quinta-feira, 19 de julho de 2012

www.sbu.unicamp.br/seer/ojs/index.php

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Inclusão digital


CARVALHO, Melo. Os “incluídos digitais” são “incluídos sociais”? Disponível em: http://inclusao.ibict.br/index.php/biblioteca-de-id?sobi2Task=sobi2Details&catid=3&sobi2Id=19
CASTELLS, Manuel. A era das wikirrevoluções. Disponível em: http://amaivos.uol.com.br/amaivos09/noticia/noticia.asp?cod_noticia=17298&cod_canal=41
CUBILLOS, Diana Cubillos. Inclusão Digital: Sistemas de Engrenagens. Disponível em: http://inclusao.ibict.br/index.php/biblioteca-de-id?sobi2Task=sobi2Details&catid=3&sobi2Id=156
MATTOS, Fernando A. M. & SANTOS, Bruna D. D. R. Sociedade da informação e inclusão digital: uma análise crítica. Disponível em:
http://inclusao.ibict.br/index.php/biblioteca-de-id?sobi2Task=sobi2Details&catid=3&sobi2Id=90
ROTHBERG, Danilo. Informação de diagnóstico, democracia e inclusão digital. Disponível em: http://inclusao.ibict.br/index.php/biblioteca-de-id?sobi2Task=sobi2Details&catid=3&sobi2Id=17
BONETI, Lindomar e outros. Inclusão digital – da teoria à prática. Curitiba, Imprensa Oficial do Paraná, 2010.
CYSNEIROS, Paulo Gileno. Educação, Tecnologias Formação: O Professor e Práticas Educativas. Texto apresentado para o Simpósio Educação, Tecnologias Formação: O Professor e Práticas Educativas, realizado no dia 24/04/2006, durante o XIII ENDIPE.
PELLANDA, Nilze M. C. et al. Inclusão Digital: tecendo redes afetivas/cognitivas (orgs.). Rio de Janeiro: DP&A, 2005.
http://www.educacaoeciberespaco.net/
http://www.educacaoeciberespaco.net/blog/?tag=nelson-pretto
http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal
http://www.inclusaodigital.gov.br/noticia/inclusao-digital-pode-se-tornar-direito-social/
Querido(a) Monitor(a),
Neste espaço você encontra algumas referências sobre Inclusão Digital. Fique a vontade em navegar, pesquisar e adquirir conhecimentos!

Seleção de Projetos de Registro de Tradição Oral.' em Rede Brasil de Bibliotecas

Rede Brasil de Bibliotecas Comunitárias - RBBC
Espaço de discussão sobre as Bibliotecas Comunitárias no Brasil
Abraão Antune…
Abraão Antunes da Silva

Abraão Antunes da Silva convidou voc"e para o evento 'Chamada Pública nº 018/2012: Seleção de Projetos de Registro de Tradição Oral.' em Rede Brasil de Bibliotecas Comunitárias - RBBC

Há alguns editais abertos no Rio de Janeiro, referentes a cultura popular, nos quais os integrantes de Bibliotecas Comunitárias podem se inscrever... participem! Um abraço, Abraão

Chamada Pública nº 018/2012: Seleção de Projetos de Registro de Tradição Oral. Horário: 5 julho 2012 às 18:00 a 9 agosto 2012 às 19:00
Local: Rio de Janeiro
Organizado por: Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro

Descrição do evento:
Chamada Pública nº 018/2012: Seleção de Projetos de Registro de Tradição Oral.

Esta Chamada Pública vai fornecer apoio financeiro a projetos de registro em mídias digitais (em audio ou audiovisual) e novas mídias (sites, e-books e aplicativos para celulares e tablets) de expressões das culturas populares fluminenses desenvolvidas por mestres e/ou grupos.

A Inscrição é aberta a pessoas físicas e pessoas jurídicas com ou sem fins lucrativos, que morem ou estejam sediadas no estado do Rio de Janeiro e sejam atuantes na área cultural há pelo menos dois anos.

Os projetos inscritos poderão solicitar à SEC um valor de até R$10.000,00 (dez mil), cada.

Inscrições abertas de 02/07/2012 a 09/08/2012

Mais informações em: http://www.cultura.rj.gov.br/editais/CP0182012.php

Ver mais detalhes e RSVP em Rede Brasil de Bibliotecas Comunitárias - RBBC:
http://rbbconexoes.ning.com/events/event/show?id=4489276%3AEvent%3A45126&xgi=5XbHAIOAUdUhQl&xg_source=msg_invite_event
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Rastreadores de bibliotecas escolares

Rastreadores de bibliotecas escolares
Los colegios e institutos carecen de servicio de fomento de la lectura con personal formado
Los puntos de lectura aparecen en aulas multiuso, pasillos o comedores
Neus Caballer Valencia 29 JUN 2012 - 18:03 CET2
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* Generalitat Valenciana
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* Administración pública
* Cultura
* Sociedad

Jesús Huguet, Marta Roig, Ricard Abellàn y Vicent Giménez, en el debate en el Consell Valencià de Cultura. / NEUS CABALLER
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Las bibliotecas escolares han de formar parte nuclear de la vida de un colegio o instituto. La Ley Orgánica de Educación (LOE) es clara al respecto. "Todos los centros escolares dispondrán de una biblioteca". La realidad, no obstante, en el día a día del sistema educativo valenciano es que no sé sabe ni cuántas hay, ni cómo funcionan, ni dónde. La Consejería de Educación no tiene un censo ni un plan de bibliotecas escolares, a diferencia de autonomías como Galicia, Cataluña, Navarra o la Comunidad de Madrid que implantaron programas regionales de fomento a las bibliotecas en la red educativa desde 2004, 2005 y 2006.

"El gran problema es cómo hacer un análisis estadístico de cuántas bibliotecas tenemos y cómo funcionan", señala Vicent Giménez, el presidente del Colegio Oficial de Bibliotecarios y Documentalistas de la Comunidad Valenciana.

"Por referencias que nos vienen desde los centros educativos, hay bibliotecas escolares en comedores o en aulas múltiples que se utilizan para dar clase", describe Giménez, en la mesa redonda celebrada en la sede del Consell Valencià de Cultura (CVC) en la que se ha presentado un documento base para "delimitar las características y los principios que debe reunir una biblioteca escolar".

En la práctica, se trata de rastrear dónde hay un espacio que encaje en la definición de biblioteca escolar, más allá de la pila de libros en una estantería.

La ley establece que deberá de tener un "espacio físico propio". Esto es de 80 metros cuadrados para los centros de Infantil y Primaria y de al menos 120 metros cuadrados para los institutos de Secundaria. Además, de que deberá estar organizada según criterios técnicos y disponer de un sistema de gestión documental que permita el acceso en línea al catálogo. La figura del bibliotecario es, pues, clave para fomentar cambios en la metodología del aprendizaje en todo el centro.

Se trata de rastrear dónde hay un espacio que encaje en la definición de biblioteca escolar, más allá de la pila de libros en una estantería

"El bibliotecario ha de formar parte del claustro escolar", señala el documento, que se ha hecho público en el grupo de trabajo, en el que han participado entre otros Ricard Abellàn y Jesús Huguet, por parte del CVC, y Marta Roig, como coordinadora del Colegio de Bibliotecarios y Documentalistas de Cataluña del programa autonómico Puntedu.

El concepto de biblioteca escolar propuesto recoge los principales ejes o criterios de las bibliotecas escolares en Europa. Un modelo que incorpora claramente el concepto de "biblioteca virtual". El documento insiste en la necesidad de que cada "servicio de lectura" escolar esté dotado de, al menos, dos ordenadores y tres terminales por cada 250 alumnos.

En Cataluña el programa autonómico ha conseguido que, en este momento, haya ya unos 1.500 espacios catalogados propiamente como "bibliotecas escolares". "Estamos hablando cada vez más de una biblioteca escolar que está formada por una gran parte de recursos digitales", explica Marta Roig.

Del espacio físico al virtual. "Estos cambios en las bibliotecas escolares cada vez más digitalizadas están provocando un cambio en la metodología del aprendizaje", subraya la coordinadora del Colegio de Cataluña.

"El cambio da más protagonismo al alumno en el proceso de aprendizaje y sitúa al profesor como un acompañante de los descubrimientos. El conocimiento ya no se transmite de forma vertical y unidireccional", describe Roig. Las bibliotecas ofrecen al alumno la posibilidad de convertirse en exploradores y en auténticos descubridores de sus propias investigaciones y curiosidades.

Sete ideias para atrair usuários de uma biblioteca

Ricardo ricardonasci2008@yahoo.com.br por  yahoogrupos.com.br 
10:19 (4 horas atrás)

para bibliofortce
 
Sete ideias para atrair usuários de uma biblioteca

O que atrai os usuários para a biblioteca hoje? A ascensão da cultura e da sociedade móvel de smartphones trouxe uma mudança dinâmica de expectativas sobre como, quando e onde acessar as informações. O escritor e bibliotecário Lisa Thomas Carlucci inclui sete fatores importantes a considerar bibliotecários para competir na actual sociedade da informação e atrair usuários à biblioteca, em um artigo para o texto de um bibliotecário.

De acordo com Lisa Thomas Carlucci, diretora e fundadora do Projeto Pense Do, uma empresa que presta serviços de consultoria em tecnologia e inovação em bibliotecas e editoras, os canais de mídia, infinitas opções de busca interativa de conteúdo sindicado e autônomos oferecem inúmeras maneiras de facilitar a procurar informações do usuário.

É por isso que, em sua opinião, que as bibliotecas devem se adaptar às mais recentes tecnologias e tem que levar em conta uma série de fatores que favorecem seu uso por usuários:

1. Conveniência. Os utilizadores de telemóveis usam mensagens de texto constantemente e manter várias conversas ao mesmo tempo. Lisa Thomas Carlucci diz que as bibliotecas que oferecem serviços de SMS para gerenciar informações são perfeitamente adequados para essa troca de informações e podem interagir diretamente com os usuários, conforme necessário.
2. Comunidade. Na sua opinião, as bibliotecas desempenham um papel essencial como uma provedora líder de programas educativos, eventos locais, atividades escolares e centros de recursos da família e de negócios emprego. De acordo com Thomas Carlucci, a publicação de anúncios, avisos, listas de discussão, boletins de notícias e redes sociais são opções eficazes para a interação da comunidade, marketing e promoção biblioteca.
3. Imediatismo. De acordo com Carlucci, diz Thomas, bibliotecas colaborando com outras bibliotecas da cidade, região, estado ou país, utilizando estas redes estabelecidas para ligar para os leitores e pesquisadores com as informações necessárias.
4. Precisão. O autor argumenta que os bibliotecários apoio experiente, qualificado e intuitiva para os leitores e pesquisadores interessados ​​em conteúdos específicos. Por exemplo, afirma Thomas Carlucci, bibliotecas com acervos valiosos foram aprimoradas pelo conhecimento histórico de um conservador, e questões de pesquisa mais detalhados a serem gerenciados por especialistas na área. Na sua opinião, os serviços da biblioteca oferecidos através de mensagens instantâneas permitem que os bibliotecários para responder a perguntas detalhadas e fornecer acesso direto aos recursos e documentação online.
5. Personalização. O bibliotecário diz que, depois de identificar o conteúdo exato, os bibliotecários têm de oferecer sua experiência e conhecimento, síntese, análise, comentários e referências, sem preconceito ou prejuízo no contexto da investigação.
6. Política de Privacidade. Thomas Carlucci, disse que as práticas de privacidade de bibliotecas não são negociáveis. Segundo ele, os registros particulares não deve ser tornado público, ou ser vendido para empresas de publicidade ou compartilhados com outras agências.
7. Serviço. O autor diz que os usuários regulares da biblioteca reconhecer o valor das ajudas directas, o contexto local e atenção pessoal. Thomas Carlucci diz que estas qualidades são o que fazem uma biblioteca tem uma posição forte contra a sua concorrência.

Fonte: http://www.lecturalab.org/story.php?id=3368&op=1

sábado, 7 de julho de 2012

Curso Biblioteconomia para Concursos EAD.

From: gustavohenn@gmail.com

Olá!

Estão abertas as inscrições para a nova turma do Curso Biblioteconomia para Concursos EAD. Ficamos muito felizes com o reconhecimento do nosso trabalho, que cresce a cada novo curso.

Maiores informações em

http://biblioteconomiaparaconcursos.com/2012/06/04/curso-biblioteconomia-para-concursos-ead-nova-turma/

Qualquer dúvida, escreva para blogconcursos@gmail.com

Força nos estudos!!!

Obrigado,

Gustavo.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Ricardo ricardonasci2008@yahoo.com.br
Revista nº166 - Junho 2012
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* Página 1 Barreiras ao conhecimento
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* Página 3 Caros demais
* Página 4 Retrocessos

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Capa
Barreiras ao conhecimento
IMAGEM DE DESTAQUE Nova pesquisa do Idec constata que faltam livros na biblioteca das universidades e que o preço, quando eles estão disponíveis no mercado, é exorbitante. A situação reforça a necessidade de revisar a Lei de Direitos Autorais, que proíbe cópia para fins educacionais.

Para conseguir ler todos os livros obrigatórios na graduação, o universitário brasileiro pode se tornar um infrator. Isso porque ele não encontra todos os livros na biblioteca da faculdade e muitos deles também não estão disponíveis nem nas livrarias nem na editora (e quando estão, o preço é absurdamente alto). Fazer cópia dos livros deveria ser, então, uma possibilidade de o estudante ter acesso ao conteúdo que lhe permita acompanhar as aulas e realizar provas e trabalhos. Porém, a prática esbarra na Lei de Direitos Autorais (LDA – Lei no 9.610/1998), altamente restritiva, que impede a cópia integral de obras (não só de livros, mas também de músicas, filmes etc.) mesmo que para uso pessoal, sem intenção de lucro, ou para fins educacionais.

A sinuca de bico vivida pelos universitários foi identificada pelo levantamento realizado pelo Idec nas bibliotecas de duas universidades paulistas: a Universidade de São Paulo (USP), maior universidade estadual do país, e a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), tradicional instituição privada. A pesquisa verificou a disponibilidade das obras da bibliografia obrigatória para o primeiro semestre dos cursos de Direito, Engenharia Elétrica e Medicina das duas instituições. Vale ressaltar que o objetivo do levantamento não era avaliar a qualidade das duas bibliotecas, mas utilizá-las como exemplo para revelar uma situação que se repete em outras universidades do país e também em outros cursos da USP e da PUC. "Se nessas duas grandes universidades de São Paulo já existe dificuldade para os estudantes encontrarem os livros, seja nas bibliotecas seja nas livrarias/editoras, imagine em outros estados, principalmente os mais afastados, e em áreas rurais", ressalta Guilherme Varella, advogado do Idec e coordenador da pesquisa.

A dificuldade de acesso às obras da bibliografia obrigatória dos cursos superiores evidencia o fato de a LDA brasileira ser considerada uma das piores do mundo. "A LDA tem representado sério óbice à concretização do direito à educação no país", ressalta Varella. "A atual lei é uma enorme barreira [à educação].

Ela só autoriza a cópia de `pequenos trechos', mas ninguém sabe o que isso significa", concorda Sérgio Branco, professor e pesquisador do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-Rio).

A ausência de livros nas bibliotecas universitárias e seu alto preço nas livrarias já haviam sido verificados em 2008, na primeira pesquisa realizada pelo Idec sobre o tema (publicada na edição no 120). À época, foram analisados 13 cursos de graduação de seis faculdades, públicas e privadas, do Rio de Janeiro e de São Paulo. Quatro anos se passaram e a LDA não foi alterada, o que seria boa parte da solução para o problema.

Alternativas na rede

A seguir, listamos algumas iniciativas que facilitam o acesso a livros na internet:

-Domínio público: portal do Ministério da Educação que disponibiliza para download obras que já são de domínio público, ou seja, que não são mais protegidas por direito autoral, ou aquelas em que o autor ou sua família abriu mão dos direitos autorais www.dominiopublico.gov.br.
-SciElo: um dos maiores sites que disponibilizam artigos e revistas acadêmicas www.scielo.org.
-Biblioteca Brasiliana da USP: reúne todo o acervo bibliográfico do advogado, empresário e bibliófilo brasileiro José Mindlin. Os livros doados estão em processo de digitalização.www.brasiliana.usp.br
-Biblioteca Digital Mundial: dispõe de grande acervo da América Latina e da Ásia www.wdl.org/pt.
Fonte: IDEC

sábado, 30 de junho de 2012

Movimentos de Cultura Digital

Movimentos de Cultura Digital

Cultura Livre

Cultura Livre



Compartilhamento

Compartilhamento

Cibercultura

Cibercultura


Software Livre


Cultura Digital

Cultura Digital

Exemplos de zines, e-zines,

Conheça alguns links com exemplos de zines, e-zines, como, porquê e por quem são feitos:
  • ZINESCÓPIO Um projeto sério que digitaliza os fanzines de sua autoria, recebe material do país inteiro e está montando aos poucos uma biblioteca de zines.
  • 1º ANUÁRIO DE FANZINES, ZINES E PUBLICAÇÕES Um guia completo para editores e leitores de fanzines, mais de 120 resenhas, entrevistas e matérias sobre o tema

As perguntas: o segredo de uma notícia bem construída

As perguntas: o segredo de uma notícia bem construída

Uma fórmula  simples

Para contar um fato ou uma história ou um causo ou até mesmo inventa um conto ou romance ou filme, sempre é bom responder algumas perguntas.
Quem? Como?
O que? Por que?
Onde? Qual é o contexto?
Quando? E daí?

Midias

Projeto Donos da Mídia: www.donosdamidia.com.br
Indecs www.indecs.org.br
CrisBrasil www.crisbrasil.org.br
FNDC www.fndc.org.br

sexta-feira, 29 de junho de 2012

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Entrada de Arceburgo


Velhos ditados na Era Digital

  1. A pressa é inimiga da conexão.
  2. Amigos, amigos, senhas à parte.
  3. Antes só, do que em chats aborrecidos.
  4. A arquivo dado não se olha o formato.
  5. Diga-me que chat freqüentas e te direi quem és.
  6. Para bom provedor uma senha basta.
  7. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.
  8. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.
  9. Em terra off-line, quem tem 486 é rei.
  10. Hacker que ladra, não morde.
  11. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.
  12. Mouse sujo se limpa em casa.
  13. Melhor prevenir do que formatar.
  14. O barato sai caro. E lento.
  15. Quando a esmola é demais, o santo desconfia que tem vírus anexado.
  16. Quando um não quer, dois não teclam.
  17. Quem ama um 486, Pentium 5 lhe parece.
  18. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.
  19. Quem envia o que quer, recebe o que não quer.
  20. Quem não tem banda larga, caça com modem.
  21. Quem nunca errou, que aperte a primeira tecla.
  22. Quem semeia e-mails, colhe spams.
  23. Um é pouco, dois é bom, três é chat ou lista virtual.
  24. Vão-se os arquivos, ficam os back-ups.
  25. Diga-me que computador tens e direi quem és.
  26. Há dois tipos de pessoas na informática. Os que perderam o HD e os que ainda vão perder...
  27. O problema do computador é o USB (Usuário Super Burro).
  28. Na informática nada se perde, nada se cria. Tudo se copia... e depois se cola.
  29. O Natal das pessoas viciadas em computador é diferente. No dia 25 de Dezembro, o Papai Noel desce pelo cabo de rede, sai pela porta serial e diz: Feliz Natal, ROM, ROM, ROM!

quarta-feira, 27 de junho de 2012