação científica e na dignidade da pessoa humana.” Parabéns a todos os bibliotecários do Brasil! N

Desmediatização, infodemia e fake newsna cultura digital

Débora Liberato Arruda Hissa** Universidade Estadual do Ceará (UECE). Doutora em Linguística Aplicada. Professora do Programa de Pós-graduação em Linguística Aplicada (POSLA/UECE). https://orcid.org/0000-0001-6075-5585. Resumo Neste artigo, discuto o fenômeno da desmediatização (HAN, 2018) e sua relação direta com pandemia de informação (infodemia) e a antiquíssima prática social, com base política e econômica, de divulgação de notícias falsas (modernamente conhecidas como fake news) como consequência da vulgarização de opiniões disruptivas propagadas pela cultura digital. Com base na abordagem antagonística de Mouffe (2015) – que reconhece a inerradicabilidade da dimensão conflituosa da vida social, proponho olhar a disseminação de fake news, tanto na mídia como nas redes sociais, a partir de uma dimensão ideológica de forças pulsionais que mobiliza paixões e crenças; cria mitos e fantasias apoiada em uma moralidade forjada na narrativa antitética do “nós/eles”. Para isso, analiso dois contextos enunciativos distintos: o primeiro se refere à divulgação pela mídia, em 2011, primeiro ano de mandato de Dilma Rousseff (PT), da notícia de que o MEC chancelou a distribuição de material didático que defende e estimula erros de concordância verbal no ensino de Língua Portuguesa; o segundo, dez anos depois, em 2021, na gestão de Jair Bolsonaro (sem partido), a notícia da proposta de reforma eleitoral, apresentada pela Câmara dos Deputados, que dificulta as plataformas digitais de punirem candidatos que divulguem fake news nas eleições de 2022. Tais eventos explicam como narrativas desmediatizadas sustentam e recriam o antagonismo Desmediatização, infodemia e fake news na cultura digital estrutural como ponto fundante das sociedades modernas e se potencializam na cultural digital. Palavras-chave: Infodemia. Fake News. Desmediatização. Agonística. Cultura Digital.

A formação do leitor no contexto da desinformação e das fake news: desafios para os estudos de letramentos na pandemia da covid-19 e além

Juliana Alves Assis* Fabiana Komesu** Marie-Christine Pollet*** Em março de 2018, Vosoughi, Roy e Aral, pesquisadoresdo Media Lab do Massachusetts Institute of Tecnology (MIT),apresentaram um estudo na Science, em que discutiam notíciasverdadeiras e falsas postadas na rede social Twitter e avaliadas por seis agências independentes de checagem de fatos, no período de 2006 a 2017. O conjunto do material era formado de 126 mil tuítes em língua inglesa, espalhados quatro milhões e meio de vezes por três milhões de pessoas. Os temas checados por aquelas agências e investigados pelos autores, em período anterior à pandemia da covid-19, eram diversos e versavam sobre política, negócios, entretenimento, ciência, desastres naturais, dentre outros. Os autores chegaram à conclusão de que um post verdadeiro atinge em média mil pessoas; uma notícia falsa, entretanto, pode atingir entre mil e 100 mil pessoas. Observaram ainda que a probabilidade de uma notícia falsa ser retransmitida é 70% maior do que uma notícia verdadeira e que, para temas relacionados à política, essa porcentagem aumenta. Ainda segundo os autores, o fator “novidade” da informação é o elemento diferenciador na disseminação de notícias, em meio à urgência de seu compartilhamento em mídias digitais, comunicadores instantâneos e outros meios.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Manual de fontes de informação

https://repositorio.unb.br/handle/10482/36747 Título: Manual de fontes de informação Cunha, Murilo Bastos da Bibliotecas - serviço de referência Livros de Referência Recursos bibliográficos

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Ebook Manual de Fontes de Informação

Ebook Manual de Fontes de Informação Leia mais: https://www.deolhonaci.com/news/ebook-manual-de-fontes-de-informacao/ Foi lançada a segunda edição do “anual de fontes de informação”, de autoria de Murilo Bastos da Cunha, A obra agora está disponível no formato eletrônico. O download do arquivo (2,61 MB, Adobe pdf) pode ser feito no Repositório Institucional da UnB. Baixe agora: https://repositorio.unb.br/handle/10482/36747 Leia mais: https://www.deolhonaci.com/news/ebook-manual-de-fontes-de-informacao/

Publicações técnicas sobre Arquivos

Arquivos http://www.arquivoestado.sp.gov.br/site/publicacoes/tecnica

Ebook Fronteiras da Ciência da Informação

Ebook Fronteiras da Ciência da Informação O IBICT lança nesta quarta-feira (30), durante o XIV Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ENANCIB), o livro Fronteiras da Ciência da Informação com organização de Sarita Albagli. A publicação é um panorama de temas considerados fronteiras da Ciência da Informação, designando tanto questões que se desenvolvem a partir da interlocução com as áreas de interface disciplinar com o campo, como questões emergentes que se colocam à própria área. Fronteiras são interpretadas aqui como interfaces interdisciplinares na relação com o "outro" e logo consigo mesmo. Confira a notícia completa em: https://www.ibict.br/sala-de-imprensa/noticias/ibict-lanca-livro-fronteiras-da-ciencia-da-informacao Leia mais: https://www.deolhonaci.com/news/ebook-fronteiras-da-ci%c3%aancia-da-informa%c3%a7%c3%a3o/ 06/07/2011 15:26 Foi lançada este mês a 4ª edição da obra "Teoria e Prática da Pesquisa Científica". Trata-se de um e-book acompanhado de um gabarito eletrônico que pode auxiliar na realização de TCCs, Dissertações e Teses. O Gabarito para Trabalhos Acadêmicos foi elaborado com o objetivo de facilitar a editoração de trabalhos acadêmicos, seguindo as normas de apresentação estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Esta edição já considera as orientações da NBR 14724/2011. Informações: https://www.praticadapesquisa.com.br/2011/06/novo-gabarito-para-monografia-nbr-14724.html Leia mais: https://www.deolhonaci.com/news/lan%c3%a7ado%20e-book%20%22teoria%20e%20pratica%20da%20pesquisa%20cientifica%22%20/

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Bibliotecário : o profissional de ontem, hoje e amanhã

Bibliotecário : o profissional de ontem, hoje e amanhã Campanha CFB - Bibliotecário ... https://youtu.be/s-gWcp1NO1s