quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

160 bibliotecas e museus virtuais de todo o mundo

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Com a ajuda da internet é possível visitar centenas de grandes bibliotecas e museus ao redor do mundo sem sair de casa. O site Universia Brasil é um dos endereços que ajudam estudantes de todas as idades a conhecer diferentes instituições e seus acervos pela web.
Uma página especial recém-lançada na plataforma reúne 160 links de bibliotecas, museus e fundações de todo o globo. A relação está disponível neste link [ou confira abaixo].
O conteúdo privilegia instituições que digitalizam seus acervos e os disponibilizam em bibliotecas virtuais. Entre os destaques da seleção estão lugares como a Fundação Biblioteca Nacional, os Arquivos Nacionais e Administração de Documentos dos EUA, o Museu de Arte Walters, entre outros.








Quando te vi fiquei paralisado

Vendas de livros impressos sobem, enquanto digitais perdem popularidade, diz ‘FT’ Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/negocios/vendas-de-livros-impressos-sobem-enquanto-digitais-perdem-popularidade-diz-ft-15020531#ixzz3OoEaptzL © 1996 - 2015. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Preferência de jovens por títulos convencionais mostra tendência que contraria previsão de especialistas, diz jornal britânico

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RIO - Os livros de papel estão virando o jogo na guerra contra os e-books. Contrariando expectativas do mercado, as vendas de títulos impressos vendidas nas principais livrarias dos EUA, Reino Unido e Austrália subiram em 2014, segundo reportagem publicada neste sábado pelo “Financial Times”. Enquanto isso, o desempenho de publicações eletrônicas tem desapontado quem apostou que dispositivos como o Kindle substituiriam a mídia tradicional.
De acordo com o levantamento Nielsen BookScan, citado pelo jornal britânico, o número de livros físicos vendidos nos EUA subiu 2,4% no ano passado, alcançando 635 milhões. No Reino Unido, o setor encolheu 1,3%, mas a queda representa uma melhor ante 2013, quando as vendas recuaram 6,5%.
A rede de livrarias britânica Waterstones foi uma das companhias que se beneficiou com a retomada do setor no país. As vendas da empresa subiram 5% em dezembro, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Não graças aos livros para Kindle, diz o diretor-executivo James Daunt, acrescentando que as vendas de títulos digitais “desapareceram”.
“As coisas andam mal, mas já alcançamos o fundo do poço do mercado”, disse Sam Husain, diretor-executivo da rede de livrarias Foyles, que viu as vendas da empresa crescerem 8%, também puxadas pelos livros impressos.
PREFERÊNCIA ENTRE JOVENS
De acordo com especialistas ouvidos pelo “FT”, a tendência deve se manter nos próximos anos, já que a melhora no mercado de livros físicos tem sido influenciada fortemente pelo público mais jovem. As vendas de títulos de ficção para jovens adultos cresceram 12% em 2014, mais que os títulos voltados para adultos. Os destaques do segmento são títulos como a série “Crepúsculo” e o best-seller “A Culpa é das Estrelas”.
“Jornais impressos são resistentes entre aqueles que cresceram com jornais impressos. Livros impressos são resistentes entre todos as idades”, disse Paul Lee, analista da Deloitte, que projeta que 80% das vendas de livros em 2015 serão de cópias físicas.
Pesquisa recente da Nielsen indica que a maioria dos adolescentes entre 13 e 17 anos preferem os livros de papel. O jornal não cita os percentuais do levantamento, mas a consultoria destaca que o resultado do estudo pode estar relacionado à falta de cartões de crédito entre os mais jovens. Mas também diz que a possibilidade de compartilhar os títulos preferidos conta pontos: é mais fácil compartilhar e emprestar livros impressos.
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Apesar dos números melhores que o esperado frente ao mercado de ebooks, o “FT”, controlado pela editora Pearson, destaca que o setor ainda enfrenta desafios. Principalmente em relação à concorrência com a Amazon, que domina o mercado de livros digitais.
No ano passado, a empresa de Jeff Bezos e a editora francesa Hachette travaram uma longa batalha sobre o patamar dos preços dos livros. Enquanto a Amazon queria manter preços baixos, a editora queria elevar o valor dos títulos. Em novembro, as duas partes anunciaram que entraram em um acordo, para que a editora determine os preços dos livros.
“O setor enfrenta várias ameaças estruturais. O domínio da Amazon significa que as negociações de preços continuarão a ser fontes de tensão. A publicação independente continua a crescer, e as editoras ainda estão esperando para ver se os modelos de assinatura — que transformaram a indústria de música — vão funcionar entre leitores”, avalia a reportagem do “FT”.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/negocios/vendas-de-livros-impressos-sobem-enquanto-digitais-perdem-popularidade-diz-ft-15020531#ixzz3OoEqi5xO 
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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

MATERIAL DE APOIO DO BIBLIOTECÁRIO DE PROCESSO TÉCNICO

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Meninas pelo jeito as estantes de apoio aos priocessos tévnicos se parecem  mas, nesse caso, é mera coincidência. Essa foto bati hoje pela manhã ao entrar na sala da Divisão de Processos Técnicos da Biblioteca Universitária da Universidade Federal do Ceará, ao olhar a estante tive a ideia da foto e do post aqui no MURAL


segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Livros entretendo minha vida ...

Design Thinking for Libraries

Caros amigos do Mural Interativo do Bibliotecário,
Para começar bem a semana, conheçam o Kit de ferramentas que apresenta novas formas de trabalho que ajudarão aos profissionais bibliotecários a fortalecer a sua biblioteca através da compreensão das necessidades dos seus clientes/usuários e assim envolver a sua comunidade. Inclusive, muitas instituições têm utilizado essa abordagem centrada nas pessoas para resolver problemas.
O kit de ferramentas é o resultado de um projeto financiado pelo Programa Bibliotecas Globais (Global Libraries) da Fundação de Bill Gates e Melinda Gates. A IDEO (Link: http://www.ideo.com/), renomada empresa de inovações e que possui clientes como a Apple, Microsoft, Nike, Pepsi-Cola, entre outras empresas liderou a criação desse kit, que foi moldado em grande parte a partir de experiências, trabalhando lado a lado com 40 bibliotecários da Chicago Public Library (Estados Unidos) e da Aarhus Public Libraries (Dinamarca) inseridos em seus contextos ao longo dos anos de 2013 e 2014.
Sem dúvida, é um excelente material e que merece tradução.
This toolkit guides you through Design Thinking so you can start coming up with solutions to everyday challenges within the library. Design thinking, or human-centered design, is all about starting with people — the users that visit your...
DESIGNTHINKINGFORLIBRARIES.COM

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Os melhores livros de 2014

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Todo fim de ano, fazemos as tradicionais listas de melhores livros lançados. Confira abaixo os títulos publicados pela Companhia das Letras em 2014, e os que deverão ser publicados pela editora nos próximos anos, que entraram nas listas de melhores leituras dos principais jornais, sites e revistas.
  • Por escrito, de Elvira Vigna
    “A escritora carioca desconstrói convenções da vida contemporânea neste romance singular.”
  • A festa da insignificânciade Milan Kundera
    “Neste retorno ao romance, após mais de uma década, o tcheco naturalizado francês retrata o vazio de sentido da vida contemporânea.”
  • A festa da insignificânciade Milan Kundera
    “Depois de mais de 10 anos sem publicar, o tcheco Milan Kundera voltou à ficção com um romance sobre quatro velhos amigos parisienses em busca de um sentido para suas vidas. Traduzido por Teresa Bulhões Carvalho da Fonseca, o novo livro do autor de A insustentável leveza do ser retrata a insignificância como ‘a essência da existência’. E não deixa de falar de política, com alusões frequentes a Stalin e à história recente da Europa.”
  • Graça infinita, de David Foster Wallace
    “No Brasil em tradução de Caetano W. Galindo quase 20 anos depois de lançado nos EUA, é uma das mais ambiciosas obras de ficção das últimas décadas, tanto pela extensão (mais de 1.100 páginas) quanto pela complexidade. É também uma reflexão comovente sobre o vício, o individualismo e a obsessão pelo entretenimento, com uma prosa extravagante e bem-humorada.”
  • Por escrito, de Elvira Vigna
    “Com uma dicção própria, pessoal sem ser confessional, e uma voz de mulher que recusa feminilidades, Elvira Vigna dá continuidade à sua trajetória singular num romance onde o afeto e o drama não têm vez. Usando uma linguagem antissentimental, a escritora carioca faz uma reflexão profunda sobre o não pertencimento a partir da secura extrema de sua personagem principal, que não dá nem quer receber nada dos que a cercam.”
  • Luís Carlos Prestes, de Daniel Aarão Reis
    “Resultado de cinco anos de pesquisas, a biografia escrita pelo historiador Daniel Aarão Reis escapa da polarização entre hagiografia e demonização de um dos principais personagens da esquerda brasileira no século XX e traz material inédito, como documentos sobre a Intentona de 1935 encontrados nos arquivos da Internacional Comunista em Moscou e gravações de reuniões decisivas para a reconstrução do PCB realizadas nos anos 1970.”
Diário da Manhã: Os 10 melhores livros de 2014
Veja: Os dez melhores livros do ano
  • Os inovadores, de Walter Isaacson
  • As mudanças e os choques, de Martin Wolf (previsto para março)
Huffingpost: Seis livros de 2014
  • Os inovadores, de Walter Isaacson
  • As mudanças e os choques, de Martin Wolf (previsto para março)
  • A era da ambição, de Evan Osnos (previsto para março)
The Guardian: Escritores escolhem os melhores livros de 2014 – Parte I – Parte II
  • A zona de interesse, de Martin Amis (previsto para maio)
  • How to be Both, de Ali Smith (sem data prevista)
  • Nora Webster, de Colm Tóibín (previsto para junho)
  • Funny Girl, de Nick Hornby (previsto para março)
  •  Americanah, de Chimamanda Ngozi Adichie
  • Can’t and won’t, de Lydia Davis (previsto para o segundo semestre)
  • A zona de interesse, de Mafrtin Amis (previsto para maio)
  • Outro belo dia no mar, de Geoff Dyer (previsto para 2016)
  • Coleção Comissário Maigret, de Georges Simenon
  • A balada de Adam Henry, de Ian McEwan
  • How to be Both, de Ali Smith (sem data prevista)
  • O pintassilgode Donna Tartt
  • A ilha da infância, de Karl Ove Knausgaard (previsto para maio)
  • A balada de Adam Henry, de Ian McEwan
  • A zona de interesse, de Martin Amis (previsto para maio)
  • A ilha da infância, de Karl Ove Knausgaard (previsto para maio)
  • Nora Webster, de Colm Tóibín (previsto para junho)
  • How to be Both, de Ali Smith (sem data prevista)
  • Funny Girl, de Nick Hornby (previsto para março)
The New Yorker: Os melhores livros de 2014
  • A zona de interesse, de Martin Amis (previsto para maio)
  • A ilha da infância, de Karl Ove Knausgaard (previsto para maio)
  • Os inovadores, de Walter Isaacson
  • Can’t and won’t, de Lydia Davis (previsto para o segundo semestre)
  • A ilha da infância, de Karl Ove Knausgaard (previsto para maio)
E para você, quais foram os melhores livros de 2014?

Uma unica razão para continuar

Vamos continuar remendando

Chorar faz bem

Gente que desliga a TV para ler um livro

Leitura é a chave para o sucesso

Dia do leitor





Neste Dia do Leitor, presenteamos vocês com todas as nossas dicas de livros >> http://abr.ai/1pVDq6x