sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Base de dados: tipos que caem nos concursos públicos -

Questões sobre base de dados caem frequentemente nas provas, a maioria das vezes em questões objetivas, mas na última prova da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) caiu uma questão discursiva sobre o assunto. O importante aqui é fixar os fundamentos, isto é, os conceitos básicos para não cair nos ‘peguinhas’ que as bancas costumam fazer, colocam a definição correta para falar de outra coisa. Os conceitos abaixo são fundamentais para acertar as questões referentes a informática nas bibliotecas.
Tipos de bases de dados
Bases de dados de referências encaminham ou orientam o usuário para uma outra fonte, que pode ser um documento, uma instituição ou um indivíduo, afim de obter informações adicionais ou conseguir o texto integral de um documento. Esta categoria abrange alguns tipos muito diversos de bases de dados:
Bases de dados bibliográficos: que incluem citações ou referências bibliográficas e, às vezes, resumos de trabalhos publicados. Informam ao usuário sobre o que foi publicado e onde se publicou e, na hipótese de a base conter resumos, apresentarão uma síntese do conteúdo do documento original;
Base de dados catalográficos: que mostram o acervo de uma determinada biblioteca ou rede de biblioteca. Comumente, essas bases relacionam quais as monografias, títulos de periódicos e outros itens que a biblioteca possui em seu acervo, porém não proporcionam informações adicionais sobre o conteúdo desses documentos. As bases de dados catalográficos são um tipo especial de base de dados bibliográficos, porém, em virtude de sua orientação ser bastante diferente da de outras bases de dados bibliográficos convém identificá-las como uma categoria à parte;
Bases de dados referenciais: que referenciam informações ou dados, como nomes e endereços de instituições, e outros dados característicos de guias, cadastros, etc.
Bases de dados de fontes: contém os dados originais e constituem um tipo de documento eletrônico. Após ter feito uma consulta bem sucedida numa base de dados de fontes, o usuário terá em mãos as informações de que precisa, sem ter de ir buscá-las numa fonte original. Os dados encontram-se disponíveis quer em formato legível por computador, quer em formato impresso. As bases de dados de fontes podem ser agrupadas, segundo seu conteúdo, em:
  1. Base de dados numéricos, que contém dados numéricos de vários tipos, inclusive dados estatísticos e de resultados de pesquisas;
  2. Bases de dados de texto integral, que contém notícias de jornal, especificações técnicas, programas de computador, etc.;
  3. Bases de dados textuais e numéricos, que contém um mistura de dados textuais e numéricos.
Fonte: Biblioteca Eletrônica (ROWLEY)
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Lista com todas as revistas científicas de biblioteconomia e ciência da informação – atualização 2016

Atualizando a lista do Murilo, da Dora e tentando acompanhar a profusão de periódicos vinculados aos programas de pós-graduação em ciência da informação e correlatas. Serve pra quem quer seguir as publicações na área e pra quem deseja submeter artigos. Ao lado do nome está a classificação conforme webqualis/sucupira.
Analisando em Ciência da Informação (RACin) B5
AtoZ B5
Biblionline B1
Biblioteca Escolas em Revista
Bibliotecas Universitárias
Biblos B3
Brazilian Journal of Information Science B1
Cadernos BAD B2
Ciência da Informação B1
Ciência da Informação em revista
Conhecimento em ação
CRB-8 Digital B5
Datagramazero B1
Em Questão B1
Encontros Bibli B1
Folha de rosto
InCID
Informação@Profissões
Informação & Informação B1
Informação & Sociedade A1
Informação & Tecnologia
Liinc em Revista B1
Múltiplos Olhares
Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação e Biblioteconomia B1
PontodeAcesso B1
Revista ACB B2
RBBD Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação B1
Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação B1
Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação B1
Perspectivas em Ciência da Informação A1
Perspectivas em Gestão & Conhecimento
Rebecin
Transinformação A1
Sugiro a inclusão de Cadernos de Informação Jurídica,http://www.cajur.com.br. O escopo do periódico é a informação jurídica. Seu foco é a divulgação do conhecimento e a promoção da troca de experiências entre profissionais especializados na área da Biblioteconomia Jurídica, Arquivologia, Documentação, Ciência da Informação, Museologia, Informática Jurídica e ciências afins.
 Gostaria de sugerir mais 4 periódicos para a lista:

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Saiba como fazer catalogação de material tridimensional

Ficha reúne informações diversas, incluindo na indicação de responsabilidade o engenheiro

Contemplando a indústria automobilística, apresentamos um breve histórico de um automóvel que marcou época e ressaltamos a possiblidade de catalogar objetos tridimensionais pelas normas da AACR2. O objeto escolhido foi um automóvel da marca Volkswagen, modelo Kombi. Não se trata apenas de um simples veículo, mas de um automóvel que marcou época e seu lugar nos registros históricos da indústria automobilística.
A Kombi, ou Perua, como é conhecida em algumas regiões do Brasil, teve seus dias de glórias e teve sua fabricação encerrada em 2014. Com os avanços da tecnologia, a Kombi não responde as exigências de segurança do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN). De acordo com o mesmo, todos os veículos fabricados no país, a partir de 2014, deverão ter airbags e freios ABS, informação divulgada pelo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro.
kombi222
Diretrizes da catalogação da Kombi
  • Ponto de acesso principal: Kombi 1940-2014
Modelo escolhido para catalogação: Kombi Luxo (1972)
  • Nesta área, sugere a entrada pelo nome do objeto e data de ínicio e encerramento de fabricação.
– Escolhido pela abreviatura do nome, forma mais conhecida no Brasil, seguido do ano de início e de encerramento da fabricação.
  • Título e indicação de responsabilidade
Inclua nesta área o nome do objeto a ser catalogado, seguido do DGM (entre colchetes), Título equivalente, responsabilidade e dados de fabricação.
– Segundo AACR2, utilizou-se como DGM: Objeto, título equivalente: Kombinatinsfahrzeug (nome do objeto em alemão), inclui como indicação de responsabilidade o engenheiro e não o criador da Kombi, Ben Pon, visando que o mesmo não foi o criador dos modelos seguintes da Kombi. Em seguida é informado os dados de fabricação e data.
Kombi Luxo
Kombi Luxo [objeto] = kombinationsfahrzeug / Engenheiro Alfred Haesner – Alemanha: Volkswagen, 1972.
Descrição física
  • Indique o número de unidades físicas ou objeto, em algarismos arábicos, seguido do objeto apropriado e outros detalhes físicos como cor e dimensões.
– Neste caso, utilizou-se para outros detalhes físicos, as orientações do item 10.5C da AACR2: “Se o(s) material(ais) não puder(em) ser mencionado(s) sucintamente, omita-o(s) ou especifique-o(s) em nota” e para dimensões a orientação do Item 10.5D1: “Quando apropriado, registre as dimensões do objeto em centímetros… se forem dadas dimensões múltiplas, registre altura x largura x profundidade.”
1 carro: color. ; 188,4 x 193,7 x 428,9 cm
Área de série
  • Registre cada indicação de série (se houver).
– Não foi atribuído uma série, pois o objeto de estudo possui em sua fabricação inúmeros modelos em linha de produção.
Notas
  • Utilize este campo para informações descritivas úteis que não podem ser colocadas em outras áreas da descrição. Quando apropriado, combine duas ou mais notas em uma única nota. Registre uma determinada nota em primeiro lugar quando for decidido que essa nota é de informação primordial.
– Neste caso, considerou-se como informação primordial a descrição do objeto, não incluídos na área de descrição física pela impossibilidade de sintetizá-lo. Também se indica um histórico apenas com informações relevantes do objeto catalogado e da série, conforme item 10.7B7 e 10.7B12.
Motor 1500L; movido a gasolina; cilindrada 1,5I; velocidade máxima 100; refrigeração a ar; potência líquida 52cv; 4 marchas; tração traseira.
       Idealizada em 1940, lançada na Alemanha em 1950. Feita sobre o chassi do Fusca, estrutura leve, do tipo monobloco e carroceria em forma de caixa, adotada tanto para transporte de carga como de passageiros. Encerrou a fabricação em 2014 por não se enquadrar aos novos padrões de segurança de airbags e freios ABS.
Ponto de acesso secundário
Ponto de acesso secundário para título, exceto quando o título for ponto de acesso principal.
FICHA CATALOGRÁFICA DA KOMBI
Kombi Luxo
     Kombi Luxo [objeto] = kombinationsfahrzeug / Engenheiro Alfred Haesner – Alemanha: Volkswagen, 1972.
1 carro: color; 188,4 x 193,7 x 428,9 cm.
Motor 1500L; movido a gasolina; cilindrada 1,5I; velocidade máxima 100; refrigeração a ar; potência líquida 52cv; 4 marchas; tração traseira.
Idealizada em 1940, lançada na Alemanha em 1950. Feita sobre o chassi do Fusca, estrutura leve, do tipo monobloco e carroceria em forma de caixa, adotada tanto para transporte de carga como de passageiros. Encerrou a fabricação em 2014 por não se enquadrar aos novos padrões de segurança de airbags e freios ABS.
1. Kombi Perua2. História da Kombi3. Indústria AutomotivaI. KombiII. Haesner, Alfred (Eng.)   III.Volkswagen.

Você sabe quais bactérias é possível encontrar em livros de biblioteca?

Os livros possuem uma quantidade incrível de microrganismos e bactérias em suas páginas


Por Rafael Sanson, do Mega Curioso
Muito se fala em cuidados com o acúmulo de bactérias e microrganismos em objetos com os quais temos contato durante nossas rotinas diárias. Manter a higiene das mãos e evitar contato com alimentos ou levá-las à boca antes de estarem limpas é sempre recomendado para não correr qualquer risco de contaminação.
Sobre isso, nós já publicamos o artigo 8 coisas sujas que passam por suas mãos diariamente e também mostramos que há5 desses objetos contaminados que não fazem mal a ninguém. Nesse sentido, algumas pessoas têm cuidados maiores e outras não dão tanta importância, mas será que alguém já parou para pensar o número de organismos infecciosos presentes em um livro de biblioteca?
bactérias em livros de biblioteca 1
bactérias em livros de biblioteca 1
Um artigo publicado no site Mental Floss direciona a atenção para a possibilidade de contrair qualquer tipo de infecção a partir dos livros emprestados de bibliotecas. De acordo com o autor, os cientistas atuais afirmam que manusear uma obra não será suficiente para deixá-lo doente. No entanto, é no mínimo interessante saber que os livros sim, possuem uma quantidade incrível de microrganismos e bactérias em suas páginas.
Experimento no início do século 20
Há muito tempo a ciência tenta entender a contaminação dos livros. Um artigo de 1911, publicado no Boletim da Associação Médica Bibliotecária, intitulado “A Desinfecção dos Livros”, mostra que a preocupação com os riscos oferecidos pelas obras já existia. O texto revela que na época já se tinha conhecimento sobre os tipos de contaminação presentes nesses itens e cita enfermidades como sarampo, varíola, escarlatina, tracoma (conjuntivite), febre tifoide, difteria, tuberculose e outras.
bactérias  em livros de biblioteca 2
bactérias  em livros de biblioteca 2
A preocupação existia, pois uma experiência conduzida por um cientista da época mostrou que a contaminação poderia ocorrer. Ele retirou algumas das partes mais sujas de uma série de livros e as cozinhou em solução salina. Depois, centrifugou o líquido e injetou em porquinhos-da-índia. Não demorou até que a maioria dos animais acabasse morrendo por tuberculose, ou por infecções por sepse e estreptococos.
Logo, a publicação atentava para um costume não higiênico que as pessoas tinham: o de umedecer os dedos com a boca ao estarem folheando os livros. Esse hábito ainda hoje é comum, portanto, se você for uma dessas pessoas que molhas os dedos na boca, é interessante rever isso.
bactérias  em livros de biblioteca 3
Estudos recentes
Bem, por mais que o risco de infecções não seja tão grande, alguns estudos recentes revelaram a presença de substâncias um tanto quanto desagradáveis nos livros. Em 2013, as obras mais populares da Biblioteca Pública da Antuérpia, na Bélgica, apresentaram traços de cocaína e herpes. Aparentemente, a droga se justifica pela grande rede de tráfico presente na cidade, mas para o vírus não há explicação. De qualquer forma, ambas as substâncias também tinham quantidades minúsculas e insuficientes para causar qualquer consequência.
O percevejo-da-camaO percevejo-da-cama
Um ano antes, em 2012, houve diversos relatos de usuários de bibliotecas públicas americanas sobre a existência de percevejos-da-cama em livros e móveis das salas de leitura. Mesmo com a situação tendo sido controlada, é sempre bom saber que há uma solução para estes casos.
Se você se deparar com algum pequeno ser inesperado desses em um volume que emprestou, a saída é transportar o objeto em uma bolsa de pano e, ao chegar em casa, passar a bolsa em um secador quente durante meia-hora. Segundo a especialista em pesticidas Alicia Leytem, a recomendação é suficiente para matar todos os bichos e ovos presentes na publicação.

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Adorável biblioteca sobre rodas leva livros para crianças na Itália que não tem acesso à leitura

Bibliomotocarro

Antonio De Cava é um amante de literatura e professor aposentado do sul da Itália. Reconhecendo que as crianças nas aldeias locais não têm acesso fácil a livros, ele criou oBibliomotocarro, uma biblioteca móvel com cerca de 700 livros.
Projetado para oferecer livros gratuitos para os jovens, o veículo é recebido com sorrisos e entusiasmo por onde passa. Quando as crianças ouvem a música do Bibliomotocarro, elas correm para vê-lo, assim como fariam com um caminhão de sorvete.
Construído em 2003, a biblioteca móvel viaja mais de 500 km ao longo das aldeias sem remuneração, puramente por amor aos livros e uma compreensão da importância de que os jovens tem que ter acesso a eles.
Como ele disse em uma entrevista em vídeo ao Zooppa, “eu sempre pensei que as crianças devem ter a oportunidade de aprender coisas interessantes em todos os lugares, não apenas enquanto estão na escola.”
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Bibliomotocarro
Fonte: Shareable

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

24 coisas que pessoas obcecadas por livros sabem que é verdade

Não é apenas um livro; é um mundo inteiro.

24 coisas que pessoas obcecadas por livros sabem que é verdade1. Você sabe que nada supera o cheiro de um livro novinho em folha…


2. …exceto, talvez, o cheiro de um livro velho.


3. Às vezes você se pergunta se é normal gostar mais de livros que de pessoas.


24 coisas que pessoas obcecadas por livros sabem que é verdade

4. Você nunca, jamais fica sem um livro.

24 coisas que pessoas obcecadas por livros sabem que é verdade

5. O episódio de Além da imaginação “Time Enough at Last” é o seu pior medo.


24 coisas que pessoas obcecadas por livros sabem que é verdade


6. Há livros que você associa com certos momentos da sua vida, e relê-los te faz voltar no tempo.


24 coisas que pessoas obcecadas por livros sabem que é verdade


7. Você começa a pensar em personagens fictícios como pessoas reais…


24 coisas que pessoas obcecadas por livros sabem que é verdade

Quando eles se machucam, você se machuca.

8. …e fala sobre eles como se eles realmente fossem gente.


Para quem quiser ouvir! E também para quem não quiser!

24 coisas que pessoas obcecadas por livros sabem que é verdade


9. A idéia de mudança te assusta porque você teria que transportar cerca de 127 caixas de livros.

24 coisas que pessoas obcecadas por livros sabem que é verdade

10. E, claro, há a questão de decidir quais vinte (ou quinhentos) livros você vai levará em uma viagem!


11. Você sente uma emoção secreta quando um livro ensina a você uma nova palavra.

12. Às vezes você fica tão imerso em um livro que começa a pensar e falar como seus personagens.

13. Nada nem ninguém pode te manter longe de um livro com o qual você se envolve.

14. Você já se pegou matando tempo lendo enquanto você deveria estar trabalhando ou estudando.


15. E você já pegou um livro só para dar uma olhada e em seguida percebeu que havia passado o dia inteiro lendo.


16. Você provavelmente foi criado por LeVar Burton.

24 coisas que pessoas obcecadas por livros sabem que é verdade


17. Você se lembra distintamente do dia que você pegou o seu primeiro cartão de biblioteca.


18. Você já sonhou em viver numa mansão, assim você poderia ter uma dessas bibliotecas gigantes, loucas, de pessoas ricas só para você.


19. Para você, ir viajar significa a oportunidade de visitar uma nova livraria.


20. E você não consegue apenas “visitar uma livraria.” Ah, não — você praticamente se muda.


21. Além disso, você não consegue folhear um livro ~casualmente~ um livro. Você se envolve TOTALMENTE.


22. Você já parou de ler um livro porque simplesmente não conseguia suportar a ideia de terminá-lo e aí… acabou!

23. Mas você também já tomou a decisão extremamente difícil de manter a leitura em vez de ir dormir.


24. Você sabe que não há nenhum sentimento como aquela espécie de sonho acordado que toma conta da sua mente assim que você acaba de ler um um livro.


24 coisas que pessoas obcecadas por livros sabem que é verdade