terça-feira, 19 de julho de 2011

Planejamento de Bibliotecas e serviços de informação de Almeida, M. Christina B.

RESUMO: LIVRO - Planejamento de Bibliotecas e serviços de informação de Almeida, M. Christina B. de Aug 27, '06 11:33 AM
by Alex for everyone
Autor do resumo: Alex da Silveira - http://alexdasilveira.multiply.com

PLANEJAMENTO DE BIBLIOTECAS E SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO

PLANEJAMENTO
Inicio do séc XX – controle de métodos, padrões, capacidade e incentivo a produção

Fayol (1841-1025) – Função administrativa. Processos -> prever, organizar, comandar, coordenar e controlar. Prever incluía funções do planejamento -> visualizar o futuro e traçar o programa de ação.

HOJE

Administração Processo cíclico
Funções relacionadas
Planejamento precede todas as demais funções

PLANEJAMENTO -> estabelece os objetivos p/o esforço em grupo

Bibliotecários alegam não ter tempo para o planejamento -> tempo perdido no planejamento é recuperado na execução

PLANEJAMENTO -> otimiza o tempo e permite que vários planos sejam gerenciados simultaneamente

Atividades permanentes

PLANO -> meio para alcançar fins, objetivos e opções determinadas.

PLANEJAMENTO Processo contínuo, permanente e dinâmico

Fixa objetivos
Detalha etapas
Prevê recursos necessários
Reduz grau de incerteza dentro da organização
Limitam-se ações arbitrarias
Diminuem-se riscos
Dá rentabilidade máxima aos recursos
Tira-se proveito de oportunidades. Melhoria na qualidade de serviço e produtos
Garante a realização dos objetivos

PLANEJAMENTO ≠ IMPROVISAÇÃO

VANTAGENS Planejamento faz acontecer
Reduz riscos e tira proveito das oportunidades
Compensa incertezas e mudanças
Decisões baseadas em informação e obedecem a critérios objetivos
Decisões planejadas -> estabilidade da organização

Ver página 4

INSTRUMENTOS DO PLANEJAMENTO

1 – PLANO Linha de ação preestabelecia
Orienta a ação na direção da missão
Fornece parâmetros de controle e acompanhamento das ações
É um evento intermediário entre o planejamento e a implementação Instrumento de trabalho para alcançar fins e objetivos determinados.
Referencia para a tomada de decisão
Compromisso com a mudança
A eficácia do plano é medida pelo grau segundo contribui para a
realização dos objetivos e para alcançar os resultados desejados

PLANO ANUAL – Define prioridades, objetivos, metas e recursos previstos para o período de tempo especificados.
PLANOS GLOBAIS – fornece fundamentos para as atividades da unidade de informação
PLANOS ESPECIFICOS – determinadas áreas de atuação
PLANOS ESPECIAIS – para catástrofes

2 – OBJETIVOS Ponto final do planejamento
Constituem o plano básico
Situação futura esperada, o que se pretende atingir que levem ao cumprimento da missão da organização.
Estabelecidos de modo amplo

3 – METAS Planos expressos em termos de resultados a alcançar
Quantificação dos objetivos
Iniciados em verbo de ação
Ter tempo definido, ser mutável

4 – POLITICAS OU DIRETRIZES
Planos gerais de ação, guias genéricos que definem linhas mestras, orientam a tomada de decisão e dão estabilidade a organização
Orientam a tomada de decisão

5 – REGRAS / PROCEDIMENTOS
São guias para o fazer
Detalham a maneira exata pela qual uma atividade deve ser realizada e a seqüência das rotinas.
Regras relacionam-se aos procedimentos
Orientam a ação, sem especificar a seqüência (ex. normas e regulamentos)

6 – PROGRAMAS Complexo de metas, políticas, procedimentos, regras, passos e recursos
Pode ser composto de programas derivados ou subprogramas
7 – PROJETOS Parte de um programa geral
Menores unidades do planejamento
São operativos
Conjunto de ações e atividades relacionadas e coordenadas

TIPOS DE PLANEJAMENTO

Do ponto de vista das instancias organizacionais

Planejamento da alta direção ou planejamento estratégico
Processo de decisão relativo aos objetivos da organização, as mudanças nesses objetivos, aos recursos necessários para atingi-los e as políticas que deverão governar a aquisição, a distribuição e a utilização desses recursos
Abrange a organização como um todo
Longo prazo
Decidido a nível mais elevado
Relação entre organização e ambiente

Planejamento intermediário
Desdobramento do planejamento estratégico em planejamento tático
Traduzir decisões estratégicas em planos concretos para serem detalhados em planos operacionais
Atividades do presente
Função: controlar e interagir as operações nas organizações
Garante implementação das decisões estratégicas

Planejamento operacional
Decide “o que fazer” e “como fazer”
Ligado a procedimento
Voltado a otimização de resultados
Caráter imedialista
Curto prazo e abrangência local

Do ponto de vista das atividades
De espaço físico
Organizacional
De produtos
De recursos
De operações
Das formas de acompanhamento e avaliação, bem como da continuidade dos planos
Global

Do ponto de vista do tempo


A longo prazo
Mais qualitativo que quantitativo
É estratégico
Médio prazo
Curto prazo
Atividades mais imediatas (previsões orçamentárias, metas...)

AVALIAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO
PROGRAMAS E PROJETOS

AVALIAÇÃO


Função: conhecimentos para servir de subsídios ao planejamento (elaboração do plano, programa ou projeto e implementação das ações)
Escolha certa, correta definição dos planos
Na produção do plano produz informações para maior qualidade e maior produtividade
No final do processo -> conhecer o nível de satisfação do publico alvo e efeitos na unidade de informação, na organização e no ambiente
Motivo: normalmente a escassez de recursos, garantir a sobrevivência. Buscam a eficiência no uso de seus recursos, a eficácia de resultados e a efetividade das ações.

Mudança no ambiente
INTERFERENCIA ------------------à afetam oferta/demanda


Sintomas
Atitude + critica aos recursos de informação existentes e consciência das deficiências. Automação aumenta as espectativas
Novas tecnologias – unidade de informação não são mais monopolizadoras. Bases de cd, internet....
Diminuição do interesse pela oferta tradicional (motivo: rapidez, agilidade e precisão). Atinge mais bibliotecas especializadas e de empresas.

CONCEITOS E CARACTERISTICAS

Em um serviço de informação a avaliação consiste em identificar e coletar dados sobre serviços ou atividades, estabelecendo critérios de mensuração do desempenho desses serviços ou atividades determinando qualidade e grau de satisfação de metas e objetivos. Identifica públicos, analisa necessidade dos usuários e índice de satisfação. Desenvolver estudos relativos a não usuários
A avaliação é um processo contínuo. É necessária a revisão de objetivos e metas, aos direcionamento ou redirecionamento da execução de ações, atividades ou programas, a tomada de decisão, tanto operacional quanto estratégica, á medida que dá respaldo aos processo de escolha de prioridades à alocação de recursos e a definição de métodos e processos técnicos e operacionais, fornecendo, desta forma, subsídios para o planejamento operacional e para a mudança.

EFICIENCIA, EFICÁCIA E EFETIVIDADE

A Avaliação é uma ferramenta para alcançar a eficácia e eficiência e para auxiliar a desenvolver estratégias para melhorar a eficácia e a eficiência do acervo, serviços e produtos.

Eficácia -> resultads -> grau com que objetivos foram atingidos -> grau de satisfação do usuário (rapidez e precisão desejadas)
Eficiência

Recursos aplicados x benefícios alcançados

+ eficiente -> - custo + beneficio

Confusão entre eficiência e eficácia resulta em:
Fazer bem as coisas que não precisariam ser feitas
Batalhar por mais recursos com fins em si mesmos
Incapacidade de descrever a qualidade dos serviços
Incapacidade de identificar prioridades para atividades e serviços
Acreditar que coleções maiores significam melhor serviço

Tradicionalmente as UI concentram-se em critérios quantitativos, que não são de qualidade. Deve-se considerar questões relativas a eficácia, tais como:
Sabemos quais são as necessidades de informações das diferentes equipes da organização?
Estamos oferecendo serviços e atividades que devem ser oferecidos?
Estamos atingindo as metas e objetivos previstas?
Estamos assegurando as necessidades de nossos usuários?

Bibliotecários não tem conhecimento perfeito de seus usuários, suas necessidades e seu comportamento e sabem que usuários também não tem um bom conhecimento do acervo e dos serviços que a unidade de infomação te pode oferecer.

Padrão de serviços ß----à diversidade de demana
Baixa eficácia

Para o planejamento o bibliotecário tem que conhecer bem
As fontes de informação na área (para explorar fontes e não duplicar esforços)
Os serviços existentes (para ampliar, descontinuar ou modificar)
Seus usuários (para saber o grau de satisfação)
Os não usuários (pq não usam?)

Planejamento eficaz depende da qualidade e quantidade de dados disponíveis e confiáveis para o planejamento e a tomada de decisões fundamentadas

Efetividade – Capacidade de programa, projeto ou serviço atender as reais demandas sociais. Pode ser medida pela quantidade e qualidade das mudanças que o projeto ou a organização foi capaz de produzir.

MENSURAÇÃO E AVALIAÇÃO


Mensuração – processo de atribuir números para descrever ou representar algum objeto ou fenômeno de modo padronizado podendo levar a avaliação.

Avaliação – Mensuração + componentes relacionados à pesquisa, ao planejamento e a implementação de estratégias para mudar ou desenvolver a organização ou alguma atividade especifica

PADRÕES, INDICADORES E MEDIDAS DE DESEMPENHO

Padrões – convenções técnicas estabelecidas com a cooperação e o consenso de todas as partes envolvidas, visando a racionalização, a uniformização e a simplificação de serviços e processos nas áreas abrangidas pelos serviços de informação.
Padrões podem ser quantitativos ou qualitativos

Quantitativos -> Metas numéricas, de aplicação simples, que não permite interpretação
Qualitativas -> são mais flexíveis e bem mais fundamentados. Podem ser adaptados as necessidades específicas

Padrões servem para orientar a definição de medidas de desempenho

MEDIDAS DE DESEMPENHO

São um meio para determinar em que grau os objetivos da unidade de informação são cumpridos, os serviços executados e os materiais colocados a disposição do usuário.

Medidas que informam a qualidade podem ser agrupadas
Medidas de acessibilidade
Medidas de tempo de resposta
Medidas de cobertura de acervo
Medidas de relevância do acervo

INDICADORES

Variáveis, características ou atributos capazes de sintetizar, representar ou dar maio significado ao que se quer avaliar.
Indicadores são sinônimo de mudança

Tipos de indicadores:
Quantitativos – que podem ser representados por variáveis numéricas
Qualitativos - quem expressão variáveis ou dimensões que não podem ser representados apenas apenas por números.

Dificilmente um só indicador é suficiente para aprofundar o conhecimento do problema.

AVALIAÇÃO E MUDANÇA


Avaliação é um processo catalizador de mudança, deve determinar o que mudar em um Sistema de informação e como mudar, auxiliando o bibliotecário a fazer mudanças internas e externas. Ela sempre parte de um problema.

Não existe mudança isolada que não afete outros setores. É preciso que se avalie a capacidade da organização de implementar as mudanças.

FIANLIDADES DA AVALIAÇÃO

Para que avaliar?
Para conhecer
Para escolher prioridades, tomar decisões, definir o que mudar e como mudar, acompanhar ações e realimentar decisões e opções políticas e programáticas.
Para apresentar resultados a sociedade
Para prestar contas
Para aprimorar a qualidade de serviços, programas e projetos
Para evitar erros
Verificar a adequação de alocação de recursos
Monitorar programa ou serviço do ponto de vista da eficácia e eficiência
Testas programas inovadores
Decidir continuidade ou descontinuidade de programas

TIPOS DE AVALIAÇÃO

QUANTO A ABORDAGEM METODOLOGICA

Quantitativa – OBJETIVA - baseia-se na estatística, na experimentação controlada enfatizando a mensuração e quantificando metas
Qualitativa – SUBJETIVA - apóia-se na sociologia, antropologia ou na história oral enfatizando agentes e processos
Pluralista – Mensura quantitativamente benefícios ou malefícios quantificando decisões, processos, resultados e impactos sociais.

QUANTO AOS AVALIADORES

Interna
Externa
Orientada – realizada internamente sob a liderança de um consultor externo

PROCESSO DE AVALIAÇÃO

- Coletar informações
- Estabelecer e aplicar parâmetros
- Identificar processos e resultados
- Comparar dados de desempenho
- Julgar (atribuir valor)
- Propor
- Informar

Fatores que influenciam
- ambientais
- cultura organizacional
- Barreiras por parte do pessoal
- Disponibilidade de recursos
- Grau de necessidade de informações dos usuários

RELATORIOS COMO INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO DE SERVIÇOS DE BIBLIOTECA

Relatórios são instrumentos no processo de planejamento

DEFINIÇÃO

Relatório de uma biblioteca é o conjunto de informações sobre acervo, serviços prestados, usuários e recursos humanos, físicos, mateiria e financeiros ordenados de modo a mostrar a situação da biblioteca em dado período de tempo. Não é apenas uma contabilidade de dados em informação, ie, que os analisa, atribuindo-lhes significação no contexto da biblioteca.

FINALIDADES

Analisar e avaliar o desempenho da biblioteca permitindo cumprir suas funções de administração e planejamento. Analisa a situação existente e avalia os resultados alcançados e os problemas encontrados. Compara os resultados desejados, constantes do plano de trabalho, com os resultados alcançados. Serve como instrumento de marketing da biblioteca, como forma de divulgação, de prestação de contas. Fornece subsídios para aprimorar os serviços da biblioteca, maximizar o uso da informação e dos documentos, e ampliar o âmbito de atendimento da biblioteca e na comunidade.

PERIODICIDADE

Apt de dados registrados diariamente. A periodicidade mínima é anual. É feito tendo como referencia um plano de trabalho ou um projeto, servindo assim, como instrumento de acompanhamento da implantação do que foi planejado.

CRITERIOS PARA COLETA DE DADOS

É necessário estabeler limites para não se perder tempo coletando dados. Critério para definir o que deve ou não ser contado é a utilização ou o aproveitamento que se pretende fazer desses dados. Dar prioridade aos dados de saída (ligados a atividade fim). Os dados de entrada devem ser registrados sem exageros. Deve-se padronizar conceitos e formas de coleta. É preciso que se planeje formulários adequados.

APRESENTAÇÃO DO RELATORIO

Procurar apresentar uma série histórica. O uso de gráficos é fundamental, mas também é necessário textos que interpretem os dados.

ESTRUTURA DO RELATORIO

Sumário, introdução, dados e analise de dados, conclusão e recomendações.

OS DADOS

Recomenda-se dados mínimos. Tem-se como sugestões: acervo, pessoal, serviços de processos técnicos, serviços ao usuário, período de funcionamento, leitores inscritos, freqüência, consultas e empréstimos, eventos/atividades especiais e recursos

- Acervo:
Dados totais das coleções dos vários tipos de materiais., distinguindo-se acervo processado e não processado.

- Pessoal:
Este item deve fornecer dados sobre o pessoal em exercício no período, bem como indicar ocorrências, como licenças, afastamentos, demissões e admissões, aposentadorias, etc. Dividir por categorias e apresentar jornadas de trabalho se estas forem diferentes.

Serviços de processamento técnico
- Seleção e aquisição de documentos.
Mencionar, se houver, política de seleção de material para acervo e incluir os critérios adotados. Especificar numero de aquisições efetuadas, separadas por tipo de material e modalidade de aquisição (compra, permuta, doação)

- Processamento técnico do material.
Incluir dados, agrupados por tipo de material, referentes a todas as unidades tombadas, catalogadas, classificadas, indexadas e preparadas para empréstimo no período. Dados relativos a implantação e desenvolvimento de bases de dados relativas ao acervo devem ser mencionadas aqui. Mencionar também iniciativas voltadas a criação e controle de vocabulário controlado.

Serviços aos usuários
- Período de funcionamento
Especifica-se aqui os horários, determinando o numero de dias que a biblioteca permaneceu aberta no mês.

- Usuários inscritos
Registra-se numero de usuários inscritos na biblioteca no período referente ao relatório,o total acumulado durante o ano e o total geral.

- Freqüência:
Registram-se todos os usuários que entraram na biblioteca para as mais diversas finalidades, tais como:uso de catálogos,consulta,empréstimo, freqüentadores por dia e por período. Servem para justificar a necessidade de mais funcionários, para cálculos de espaço físico e de assentos.

- Consulta e empréstimos:
Entende-se por consulta ouso do material no recinto da biblioteca e por empréstimo a circulação externa do material. Deve-se especificar cada tipo de material e o que deve ser quantificado não é o número de usuários que utilizaram o material,mas o numero de documentos utilizados. Deve-se preencher um formulário destinado ao registro das pesquisas, por meio do qual se tenha informações sobre o usuário e sua pesquisa.


- Comutação
Em relação ao serviço de comutação, devem ser registrados: número de artigos solicitados a outras bibliotecas e o total de cópias, e o numero de artigos fornecidos a outras bibliotecas e o total de cópias efetuadas.

- Divulgação
Discriminam-se aqui todas as publicações e os serviços de alerta e disseminação da informação, bem como as ações no sentido de divulgar os serviços da biblioteca em geral. Para serviços de alerta, descrever o tipo de serviço (ex. sumários correntes, boletins informativos etc.). Caso tenha um site registrar estatísticas de uso (paginas visitadas, downloads, tempo que o visitante permaneceu no site e envio de emails “fale conosco”).

- Programas de treinamento de usuários
Menciona-se os programas desenvolvidos com a finalidade de dar orientação e treinar interessados.

- Eventos / atividades especiais
Registra-se todos os eventos ou prog. Especiais desenvolvidos na biblioteca ou por iniciativa dela com dados mínimos (Titulo, data, duração, objetivos e resultados).

- Recursos financeiros
Constar em relatórios anuais. Deve-se discriminar os custos por tópicos, tais como: aquisição de material bibliográfico, encadernação, pessoal, material de consumo, material permanente e serviços terceiros.

- Recursos físicos e materiais
Em relatórios anuais discriminar recursos materiais acrescidos no período, incluindo espaço físico, mobiliário e equipamentos.

DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL

DEFINIÇÃO
O processo sistematizado, com tempo e espaço definidos, de avaliação de serviços em organizações. É um intervenção na rotina da organização para avaliar seu estado num determinado momento. Objetivos são identificar pontos fortes e fracos na estrutura e no funcionamento da organização, compreender a natureza e as causas dos problemas ou desafios apresentados, descobrir formas de solucionar esses problemas e melhorar a eficiência e eficácia organizacionais.

Ver quadro na pág 53-55

Pelo dialogo compara-se o estado encontrado com o desejado, avalia-se a eficácia com base em algum padrão estabelecido (ex. satisfação do usuário) e procuram-se caminhos para diminuir a distância entre o encontrado e o desejado. É parte do desenvolvimento organizacional, é linha de base para o plano de ação. Recomenda mudanças que podem referir-se a: objetivos estratégicos, habilidades, conhecimento e atitudes do pessoal, processos interpessoais e intergrupais, estruturas organizacionais e tecnologias.

Pode recomendar série de intervenções que permitam implementar as mudanças
ETAPAS DO DIAGNÓSTICO

- Preparação

Objetiva estabelecer um cenário organizacional que encoraje a avaliação e assegure que o pessoal conheça os componentes básicos do processo de avaliação. Não começa com a coleta de dados, mas com análise ou definição de objetivos e metas, com idenficação de aspectos ou áreas a serem avaliadas e com o treinamento de pessoal (incluindo quem irá avaliar e quem será avaliado)

Ver etapas em quadro da pág. 57

Tipos:
Diagnostico exploratório: tipo de mapeamento que perpassa todos os componentes de uma Unidade de Informação (estrutura, atividades, recursos, processos, produtos e usuários) permitindo uma primeira aproximação do serviço
Diagnostico de foco específico: Analisa o conjunto, mas aprofunda-se no foco selecionado, que pode ser um serviço, uma estratégia, um produto, dentre outros possíveis focos.

É indispensável definir, no contexto dos objetos e metas, as prioridades da organização que irão determinar os aspectos a serem focalizados. A partir de uma evidencia objetiva ou subjetiva identifica-se a área, estreitando-a para um problema com objetivos claros e questões de pesquisa viáveis

Questões gerais para atividade de idenficação:
O pessoal suspeita que exista um problema?
Há dados que sugiram problemas?
O nível de desempenho baixou ou é inadequado?
O custo dos serviços aumentou nos últimos meses?
Houve mudanças na instituição, nos usuários ou em outros fatores externos?
Usuários manifestam insatisfação?

Questões em relação aos objetivos
Em que medida os serviços e produtos atendem as necessidades dos usuários?
Os recursos para os serviços e produtos são bem adequados?
Qual o grau de mudança possível nos serviços e produtos?

Quanto aos atores do processo, o diagnóstico pode ser feito pela própria equipe da unidade de informação ou incluir avaliadores externos. No Autodiagnostico o pessoal tem que estar aberto a auto análise. No caso de consultores externos, estes necessitam de alguns membros da organização para auxiliar no planejamento do diagnóstico, juntar e analisar dados, fornecer feedback e planejar ações em resposta a esse feedback. O diagnóstico exige competência técnica.

Uma atividade insdispensável nesta primeira etapa é a revisão de literatura, que permite conhecer novas tendências na área, os padrões desenvolvidos e os principais desafios, além de mostrar o que os outros fizeram diante a problemas similares, analisando metodologias adotadas, as diversas formas de aproximação ao problema e os resultados alcançados.
- Elaboração do projeto de diagnóstico
O PD é um plano que contém os objetivos do diagnóstico, o problema ou as questões de pesquisa, as hipóteses de trabalho, a metodologia a ser utilizada para a coleta de dados, as medidas de desempenho ou os indicadores de avaliação a serem utilizados e o cronograma do processo.

- Definição da metodologia a ser utilizada
A metodologia, modo pelo qual os avaliadores levantarão dados, ou seja, que fontes de dados, instrumentos e técnicas serão utilizadas nos processos de coleta e análise de dados.

- Formulação do problema ou de questões de pesquisa
É necessário ao avaliador conhecimento acumulado em relação ao objeto a ser estudado. Recomenda-se certas práticas na formulação do problema:
Seja formulado como pergunta
Seja apresentado de maneira clara e precisa
Seja empírico
Seja passível de solução
Seja delimitado por uma dimensão viável

- Identificação das hipóteses de trabalho
Hipóteses são proposições provisórias a serem testadas, suscetíveis, portanto, de serem declaradas verdadeiras ou falsas. O papel mais importante da hipótese na pesquisa é sugerir explicações para os fatos.
As questões de pesquisa são questões; as hipóteses são afirmações, mas ambas ajudam a estruturar o diagnóstico. Maior o conhecimento que o avaliador tem da área-problema a ser investigada, maior a facilidade em formular hipóteses.

- Definição de indicadores ou medidas de desempenho
São um meio de determinar em que grau os objetivos na Unidade de Informação são cumpridos, os serviços executados e os materiais colocados a disposição dos usuários. Úteis no planejamento e na tomada de decisão.

- Planejamento da coleta de dados
É atividade básica do diagnostico. Pressupõe a consulta a, no mínimo, dois atores: usuários e funcionários. Em relação aos usuários reais é indispensável coletar quem são, quais suas necessidades de informação e qual o nível de satisfação em relação ao serviço analisado. Em relação aos funcionários é interessante que sejam levantados seus perfis, suas opiniões e propostas de melhorias.
Podem ser utilizados vários instrumentos, sendo eles:
Entrevista – útil para levantar o perfil dos funcionários e de suas atividades, bem como suas opiniões em relação aos diversos aspectos estudados no diagnostico e suas expectativas e sugestões para o aprimoramento. É muito adequado a para estudos qualitativos de usuários.
Questionário – Pode ser apresentado em perguntas impressas ou por um pesquisador/avaliador. Atinge grande numero de pessoas, nos lugares mais diversos e sem precisarem responder no momento. Tem como desvantagens as respostas incompletas, possibilidade de atraso na devolução ou mesmo não devolução, impossibilidade de auxilio. As questões podem ser abertas, sem sugestões de respostas ou fechadas, múltipla escolha. As questões devem ser formuladas com clareza, serem objetivas e não induzirem a uma resposta.
Grupo focal – Técnica de pesquisa qualitativa, não diretiva, desenvolvida para coletar dados e informações que reflitam opiniões, conhecimentos, percepções e preocupações de pequenos grupos sobre determinado assunto. Pode ajudar no planejamento, na tomada de decisão, na avaliação de produtos e serviços, na contrução de questionários para coleta posterior.
Observação – É elemento fundamental no diagnostico, sobretudo na fase de coleta de dados.
Triangulação – Combinação de diferentes formas de coleta de dados.

- Definição da amostragem e da forma de aplicação de questionários e/ou entrevistas para as pesquisas de campo
A pesquisa de campo quando lida com um universo numeroso deve ser feita por amostragem, ou seja, com uma pequena parte dos elementos que compõem esse universo ou população. O projeto de amostra implica as seguintes etapas: definição do universo, escolha do tipo de amostragem e determinação do tamanho da amostra.
Os tipos básicos de amostragem são: probabilística e não probabilística.

- Planejamento de implementação do projeto do diagnóstico
Última atividade do processo de elaboração. Envolve a elaboração do cronograma, a definição das atividades a serem executadas por cada um, a definição da coordenação da equipe, a aplicação do pré teste e a definição dos recursos que serão necessários ao desenvolvimento do diagnóstico.

- Implementação do diagnóstico

Subetapas:
- Coleta de dados – consiste na aplicação da metodologia prevista no proj. do diagnóstico, requer a consulta a relatórios, manuais etc, mas é necessário entrevista com funcionários e a aplicação de questionários a usuário potenciais e reais.
- Analise e interpretação de dados – Procura-se compreender a natureza e as causas dos problemas suscitados.

Após a análise dos dados e identificação dos problemas deve-se proceder à hierarquização desses problemas e as recomendações de soluções.

- Subsídios para a avaliação do contexto informacional, da estrutura organizacional e dos recursos humanos.
Análise do ambiente – A organização não existe isolada, nem consegue ser mais ser auto-sufuciente. A Avaliação do ambiente externo procura avaliar o contexto informacional da área, bem como as necessidades de informação não expressas ou não supridas por outros serviços. Esta análise abrange tanto os serviços prestados por outras instituições como os serviços disponíveis em meios eletrônicos.
Análise da instituição mantenedora – É preciso o conhecimento da instituição e identificar suas necessidades informacionais

Passos indispensáveis – pág. 77

Análise da unidade de informação (estrutura organizacional e poder decisório) – de iniciar pela avaliação de sua localização na estrutura da instituição mantenedora.
Análise de serviços – mapear os serviços existentes para avaliação. Utilizar o roteiro: Quais serviços públicos e internos da UI? O que falta? O que pode ser desativado ou fundido? Qual a relação entre os serviços e o nível de integração entre eles?
Análise de recursos humanos – objetiva identificar a quantidade de pessoas pertencente ao quadro da área de informação, a categoria ou o cargo dessas pessoas, carga horária, formação e atribuições. É importante identificar satisfações / insatisfações em relação as atividades desempenhadas.

- Subsídios para a avaliação dos recursos informacionais, dos processos e dos produtos.
Avaliação de recursos informacionais – Não se limita a analise do acervo, incluindo outros meios. Os critérios que podem auxiliar na criação de indicadores de qualidade do acervo são: facilidade de acesso, diversidade de suportes, abangencia, pertinência, atualização, estado de conservação, qualidade de conteúdo, satisfação dos usuários e profissionais. Quanto a Internet: facilidade de acesso, rapidez de acesso, ambiente amigável, custo, possibilidade de imprimir ou gravar em disquete esatisfação de pessoal e dos profissionais.
Avaliação de processos – Devem ser considerados os processos tradicionais (aquisição, PT, atendimento) e outros específicos. Consiste em análise das finalidades dos diferentes processos, análise das rotinas, análise dos recursos e análise dos produtos.

Aspectos a serem avaliados p. 82, 83,84 e 85

Avaliação dos produtos – Dois aspectos devem nortear a avaliação dos produtos: seus objetivos e seu publico alvo.

- Subsídios aos estudo de usuários potenciais e reais
Compara-se o estado encontrado com o desejado, avalia-se a eficácia com base em algum padrão estabelecido e procuram-se caminhos para diminuir a distancia entrre a situação existente e a situação desejada. Primeiro deve-se conhecer os usuários reais. É indispensável que os usuários conheçam os serviços e produtos oferecidos. O conhecimento dos usuários é importante para planejar e aprimorar serviços.
Por estudo de uso entende-se a coleta sistemática de dados sobre o sistema. O estudo de usuário, de outra parte, preocupa-se em entender as necessidades informacionaios, preferências, opiniões e avaliações de usuários e não usuários a respeito de serviços oferecidos e a serem oferecidos. Os estudos de usuário precisam identificar quem usa o serviço (reais) e que não o usa. No primeiro caso a pesquisa deve ser desenvolvida enfocando os serviços e coleções que utiliza, motivo pelos quais utiliza e de que forma, devendo ser investigado o grau de satisfação com cada serviço ou tipo de coleção. Para os não usuários a pesquisa deve preocupar-se em identifica-los e levantar razões pelo qual ele não utiliza a UI, devendo-se levantar suas necessidades de informação, se houver.
O estudo de usuários reais contribui para o aprimoramento dos serviços prestados e a definição de metas pára atender seus anseios. O estudo dos usuário potenciais possibilita a definição de estratégias no sentido de incluí-los na cadeia de informação.
Resultados de estudo de uso indicam alguns aspectos que podem servir de subsídios a novos estudos de usupários
Ver p. 90
ROTEIRO PARA A APRESENTAÇÃO DO DIAGNOSTICO

Deve apresentar na parte introdutória, dados relativos ao projeto de diagnostico, inclusive objetivos, justificativas, hipóteses e metodologia. Em seguida deve-se apresentar dados relativos a instituição incluindo pequeno histórico, missões e objetivos, área de atividade, análise da estrutura organizacional, pessoal. É necessário situa-la em seu contexto organizacional. Seguem-se a descrição e análise dos objetivos, da estrutura, dos recursos e dos serviços e produtos da UI. Por fim trazer dados sobre usuários potenciais e reais.
No final consiste nas conclusões, devendo fazer referencia as hipóteses e questões levantada, apresentar uma reflexão sobre os dados, seguindo-se as recomendações. Nos anexos devem ser incluídos os modelos de questionários, roteiros de entrevistas, quadros e tabelas e outros dados que complementem o texto.

Deve ser feito um documento resumido para a área gerencial.

PLANEJANDO O PROJETO
Ver pág. 93 em diante.

Planejamento de Bibliotecas e serviços de informação de Almeida, M. Christina B.

RESUMO: LIVRO - Planejamento de Bibliotecas e serviços de informação de Almeida, M. Christina B. de Aug 27, '06 11:33 AM
by Alex for everyone
Autor do resumo: Alex da Silveira - http://alexdasilveira.multiply.com

PLANEJAMENTO DE BIBLIOTECAS E SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO

PLANEJAMENTO
Inicio do séc XX – controle de métodos, padrões, capacidade e incentivo a produção

Fayol (1841-1025) – Função administrativa. Processos -> prever, organizar, comandar, coordenar e controlar. Prever incluía funções do planejamento -> visualizar o futuro e traçar o programa de ação.

HOJE

Administração Processo cíclico
Funções relacionadas
Planejamento precede todas as demais funções

PLANEJAMENTO -> estabelece os objetivos p/o esforço em grupo

Bibliotecários alegam não ter tempo para o planejamento -> tempo perdido no planejamento é recuperado na execução

PLANEJAMENTO -> otimiza o tempo e permite que vários planos sejam gerenciados simultaneamente

Atividades permanentes

PLANO -> meio para alcançar fins, objetivos e opções determinadas.

PLANEJAMENTO Processo contínuo, permanente e dinâmico

Fixa objetivos
Detalha etapas
Prevê recursos necessários
Reduz grau de incerteza dentro da organização
Limitam-se ações arbitrarias
Diminuem-se riscos
Dá rentabilidade máxima aos recursos
Tira-se proveito de oportunidades. Melhoria na qualidade de serviço e produtos
Garante a realização dos objetivos

PLANEJAMENTO ≠ IMPROVISAÇÃO

VANTAGENS Planejamento faz acontecer
Reduz riscos e tira proveito das oportunidades
Compensa incertezas e mudanças
Decisões baseadas em informação e obedecem a critérios objetivos
Decisões planejadas -> estabilidade da organização

Ver página 4

INSTRUMENTOS DO PLANEJAMENTO

1 – PLANO Linha de ação preestabelecia
Orienta a ação na direção da missão
Fornece parâmetros de controle e acompanhamento das ações
É um evento intermediário entre o planejamento e a implementação Instrumento de trabalho para alcançar fins e objetivos determinados.
Referencia para a tomada de decisão
Compromisso com a mudança
A eficácia do plano é medida pelo grau segundo contribui para a
realização dos objetivos e para alcançar os resultados desejados

PLANO ANUAL – Define prioridades, objetivos, metas e recursos previstos para o período de tempo especificados.
PLANOS GLOBAIS – fornece fundamentos para as atividades da unidade de informação
PLANOS ESPECIFICOS – determinadas áreas de atuação
PLANOS ESPECIAIS – para catástrofes

2 – OBJETIVOS Ponto final do planejamento
Constituem o plano básico
Situação futura esperada, o que se pretende atingir que levem ao cumprimento da missão da organização.
Estabelecidos de modo amplo

3 – METAS Planos expressos em termos de resultados a alcançar
Quantificação dos objetivos
Iniciados em verbo de ação
Ter tempo definido, ser mutável

4 – POLITICAS OU DIRETRIZES
Planos gerais de ação, guias genéricos que definem linhas mestras, orientam a tomada de decisão e dão estabilidade a organização
Orientam a tomada de decisão

5 – REGRAS / PROCEDIMENTOS
São guias para o fazer
Detalham a maneira exata pela qual uma atividade deve ser realizada e a seqüência das rotinas.
Regras relacionam-se aos procedimentos
Orientam a ação, sem especificar a seqüência (ex. normas e regulamentos)

6 – PROGRAMAS Complexo de metas, políticas, procedimentos, regras, passos e recursos
Pode ser composto de programas derivados ou subprogramas
7 – PROJETOS Parte de um programa geral
Menores unidades do planejamento
São operativos
Conjunto de ações e atividades relacionadas e coordenadas

TIPOS DE PLANEJAMENTO

Do ponto de vista das instancias organizacionais

Planejamento da alta direção ou planejamento estratégico
Processo de decisão relativo aos objetivos da organização, as mudanças nesses objetivos, aos recursos necessários para atingi-los e as políticas que deverão governar a aquisição, a distribuição e a utilização desses recursos
Abrange a organização como um todo
Longo prazo
Decidido a nível mais elevado
Relação entre organização e ambiente

Planejamento intermediário
Desdobramento do planejamento estratégico em planejamento tático
Traduzir decisões estratégicas em planos concretos para serem detalhados em planos operacionais
Atividades do presente
Função: controlar e interagir as operações nas organizações
Garante implementação das decisões estratégicas

Planejamento operacional
Decide “o que fazer” e “como fazer”
Ligado a procedimento
Voltado a otimização de resultados
Caráter imedialista
Curto prazo e abrangência local

Do ponto de vista das atividades
De espaço físico
Organizacional
De produtos
De recursos
De operações
Das formas de acompanhamento e avaliação, bem como da continuidade dos planos
Global

Do ponto de vista do tempo


A longo prazo
Mais qualitativo que quantitativo
É estratégico
Médio prazo
Curto prazo
Atividades mais imediatas (previsões orçamentárias, metas...)

AVALIAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO
PROGRAMAS E PROJETOS

AVALIAÇÃO


Função: conhecimentos para servir de subsídios ao planejamento (elaboração do plano, programa ou projeto e implementação das ações)
Escolha certa, correta definição dos planos
Na produção do plano produz informações para maior qualidade e maior produtividade
No final do processo -> conhecer o nível de satisfação do publico alvo e efeitos na unidade de informação, na organização e no ambiente
Motivo: normalmente a escassez de recursos, garantir a sobrevivência. Buscam a eficiência no uso de seus recursos, a eficácia de resultados e a efetividade das ações.

Mudança no ambiente
INTERFERENCIA ------------------à afetam oferta/demanda


Sintomas
Atitude + critica aos recursos de informação existentes e consciência das deficiências. Automação aumenta as espectativas
Novas tecnologias – unidade de informação não são mais monopolizadoras. Bases de cd, internet....
Diminuição do interesse pela oferta tradicional (motivo: rapidez, agilidade e precisão). Atinge mais bibliotecas especializadas e de empresas.

CONCEITOS E CARACTERISTICAS

Em um serviço de informação a avaliação consiste em identificar e coletar dados sobre serviços ou atividades, estabelecendo critérios de mensuração do desempenho desses serviços ou atividades determinando qualidade e grau de satisfação de metas e objetivos. Identifica públicos, analisa necessidade dos usuários e índice de satisfação. Desenvolver estudos relativos a não usuários
A avaliação é um processo contínuo. É necessária a revisão de objetivos e metas, aos direcionamento ou redirecionamento da execução de ações, atividades ou programas, a tomada de decisão, tanto operacional quanto estratégica, á medida que dá respaldo aos processo de escolha de prioridades à alocação de recursos e a definição de métodos e processos técnicos e operacionais, fornecendo, desta forma, subsídios para o planejamento operacional e para a mudança.

EFICIENCIA, EFICÁCIA E EFETIVIDADE

A Avaliação é uma ferramenta para alcançar a eficácia e eficiência e para auxiliar a desenvolver estratégias para melhorar a eficácia e a eficiência do acervo, serviços e produtos.

Eficácia -> resultads -> grau com que objetivos foram atingidos -> grau de satisfação do usuário (rapidez e precisão desejadas)
Eficiência

Recursos aplicados x benefícios alcançados

+ eficiente -> - custo + beneficio

Confusão entre eficiência e eficácia resulta em:
Fazer bem as coisas que não precisariam ser feitas
Batalhar por mais recursos com fins em si mesmos
Incapacidade de descrever a qualidade dos serviços
Incapacidade de identificar prioridades para atividades e serviços
Acreditar que coleções maiores significam melhor serviço

Tradicionalmente as UI concentram-se em critérios quantitativos, que não são de qualidade. Deve-se considerar questões relativas a eficácia, tais como:
Sabemos quais são as necessidades de informações das diferentes equipes da organização?
Estamos oferecendo serviços e atividades que devem ser oferecidos?
Estamos atingindo as metas e objetivos previstas?
Estamos assegurando as necessidades de nossos usuários?

Bibliotecários não tem conhecimento perfeito de seus usuários, suas necessidades e seu comportamento e sabem que usuários também não tem um bom conhecimento do acervo e dos serviços que a unidade de infomação te pode oferecer.

Padrão de serviços ß----à diversidade de demana
Baixa eficácia

Para o planejamento o bibliotecário tem que conhecer bem
As fontes de informação na área (para explorar fontes e não duplicar esforços)
Os serviços existentes (para ampliar, descontinuar ou modificar)
Seus usuários (para saber o grau de satisfação)
Os não usuários (pq não usam?)

Planejamento eficaz depende da qualidade e quantidade de dados disponíveis e confiáveis para o planejamento e a tomada de decisões fundamentadas

Efetividade – Capacidade de programa, projeto ou serviço atender as reais demandas sociais. Pode ser medida pela quantidade e qualidade das mudanças que o projeto ou a organização foi capaz de produzir.

MENSURAÇÃO E AVALIAÇÃO


Mensuração – processo de atribuir números para descrever ou representar algum objeto ou fenômeno de modo padronizado podendo levar a avaliação.

Avaliação – Mensuração + componentes relacionados à pesquisa, ao planejamento e a implementação de estratégias para mudar ou desenvolver a organização ou alguma atividade especifica

PADRÕES, INDICADORES E MEDIDAS DE DESEMPENHO

Padrões – convenções técnicas estabelecidas com a cooperação e o consenso de todas as partes envolvidas, visando a racionalização, a uniformização e a simplificação de serviços e processos nas áreas abrangidas pelos serviços de informação.
Padrões podem ser quantitativos ou qualitativos

Quantitativos -> Metas numéricas, de aplicação simples, que não permite interpretação
Qualitativas -> são mais flexíveis e bem mais fundamentados. Podem ser adaptados as necessidades específicas

Padrões servem para orientar a definição de medidas de desempenho

MEDIDAS DE DESEMPENHO

São um meio para determinar em que grau os objetivos da unidade de informação são cumpridos, os serviços executados e os materiais colocados a disposição do usuário.

Medidas que informam a qualidade podem ser agrupadas
Medidas de acessibilidade
Medidas de tempo de resposta
Medidas de cobertura de acervo
Medidas de relevância do acervo

INDICADORES

Variáveis, características ou atributos capazes de sintetizar, representar ou dar maio significado ao que se quer avaliar.
Indicadores são sinônimo de mudança

Tipos de indicadores:
Quantitativos – que podem ser representados por variáveis numéricas
Qualitativos - quem expressão variáveis ou dimensões que não podem ser representados apenas apenas por números.

Dificilmente um só indicador é suficiente para aprofundar o conhecimento do problema.

AVALIAÇÃO E MUDANÇA


Avaliação é um processo catalizador de mudança, deve determinar o que mudar em um Sistema de informação e como mudar, auxiliando o bibliotecário a fazer mudanças internas e externas. Ela sempre parte de um problema.

Não existe mudança isolada que não afete outros setores. É preciso que se avalie a capacidade da organização de implementar as mudanças.

FIANLIDADES DA AVALIAÇÃO

Para que avaliar?
Para conhecer
Para escolher prioridades, tomar decisões, definir o que mudar e como mudar, acompanhar ações e realimentar decisões e opções políticas e programáticas.
Para apresentar resultados a sociedade
Para prestar contas
Para aprimorar a qualidade de serviços, programas e projetos
Para evitar erros
Verificar a adequação de alocação de recursos
Monitorar programa ou serviço do ponto de vista da eficácia e eficiência
Testas programas inovadores
Decidir continuidade ou descontinuidade de programas

TIPOS DE AVALIAÇÃO

QUANTO A ABORDAGEM METODOLOGICA

Quantitativa – OBJETIVA - baseia-se na estatística, na experimentação controlada enfatizando a mensuração e quantificando metas
Qualitativa – SUBJETIVA - apóia-se na sociologia, antropologia ou na história oral enfatizando agentes e processos
Pluralista – Mensura quantitativamente benefícios ou malefícios quantificando decisões, processos, resultados e impactos sociais.

QUANTO AOS AVALIADORES

Interna
Externa
Orientada – realizada internamente sob a liderança de um consultor externo

PROCESSO DE AVALIAÇÃO

- Coletar informações
- Estabelecer e aplicar parâmetros
- Identificar processos e resultados
- Comparar dados de desempenho
- Julgar (atribuir valor)
- Propor
- Informar

Fatores que influenciam
- ambientais
- cultura organizacional
- Barreiras por parte do pessoal
- Disponibilidade de recursos
- Grau de necessidade de informações dos usuários

RELATORIOS COMO INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO DE SERVIÇOS DE BIBLIOTECA

Relatórios são instrumentos no processo de planejamento

DEFINIÇÃO

Relatório de uma biblioteca é o conjunto de informações sobre acervo, serviços prestados, usuários e recursos humanos, físicos, mateiria e financeiros ordenados de modo a mostrar a situação da biblioteca em dado período de tempo. Não é apenas uma contabilidade de dados em informação, ie, que os analisa, atribuindo-lhes significação no contexto da biblioteca.

FINALIDADES

Analisar e avaliar o desempenho da biblioteca permitindo cumprir suas funções de administração e planejamento. Analisa a situação existente e avalia os resultados alcançados e os problemas encontrados. Compara os resultados desejados, constantes do plano de trabalho, com os resultados alcançados. Serve como instrumento de marketing da biblioteca, como forma de divulgação, de prestação de contas. Fornece subsídios para aprimorar os serviços da biblioteca, maximizar o uso da informação e dos documentos, e ampliar o âmbito de atendimento da biblioteca e na comunidade.

PERIODICIDADE

Apt de dados registrados diariamente. A periodicidade mínima é anual. É feito tendo como referencia um plano de trabalho ou um projeto, servindo assim, como instrumento de acompanhamento da implantação do que foi planejado.

CRITERIOS PARA COLETA DE DADOS

É necessário estabeler limites para não se perder tempo coletando dados. Critério para definir o que deve ou não ser contado é a utilização ou o aproveitamento que se pretende fazer desses dados. Dar prioridade aos dados de saída (ligados a atividade fim). Os dados de entrada devem ser registrados sem exageros. Deve-se padronizar conceitos e formas de coleta. É preciso que se planeje formulários adequados.

APRESENTAÇÃO DO RELATORIO

Procurar apresentar uma série histórica. O uso de gráficos é fundamental, mas também é necessário textos que interpretem os dados.

ESTRUTURA DO RELATORIO

Sumário, introdução, dados e analise de dados, conclusão e recomendações.

OS DADOS

Recomenda-se dados mínimos. Tem-se como sugestões: acervo, pessoal, serviços de processos técnicos, serviços ao usuário, período de funcionamento, leitores inscritos, freqüência, consultas e empréstimos, eventos/atividades especiais e recursos

- Acervo:
Dados totais das coleções dos vários tipos de materiais., distinguindo-se acervo processado e não processado.

- Pessoal:
Este item deve fornecer dados sobre o pessoal em exercício no período, bem como indicar ocorrências, como licenças, afastamentos, demissões e admissões, aposentadorias, etc. Dividir por categorias e apresentar jornadas de trabalho se estas forem diferentes.

Serviços de processamento técnico
- Seleção e aquisição de documentos.
Mencionar, se houver, política de seleção de material para acervo e incluir os critérios adotados. Especificar numero de aquisições efetuadas, separadas por tipo de material e modalidade de aquisição (compra, permuta, doação)

- Processamento técnico do material.
Incluir dados, agrupados por tipo de material, referentes a todas as unidades tombadas, catalogadas, classificadas, indexadas e preparadas para empréstimo no período. Dados relativos a implantação e desenvolvimento de bases de dados relativas ao acervo devem ser mencionadas aqui. Mencionar também iniciativas voltadas a criação e controle de vocabulário controlado.

Serviços aos usuários
- Período de funcionamento
Especifica-se aqui os horários, determinando o numero de dias que a biblioteca permaneceu aberta no mês.

- Usuários inscritos
Registra-se numero de usuários inscritos na biblioteca no período referente ao relatório,o total acumulado durante o ano e o total geral.

- Freqüência:
Registram-se todos os usuários que entraram na biblioteca para as mais diversas finalidades, tais como:uso de catálogos,consulta,empréstimo, freqüentadores por dia e por período. Servem para justificar a necessidade de mais funcionários, para cálculos de espaço físico e de assentos.

- Consulta e empréstimos:
Entende-se por consulta ouso do material no recinto da biblioteca e por empréstimo a circulação externa do material. Deve-se especificar cada tipo de material e o que deve ser quantificado não é o número de usuários que utilizaram o material,mas o numero de documentos utilizados. Deve-se preencher um formulário destinado ao registro das pesquisas, por meio do qual se tenha informações sobre o usuário e sua pesquisa.


- Comutação
Em relação ao serviço de comutação, devem ser registrados: número de artigos solicitados a outras bibliotecas e o total de cópias, e o numero de artigos fornecidos a outras bibliotecas e o total de cópias efetuadas.

- Divulgação
Discriminam-se aqui todas as publicações e os serviços de alerta e disseminação da informação, bem como as ações no sentido de divulgar os serviços da biblioteca em geral. Para serviços de alerta, descrever o tipo de serviço (ex. sumários correntes, boletins informativos etc.). Caso tenha um site registrar estatísticas de uso (paginas visitadas, downloads, tempo que o visitante permaneceu no site e envio de emails “fale conosco”).

- Programas de treinamento de usuários
Menciona-se os programas desenvolvidos com a finalidade de dar orientação e treinar interessados.

- Eventos / atividades especiais
Registra-se todos os eventos ou prog. Especiais desenvolvidos na biblioteca ou por iniciativa dela com dados mínimos (Titulo, data, duração, objetivos e resultados).

- Recursos financeiros
Constar em relatórios anuais. Deve-se discriminar os custos por tópicos, tais como: aquisição de material bibliográfico, encadernação, pessoal, material de consumo, material permanente e serviços terceiros.

- Recursos físicos e materiais
Em relatórios anuais discriminar recursos materiais acrescidos no período, incluindo espaço físico, mobiliário e equipamentos.

DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL

DEFINIÇÃO
O processo sistematizado, com tempo e espaço definidos, de avaliação de serviços em organizações. É um intervenção na rotina da organização para avaliar seu estado num determinado momento. Objetivos são identificar pontos fortes e fracos na estrutura e no funcionamento da organização, compreender a natureza e as causas dos problemas ou desafios apresentados, descobrir formas de solucionar esses problemas e melhorar a eficiência e eficácia organizacionais.

Ver quadro na pág 53-55

Pelo dialogo compara-se o estado encontrado com o desejado, avalia-se a eficácia com base em algum padrão estabelecido (ex. satisfação do usuário) e procuram-se caminhos para diminuir a distância entre o encontrado e o desejado. É parte do desenvolvimento organizacional, é linha de base para o plano de ação. Recomenda mudanças que podem referir-se a: objetivos estratégicos, habilidades, conhecimento e atitudes do pessoal, processos interpessoais e intergrupais, estruturas organizacionais e tecnologias.

Pode recomendar série de intervenções que permitam implementar as mudanças
ETAPAS DO DIAGNÓSTICO

- Preparação

Objetiva estabelecer um cenário organizacional que encoraje a avaliação e assegure que o pessoal conheça os componentes básicos do processo de avaliação. Não começa com a coleta de dados, mas com análise ou definição de objetivos e metas, com idenficação de aspectos ou áreas a serem avaliadas e com o treinamento de pessoal (incluindo quem irá avaliar e quem será avaliado)

Ver etapas em quadro da pág. 57

Tipos:
Diagnostico exploratório: tipo de mapeamento que perpassa todos os componentes de uma Unidade de Informação (estrutura, atividades, recursos, processos, produtos e usuários) permitindo uma primeira aproximação do serviço
Diagnostico de foco específico: Analisa o conjunto, mas aprofunda-se no foco selecionado, que pode ser um serviço, uma estratégia, um produto, dentre outros possíveis focos.

É indispensável definir, no contexto dos objetos e metas, as prioridades da organização que irão determinar os aspectos a serem focalizados. A partir de uma evidencia objetiva ou subjetiva identifica-se a área, estreitando-a para um problema com objetivos claros e questões de pesquisa viáveis

Questões gerais para atividade de idenficação:
O pessoal suspeita que exista um problema?
Há dados que sugiram problemas?
O nível de desempenho baixou ou é inadequado?
O custo dos serviços aumentou nos últimos meses?
Houve mudanças na instituição, nos usuários ou em outros fatores externos?
Usuários manifestam insatisfação?

Questões em relação aos objetivos
Em que medida os serviços e produtos atendem as necessidades dos usuários?
Os recursos para os serviços e produtos são bem adequados?
Qual o grau de mudança possível nos serviços e produtos?

Quanto aos atores do processo, o diagnóstico pode ser feito pela própria equipe da unidade de informação ou incluir avaliadores externos. No Autodiagnostico o pessoal tem que estar aberto a auto análise. No caso de consultores externos, estes necessitam de alguns membros da organização para auxiliar no planejamento do diagnóstico, juntar e analisar dados, fornecer feedback e planejar ações em resposta a esse feedback. O diagnóstico exige competência técnica.

Uma atividade insdispensável nesta primeira etapa é a revisão de literatura, que permite conhecer novas tendências na área, os padrões desenvolvidos e os principais desafios, além de mostrar o que os outros fizeram diante a problemas similares, analisando metodologias adotadas, as diversas formas de aproximação ao problema e os resultados alcançados.
- Elaboração do projeto de diagnóstico
O PD é um plano que contém os objetivos do diagnóstico, o problema ou as questões de pesquisa, as hipóteses de trabalho, a metodologia a ser utilizada para a coleta de dados, as medidas de desempenho ou os indicadores de avaliação a serem utilizados e o cronograma do processo.

- Definição da metodologia a ser utilizada
A metodologia, modo pelo qual os avaliadores levantarão dados, ou seja, que fontes de dados, instrumentos e técnicas serão utilizadas nos processos de coleta e análise de dados.

- Formulação do problema ou de questões de pesquisa
É necessário ao avaliador conhecimento acumulado em relação ao objeto a ser estudado. Recomenda-se certas práticas na formulação do problema:
Seja formulado como pergunta
Seja apresentado de maneira clara e precisa
Seja empírico
Seja passível de solução
Seja delimitado por uma dimensão viável

- Identificação das hipóteses de trabalho
Hipóteses são proposições provisórias a serem testadas, suscetíveis, portanto, de serem declaradas verdadeiras ou falsas. O papel mais importante da hipótese na pesquisa é sugerir explicações para os fatos.
As questões de pesquisa são questões; as hipóteses são afirmações, mas ambas ajudam a estruturar o diagnóstico. Maior o conhecimento que o avaliador tem da área-problema a ser investigada, maior a facilidade em formular hipóteses.

- Definição de indicadores ou medidas de desempenho
São um meio de determinar em que grau os objetivos na Unidade de Informação são cumpridos, os serviços executados e os materiais colocados a disposição dos usuários. Úteis no planejamento e na tomada de decisão.

- Planejamento da coleta de dados
É atividade básica do diagnostico. Pressupõe a consulta a, no mínimo, dois atores: usuários e funcionários. Em relação aos usuários reais é indispensável coletar quem são, quais suas necessidades de informação e qual o nível de satisfação em relação ao serviço analisado. Em relação aos funcionários é interessante que sejam levantados seus perfis, suas opiniões e propostas de melhorias.
Podem ser utilizados vários instrumentos, sendo eles:
Entrevista – útil para levantar o perfil dos funcionários e de suas atividades, bem como suas opiniões em relação aos diversos aspectos estudados no diagnostico e suas expectativas e sugestões para o aprimoramento. É muito adequado a para estudos qualitativos de usuários.
Questionário – Pode ser apresentado em perguntas impressas ou por um pesquisador/avaliador. Atinge grande numero de pessoas, nos lugares mais diversos e sem precisarem responder no momento. Tem como desvantagens as respostas incompletas, possibilidade de atraso na devolução ou mesmo não devolução, impossibilidade de auxilio. As questões podem ser abertas, sem sugestões de respostas ou fechadas, múltipla escolha. As questões devem ser formuladas com clareza, serem objetivas e não induzirem a uma resposta.
Grupo focal – Técnica de pesquisa qualitativa, não diretiva, desenvolvida para coletar dados e informações que reflitam opiniões, conhecimentos, percepções e preocupações de pequenos grupos sobre determinado assunto. Pode ajudar no planejamento, na tomada de decisão, na avaliação de produtos e serviços, na contrução de questionários para coleta posterior.
Observação – É elemento fundamental no diagnostico, sobretudo na fase de coleta de dados.
Triangulação – Combinação de diferentes formas de coleta de dados.

- Definição da amostragem e da forma de aplicação de questionários e/ou entrevistas para as pesquisas de campo
A pesquisa de campo quando lida com um universo numeroso deve ser feita por amostragem, ou seja, com uma pequena parte dos elementos que compõem esse universo ou população. O projeto de amostra implica as seguintes etapas: definição do universo, escolha do tipo de amostragem e determinação do tamanho da amostra.
Os tipos básicos de amostragem são: probabilística e não probabilística.

- Planejamento de implementação do projeto do diagnóstico
Última atividade do processo de elaboração. Envolve a elaboração do cronograma, a definição das atividades a serem executadas por cada um, a definição da coordenação da equipe, a aplicação do pré teste e a definição dos recursos que serão necessários ao desenvolvimento do diagnóstico.

- Implementação do diagnóstico

Subetapas:
- Coleta de dados – consiste na aplicação da metodologia prevista no proj. do diagnóstico, requer a consulta a relatórios, manuais etc, mas é necessário entrevista com funcionários e a aplicação de questionários a usuário potenciais e reais.
- Analise e interpretação de dados – Procura-se compreender a natureza e as causas dos problemas suscitados.

Após a análise dos dados e identificação dos problemas deve-se proceder à hierarquização desses problemas e as recomendações de soluções.

- Subsídios para a avaliação do contexto informacional, da estrutura organizacional e dos recursos humanos.
Análise do ambiente – A organização não existe isolada, nem consegue ser mais ser auto-sufuciente. A Avaliação do ambiente externo procura avaliar o contexto informacional da área, bem como as necessidades de informação não expressas ou não supridas por outros serviços. Esta análise abrange tanto os serviços prestados por outras instituições como os serviços disponíveis em meios eletrônicos.
Análise da instituição mantenedora – É preciso o conhecimento da instituição e identificar suas necessidades informacionais

Passos indispensáveis – pág. 77

Análise da unidade de informação (estrutura organizacional e poder decisório) – de iniciar pela avaliação de sua localização na estrutura da instituição mantenedora.
Análise de serviços – mapear os serviços existentes para avaliação. Utilizar o roteiro: Quais serviços públicos e internos da UI? O que falta? O que pode ser desativado ou fundido? Qual a relação entre os serviços e o nível de integração entre eles?
Análise de recursos humanos – objetiva identificar a quantidade de pessoas pertencente ao quadro da área de informação, a categoria ou o cargo dessas pessoas, carga horária, formação e atribuições. É importante identificar satisfações / insatisfações em relação as atividades desempenhadas.

- Subsídios para a avaliação dos recursos informacionais, dos processos e dos produtos.
Avaliação de recursos informacionais – Não se limita a analise do acervo, incluindo outros meios. Os critérios que podem auxiliar na criação de indicadores de qualidade do acervo são: facilidade de acesso, diversidade de suportes, abangencia, pertinência, atualização, estado de conservação, qualidade de conteúdo, satisfação dos usuários e profissionais. Quanto a Internet: facilidade de acesso, rapidez de acesso, ambiente amigável, custo, possibilidade de imprimir ou gravar em disquete esatisfação de pessoal e dos profissionais.
Avaliação de processos – Devem ser considerados os processos tradicionais (aquisição, PT, atendimento) e outros específicos. Consiste em análise das finalidades dos diferentes processos, análise das rotinas, análise dos recursos e análise dos produtos.

Aspectos a serem avaliados p. 82, 83,84 e 85

Avaliação dos produtos – Dois aspectos devem nortear a avaliação dos produtos: seus objetivos e seu publico alvo.

- Subsídios aos estudo de usuários potenciais e reais
Compara-se o estado encontrado com o desejado, avalia-se a eficácia com base em algum padrão estabelecido e procuram-se caminhos para diminuir a distancia entrre a situação existente e a situação desejada. Primeiro deve-se conhecer os usuários reais. É indispensável que os usuários conheçam os serviços e produtos oferecidos. O conhecimento dos usuários é importante para planejar e aprimorar serviços.
Por estudo de uso entende-se a coleta sistemática de dados sobre o sistema. O estudo de usuário, de outra parte, preocupa-se em entender as necessidades informacionaios, preferências, opiniões e avaliações de usuários e não usuários a respeito de serviços oferecidos e a serem oferecidos. Os estudos de usuário precisam identificar quem usa o serviço (reais) e que não o usa. No primeiro caso a pesquisa deve ser desenvolvida enfocando os serviços e coleções que utiliza, motivo pelos quais utiliza e de que forma, devendo ser investigado o grau de satisfação com cada serviço ou tipo de coleção. Para os não usuários a pesquisa deve preocupar-se em identifica-los e levantar razões pelo qual ele não utiliza a UI, devendo-se levantar suas necessidades de informação, se houver.
O estudo de usuários reais contribui para o aprimoramento dos serviços prestados e a definição de metas pára atender seus anseios. O estudo dos usuário potenciais possibilita a definição de estratégias no sentido de incluí-los na cadeia de informação.
Resultados de estudo de uso indicam alguns aspectos que podem servir de subsídios a novos estudos de usupários
Ver p. 90
ROTEIRO PARA A APRESENTAÇÃO DO DIAGNOSTICO

Deve apresentar na parte introdutória, dados relativos ao projeto de diagnostico, inclusive objetivos, justificativas, hipóteses e metodologia. Em seguida deve-se apresentar dados relativos a instituição incluindo pequeno histórico, missões e objetivos, área de atividade, análise da estrutura organizacional, pessoal. É necessário situa-la em seu contexto organizacional. Seguem-se a descrição e análise dos objetivos, da estrutura, dos recursos e dos serviços e produtos da UI. Por fim trazer dados sobre usuários potenciais e reais.
No final consiste nas conclusões, devendo fazer referencia as hipóteses e questões levantada, apresentar uma reflexão sobre os dados, seguindo-se as recomendações. Nos anexos devem ser incluídos os modelos de questionários, roteiros de entrevistas, quadros e tabelas e outros dados que complementem o texto.

Deve ser feito um documento resumido para a área gerencial.

PLANEJANDO O PROJETO
Ver pág. 93 em diante.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

BibMargarida: PROJETO REVISTA INTERINUS

BibMargarida: PROJETO REVISTA INTERINUS

PROJETO REVISTA INTERINUS

PROJETO REVISTA INTERINUS
Projeto de uma revista feito por Bibliotecários do Ceará e foi publicado na Revista 3M

Arnaldo Ricardo do Nascimento - Bibliotecário (CRB-3/909) Formado em Filosofia - UECE
Areas de pesquisa Política e Ética
Coordenador da Biblioteca Rachel de Queiroz da FECLESC/UECE
R. José de Queiroz Pessoa, 2554 - Planalto Universitátio CEP:63900 Quixadá - Ce

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

BIBLIOTECA CENTRAL PROFESSOR ANTÔNIO MARTINS FILHO

PROJETO REVISTA INTERINUS

Arnaldo Ricardo do Nascimento, Gicelle Deleutério, Rafaela Sonia Braga

1. INTRODUÇÃO

Há um ano, 07 Bibliotecários, foram contratados para trabalharem na Universidade Estadual do Ceará – UECE, destes três foram encaminhados para o interior, com o intuito de coordenar as bibliotecas das faculdades que compõe o corpo da Universidade, as bibliotecas do interior, sendo bibliotecas de faculdade, pois estas abrigam alguns cursos de formação, tendo seu público alvo alunos do município e de outras regiões do Sertão do Estado, desempenham todo o processo de catalogação, organização e guarda de seus acervos, desse patrimônio público.

Atualmente as bibliotecas das unidades da UECE são:

Biblioteca FACEDI

Biblioteca Prof. Paulo de Melo Petrola - FACEDI - Faculdade de Educação de Itapipoca Av. Monsenhor Tabosa, s/nº - Coqueiros Itapipoca - CE - Cep: 62.500-000 Fone/Fax: (88) 3673-7051 sylbarros@uece.br

Biblioteca FAFIDAM

Biblioteca Cônego Misael Alves de Sousa - FAFIDAM - Faculdade de Filosofia Dom Aureliano Matos Av. Dom Aureliano Matos, 2058 Limoeiro do Norte - CE - Cep: 62.930-000 Fone: (88) 3423.6962 Fax: (88)3423-6963 dir.fafidam@uece.br

Biblioteca FAEC

Biblioteca Setorial da FAEC - Faculdade de Educação de Crateús
Rua José Furtado, s/n Cidade Nova Crateús - CE - Cep: 63.700-000 Fone: (88) 3692-3513 Fax: (88) 3691-0822

faecuececrateus@ig.com.br

Biblioteca FECLESC

Biblioteca Raquel de Queiroz - FECLESC - Faculdade de Educação,Ciências e Letras do Sertão Central Rua José de Queiroz, 2554 Planalto Universitário Quixadá - CE - Cep: 63.900-000 Fone/Fax: (88) 3455-1036 diretor.feclesc@uece.br

Biblioteca FECLI

Biblioteca Humberto Teixeira - FECLI - Faculdade de Educação de Iguatu Rua Deoclécio Lima Verde, s/n – Areias Iguatu – CE - Cep: 63.500-000 Fone/Fax: (88) 3581-9455 fecli.iguatu@uece.br

Biblioteca CECITEC

Biblioteca Setorial do CECITEC - Centro de Educação, Ciências e Tec. da Região dos Inhamuns Rua Solon Medeiros, S/N - BR 020 Tauá - CE - Cep: 63.660-000 Fone/Fax: (88) 3437-1772 cecitec@uece.br

Preocupados com a troca de informação e de um possível intercâmbio e as dificuldades de distância e querendo estabelecer um meio de acolhimento de informações, esses mesmos propõem a criação de um periódico, para a partir daí construir um elo de ligação para troca de informações e experiências, um canal de integração entre as bibliotecas acadêmicas da UECE. Sendo assim os Bibliotecários do inteirior lançam a proposta de projeto Revista Interinus - Revista das Bibliotecas Acadêmicas do Interior da UECE.

OBJETIVO GERAL

Propor a criação de um periódico de circulação de dados e informação para as Bibliotecas das unidades acadêmicas do interior da Universidade Estadual do Ceará – UECE.

2.1 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Coletar dados estatísticos, como recebimentos de publicações, relatórios de atividades das unidades.

Divulgar a produção não só da biblioteca da faculdade, mas a interação desta com o corpo acadêmico, docente e discentes.

Vincular a produção de artigos relevantes da comunidade acadêmica na Revista Interinus das bibliotecas da UECE, sendo um veículo de disseminação, no campus.

3. METODOLOGIA

A Revista tratará de coletar dados estatísticos das unidades acadêmicas das bibliotecas da UECE, divulgará recebimentos de livros, produção de trabalhos TCCs, atividades, projetos, propostas e publicações das unidades, como também da comunidade acadêmica (lançamentos de livros)servirá de veículo. Além de mostrar as experiências positivas destas produções, a Interinus também destacará a publicação de artigos relevantes dos docentes e discentes. Todo mês as bibliotecas setoriais do interior da UECE enviarão a coleta de dados, produção e divulgação de suas atividades de sua faculdade.

PRODUÇÃO DA REVISTA

A produção Editorial da Revista Interinus é de responsabilidade dos Bibliotecários da UECE do Interior.

Sendo responsáveis por:

- Pesquisar os assuntos pautados;

- Coletar dados;

- Produzir textos;

- Produzir reportagens;

- Realizar entrevistas;

A produção gráfica é de responsabilidade da Gráfica da UECE.

- Editoração Eletrônica;

- Revisar;

- Proceder graficamente(acompanhamento de fotolito e impressão).

ESPECIFICAÇÕES

Formato:

N de páginas:

Papel:

Cores

Acabamento:

Tiragem

Distribuição:

4. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES

ANO 2011

ATIVIDADES J F M A M J J A S O N D

Diagnóstico da situação da biblioteca do interior em que o bibliotecário atua.

Preparar relatório da sua biblioteca.

Entrega do projeto para Direção.

Apresentação do projeto para direção e equipe de bibliotecários para definição dos critérios da revista.

Contatos com demais bibliotecas da UECE do interior divulgando a revista. E pedindo participação.

Coleta de dados, relatórios, projetos, atividades.

Editoração do primeiro Número.

Contato com a Gráfica da UECE.

Divulgação na comunidade Acadêmica do campus, por folders, email, site, etc.

Pedido de artigos, projetos, lançamentos de livros a comunidade acadêmica do campus.

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Pretendendo criar um vínculo de informação para as bibliotecas do interior da UECE, em que estas possam estar divulgando suas atividades, relatórios, vida acadêmica, produção e possam estar interando mais entre si e o próprio campus, lançamos este projeto de um periódico.

Contamos com a colaboração dos demais campim da Universidade Estadual do Ceará - UECE do interior para a realização deste periódico, devendo fornecer, relatórios de atividades, produção acadêmica da biblioteca e da faculdade. Posteriormente as comunidades acadêmicas poderam se assim desejarem, divulgar seus trabalhos e projetos no periódico.

sábado, 2 de abril de 2011

O QUE É UM CHURRASCO?

Recebi de uma amiga e achei muito interessante e resolvi coloca-la aqui.

O QUE É UM CHURRASCO?
(Escrito por uma mulher)

O churrasco é a única coisa que um homem sabe cozinhar, e quando um homem se propõe a realizá-lo, ocorre a seguinte cadeia de acontecimentos:

01 - A mulher vai ao supermercado comprar o que é necessário.


02 - A mulher prepara a salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa


03 - A mulher tempera a carne e a coloca numa bandeja com os talheres necessários, enquanto o homem está deitado próximo à churrasqueira, bebendo uma cerveja.


04 - O homem coloca a carne no fogo.


05 - A mulher vai para dentro de casa para preparar a mesa e verificar o cozimento dos legumes.


06 - A mulher diz ao marido que a carne está queimando.


07 - O homem tira a carne do fogo.


08 - A mulher arranja os pratos e os põe na mesa.


09 - Após a refeição, a mulher traz a sobremesa e lava a louça.


10 - O homem pergunta à mulher se ela apreciou não ter que cozinhar e, diante do ar aborrecido da mulher, conclui que elas nunca estão satisfeitas....



Conclusão: Churrasco é a única ocasião que o homem se sente útil. Mas será mesmo?



DIREITO DE RESPOSTA

(Escrito por um homem)

Engraçado como as mulheres gostam de pintar a realidade de rosa e puxar uma sardinha pra elas, né não?

Vamos esclarecer um pouco as coisas aqui, rapaziada...

01 - Nenhum HOMEM churrasqueiro, em sã consciência, iria pedir à mulher para fazer as compras para um churrasco, pois ela iria trazer cerveja Krill ou Kaiser, um monte de bifes de bandeja, asas de frango e uma peça de picanha de 4,8 Kg que o açougueiro disse ser 'Ótima', pois não conseguiu empurrar para nenhum homem..


02 - Salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa, ela prepara tudo OBVIO, porque só elas mesmas vão comer. Homem só come carne e toma cerveja. Ponto.


03 - Bandeja com talheres?? Novamente, só se for para elas. Homem que é homem come churrasco como tira-gosto e belisca com a mão...


04 - Colocar a carne no fogo??? Tá louca??? A carne tem que ir para a grelha ou para um espeto que, a propósito, tem que ser virado a toda hora. Não tem "fogo" nenhum em churrasco, a não ser na hora de acender a churrasqueira. Depois é BRASA.


05 - Legumes??? NUM CHURRASCO??? Alguém vai num churrasco pra comer legumes??? Francamente hein...


06 - Carne queimando??? O homem só deixa a carne queimar quando a mulherada reclama: 'Não gosto de carne sangrando'; 'Isto está muito cru'; 'Tá viva??'. Após a décima vez que você oferece o mesmo pedaço que estava ao ponto uma hora antes, elas acabam comendo a carne (tão macia quanto o espeto e tão suculenta quanto um pedaço de carvão).


07 - Novamente, pratos pra quem? Para elas mesmas!


08 - Sobremesa? Só se for mais uma Brahma.


09 - Lavar louça? Só usei meus dedos!!! (e limpei na bermuda).

Conclusão: Realmente, as mulheres nunca vão entender o que é um CHURRASCO!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Amiga amor perfeito

VC FOI ESCOLHIDA POR MIM, COMO UMA AMIGA AMOR-PERFEITO!
ESCOLHA NA SUA LISTA, 8 AMIGAS QUE SÃO UMAS FLORZINHAS PRÁ VC
E ENVIE PRÁ ELAS TBM!
AMIGA AMOR PERFEITO
Essa minha amiga é um anjo
com as asas da cor do céu.
Seus lábios expressam palavras
com a doçura do mel.
É dotada de carisma
e de virginal candura.
Tem um coração imenso!
A mais pura criatura!
Do jardim, é bela flor.
Teu perfume, inebria!
Se nome de flor tivesse,
Amor- Perfeito, seria.
E chegada a primavera,
a mais bela estação,
do jardim a colheria
prá plantar no coração!
Para vc com toda minha amizade..

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

SILVA, Odilon Pereira da - CDD {teórico Manual Prático ...} l.pdf - 4shared.com - a partilha de documentos - download

SILVA, Odilon Pereira da - CDD {teórico Manual Prático ...} l.pdf - 4shared.com - a partilha de documentos - download

Liderança na era da informação

iderança na era da informação‏

14:08
Responder ▼
Claudia Candido
Liderança na era da informação
19 de maio de 2010, às 12h49min

O chefe, que antigamente se valia da informação como fonte de poder, não é mais o seu detentor, pelo simples fato que ninguém mais o é. Ouso afirmar que não há mais espaço para chefes nessa nova geração, apenas para líderes.
Por Jack DelaVega

Foi brincando com os dinossauros que eu comprei para os meus filhos que me dei conta de que estou me tornando um. Estava brincando com o meu mais novo, quem tem um ano e meio, quando a mais velha, de três anos e meio, chegou e quis participar do ataque que os velociráptors estavam armando para um desavisado estegossauro (mal sabiam eles do perigo letal apresentado pela cauda pontuda do estegossauro). Pois bem, no meio da brincadeira eu tive a idéia de pegar o notebook e mostrar para eles algumas fotos de dinossauros na internet. Foi quando a minha mais velha me perguntou:
- Mas pai, não tem barulho? E eles não se mexem?
Claro que tem barulho o pai é que é um brocoió. Foto é coisa do passado, essa geração quer é vídeo on-demand. E lá fui eu ao Youtube me divertir com os vídeos da BBC sobre dinossauros. O fato é que em poucos minutos eles já sabiam mais sobre os dinos do que eu em um ano quando criança.

É incrível para um sujeito como eu me dar conta dessas coisas, de como a tecnologia tem mudado o jeito que os mais novos interagem com as coisas, decidindo o que querem ver e quando. Essa facilidade, o acesso imediato e irrestrito à informação, está mudando, ou melhor, já mudou drasticamente o mundo, e quem não se der conta disso está fora do jogo. O que antes era um ativo raro, uma verdadeira fonte de poder, virou comodity. Todo mundo tem acesso. E isso tem impacto direto nas relações mais triviais do nosso dia-a-dia, tais como a relação Professor-Aluno, Médico-Paciente, e , particularmente, a relação Chefe-Subordinado.

O chefe, que antigamente se valia da informação como fonte de poder, não é mais o seu detentor, pelo simples fato que ninguém mais o é. Ouso afirmar que não há mais espaço para chefes nessa nova geração, apenas para líderes. Afinal, como eu vou me sentir motivado trabalhando para alguém que sabe menos do que eu? Não é essa justamente a grande questão da Geração Y? Que dirá da Geração Z que está por vir. O desafio então é definir o perfil desse novo profissional, capaz de liderar uma equipe na era da informação. Quais são os requisitos que ele possuir para obter sucesso?

Ora, se tirarmos o acesso a informação da equação o que sobra? A capacidade de resolução de problemas e o ferramental de raciocínio lógico continuam valendo, e são ainda mais valiosos pois existe muito mais informação a ser processada. As habilidades sociais ganham mais importância, uma vez que a tecnologia nos permite trabalhar em ambientes muito mais complexos, com pessoas em diversos lugares do globo. De que adianta, capacidade de raciocínio e informação ilimitada se não somos capazes de interagir com os outros? Integridade, ética e paixão pelo trabalho completam esse cenário, pois são qualidades fundamentais para qualquer líder, em qualquer época.

São essas as habilidades que eu recomendo a todos que almejam uma carreira de sucesso e que quero desenvolver nos meus filhos. Por ironia, foi através deles que cheguei a essa conclusão, em meio a um ataque de ferozes velociráptors.

[]s
Jack DelaVega

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/lideranca-na-era-da-informacao/45041/
Acesso: 12/01/2011
__._,_.___
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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Encontros Bibli

ENCONTROS-BIBLI Vol. 15, No 30 (2010). Sumário. Ferramentas de Leitura. Normas Espanhol. Encontros Bibli. Política de Avaliação · Exibir biografia do autor ...
stat.cienciashumanas.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/.../15881
bibli-cycleurbanisme.fr
Bibli-cycleurbanisme.fr is a domain controlled by two name servers at ovh.net. Both are on the same IP network. Incoming mail for bibli-cycleurbanisme.fr is ...
www.robtex.com/dns/bibli-cycleurbanisme.fr.html

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Flores p você

Acredito nisso. Quantas flores são empilhadas em um funeral e quantas flores a pessoa recebeu em vida?
Aqui vai uma flor virtual minha para você!
Aproveite seu dia!

Entrega de Flores...

Prefiro receber uma rosa e uma palavra amiga de uma
amiga enquanto estou neste mundo, do que um caminhão de coroas de flores quando eu me for .

Estas são pra ti!!!

Essencial do Livro dos Livros

EBOOK. O novo livro; e muito mais barato.O Essencial do Livro dos Livros
Velho e o Novo em livro Atual.

O Essencial do Livro dos Livros é para quem: nunca leu a Bíblia; já tentou ler e desistiu; no cree en brujas, pero que las hay, las hay; diz que leu mas não leu de verdade e gostaria de ter lido; não entendeu; entendeu logo, ou acha que; voyeurs do bem; discípulos de São Tomé.

Versa sobre crenças, sem crer: assim é se lhe parece, Pirandello já dizia; a versão é mais importante que o fato, há muito dizem os mineiros... Mais vale uma imagem do que nenhuma.

Recomenda-se: deixar a vaidade de lado e pegar os óculos; a não leitura, se não tiver espírito forte e mente aberta; a compra de exemplares individuais, caso contrário, o casal pode ter que discutir a relação; relaxar e gozar, no bom sentido; no ótimo atrapalha a leitura.


Nova edição, para leitor eletrônico Kindle ou para baixar no seu computador: Kindle for PC (site link Amazon)
Edição revista e com fotos de Claudio Bergstein / Mapas por Fernando Assad
Na Amazon.com
http://www.amazon.com/dp/B003KVL334

Também na Livraria Cultura (formato epub) para leitor eletrônico ou para baixar no seu computador
http://www.livrariacultura.com.br
opção no site: eBooks>Busca>Título:O Essencial do Livro dos Livros

Visite também o JACOBLOG : www. jbgoldemberg.blogspot.com

Gmail - Fw: EBOOK. O novo livro; e muito mais barato.O Essencial do Livro dos Livros - margarida.heluany@gmail.com

Gmail - Fw: EBOOK. O novo livro; e muito mais barato.O Essencial do Livro dos Livros - margarida.heluany@gmail.com

NOSSO CONHECIMENTO É O CHEFE

NOSSO CONHECIMENTO É O CHEFE

Ao conversarmos com nossos colegas sobre práticas que poderiam tornar sua vida
profissional mais produtiva, é comum observamos certa concentração em determinadas
ações.

Normalmente vem a figura do chefe, que é considerado, por muitos, como um grande
responsável pelas dificuldades de crescimento profissional.

Aliás, a palavra chefe já nos remete ao período indígena, quando cada tribo possuía
um “chefe”, aquele senhor que normalmente, devido sua idade, tinha experiência o
suficiente para tomar as melhores decisões.

A mudança da chefia só acontecia com a morte dele.

Também encontramos o termo chefe nos grupos de animais, o de leões é um deles. O
chefe do grupo tem prioridade sobre as fêmeas e desta forma perpetua seus genes. O
motivo desta liderança? A força.

Com o decorrer dos anos, outros leões mais novos poderiam desafiar o chefe e
conquistar o seu cargo, a base da força…

Embora haja esta diferença quanto ao fator que justifica o cargo de chefia, existe, dois
fatos em comum, nestas situações…

Todos os elementos do grupo, que não são chefes, possuem suas atribuições dentro do
grupo bem definidas e respeitam as decisões tomadas pelas chefia.

Com o passar do tempo, temos visto que muitos de nós passamos a delegar ao chefe não
somente as tomadas de decisões, mas principalmente, os motivos por não atingirmos os
nossos objetivos…

Grande equívoco…

Não dependemos de ninguém para que possamos atender nossas metas pessoais, que são
realmente aquelas que se perpetuam para sempre.

Em nosso trabalho, por exemplo, por mais que tenhamos, ainda mais nos dias de hoje,
muitas ações que inibem nossas atividades, somo muito maiores que tudo isso.

O conhecimento é uma destas coisas que nos torna maior…

Ao desenvolvermos, de forma deliberada, atividades em prol do resgate,
compartilhamento e disseminação de conhecimentos, nos mostramos ainda maiores do
que somos, ou que supostamente, qualquer chefe acha que somos.

Talvez esta seja uma das maiores contribuições que a gestão do conhecimento pode
proporcionar para o atendimento de nossas metas…. a total dependência de nós
mesmos.

Autor: José Renato Santiago
http://www.jrsantiago.com.br

Como faço para colocar o AdSense no meu blog?

Como faço para colocar o AdSense no meu blog?

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Encontros Bibli: Revista Eletrônica de Biblioteconomia

Informamos que Encontros Bibli: Revista Eletrônica de Biblioteconomia eCiência da Informação acaba de publicar seu último número em http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb . Convidamos a navegar no sumário da revista para acessar os artigos e itensde interesse.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

BibMargarida: Nora Roberts - Série Mortal

BibMargarida: Nora Roberts - Série Mortal

A Série Mortal da Nora Roberts em Língua portuguesa consta hoje com 14 títulos que são:

1. Nudez Mortal
2. Glória Mortal
3. Eternidade Mortal
4. Êxtase Mortal
5. Cerimônia Mortal
6. Vingança Mortal
7. Natal Mortal
8. Conspiração Mortal
9. Lealdade Mortal
10. Testemunha Mortal
11. Julgamento Mortal
12. Traição Mortal
13. Sedução Mortal
14. Reencontro Mortal

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Política de Desenvolvimento de Coleção

http://biblioinfonews.blogspot.com/2010/08/politica-de-aquisicao-atualizacao-e.html

Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG ( 1972 a 1983)

A ECI tem um repositório da antiga REB, que pode ser acessada no link: http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/reb/

Artigos Biblioteconomia

Artigos Biblioteconomia
Artigo neste endereço: http://groups.google.com.br/group/bibliarquivos/files
dica do link: http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/reb/

Revista de Ciência da Informação e Documentação

http://revistas.ffclrp.usp.br/incid
Está sendo publicada uma nova revista em CI pela USP de Ribeirão Preto.

Controle de vocabulário terminologia para Artes e Arquitetura

Introduction to controlled vocabularies: terminology for Art, Architecture, and other cultural works - http://www.getty.edu/research/conducting_research/standards/intro_controlled_vocab/pdf.html
Concepts in context - http://linux2.fbi.fh-koeln.de/cisko2010/programme.html

Os 7 livros que ferraram a humanidade".

Os 7 livros que ferraram a humanidade".

http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/7-livros-que-ferraram-a-humanidade-ou-quase/

matéria da revista Superinteressante sobre " Os 7 livros que ferraram a humanidade".

Jogo Order in the Library

http://users.ece.utexas.edu/~valmstrum/s2s/utopia/library4/src/library4.html
um jogo bem interessante de organização de bibliotecas com cdd e tudo...

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Moderno profissional da informação: elementos para para sua formação no Brasil. ...

GUIMARAES, J. A. C. Moderno Profissional da Informação: elementos para sua formação no Brasil. Transinformação, v.9, n.1, p.124-137, 1997. ...
dci.ccsa.ufpb.br/enebd/index.php/enebd/article/view/140/144

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O PROFISSIONAL DA INFORMAÇÃO ENCARANDO A CONSTANTE MUDANÇA ...
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de SA Monteiro - 2010
24 jul. 2010 ... GUIMARAES, J. A. C. Moderno Profissional da Informação: elementos para sua formação no Brasil. Transinformação, v.9, n.1, p.124-137, 1997. ...
dci.ccsa.ufpb.br/enebd/index.php/enebd/article/view/140/144
2. [PDF]
O nome profissional "Bibliotecário" no Brasil: o efeito das ...
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de O BR - 2004 - Artigos relacionados
propor uma nova definição sobre sua posição no mundo objetivo do .... impressões que causam nos estudantes de Biblioteconomia em formação acadêmica na ..... GUIMARÃES, J. A. C. Moderno profissional da informação: elementos para sua formação no. Brasil. Transinformação, Campinas, v.9, n.1, p.124-137, jan./abr. 1997. ...
www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/viewFile/161/5475 - Similares
3. [PDF]
PERSPECTICAS PARA UMA BIBLIOTECA NO FUTURO: utopia ou realidade
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www.cid.unb.br/.../Robson%20D%20Martins%20-%20Perspectiva%20para%20uma%20biblioteca.pdf
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Artigo 03
de MLP Valentim - Citado por 28 - Artigos relacionados
A gestão da informação tem como foco o negócio da organização e sua ação é ...... CODA, T. R. Mercado de trabalho, perfis profissionais e formação ... GUIMARÃES, J. A. C. Moderno profissional da informação: elementos para sua formação no Brasil. Transinformação, Campinas, v.9, n.1, p.124-137, jan./abr. 1997. ...
www.dgz.org.br/jun03/Art_03.htm - Em cache - Similares
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NUCLEO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA E MARKETING
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www.intercom.org.br/papers/nacionais/.../ENDOCOM_GUIMARAES.PDF
6. [PDF]
Disciplinas - Oferta no Ano Base
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24 maio 2007 ... A formação da leitura no Brasil. 2. ed. São Paulo : Ática, 1998. .... Uma empresa descobre sua alma: um ano na vida de uma organização .... GUIMARÃES, J.A.C. Moderno profissional da informação: elementos para sua forma-ção no Brasil. Transinformação,. Campinas, v.9, n.1, p. 124-137, jan./abr. 1997. ...
servicos.capes.gov.br/.../031/2004_031_33004110043P4_Disc_Ofe.pdf
7. [PDF]
Disciplinas - Oferta no Ano Base
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A formação da leitura no Brasil. 2. ed. São Paulo : Ática, 1998. ...... GUIMARÃES, J.A.C. Moderno profissional da informação: elementos para sua forma-ção no Brasil. Transinformação,. Campinas, v.9, n.1, p. 124-137, jan./abr. 1997. ...
servicos.capes.gov.br/.../031/2006_031_33004110043P4_Disc_Ofe.pdf
8.
e-Database: Junho 2009
1 jun. 2009 ... GUIMARÃES, J. A. C. Moderno profissional da informação: elementos para sua formação no Brasil. Transinformação, Campinas, v.9, n.1, p.124-137, jan./abr. 1997. LARA, M. L. G. De. A terminologia como instrumento para a ...
e-reality-database.blogspot.com/2009_06_01_archive.html - Em cache - Similares
9. [PDF]
CADERNO DE PROJETO COMPLETO - verso 5 rev
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específicas de sua formação, níveis cada vez mais altos de educação, ..... GUIMARÃES, J. A. C. Moderno profissional da informação: elementos para sua formação no Brasil. Transinformação, Campinas, v. 9, n. 1, p. 124-137, 1997. ..... Jan.-Abr. / 02. • Levantamento de modelos de política de capacitação em ...
143.107.73.105/crescer/15cad_proj_v05jul.pdf

Grade Curricular - :: UNESP : Campus de Marília ::
GUIMARÃES, J.A.C. Moderno profissional da informação: elementos para sua formação no Brasil. Transinformação, Campinas, v.9, n.1, p. 124-137, jan./abr. 1997 ...
www.marilia.unesp.br/index.php?CodigoMenu... - Em cache - Similares

Divulgação de Blogs - Metodologia de Pesquisa e Buscadores Científicos‏

http://artedepesquisar.blogspot.com
Divulgação de Blogs - Metodologia de Pesquisa e Buscadores Científicos‏

Prezados,

Meu é Adelson Ferreira da Penha, bibliotecário, atuo numa faculdade na região da Grande Vitória - ES e venho por meio deste informar que elaborei um blog chamado ARTE DE PESQUISAR sobre Metodologia de Pesquisa que tem o objetivo de proporcionar a compreensão e explicação do que é ciência, metodologia de pesquisa e pesquisa científica. Além de analisar e discutir a metodologia e suas diversas etapas. Assim como, apresentar a elaboração de trabalhos acadêmicos de iniciação científica.

http://artedepesquisar.blogspot.com


Assim como, outro blog de Buscadores Científicos nas áreas de Administração, Ciências Contábeis e Engenharia Elétrica. O Detetive WEB tem por objetivo principal fornecer subsídios aos usuários de sistemas de busca para que estes obtenham mais eficiência na recuperação de informação acadêmica na Web. Nele encontrará bases de teses e dissertações, periódicos científicos, repositórios, buscadores científicos etc.

http://detetivenaweb.blogspot.com


Desde já agradeço pela visita.


Adelson Ferreira da Penha
Bibliotecário
CRB-ES 667

AUDIOTECA SAL E LUZ

http://audioteca.org.br/noticias.htm
AUDIOTECA SAL E LUZ

Venho por meio deste e-mail divulgar o
trabalho maravilhoso que é realizado na Audioteca Sal e Luz, e que corre o
risco de acabar.

A Audioteca Sal e Luz é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, que
produz e empresta livros falados (audiolivros).

Mas o que seria isto? São
livros que alcançam cegos e deficientes visuais (inclusive os com dificuldade
de visão pela idade avançada), de forma totalmente gratuita, tanto no Brasil,
quanto no exterior.

Seu acervo conta com mais de
2.700 títulos que vão desde literatura em geral, passando por textos religiosos
até textos e provas corrigidas voltadas para concursos públicos em geral. São
emprestados sob a forma de fita K7, CD ou MP3.

E agora, você está se perguntando: o que eu tenho a ver com isso? É simples.

Nos ajude divulgando.

Se você conhece algum cego ou deficiente
visual, fale do nosso trabalho. DIVULGUE!

Para ter acesso ao nosso acervo, basta se associar na nossa sede, que fica
situada à Rua Primeiro de Março, 125- Centro. RJ. Não precisa ser morador do
Rio de Janeiro.

A outra opção foi uma alternativa que se
criou, face à dificuldade de locomoção dos deficientes na nossa cidade.

Eles podem solicitar o livro pelo telefone,
escolhendo o título pelo site, e enviaremos gratuitamente pelos Correios.

A nossa maior preocupação reside no fato que, apesar do governo estar ajudando
imensamente, é preciso apresentar resultados. Precisamos atingir um número
significativo de associados, que realmente contemplem o trabalho, senão ele irá
se extinguir e os deficientes não poderão desfrutar da magia da leitura.

Só quem tem o prazer na leitura, sabe dizer que é impossível imaginar o mundo
sem os livros...

Ajudem-nos, divulguem!

Atenciosamente,

Christiane Blume - Audioteca Sal e Luz. Rua
Primeiro de Março, 125- 7º Andar. Centro - RJ. CEP 20010-000

Fone:

Horário de atendimento: 08:00 às 16:00 horas

http://audioteca.org.br/noticias.htm

A Audioteca não precisa de dinheiro,
mas de DIVULGAÇÃO! Então, conto com a ajuda de vocês: repassem! Eles enviam os
livros para as pessoas, de graça, sem nenhum custo. É um belo trabalho! Quem
puder fazer com que a Audioteca chegue à mídia, por favor fique à vontade. É
tudo do que eles precisam.

_,_._,___