quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Serviço de referência e tecnologias

Publicado em maio 14, 2015 por portaldobibliotecario - See more at: http://portaldobibliotecario.com/2015/05/14/servico-de-referencia-e-tecnologias/#sthash.19B1j28f.dpuf

O mundo globalizado permitiu o avanço da tecnologia de maneira surpreendente e poucos conseguem acompanhar tais inovações. Um dos papéis da nova biblioteca ou, como alguns autores já denominaram, a “biblioteca 2.0”, é se utilizar de toda essa tecnologia disponível, para melhorar e aperfeiçoar os seus produtos e serviços. A web 2.0 disponibiliza recursos de interação e compartilhamento que podem auxiliar no processo de desenvolvimento de setores importantes da biblioteca, como o setor de referência.
O foco das bibliotecas está se voltando para as tecnologias que podem se aliar ao funcionamento interno e externo dessas unidades. Os usuários e como a informação será repassada para eles, é um dos pontos-chave desse desenvolvimento. Ferramentas como o YouTube, Wiki, sítios de relacionamento, como o Facebook e o Linkedin, são exemplos de como a biblioteca pode se inteirar dessa tecnologia, utilizando o conteúdo disponibilizado para auxiliar o atendimento ao usuário. A web 2.0 também pode estar presente de outras maneiras, como na divulgação da biblioteca por meio desses serviços e na disseminação da informação com o Really Simple Syndication (RSS).
Os serviços de referência sempre foram um setor importante das atividades de uma biblioteca. É nele que todo o trabalho interno e externo da biblioteca se concentra. Tudo que é feito em todos os outros setores, como a catalogação, indexação, processos técnicos, aquisição, entre outros, volta-se para o setor de referência, pois é nele que se encontra a razão final de toda existência de uma biblioteca: o usuário.
O atendimento ao usuário é o objetivo final de todo centro de informação. Essa atividade se desenvolve de tal maneira que atualmente existem certificados, como a ISO 9000, para unidades de informação que realizam um atendimento de qualidade ao usuário.
O serviço de referência serve como um mediador entre o conhecimento disponibilizado e o usuário que fará uso desse conhecimento, pois sem a participação do mediador a informação recebida, dificilmente seria eficiente ou de qualidade. A tradução da informação buscada para um documento que contenha a mesma informação é feita por profissionais que são especializados em pesquisar e atender à necessidade de informação.
Ferramentas de Pesquisa
Wikis
Uma ferramenta inovadora que apenas começou a ser implantada nas bibliotecas é o wiki, totalmente colaborativa, pois permite aos usuários editarem qualquer texto, conforme seus interesses. A facilidade de utilização, que dispensa conhecimentos específicos de informática e tecnologia, atrai os internautas que podem fazer parte da elaboração de uma página na internet cooperativa, com um conteúdo formado por diversas opiniões e fontes de conhecimento.
YouTube
O YouTube é considerado a maior comunidade de vídeos da internet. Algumas das maneiras que essa ferramenta poderia ser utilizada em uma biblioteca é que o Youtube seja um “depósito para vídeos instrucionais”, que poderiam ser acessados através de um link, no sítio da biblioteca. Ou, ainda, uma maneira de complementar o conteúdo do acervo, utilizando vídeos que não são de autoria da biblioteca e que não pertencem a ela, para acrescentar algum conteúdo disponibilizado, como é citado no artigo, o exemplo da America’s Career InfoNet 7, que lista os vídeos sobre as diferentes profissões que existem no YouTube para ilustrar seu sítio e facilitar o entendimento do conteúdo, acrescentando-se, assim, mais um recurso audiovisual para os usuários.
Facebook
A utilização do Facebook em bibliotecas tem sido motivo de muita discussão na comunidade biblioteconômica, que divide opiniões sobre o sítio ser mais uma ferramenta para auxiliar na divulgação dos produtos e serviços das bibliotecas ou, apenas, uma rede social sem utilidade para fins profissionais.
Entretanto, existem profissionais que defendem a utilização do Facebook como ferramenta de divulgação da biblioteca, devido às suas inúmeras possibilidades oferecidas. Um participante do Facebook pode acrescentar diversos aplicativos em seu perfil, além de criar listas para compartilhar informações com pessoas de uma rede e com interesses específicos.
O Facebook permite a utilização do Delicious, como bookmarking, e que um membro divulgue suas fotos em seu perfil por meio do Flickr. Além da postagem de vídeos, criação de álbuns, feed de notícias detalhadas de tudo que acontece com as pessoas da sua rede, criação de grupos de interesses específicos e utilização, entre outros, de calendário para criação de eventos, utilização de notas e divulgação de links de interesse para divulgação.
Twitter
O uso do Twitter nas bibliotecas ainda está em processo de adaptação. Entretanto, já existem alguns estudos de casos em bibliotecas dos Estados Unidos, pioneiras na utilização destas ferramentas da web 2.0.
A Missouri River Regional Library13 está utilizando o Twitter para se comunicar com a comunidade local. Tudo que acontece na biblioteca está sendo colocado na ferramenta, para que seus “seguidores” (termo designado para aqueles que adicionam um perfil do Twitter para acompanhar suas atualizações) possam ter acesso a todas as novidades da biblioteca, como novas aquisições de base de dados, eventos promovidos pela biblioteca, alterações no funcionamento ou horários.
Outra funcionalidade do Twitter é o fato de que o aplicativo possui RSS feed, outra ferramenta que tem feito muitos adeptos nos centros de informação.
Apesar do sucesso do Twitter na internet ser indiscutível, os centros de informação ainda estão receosos ao se depararem com tal ferramenta, seja pelo desconhecimento dos profissionais da informação do potencial de um microblog como o Twitter no auxílio à divulgação das atividades das bibliotecas. Mas, essa visão está se modificando como demonstram os exemplos dados por bibliotecas que buscam alternativas inovadoras, como
a utilização desses microblogs para divulgação de seus produtos e serviços.
Quais outras ferramentas de pesquisa ou divulgação você usa? Convido todos a conversar sobre o assunto nos comentários.
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Tabela PHA: uma introdução

Publicado em junho 9, 2015 por portaldobibliotecario - See more at: http://portaldobibliotecario.com/2015/06/09/tabela-pha-uma-introducao/#sthash.p6Nxy2lG.dpuf

Tabela PHA (Prado, Heloísa de Almeida)
A autora não apenas criou uma tabela ao ‘estilo Cutter’ para nomes brasileiros, como também faz sugestões excelentes para aplicação e uso de seu e de quaisquer outros códigos.
As grandes vantagens das tabelas PHA e de Cutter são permitir que sejam consideradas mais de três letras no sobrenome do autor e evitar a formação de conjuntos estranhos de letras.
Outros elementos distintivos
Podem existir coincidências de número de classificação e de notação de autor para duas obras distintas, ou para várias edições diferentes de um mesmo item. Ao mesmo tempo, a biblioteca pode conter diferentes acervos no mesmo espaço físico: acervo de referência, acervo de obras raras, acervo de audiovisuais, entre outros, o que significa armazenamento diferenciado dos itens, devido a seu suporte e/ou uso. Cabe ao número de chamada fazer com que cada exemplar ou volume tenha seu número de chamada próprio, de modo a torná-lo único na coleção. Para tanto, geralmente utilizam outros elementos distintivos, tais como:
  • indicação de acervo: letras maiúsculas mnemônicas, registradas acima ou antes do número de classificação, identificando o acervo; comumente, não se usam letras para o acervo geral;
  • indicação do título: letra (geralmente uma) correspondente à inicial da primeira palavra do título que não seja um artigo, registrada em letra maiúscula após a notação de autor, quando há mais de um título, do mesmo autor e letra inicial dos títulos coincidente, podem-se usar tantas letras quanto necessário;
  • no caso de títulos de livros com a primeira palavra repetida em diferentes histórias, Prado sugere acrescentar outra letra significativa, ou numerar a série;
  • no caso de traduções, ainda a tabela PHA propõe “uma codificação especial que as reúna por seu título original”, inclusive com indicação do tradutor. Se a notação se refere ao título de uma obra anônima ou de autoria difusa, por motivos óbvios não se coloca a letra correspondente ao título;
  • indicação da edição: dado de edição registrado, abaixo da notação de autor e título, quando há mais de uma edição da mesma obra. Não se registra a primeira edição;
  • indicação de data: dado utilizado no caso de congressos, conferências e eventos assemelhados, que se repetem em períodos estabelecidos; registra-se a data abaixo da notação de autor e título;
  • indicação de volume: dado de volume registrado, no caso de obra que compreende vários volumes, abaixo da notação de autor e título e do dado de edição, quando houver;
  • indicação de exemplar: dado de exemplar registrado, como última informação do número de chamada, quando o item possuir vários exemplares; este dado é importante para controle de empréstimo, ou de danos em um exemplar determinado. Caso a biblioteca receba um primeiro exemplar e, posteriormente, os demais, não há necessidade de refazer o registro do primeiro.
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Lista com todas as revistas científicas de biblioteconomia e ciência da informação – atualização 2016

Atualizando a lista do Murilo, da Dora e tentando acompanhar a profusão de periódicos vinculados aos programas de pós-graduação em ciência da informação e correlatas. Serve pra quem quer seguir as publicações na área e pra quem deseja submeter artigos. Ao lado do nome está a classificação conforme webqualis/sucupira.
Analisando em Ciência da Informação (RACin) B5
AtoZ B5
Biblionline B1
Biblioteca Escolas em Revista
Bibliotecas Universitárias
Biblos B3
Brazilian Journal of Information Science B1
Cadernos BAD B2
Ciência da Informação B1
Ciência da Informação em revista
Conhecimento em ação
CRB-8 Digital B5
Datagramazero B1
Em Questão B1
Encontros Bibli B1
Folha de rosto
InCID B1
Informação@Profissões
Informação & Informação B1
Informação & Sociedade A1
Informação & Tecnologia
Liinc em Revista B1
Múltiplos Olhares
Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação e Biblioteconomia B1
PontodeAcesso B1
Revista ACB B2
RBBD Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação B1
Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação B1
Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação B1
Perspectivas em Ciência da Informação A1
Perspectivas em Gestão & Conhecimento
Rebecin
Transinformação A1

CONSERVADORISMO E REVOLUÇÃO (OU REFORMISMO) NA BIBLIOTECONOMIA E NA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

Divers@ Revista Eletrônica Interdisciplinar, Matinhos, v. 8, n. 2, p. 132-144, jul./dez. 2015 ISSN 1983-8921


Oswaldo Francisco de Almeida Júnior 1
 Resumo
 A Biblioteconomia e a Ciência da Informação, historicamente, flertam com o conservadorismo, embora tal postura não seja apresentada de forma explícita. Todas as iniciativas, tanto no âmbito dos que atuam diretamente no mercado ou no âmbito acadêmico, que tentaram trazer para discussão ideias opostas a essa, ou seja, relacionadas a pontos de vista mais progressistas, lutaram contra propostas que visavam ou inibir o desenvolvimento dessas ideias ou apresentar concepções amenizadoras das defesas presentes naquelas iniciativas. Alguns momentos históricos podem servir de exemplo para embasar as afirmações apresentadas durante o texto. Termos como “Informação Social” e “Biblioteca Popular” e as concepções presentes na Mediação da Informação sofreram oposição oriunda, principalmente, do meio acadêmico. Ampliar as discussões, os debates, os estudos e as pesquisas, apresenta-se como primordial para manter o tema entre as preocupações da área. Além disso, as concepções presentes nos temários mais progressistas devem ser vistas como resistência no próprio âmago da Biblioteconomia e da Ciência da Informação. Palavras-chave: biblioteconomia; ciência da informação; conservadorismo; mediação da informação.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

23 pessoas ilustres que eram Bibliotecários e você nem imaginava!

Você é uma daquelas pessoas que tem o esteriótipo do Bibliotecário velhinho, corcunda e sentado atrás de uma mesa o dia todo? Então esse post foi feito especialmente para você. 
Houveram muitos bibliotecários ao longo da história que mudaram o mundo, esses usavam a profissão como refúgio para criar suas grandes obras ou decidir seus grandes feitos. Para se ter uma ideia, imagine que em 1969 você entraria em uma Biblioteca e conversaria com  Stephen King em meio as estantes.
Confira abaixo 23 ilustres que eram Bibliotecários e mudaram o mundo:

Líderes mundiais:

Papa Nicolau V (1397-1455)

 Papa Nicolau VTommaso Parentucelli nascido em Sarzana. Durante a sua estada em Florença, ele trabalhou como bibliotecária de Cosimo de Medici, cacique local, famoso. Seja um bibliotecário para um chefe local famoso florentino renascentista significava ser responsável pelo aumento do padrão de coleção de manuscritos, feito à ordem de confisco, as doações obrigatórias e pilhagem de bibliotecas sagrado ou profano. Como o Papa iniciou a coleção da Biblioteca do Vaticano com a sua própria coleção de 350 manuscritos; sua morte, a biblioteca tinha 1.500.

O Papa Pio XI (1857-1939)

 O Papa Pio XIEle era bibliotecário antes de o papa. Em 1907 e 1911 ele era prefeito da Biblioteca Ambrosiana, em Milão. Mais tarde, em 1918, foi Vice-Prefeito da Biblioteca do Vaticano, em 1922, até que foi eleito Papa.

Benjamin Franklin (1706-1790)

 Benjamin FranklinO cientista político e inventor. Ele é considerado um dos fundadores dos Estados Unidos. Em 1731, ele participou da fundação da primeira biblioteca pública na Filadélfia, e por alguns meses trabalhou nele como um bibliotecário (no mesmo lugar que eles estavam elaboração e impressão do papel, prateleiras com livros e algumas mesas onde a leitura o jornal, que é cobrado para a entrada, ou uma taxa periódica para acessar "taxa fixa", também cobrada para cada trabalho a título de empréstimo).


Mao Tse-Tung (1893-1976)

 maoTambém é conhecido como Mao Zedong era o líder do Partido Comunista da China (PCC) ea República Popular da China. Mao viajou com seu professor do ensino médio e seu pai futuro, Professor Yang Changji, a Pequim. Quando Yang obteve uma posição do corpo docente da Universidade de Pequim. Graças às recomendações de Yang, Mao trabalhou como assistente bibliotecária na universidade desde 1918 e ler, entre outros, Bakunin e Kropotkin.

Golda Meir (1898-1978)

 Golda MeirGolda Mabovitch, nascido em Kiev (Ucrânia). Ela era a filha de um carpinteiro judeu modesto da parte ocidental do Império Russo, que emigrou para os Estados Unidos em 1906. Ele estudou na Faculdade de Milwaukee Escola e também trabalhou lá em sua biblioteca pública. Em 1919 mudou-se para a Palestina, onde trabalhou para levantar fundos para criar o Estado de Israel. Ele tornou-se primeiro-ministro de Israel, em 1969.

Mohammad Khatami (1943 -)

 KhatamiKhatami é considerado o primeiro presidente reformista do Irã foi o quinto presidente do Irã e ex-ministro iraniano da Cultura. Ele foi diretor da Biblioteca Nacional do Irã 1992-1997.

Escritores:

Jacob (1785 - 1863) e Wilhelm (1786 - 1859) Grimm

contos hermnaosOs irmãos Grimm para apoiar a família começa a trabalhar como bibliotecários da Universidade de Marburg, onde eles escrevem suas primeiras e bem-sucedidos livros de coleções de contos de fadas. Em 1829 e 1830, respectivamente deixar bibliotecários trabalham em Marburg e começar a trabalhar como bibliotecários, também da Universidade de Goettingen, até 1841, quando expedientan-los através da assinatura de um manifesto de conteúdo político. Há trabalhando em uma enciclopédia alemã monumental inacabado.

Giacomo Casanova (1725-1798)

casanovaA venturero, escritor, diplomata e agente secreto Venetian.Exilados 60 anos conheceu o Conde de Waldstein, que se ofereceu para executar uma biblioteca, em 1782 ele aceitou o cargo de bibliotecário Castelo de Dux, na Boêmia, onde ele começou a escrever as memórias de sua vida.

Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832)

GoetheRomancista, dramaturgo, poeta, cientista, humanista, filósofo, bibliotecário e membro do Tribunal de Weimar, a Glória Nacional Germânico de Letras. O biblioterca princesa Anna Amalia de Weimar, que dotado de melhor coleção do mundo de obras de Goethe. Esta biblioteca queimada na noite de 02 de setembro de 2004.

Lewis Carroll (1832 - 1898)

Lewis CarrollO autor de Alice no País das Maravilhas e Através do Espelho, o verdadeiro nome de Lewis Carroll era o Charles Lutwidge Dodgson.Dodgson cresceu em Cheshire e Yorkshire, Inglaterra, e depois de se formar a partir de Oxford em matemática, tornou-se um sub-bibliotecário da Christ Church Cathedral, Oxford. Ele deixou o cargo em 1857 para se tornar um professor de matemática.

Ruben Dario (1867 - 1916)

Ruben DarioEle era um poeta, jornalista e diplomata nicaragüense, líder do modernismo literário de língua espanhola. Quando se mudou para Managua, não ganhou o seu primeiro emprego permanente na Biblioteca Nacional.

Marcelino Menéndez Pelayo (1856 - 1912)

Menendez PelayoEle era um escritor, político e acadêmico espanhol. Ele foi eleito membro da Real Academia Espanhola (1880), Membro do Parlamento (1884-1892), nomeado para o Prémio Nobel em 1905, membro da Real Academia de la Historia em 1882, com o histórico discurso considerado poesia. Esta instituição foi bibliotecário desde 1892 e diretor desde 1910. Ele entrou para a Academia Real de Ciências Morais e Políticas, em 1889, e da Real Academia de Belas Artes de San Fernando, em 1892. Finalmente, a partir de 1898 até sua morte em 1912, foi diretor da Biblioteca Nacional de Espanha, a decorrer em posição de Manuel Tamayo y Baus.

León Felipe (1884-1968)

leon felipePoeta espanhol. Em 1922, ele viajou para o México com uma carta de Alfonso Reyes que abriria a porta para o ambiente intelectual mexicano. Ele trabalhou como bibliotecária em Veracruz, antes de ser professor de literatura espanhola em várias universidades americanas.

Jorge Luis Borges (1899-1986)

Jorge Luis BorgesEscritor argentino eo homem universal, que com as suas obras contribuíram para a expansão da língua espanhola e da literatura latino-americana.
Em 1937, aos 38 anos, ele começou a trabalhar como um segundo auxiliar na biblioteca Miguel Cane, um anexo à Biblioteca Municipal Bons ares. Em seguida, ele será promovido a assistente de primeira. Em 1955 Borges foi nomeado para sua surpresa, diretor da Biblioteca Nacional, então tinha 56 anos.

Gloria Fuertes (1917-1998)

FuertesPoeta espanhol (ele não gostava de ser chamado de poeta). Ele estudou na Biblioteca do Instituto Internacional (possivelmente a primeira biblioteca moderna Madrid). Ele organizou uma biblioteca infantil que viajam para as aldeias, e 1958-1961 trabalhou como bibliotecário no Instituto Internacional.

Mario Vargas Llosa (1936-)

Vargas LlosaSeu primeiro emprego foi na Biblioteca Nacional do Peru era bibliotecário do Clube Nacional de Lima entre 1955 e 1958.

Stephen King (1947-)

Stephen KingEscritor americano de grande sucesso, autor de vários romances de gênero da fantasia. Em 1969, ele trabalhou na biblioteca da Universidade de Maine, onde conheceu sua esposa, Tabitha Spruce, que foi, então, a trabalhar lá como estagiária.

Personagens ilustres

David Hume (1711-1776)

HumeFilósofo empirista escocês, nascido em Edimburgo, ele se matriculou na Universidade com a idade de 12, na sua lei como dirigido por seu pai. Ele não terminar a corrida, ele abandonou a faculdade e passou a trabalhar em uma loja, enquanto estudava em casa à noite. Em 1734 ele foi para a França, onde escreveu o seu primeiro livro, o "Tratado sobre a Natureza Humana", publicado em 1739 com uma má recepção de público e crítica. Ele escreveu depois dos "julgamentos morais e políticas", ele trabalhou como tutor em um nobre, foi para a Itália, e em 1752, de volta à Escócia, após a publicação de seus "discursos políticos" tentou obter uma cátedra na Universidade; Eles não receberam um, mas em vez disso tem o bibliotecário trabalho da Ordem dos Advogados de Edimburgo, onde trabalhou até 1757. Trabalho lá escreveu uma "História da Inglaterra" monumental. Não era um filósofo particularente peculiar; Bertrand Russell disse dele "Rousseau era louco, mas era muito influente; Hume estava sã, mas não tinha seguidores. "

Maria Moliner (1900-1981)

Maria MolinerFilólogo espanhol e lexicógrafo. Ele se formou em 1921 na especialidade de História. No ano seguinte, Mary ganhou os concursos para a faculdade arquivistas, bibliotecários e arqueólogos, que está sendo apontado em agosto para o Arquivo Geral de Simancas, a partir do qual passou em 1924, para apresentar à administração fiscal em Murcia e anos mais tarde, thirties adiantados, em Valência.
Na década 1929-1939 foi uma parte muito activa da política de biblioteca. Na década de 40 ele se juntou a Biblioteca da Escola de Engenheiros Industriais de Madrid, tornando-se diretor até sua aposentadoria em 1970.

John Edgar Hoover (1985-1972)

j Edgar HooverAdvogado e político. Ele trabalhou na Biblioteca do Congresso, durante cinco anos, o que contribuiu para a reforma. Aos 29 anos ele se tornou diretor do FBI. Ficou no cargo por 48 anos até sua morte em 1972.

Laura Bush (1946-)

Laura BushEsposa do ex-presidente norte-americano George W. Bush e ex-primeira-dama dos Estados Unidos. Ele estudou biblioteconomia em 1973 e trabalhou na Biblioteca Pública de Houston. Mais tarde, ele também trabalhou como bibliotecária no Dawson Elementary School até 1977.

Bud Spencer (1929-)

Bud SpencerCarlo Pedersoli, famoso ator italiano. Particularmente famoso por seus filmes com Terence Hill. Em 1947, sua família se mudou para a América, e há Carlo-Bud tem vários postos de trabalho, um dos quais era um bibliotecário em Buenos Aires.

Mike Tyson (1966)

Mike TysonPugilista americano profissional, campeão dos pesos pesados. Em 1997, durante a luta contra o campeão Evander Holyfield, Tyson mordeu várias vezes a orelha de seu oponente. Tyson foi para a prisão por um crime de agressão. Na prisão, para reduzir a sua pena por bom comportamento, ele tentou fazer com que a escola de pós-graduação e de trabalho na biblioteca, mas falhou no teste.


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