sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Site bibliodados Bases de dados e periódicos eletronicos free.

http://bibliodados.v10.com.br/index.html
Disponibiliza diversas bases de dados e periodicos eletronicos, alem de e-books e bibliotecas virtuais e teses.
Aceita novos links.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Provas de concursos

http://www.ciaar.com.br/concursos.html
Em abaixo tem um link para provas de concursos anteriores.

Gestores da informação - Blog

http://gestoresdainformacao.blogspot.com/
>Blog sobre os Gestores da Informação.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Blog sobre Biblioteconomia: Novidades

http://biblioteconomiaamil.blogspot.com/
Este blog,  http://biblioteconomiaamil.blogspot.com/ ,  esta em fase de experimentação sugestões  serão bem vindas através do email:
biblioteconomiaamil@gmail.com
Valfredo

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

FENIX minha monografia

FENIX.pdf (433,7 KB)

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

terça-feira, 5 de agosto de 2008

FENIX

“ No final de cada ciclo de vida, o FENIX queimava-se numa pira funerária. Outro FENIX surgia das cinzas, com renovada juventude e beleza.
A vida longa do FENIX e seu dramático renascimento das próprias cinzas transformaram-no em símbolo da imortalidade e do renascimento espiritual. Seu simbolismo se relaciona também com o Sol e a vida. A FENIX, é a cavalgadura dos Imortais.

(Jean Chevalier, 1998)

Monografia Curso especialização - FENIX

FENIX
https://createpdf.adobe.com/cgi-pickup.pl/FENIX.pdf?BP=&LOC=en_US&CUS=62904941b0f89d779084794c2e2a72de&CDS=489716E1-5D79-08963A

FENIX.pdf (668 KB)

quarta-feira, 23 de julho de 2008

ESTUDO DE CORRESPONDÊNCIA DE ELEMENTOS

ESTUDO DE CORRESPONDÊNCIA DE ELEMENTOS METADADOS: DUBLIN CORE E MARC 21
ARTIGO
© Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 4, n. 2, p. 20-38, jan./jun. 2007 – ISSN: 1678-765X.
20
ESTUDO DE CORRESPONDÊNCIA DE ELEMENTOS METADADOS: DUBLIN CORE E MARC 21
Maria das Dores Rosa Alves
Marcia Izabel Fugisawa Souza
Resumo
A tecnologia da informação tem possibilitado o desenvolvimento de aplicações e
metodologias de tratamento descritivo, como é o caso dos padrões de metadados,
permitindo novas abordagens práticas para a organização da informação, principalmente
em meio eletrônico. A adoção de padrão de metadados propicia a interoperabilidade entre aplicações e o compartilhamento de dados entre sistemas. Baseado nesse pressuposto, foi realizado um estudo da correspondência entre o padrão Dublin Core e o Formato MARC
21, visando fornecer subsídios para o desenvolvimento de ferramentas de conversão de
dados oriundos da catalogação. A maximização de esforços na integração e intercâmbio de dados, bem como a sistematização das relações entre esses padrões, propiciam o reuso de conjuntos de metadados na mesma organização.
Palavras-chave
Dublin Core; Formato MARC 21; Metadados; Interoperabilidade; Catalogação de recursos
eletrônicos; Agência de informação Embrapa
STUDY OF THE CORRESPONDENCE OF METADATA ELEMENTS :
DUBLIN CORE AND MARC 21
Abstract
The information technology has been making possible the development of applications and methodologies of material descriptive treatment, as it is the case of the metadata standards,allowing new practical approaches for the organization of the information, mainly in electronic means. The adoption of metadata standard propitiates the interoperability between applications and sharing of data among systems. Based on that presupposition, a study of the correspondence was accomplished between the Dublin Core standard and the MARC 21 format, seeking to supply subsidies for the development of data conversion tools originating from of the cataloguing. The maximization of efforts in the integration and exchange of data, as well as the systemization of the relationships among those standards
propitiate the reuse of metadata sets in the same organization.
Keyword
Dublin Core; MARC 21 format; Metadata; Interoperability; Cataloguing of electronic
resources; Embrapa´s information agency
ARTIGO
© Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 4, n. 2, p. 20-38, jan./jun. 2007 – ISSN: 1678-765X.
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1 INTRODUÇÃO
O valor da informação aumenta com o seu uso e quando combinada com outra informação. A informação é mais útil, certamente, quando ela pode ser comparada,combinada e compartilhada com outra informação. Com base no pressuposto de que o sucesso no compartilhamento de recursos e aplicações requer o estabelecimento de padrões
de tratamento de dados e informações (COMITÊ... 2005), é que se priorizou este estudo de correspondência entre o formato MARC 21 e o Dublin Core.
A adoção de padrões, normas e modelos internacionais, fruto de esforços coletivos
na área de representação bibliográfica é essencial para o intercâmbio de informações. O desenvolvimento constante das tecnologias da informação e de comunicação tem possibilitado o avanço metodológico, como é o caso dos modelos metadados, que propiciam novas práticas para a organização e tratamento da informação digital, proporcionando diferentes mecanismos de busca e recuperação.
O objetivo deste estudo é sistematizar a relação existente entre os dois padrões,
visando subsidiar um possível reaproveitamento de catalogações de outros sistemas dentro da própria empresa, tornando possível expandir os repositórios digitais de informação e racionalizar o trabalho do bibliotecário catalogador, propiciando, ainda, economia de recursos.
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) desenvolveu a Agência
de Informação Embrapa, um sistema de informação tecnológica voltado aos interesses do
agronegócio, disponível na internet, para acesso instantâneo e na íntegra a recursos
eletrônicos. Além de outros benefícios, a Agência de Informação Embrapa dedica-se a
agregar valor à informação e ao conhecimento, antes de disponibilizá-los, para isso adota padrões de tratamento da informação compatíveis com o ambiente web, o que possibilita a interoperabilidade com outros sistemas e mecanismos de busca.

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p. 20-38, jan./jun. 2007 – ISSN: 1678-765X.

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A Agência utiliza o padrão Dublin Core (DC) para o tratamento descritivo dos
recursos de informação. A indexação e a categorização de assuntos é baseada no uso de
tesauros e vocabulários controlados, o que propicia a geração de metadados com qualidade.
Para Souza et al. (2005), o DC provê uma base para interoperabilidade semântica entre
outros formatos mais complexos já consolidados na forma de padrões internacionais de
descrição de informação eletrônica, no caso aqui tratado e objeto deste estudo o formato MARC 21.
2 METADADOS
A utilização de metadados na organização eletrônica de recursos, vem ao encontro
da necessidade crescente de descobrir e disponibilizar informações na internet e nas
intranets. O uso de padrões de metadados possibilita aos sistemas de informação e de
gestão do conhecimento a integração e o compartilhamento de recursos e aplicações.
De uma forma mais simples, pode-se definir metadados como dados codificados e
estruturados que descrevem a característica de recursos de informação, sejam eles produtos ou serviços. Elementos como autor, título, assunto são exemplos de metadados e podem ser usados para descrever tanto um livro em um catálogo de uma biblioteca on line ou não,
quanto para descrever uma home page, uma base de dados ou qualquer outro recurso
eletrônico em ambiente web (SOUZA et al., 2000).
Os elementos de metadados têm o propósito primário de descrever, identificar e
definir um recurso de informação com o objetivo de modelar e filtrar o acesso. Os
metadados são importantes na organização, gestão e recuperação da informação digital,
principalmente. Nesse sentido, são adotados procedimentos técnicos de catalogação,
indexação e categorização dos conteúdos informacionais, o que possibilita a integração de fontes diversificadas e heterogêneas de informação.

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Assim, os metadados enriquecem ou complementam os objetos ou serviços
referenciados, aumentando o potencial informativo. Portanto, são dados definidores que fornecem informação sobre ou documentação de outros dados dentro de uma aplicação ou de um ambiente. Podem, ainda, conter informação descritiva sobre o contexto, a qualidade e a condição ou características dos dados (RELVÃO, 2003).
3 INTEROPERABILIDADE
Os metadados são importantes na descoberta de recursos, ou seja, possibilitam a
busca de recursos de informação por critérios relevantes, identificação de recursos,
agrupamento de recursos similares, diferenciação de recursos não similares e a obtenção de informação de localização (GONÇALVES, 2005). A descrição de recursos por meio de metadados permite que eles sejam compreendidos por programas, sendo pois, essenciais à interoperabilidade entre aplicações e ao compartilhamento de dados entre sistemas.
A capacidade de bases de dados trocarem e compartilharem documentos, consultas
e serviços, usando diferentes plataformas de hardware e software, estrutura de dados e interfaces, é chamada de interoperabilidade. Através dessa troca e compartilhamento são
realizadas interações entre sistemas. Porém, as informações devem estar organizadas
eficientemente para que essas interações aconteçam. E a principal característica para o sucesso dessas interações é a consistência, a qual é alcançada através do uso de padrões.
O objetivo da interoperabilidade é disponibilizar serviços coerentes aos usuários, a
partir de componentes tecnicamente diferentes e gerenciados por organizações diferentes (CHAVES, 2002). Isto requer cooperação em três níveis: técnico, de conteúdo e organizacional. No nível técnico se incluem os formatos, protocolos, sistemas de segurança, etc., para que as mensagens possam ser trocadas; no nível de conteúdos estão os dados e metadados, incluindo os protocolos semânticos, usados para a interpretação da informação; no nível organizacional se enquadram as regras básicas para acesso, preservação de coleções e serviços, pagamentos, autenticação, etc.

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No âmbito deste estudo são considerados o nível técnico, nos aspectos que cobrem o
formato, e o nível de conteúdo de dados e metadados para troca de informações entre
sistemas.
4 DUBLIN CORE
O Dublin Core é um padrão de metadados, composto por 15 elementos, planejado para facilitar a descrição de recursos eletrônicos. Souza et al. (2000) destaca que as
principais características deste padrão são a simplicidade na descrição dos recursos,
entendimento semântico universal (dos elementos), escopo internacional e extensibilidade,o que permite a adaptação às necessidades adicionais de descrição.
Dublin Core vem sendo adotado internacionalmente por diversas instituições de
renome. No Brasil, a exemplo do que vem ocorrendo em muitos países, instituições
envolvidas na geração, recuperação e uso de recursos eletrônicos, como é o caso da
Embrapa, vem sentindo a crescente necessidade de estabelecimento de padrões de descrição de conteúdo de recursos de informação e a geração de metadados (SOUZA et al., 2005).
O DC pode ser inserido em uma página HTML (Hypertext Markup Language) e
utiliza a linguagem XML (eXtensible Markup Language). Adota a sintaxe do RDF
(Resource Description Framework), possui um conjunto de 15 elementos básicos
(DUBLIN CORE METADATA INITIATIVE, 2004), apresentados no Quadro 1, que podem ser implementados livremente para atender as necessidades de cada usuário, e, ainda
é um formato padrão adotado para efetuar a interoperabilidade entre outros formatos.
Os documentos no padrão DC são considerados como objetos e integram todos os possíveis tipos de materiais e seu tratamento técnico, sejam bases de dados, imagens
digitais, banco de imagens, textos eletrônicos, vídeos e filmes em formato digital e

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não digital, objeto multimídia, gravações sonoras em formato digital e não-digital (XAVIER,2005).
Elementos Descrição Título Nome dado ao recurso
Criador Entidade originalmente responsável pela criação do conteúdo do recurso
Assunto Tema do conteúdo do recurso. Pode ser expresso em palavras-chaves e/ou
Categoria. Recomenda-se o uso de vocabulários controlados
Descrição Relato do conteúdo do recurso. Exemplos: texto livre, sumário e resumo
Publicador Entidade responsável por tornar o recurso disponível
Colaborador Entidade responsável pela contribuição intelectual ao conteúdo do recurso
Data Data associada a um evento ou ciclo de vida do recurso
Tipo Natureza ou gênero do conteúdo do recurso. Exemplos: texto, imagem, som,
dados, software
Formato Manifestação física ou digital do recurso. Exemplos: html, pdf, ppt, gif, xls
Identificador Referência não-ambígüa (localizador) para o recurso dentro de dado contexto
Fonte Referência a um recurso do qual o presente é derivado
Idioma Língua do conteúdo intelectual do recurso
Relação Referência para um recurso relacionado
Cobertura Extensão ou escopo do conteúdo do recurso; pode ser temporal e espacial
Direitos autorais Informação sobre os direitos assegurados dentro e sobre o recurso

Quadro 1 - Elementos metadados Dublin Core.
5 FORMATO MARC 21

MARC é um acrônimo de MAchine-Readable Cataloging: um conjunto de padrões
para identificar, armazenar, e comunicar informações bibliográficas em formato legível por máquina, de forma que diferentes computadores e programas possam reconhecer, processar e estabelecer pontos de acesso dos elementos que compõem a descrição bibliográfica.

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Diversos países adotaram parte deste formato, no entanto, no início de 1999 a
Library of Congress – Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos e a National Library of Canada – Biblioteca Nacional do Canadá resolveram eliminar as diferenças existentes entre seus dois formatos USMARC e CAN/MARC, respectivamente, e publicam sob um novo nome, em edição única o MARC 21.
Na catalogação do documento utiliza-se regras para definir quais são as formas das
entradas a serem descritas fisicamente; o próprio documento, os tesauros e as tabelas de classificação auxiliam na definição de seus assuntos. Já, o formato MARC organiza essas informações de forma a serem lidas pelo computador e possibilita a descrição bibliográfica de diferentes tipos de documentos (monografia, arquivo de computador, música, material cartográfico, imagens, software e outros).
O formato utiliza para tal a estrutura de campos fixos e variáveis, subcampos e
indicadores. Cada registro MARC é dividido logicamente em campos. Há um campo para a
informação de autor, um para título e assim por diante. Como a descrição de cada campo é muito extensa para ser definida dentro do registro, foram definidas tags (etiquetas) de três dígitos numéricos para identificar cada campo (FURRIE, 2003). No Quadro 2 estão descritos os campos básicos do formato MARC 21.
Campos Descrição
0XX Informações de controle, números e códigos
1XX Autoria (nome pessoal, entidade, evento)
2XX Títulos, edição, imprenta
3XX Descrição física
4XX Série
5XX Notas
6XX Entradas de assunto
7XX Entradas secundárias (nome pessoal, entidade, evento, título)
8XX Entradas secundárias de série

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Campos Descrição
0XX Informações de controle, números e códigos
9XX Uso local
Quadro 2 – Campos básicos do formato MARC 21.
6 CORRESPONDÊNCIA ENTRE DUBLIN CORE E FORMATO MARC 21
Dados consistem de breves descrições padronizadas, seguindo elaborados códigos
de regras. Cada padrão possui diferentes formas de especificação dos metadados utilizando diferentes linguagens de representação.
Todo elemento DC possui um valor. Cada elemento tem ocorrência ilimitada, e para
diferenciar o valor de cada ocorrência, são utilizados qualificadores, os quais podem ter um identificador, chamado esquema e/ou modificador. Ambos servem para informar aos usuários e programas como interpretar o valor naquela ocorrência do elemento (SOUZA et al., 2002). Esses qualificadores e modificadores permitem ampliar o grau de especificidade dos dados a serem descritos, contribuindo para melhoria da satisfação do usuário.
O formato MARC 21 utiliza campos fixos de controle que contém informações
codificadas usadas no processamento dos registros. Outras informações codificadas fazem parte de listas designadas pelo próprio formato, como códigos para Idiomas, País de publicação e Área geográfica. Todos os dados contidos nos campos, a partir do campo 010, se subdividem em subcampos, os quais são precedidos por um delimitador e um código de subcampo. O delimitador é formado por um símbolo (aqui representado pela barra invertida “\”) que separa os diferentes subcampos. Os indicadores complementam esses dados e imprimem ‘valor’ ao conteúdo dos campos. Indicadores são números de um dígito e aparecem em duas posições logo após o número do campo.
Tomando por base essas observações foi possível identificar as correspondências
existentes entre o formato MARC 21 e o padrão Dublin Core, apresentadas no Quadro 3 A

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extensibilidade, uma das principais características do padrão Dublin Core permite sua
adaptação às necessidades adicionais de descrição. Na Agência de Informação Embrapa o
uso de metadados DC foi consolidado, decidindo-se, porém, pela implementação de seus
elementos e atributos, explicitados a seguir no Quadro 3 - Correspondência do padrão
Dublin Core da Agência de Informação Embrapa e o Formato MARC 21:
Dublin Core - Elementos Formato MARC21 - Campos / Subcampos / Indicadores
Título
Modificador: Principal 245 – Indicação de título - Subcampos \a, \b, \h, \n, \p
Campo fixo 008 posição 35-37*
041 \a – Código do Idioma*
Título: Principal - Idioma 546 \a – Idioma – Informação textual na língua do material descrito
Nota:*dados codificados da tabela MARC-Code List for Languages
Título
Modificador: Alternativo
130 – Entrada principal – Título uniforme – Subcampos \a, \n, \p
210 \a – Título abreviado
240 \a – Título uniforme original
246 \a – Forma variante do título
740 – Título adicional – Subcampos \a, \n, \p
Título: Alternativo - Idioma 130 \l – Entrada principal – Título uniforme – Idioma
240 \l – Título uniforme – Idioma
Título
Modificador: Traduzido 242 \a – Título traduzido pela Agência de Catalogação
242 \y – Idioma
041 \h – Idioma – código do idioma do original e/ou tradução do texto
Título: Traduzido – Idioma intermediário
Nota: dados codificados da tabela MARC-Code List for Languages
Título
Modificador: Série
440 – Indicação de série – Subcampos \a, \n, \p, \v
490 – Indicação de série – Subcampos \a, \v
Título: Série - Idioma Não há correspondência
Criador
Modificador: Nome Pessoal
100 – Entrada principal
700 – Entrada adicional
100 e 700 – Subcampos \a, \b, \c, \e, \q
720 – Entrada adicional – Subcampos \a, \e
Criador Endereço Pessoal Não há correspondência
Criador
Modificador: Nome Corporativo
110 – Entrada principal
710 – Entrada adicional
110 e 710 – Subcampos \a, \b, \n, \p
111 – Entrada principal
711 – Entrada adicional
111 e 711 – Subcampos \a, \c, \d, \e, \n, \p
720 – Entrada adicional – Subcampos \a, \e
Criador
Modificador: Endereço
Corporativo
110 – Entrada principal
710 – Entrada adicional
110 e 710 – Subcampos \a \b \u
111 – Entrada principal
711 – Entrada adicional
111 e 711 – Subcampos \a \e \u
Criador
Modificador: Afiliação
100 \u – Entrada principal – Nome Pessoal – Afiliação
700 \u – Entrada adicional – Nome Pessoal – Afiliação

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Descrição
Modificador: Texto Livre
500 \a – Notas gerais
501 \a – Notas Com
502 \a – Nota de dissertação
520 \a – Sumários, etc.
\b Indicador 1 = # e 2 – Expansão da nota de sumário
Descrição: Texto Livre – Idioma Não há correspondência
Descrição
Modificador: Sumário
505 – Notas de conteúdo – Subcampos \a, \g, \t
520 \a – Sumários, etc.
\b Indicador 1 = # e 2 – Expansão da nota de sumário
Descrição: Sumário – Idioma 041 \f – Idioma – código do idioma do conteúdo
Nota: dados codificados da tabela MARC-Code List for Languages
Descrição
Modificador: Resumo
520 \a – Sumários, etc.
\b Ind1=3 – Expansão da nota de resumo
Descrição: Resumo – Idioma 041 \b – Idioma – código do idioma do conteúdo
Nota: dados codificados da tabela MARC-Code List for Languages
Assunto
Modificador: Palavra-chave
650 – Assunto tópico
\a Indicador 2 = Ø – Assunto LCSH
\a Indicador 2 = 3 – Assunto NAL
\a Indicador 2 = 4 – Assunto – Fonte não especificada
\b – Termo tópico seguido de nome geográfico
\x – Subdivisão geral
653 \a – Assunto tópico – Termo livre
Assunto Palavra-chave – Idioma Não há correspondência
050 \a – Número da LCCN (notação)
080 \a – Número de classificação da CDU
Assunto 082 \a – Número de classificação da CDD
Modificador: Categoria
Nota: notações e/ou números procedentes de tabelas de classificação
correspondentes.
Assunto: Categoria - Idioma Não há correspondência
045 \a – Código do período*
650 \y – Assunto tópico – subdivisão cronológica
651 \y – Assunto Nome Geográfico – subdivisão cronológica
Cobertura
Modificador: Temporal
Nota: *dados codificados da tabela Time Period Code Table
Cobertura: Temporal – Idioma Não há correspondência
043 \a – Código área geográfica*
043 \c – Código área geográfica “ISO 3166”
522 \a – Nota geográfica da cobertura
650 \z – Assunto tópico – subdivisão geográfica
651 \a – Assunto Nome Geográfico
752 – Entrada adicional – Nome de lugar hierárquico – Subcampos \a, \d
(país ou entidade maior, cidade)
Cobertura
Modificador: Espacial
Nota:*dados codificados da tabela MARC Code List for Languages
Cobertura: Espacial - Idioma Não há correspondência
Publicador
Modificador: Nome Pessoal e/ou
Nome Corporativo
260 \b – Nome do Publicador
Publicador
Modificador: Endereço Pessoal e
Corporativo 260 \a – Lugar de Publicação
Publicador
Modificador: Afiliação Não há correspondência

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Colaborador
Modificador: Nome Pessoal e
Nome Corporativo
Endereço Pessoal e
Endereço Corporativo
Afiliação
Não há correspondência
Campo fixo de controle 006 posição 00-17
Campo fixo de descrição física 007
Campo fixo de controle 008 posição 18-34
Tipo de Recurso: Texto,
Imagem, Som, Dados, Software,
Interativo, Evento, Objeto Físico,
Coleção, Modelo, Lugar,
Participante, Serviço, Outros Nota: Dados codificados
Identificador
Esquemas: URI, ISBN, ISSN, FPI
020 \a – ISBN
022 \a – ISSN
520 \u – Sumários, etc. – URI
856 \u – Ind1=4 Ind2=2 – Acesso e localização eletrônica – URI
260 \c – Data de publicação
260 \g – Data de manufatura
533 \d – Data de reprodução
Datas Campo fixo de controle 008 posição 07-10
Data de criação
Data da Última Modificação
Data Aproximada
Nota: No campo 260 subcampo \c pode conter data de publicação e/ou
data de copyright.
A posição 06 do campo fixo 008 complementa as informações da posição
07-10, informa se a data é aproximada, copyright, reimpressão, etc.
Formato
300 – Descrição física – Subcampos \a, \c
340 – Meio (suporte) físico – Subcampos \a, \b, \e, \i
533 \e – Descrição física da reprodução
856 \q – Ind1=4 Ind2=2 – Tipo de formato eletrônico
Formato – Idioma Não há correspondência
Fonte
Esquemas: Texto Livre, URI,
ISBN, ISSN, FPI
786 – Entrada ‘original’ dos dados – Subcampos \a, \b, \c, \d, \h, \k, \t, \o,
\z, \x
Fonte – Idioma Não há correspondência
Relação com outros recursos
Modificador: Parte de
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI
440 – Indicação de série – Entrada adicional – Subcampos \a, \n, \p, \v, \x
490 – Indicação de série – Subcampos \a, \v, \x
760 – Entrada de série – Subcampos \a, \b, \c, \d, \g, \h, \t, \o, \x
773 – “Host Item Entry” – Subcampos \a, \b, \d, \g, \h, \t, \o, \x, \z
800 – Entrada adicional para série – Subcampos \a, \f, \n, \p, \t, \v
810 – Entrada adicional para série – Subcampos \a, \b, \c, \f, \n, \p, \t, \v
811 – Entrada para série – Subcampos \a, \c, \d, \e, \f, \n, \p, \t, \v
830 – Entrada adicional para série – Subcampos \a, \f, \n, \p, \t, \v
Relação com outros recursos
Modificador: Parte de – Idioma
800 \l – Entrada adicional para série – Nome pessoal – Idioma
810 \l – Entrada adicional para série – Nome corporativo – Idioma
811 \l – Entrada adicional para série – Nome do evento – Idioma
830 \l – Entrada adicional para série – Título uniforme – Idioma
Relação com outros recursos
Modificador: Possui Parte
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI
774 – “Constituent Unit Entry” – Subcampos \a \b \c \d \h \n \t \o \x \z
Possui Parte – Idioma Não há correspondência
Relação com outros recursos
Modificador: Versão de
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI
775 – Entrada para outras edições – Subcampos \a \b \c \d \g \h \n \t \o \x
\z
786 – Entrada ‘original’ dos dados \a \b \c \d \h \k \n \t \o \x \z
775 \e – Entrada para outras edições – Idioma (informações codificadas)
Versão de – Idioma Nota: dados codificados da tabela MARC Code List for Languages
Relação com outros recursos
Modificador: Possui versão 775 – Entrada para outras edições – Subcampos \a \b \c \d \g \h \n \t \o \x

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Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI \z
775 \e – Entrada para outras edições – Idioma (informações codificadas)
Possui versão – Idioma Nota: dados codificados da tabela MARC Code List for Languages
Relação com outros recursos
Modificador: Formato de
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI
530 – Nota sobre formato físico adicional disponível – Subcampos \a \b \c
\u
776 – Entrada adicional para formato físico – Subcampos \a \b \c \d \g \h
\n \t \o \x \z
Formato de – Idioma Não há correspondência
Relação com outros recursos
Modificador: Possui formato
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI
530 – Nota sobre formato físico adicional disponível – Subcampos \a \b \c
\u
776 – Entrada adicional para formato físico – Subcampos \a \b \c \d \g \h
\n \t \o \x \z
Possui formato – Idioma Não há correspondência
Relação com outros recursos
Modificador: Referências
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI Não há correspondência
Referências – Idioma Não há correspondência
Relação com outros recursos
Modificador: Referenciado por
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI 510 – Notas de citação/referências – Subcampos \a \b \c \x
Referenciado por – Idioma Não há correspondência
Relação com outros recursos
Modificador: Baseado em
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI Não há correspondência
Baseado em – Idioma Não há correspondência
Relação com outros recursos
Modificador: Base para
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI Não há correspondência
Base para – Idioma Não há correspondência
Relação com outros recursos
Modificador: Requer
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI 538 – Notas sobre detalhes do sistema – Subcampos \a \u
Requer – Idioma Não há correspondência
Relação com outros recursos
Modificador: Requerido por
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI
Não há correspondência
Requerido por – Idioma Não há correspondência
Relação com outros recursos
Modificador: Continua em
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI 785 – Entrada posterior – Subcampos \a \b \c \d \g \h \n \t \o \x \z
Continua em – Idioma Não há correspondência
Relação com outros recursos
Modificador: Continuação de
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI 780 – Entrada anterior – Subcampos \a \b \c \d \g \h \n \t \o \x \z
Continuação de – Idioma Não há correspondência
Direitos autorais
Esquemas: Texto livre, URI
506 – Notas de restrição de acesso – Subcampos \a \u
540 – Termos de uso e reprodução – Subcampos \a \u
Direitos autorais – Idioma Não há correspondência
Quadro 3 - Correspondência do padrão Dublin Core da Agência de Informação Embrapa e
o Formato MARC 21

ARTIGO
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7 RESULTADOS E DISCUSSÃO
Este estudo apresenta as características do padrão de metadados Dublin Core na
Agência de Informação Embrapa e do formato MARC 21, bem como seus campos, subcampos e elementos correspondentes, visando principalmente sua utilização para subsidiar o desenvolvimento de ferramentas que permitam a conversão e a integração de dados.
Além da análise de correspondência entre ambos (MARC 21 e DC), este estudo
contribui de forma efetiva para os esforços de integração e de interoperabilidade, aplicadas à Agência de Informação Embrapa, em relação a qualquer sistema que adota o MARC 21 como formato de entrada de dados.
A partir deste estudo é possível constatar que, de uma forma geral o padrão Dublin
Core destaca-se pela sua simplicidade e interoperabilidade, uma vez que o mesmo
apresenta um conjunto de elementos capazes de abstrair informações importantes dos
objetos tais como: imagens, sons e vídeos. Essas características facilitam o tratamento das informações, facilitando, igualmente sua busca e recuperação.
De acordo com Gonçalves (2005), ao contrário do Dublin Core que possui um
número pequeno de atributos com o objetivo de ser de fácil utilização, o formato MARC
possui um número bem maior de atributos, pois seu objetivo é ser mais completo. Apesar das diferenças e da complexidade de descrição dos metadados no formato MARC 21, pode se constatar que o conjunto de descritores deve conter apenas informações apropriadas e suficientes para descrever os dados de forma que a informação nele contida além de ser compreendida por qualquer pessoa, possa também ser compilada e/ou interpretada pelas
novas tecnologias para tratamento da informação, pois deve servir de subsídio a sistemas de buscas e recuperação de informações.

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Cabe à instituição, que tem como política o compartilhamento de dados, definir
quais campos serão utilizados ou reaproveitados e fazer a customização das ferramentas de
catalogação, de acordo com as necessidades do seu sistema. Como cada um dos padrões
possui comunidades e instituições que os utilizam para distribuição, uma abordagem ideal
do problema, que é o princípio básico de integração de dados, seria dispor de mecanismos
que permitam abstrair o tipo de representação documental, integrando-os numa mesma
aplicação (XAVIER, 2000).
8 CONSIDERAÇÕES
A integração e o compartilhamento de dados entre sistemas, bem como a
interoperabilidade entre aplicações, além de desejáveis são viáveis, notadamente em relação a sistemas que utilizam o padrão de metadados Dublin Core e o formato MARC 21, para descrição de dados.
Considera-se, pois, necessário o compartilhamento de metadados, que venham contribuir para o sucesso da interoperabilidade que está, eminentemente, relacionado à organização, tanto dos recursos de informação, quanto dos seus metadados, disponíveis em bases de dados, em redes internas (intranets) ou externas (internet).
Um fator importante a considerar refere-se à qualidade dos dados gerados a partir de
padrões de consenso internacional, que segundo Gonçalves (2005) inclui os aspectos de
precisão, fidelidade, critérios de seleção, generalizações, consistência dos dados, definições utilizadas e metadados sobre as fontes de dados. Nesse sentido, pode-se citar, ainda, a adoção de padrões de representação descritiva dos recursos de informação – a catalogação, propriamente dita. O uso efetivo das regras de descrição visa enriquecer as representações dos recursos e facilitar o compartilhamento desses dados, de modo que os usuários finais sejam plenamente satisfeitos quanto à qualidade da informação recuperada. Como vantagem ter-se-á a dinamização do processo de catalogação de recursos de informação e a eliminação de esforços repetitivos e redundantes, suprimindo com isso o

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retrabalho de tratamento da informação, além de contribuir para a integração e
compartilhamento de dados e interoperabilidade entre sistemas, como o sistema Agência.

REFERÊNCIAS
BUTTÀ, B. Conversione tra Marc 21 e Dublin Core. In: Buttà, Basilio. Metadati negli
open archive: tecniche di conversione dei formati dei record nel formato MARC21
utilizzato da CDSware. Italy: University of Messina, 2004. cap. 5. Thesis of degree,
Corso di Laurea in Informatica, University of Messina (Italy). Disponível em:
. Acesso em: 08. jun. 2006.
CHAVES, M. S. Padrões em bibliotecas digitais. Porto Alegre: PUC-RS, 2002. 54 p.
Disponível em: .
Acesso em: 10 nov. 2005.
COMITÊ EXECUTIVO DE GOVERNO ELETRÔNICO. e-PING padrões de
interoperabilidade de governo eletrônico - documento de referência versão 1.5: [S.l.],
2005. 66 p. Disponível em:
p.arquivo=E15_677e-PING%20v1.5%2016%2012%2020051.pdf>. Acesso em: 24 jul.
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DUBLIN CORE METADATA INITIATIVE. Dublin Core metadata element set, version
1.1: reference description. [S.l.], 2004. Disponível em:
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FURRIE, B. Understanding MARC bibliographic: machine-readable cataloging. 7th. ed.
rev. Washington, D. C.: Library of Congress; Follet Software, 2003. Disponível em:
. Acesso em: 27 fev. 2006.
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GONÇALVES, J. L. Estudo de gestão de dados não convencionais baseada em
metadados para o ambiente de dispositivos móveis. 2005. 78 p. Dissertação (Mestrado) –
Informática, Universidade Federal do Paraná, Curitiba. Disponível em:
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code list for countries. Disponível em: . Acesso em:
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code list for geographic areas. Disponível em: .
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LIBRARY OF CONGRESS. Network Development and MARC Standards Office. MARC
code list for languages. Disponível em: . Acesso
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LIBRARY OF CONGRESS. Network Development and MARC Standards Office.
MARC21 concise format of bibliographic data. Disponível em:
. Acesso em: 18 maio 2006.
LIBRARY OF CONGRESS. Network Development and MARC Standards Office. MARC
to Dublin Core crosswalk. Disponível em:
Acesso em: 18 maio 2006.
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© Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 4, n. 2, p. 20-38, jan./jun. 2007 – ISSN: 1678-765X.
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PEREIRA, A. M.; RIBEIRO JÚNIOR, D. I.; NEVES, G. L. C. Metadados para a descrição
de recursos da Internet: as novas tecnologias desenvolvidas para o padrão Dublin Core e sua utilização. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 10,n. 1, p. 8-39, jan./dez. 2005. Disponível em:
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RELVÃO, R. R. Elementos de metadados para a aprendizagem à distância. Guimarães:
Universidade do Minho, 2003. 46 p. Disponível em:
ndizagem+%C3%A0+Dist%C3%A2ncia.doc>. Acesso em: 08 jun. 2006.
ROSETTO, M.; NOGUEIRA, A. H. Aplicação de elementos metadados Dublin Core para
descrição de dados bibliográficos on-line da biblioteca digital de teses da USP. In:
SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 12., 2002, Recife.
Disponível em: . Acesso em: 08
jun. 2006.
SOUZA, M. I. F.; ALVES, M. das D. R.; SANTOS, A. D. dos; CINTRA, M. A. M. de U.;
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utilizando Dublin Core. Campinas: Embrapa Informática Agropecuária, 2002. 44 p.
(Documentos, 11). Disponível em:
. Acesso
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SOUZA, M. I. F.; MOURA, M. F.; SANTOS, A. D. dos. Estudo comparativo entre os
metadados da Agência de Informação Embrapa e do Acervo Documental do AINFO.
Campinas: Embrapa Informática Agropecuária, 2005. 10 p. (Comunicado Técnico, 66).
Disponível em:
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SOUZA, M. I. F.; VENDRUSCULO, L. G.; MELO, G. C. Metadados para a descrição de
recursos de informação eletrônica: utilização do padrão Dublin Core. Ciência da
Informação, v. 29, n. 1, p. 93-102, abr. 2000. . Disponível em:
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XAVIER, H. A. F. Padrões de metadados para bibliotecas digitais. Belo Horizonte:
UFMG, 2005. 38p. Disponível em:
%202005_Hamilton%20Xavier.pdf>. Acesso em: 08 jun. 2006.
ARTIGO
© Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 4, n. 2, p. 20-38, jan./jun. 2007 – ISSN: 1678-765X.
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Maria das Dores Rosa Alves
Bibliotecária. Especialista em Sistemas Automatizados de Informação Científica e Tecnológica.
Consultora em Organização e Tratamento da Informação da Embrapa Informática Agropecuária.
maria@cnptia.embrapa.br
Marcia Izabel Fugisawa Souza
Mestre em Biblioteconomia. Técnico em Nível Superior da Embrapa Informática Agropecuária.
marcia@cnptia.embrapa.br

Consórcio UDC: ou seja CDU

http://www.udcc.org/about.htm

Consórcio UDC: ou seja CDU

Identificando competências informacionais

http://www.scielo.br/pdf/ci/v33n2/a12v33n2.pdf

Identificando competências informacionais

A Lógica da Organização e Distribuição do Conhecimento na Universidade:

http://www.dgz.org.br/abr04/Art_03.htm
A Lógica da Organização e Distribuição do Conhecimento na Universidade:

terça-feira, 15 de julho de 2008

Nora Roberts - Série Mortal

http://noraroberts.saidadeemergencia.com/viewtopic.php?t=17&sid=2d98e290a2fe7f4128c7a805c3bf4ba0
Eu sou uma apaixonada pela Nora Roberts ...
Cada livro que leio dela é melhor que o anterior... É uma das melhores autora da atualidade.

01 - Nudez Mortal http://w15.easy-share.com/14660531.html

02 - Glória Mortal http://w15.easy-share.com/14660671.html

03 - Eternidade Mortal http://w13.easy-share.com/14661151.html

04 - Extase Mortal http://w15.easy-share.com/14662371.html

05 - Cerimônia Mortal http://w13.easy-share.com/14662561.html

06 - Vingança Mortal http://w15.easy-share.com/14662481.html

07 - Natal Mortal http://w15.easy-share.com/14662611.html

08 - Meia-Noite Mortal http://w13.easy-share.com/14662781.html
http://www.esnips.com/doc/7b81ce81-f910-4835-9ee2-8fd3dc17ee05/Nora-Roberts---S%E9rie-Mortal---08-Meia-Noite-Mortal

09 - Conspiração Mortal http://w13.easy-share.com/14663461.html
http://www.esnips.com/doc/c0272f08-d8fc-45db-abc8-7297a65bb640/Nora-Roberts---S%E9rie-Mortal---09-Conspira%E7%E3o-Mortal

10 - Lealdade Mortal http://w13.easy-share.com/14663541.html
http://www.esnips.com/doc/30f57b8f-d8b8-4025-a15c-f5d3fddada47/Nora-Roberts---S%E9rie-Mortal---10-Lealdade-Mortal

11 - Testemunha Mortal http://w13.easy-share.com/14664051.html
http://www.esnips.com/doc/508f760c-2900-4934-a9f5-1659659b1af9/Nora-Roberts---S%E9rie-Mortal---11-Testemunha-Mortal

12 - Julgamento Mortal http://w13.easy-share.com/14665211.html
http://www.esnips.com/doc/b2357f13-bb05-4aff-8c2f-c22194f39f15/Nora-Roberts---S%E9rie-Mortal---12-Julgamento-Mortal

13 - Traição Mortal http://w15.easy-share.com/14665691.html
http://www.esnips.com/doc/0cbca787-0f62-449c-b703-ebedafd832e8/Nora-Roberts---S%E9rie-Mortal---13-Trai%E7%E3o-Mortal

14 - Interlúdio Mortal http://w13.easy-share.com/14666111.html
http://www.esnips.com/doc/2e6eb80f-8a07-45ca-a0d4-be2dc4ffaca5/Nora-Roberts---S%E9rie-Mortal---14-Interl%FAdio-Mortal

15 - Sedução Mortal http://w13.easy-share.com/14666231.html
http://www.esnips.com/doc/65ab4a8e-2ba1-4797-b8b6-c25caa63d580/Nora-Roberts---S%E9rie-Mortal---15-Sedu%E7%E3o-Mortal

16 - Reencontro Mortal http://w15.easy-share.com/14666301.html
http://www.esnips.com/doc/fe645b1f-e1ab-489f-b8eb-16552fee0af4/Nora-Roberts---S%E9rie-Mortal---16-Reencontro-Mortal

17 - Pureza Mortal http://w15.easy-share.com/14666391.html
http://www.esnips.com/doc/ca1ecda5-1864-4c85-badb-c752fa6d4344/Nora-Roberts---S%E9rie-Mortal---17-Pureza-Mortal

18 - Retrato Mortal http://w13.easy-share.com/14666481.html http://www.esnips.com/doc/091f7d8a-a6dd-4cf7-a9f0-cb4b2c0e1a4a/Nora-Roberts---S%E9rie-Mortal---18-Retrato-Mortal

19 - Imitação Mortal http://w13.easy-share.com/14666831.html
http://www.esnips.com/doc/c81998f7-3e47-4aef-bf55-6bd88137a103/Nora-Roberts---S%E9rie-Mortal---19-Imita%E7%E3o-Mortal

20 - Lembrança Mortal http://w13.easy-share.com/14667481.html
http://www.esnips.com/doc/17df7ff1-2bd8-4323-b331-fb23bdced2bd/Nora-Roberts---S%E9rie-Mortal---20-Lembran%E7a-Mortal

21 - Dúvida Mortal http://w13.easy-share.com/14667941.html
http://www.esnips.com/doc/08d4d76c-ae46-45d8-b2ac-cf05e7c48cfe/Nora-Roberts---S%E9rie-Mortal---21-D%FAvida-Mortal/nsprev

22 - Visão Mortal http://w13.easy-share.com/14668101.html
http://www.esnips.com/doc/f596864e-ba00-4710-b097-75bec908fbd7/Nora-Roberts---rie S%E9rie-Mortal---22-Vis%E3o-Mortal/nsprev

23 - Sobrevivente Mortal http://w13.easy-share.com/14668251.html
http://www.esnips.com/doc/6b5d17eb-2cca-4d44-a610-78e6891af7eb/Nora-Roberts---S%E9rie-Mortal---23-Sobrevivente-Mortal/nsprev

24 - Origem Mortal http://w13.easy-share.com/14668361.html
http://www.esnips.com/doc/e2c52b44-30f1-4df2-a95f-811666d4cf45/Nora-Roberts---S%E9rie-Mortal---24-Origem-Mortal/nsprev

25 - Memória Mortal http://w13.easy-share.com/14668451.html
http://www.esnips.com/doc/e2c52b44-30f1-4df2-a95f-811666d4cf45/Nora-Roberts---S%E9rie-Mortal---24-Origem-Mortal/nsprev

26 - Caçada Mortal

27 - Nascido Mortal http://w13.easy-share.com/14668551.html
http://www.esnips.com/doc/15d312dd-bb6c-4619-8d2c-c1902a61df86/Nora-Roberts---S%E9rie-Mortal---27-Nascido-Mortal/nsprev

28 - Inocente Mortal http://w13.easy-share.com/14668581.html
http://www.esnips.com/doc/061e3574-cb14-4b83-b237-461ea336a972/Nora-Roberts---S%E9rie-Mortal---28-Inocente-Mortal

29 - Criação Mortal

quinta-feira, 10 de julho de 2008

O AACR2 NÃO DÁ, MAS O RDA DARÁ VITAMINAÇÃO AO CATALOGADOR

http://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=334

O AACR2 NÃO DÁ, MAS O RDA DARÁ VITAMINAÇÃO AO CATALOGADOR
Fernando Modesto
Nos últimos anos, a catalogação experimenta uma renovação mais intensa em seus conceitos e práticas, afetadas pelas tecnologias da informação e comunicação. Desse processo emerge uma nova dimensão das suas bases instrumentais à organização e gestão de informação e conhecimento circulante na internet.

O AACR2 (Anglo-American Cataloging Rules, Second Edition / Código de Catalogação Anglo-Americano, Segunda Edição), e demais códigos de catalogação nele baseados, encontra-se em uma fase de revisão diante das novas exigências conceituais e formais de descrição bibliográfica.

O universo da informação registrada mudou radicalmente desde que o AACR2 foi publicado pela primeira vez, em 1978. Antes dos computadores pessoais (microcomputadores), da Internet e Web tornarem-se extensões complementares de nossa vida pessoal e profissional.

Embora, para muitos catalogadores brasileiros a ficha não tenha desaparecido de sua atividade cotidiana, metaforicamente a ‘ficha’ já caiu para muitos outros, preocupados com as tendências mundiais. As mudanças que ocorrem no universo bibliotecário provocam uma troca de paradigma na maneira de se comunicar e distribuir informações bibliográficas. O conteúdo informacional descola-se dos suportes físicos, migra e expande-se irreversivelmente para o ambiente digital.

Anteriormente, o impresso era o meio dominante na comunicação registrada. Os formatos eram mais estáveis de se compreender e categorizar. Afinal, as pessoas eram também analógicas no uso dos recursos existentes. Desta maneira, um vídeo ou um áudio (em cassete) tinham os suportes delineados e os catalogadores podiam descrevê-los sem dificuldades como conteúdos de algo real. Com a evolução tecnológica, surge uma nova variedade de mídias.

Novos formatos de conteúdos, ainda que armazenados em suportes físicos, começaram a tornar difícil definir a representação e categorização. Chris Oliver comenta como exemplo o CD ou DVD, que pode ser considerado um suporte para computador ou vídeo, ou ambos, dependendo da natureza do conteúdo. Mesmo um mapa digital é um arquivo de computador e material cartográfico.

Os próprios usuários, agora aderentes ao novo ambiente digital, desenvolveram expectativas completamente diferentes aos do período analógico. Apesar de buscarem informações que satisfação suas necessidades, esperam que os sistemas bibliográficos façam no mínimo isto, ao responder suas consultas (e se possível com acesso ao texto completo).

Os usuários estão mais sofisticados nas técnicas e nas variedades de abordagem possíveis para recuperação da informação. Segundo Daniel Kraus, os usuários estão crescentemente satisfeitos com a rapidez da pesquisa realizada na Internet. Diante desta “satisfação” tendem a abandonar cada vez mais os catálogos bibliográficos que só oferecem como resultado descrições em lugar do acesso; além de não possibilitar em seus sistemas maior interação, ou personalização baseada nas necessidades do público.

Outro aspecto decorrente, é que há mais participantes no negócio de armazenamento e recuperação da informação. O AACR2 nunca foi um padrão exclusivo para fornecer representação e acesso a recursos bibliográficos.

Ademais, a catalogação abarca apenas um pequeno subconjunto do universo da informação. Neste sentido, vemos surgir especialistas de outras áreas de pesquisas que debatem os mesmos assuntos relacionados às preocupações de catalogadores por gerações. Atualmente, aparecem nesta relação: as linguagens de marcação, os metadados e a Web semântica, por exemplo.

Neste universo em transformação, o AACR2 “parece” não conseguir dar sustentação eficiente aos catalogadores. Infelizmente, seu “design” (para citar um termo da moda) carece de ser extensível o suficiente para acomodar os novos e multivariados tipos de recursos de informação. O seu próprio modelo de revisão e atualização pouco contribui para melhorar o seu desempenho diante das inovações tecnológicas contínuas. O modelo é gerenciado por um comitê internacional o JSC (Joint Steering Committee for Revision AACR / Comitê Conjunto Permanente para a Revisão das Regras Anglo americanas de Catalogação) e do qual fazem parte instituições do “mundo” anglo-saxão: American Library Association; Library of Congress; Australian Committee on Cataloguing; British Library; e Canadian Committee on Cataloguing. A tomada de decisão no interior do comitê é por consenso, qualquer inclusão no padrão requer testes contínuos de avaliação e qualidade, o que gera normal lentidão. Mas apesar das tentativas de diminuir a sua obsolescência, o código contempla muitas regras restritivas e incompatíveis com o novo cenário digital e profusão tecnológica.

Diante desta situação, nasce uma iniciativa promovida pelo próprio JSC (responsável pelo AACR) e apoiada pela IFLA (International Federation of Library Associations and Institutions / Federação Internacional de Associações de Bibliotecas e Instituições) de desenvolver nova ferramenta que substitua o AACR2, fornecendo aos quase combalidos catalogadores vitaminação para resistir e condições para lidar com a crescente informação digital.

A iniciativa originalmente era conhecida como AACR3. Segundo Kraus, em abril de 2005, o JSC reagiu a comentários sobre a atualização planejada ao AACR, e decidiu que o padrão vigente (criado entorno do modelo de um catálogo de fichas e agora situado em um evoluído ambiente digital), necessitava de uma vigorosa revisão. A revisão ao que parece refletiu no título do novo código com a remoção do termo "Anglo-americano" (com a intenção de tornar o novo código um padrão de aceitação internacional); a remoção também do termo "Catalogação" substituído por "Descrição de Recurso", uma expressão adotada por comunidades produtoras de metadados; e a inclusão do termo "Acesso" com objetivo de criar um esquema flexível para descrever todos os recursos: analógicos e digitais; bem como descrever os dados de maneira a serem aproveitados pelas estruturas de bases de dados emergentes, além de compatíveis com registros existentes em catálogos online. Em suma, é preciso haver registros bibliográficos funcionais e utilizáveis na Web. Destas intenções vai nascendo a “receita” do RDA.


RDA

RDA é sigla para Resource Description and Access (Descrição e Acesso a Recursos), uma proposta de padrão sucessora ao AACR2. Como mencionado acima, seu desenvolvimento caracteriza-se por uma mudança na direção de ser um código internacional (ou de aceitação global), que diferentemente do atual (em uso), não se regule por regras rígidas, mas por diretrizes de ampla aplicação, e com foco centrado no usuário e nas suas necessidades de informação.

O padrão pretende-se de fácil utilização na geração de registros bibliográficos que contenham dados relevantes aos usuários. A intenção visa subsidiar o modelo descritivo FRBR (Functional Requeriment for Bibliographic Record / Requisitos Funcionais para Registro Bibliográfico), que analisa no registro bibliográfico como o dado é usado, visando identificar as entidades no universo bibliográfico de interesse aos usuários, os atributos dessas entidades e seus relacionamentos.

Esse cenário de mudança, fatalmente, irá alterar a perspectiva da catalogação na consulta ao registro isolado para a busca do registro com contexto. O RDA quer colocar-se como a estrutura semântica que poderá ser usado pelo esquema conceitual expressado no modelo FRBR (que tem por intenção ser independente de qualquer código de catalogação).

Os princípios que têm orientado o desenvolvimento do RDA estruturam-se sobre o relatório da declaração internacional dos princípios da catalogação elaborado pela IFLA - IME ICC (IFLA Meeting of Experts on an International Cataloging Code / Reunião IFLA de Especialistas sobre um Código Internacional de Catalogação).

Salienta-se que o RDA será um padrão normativo de conteúdo informacional, não um esquema de metadados. Composto por um conjunto de diretrizes que devem indicar como descrever um recurso direcionado sobre os locais de informação (ou atributos) que um usuário está interessado, auxiliando-o a navegar em bases de dados e catálogos bibliográficos.

Os apêndices integrados ao RDA serão propostas opcionais para apresentar os dados descritivos e os dados relacionados ao ponto de acesso. Este direcionamento ao conteúdo abre a possibilidade do RDA ser relevante para uma ampla variedade de comunidades de metadados, como também para o ambiente da catalogação tradicional.

Neste sentido, um registro RDA poderá ser armazenado e transmitido em formato MARC ou em esquema de metadados como o formato Dublin Core ou MODS (Metadata Object Description Standard). Apesar das comunidades de metadados terem esquemas detalhados, elas não têm necessariamente padrão de conteúdo. Desta forma, espera-se que o RDA venha ser relevante para o “universo” dos metadados, como também para o “mundo” da catalogação tradicional. O catalogador que sobreviver a implantação a partir de 2009 comprovará a predição.

Para os catalogadores, a realidade atual da catalogação parece “bólido de fórmula 1”, tem andado mais depressa que os processos de análise e normalização de seus padrões. Entretanto, até termos uma definição mais estável de todo processo, muita coisa vai acontecer. Para os catalogadores brasileiros seria fundamental resgatar e reforçar a prática da catalogação cooperativa. O lado bom dos acontecimentos, é que a catalogação está em discussão, saindo de trás das estantes, deixando de ser um mero serviço técnico (o que aliás nunca foi, basta ler Antonio Panizzi, e Charles Ammi Cutter, por exemplo) para tornar-se efetivamente um serviço centrado no usuário.



Indicação de leitura:

Chris Oliver. Changing to RDA. Feliciter, n. 5, p. 250 – 53, 2007.

Daniel Kraus. Controversies in cataloging: the debate over AACR2´s successor. American Libraries, v. 38, n. 9, p. 66 - 7, Oct. 2007.

Diane I. Hillmann. RDA for who? Technicalities, vol. 26, n. 3, p. 8 - 10, 2006.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Bibliotecas para pacientes en los hospitales españoles

Bibliotecas para pacientes en los hospitales españoles

http://www.aab.es/pdfs/baab69/69a2.pdf

MARKETING NO CIBERESPAÇO

MARKETING NO CIBERESPAÇO

http://www6.prossiga.br/escritoriovirtual/EVUnB/pro_cie/MARKETINGNOCIBERESPA%C3%87O.pdf

UTILIZAÇÃO DE UM PLANO ESTRATÉGICO DE MARKETING COMO INSTRUMENTO DECISÓRIO NA GESTÃO DA BIBLIOTECA DO SENAC DE FLORIANÓPOLIS

UTILIZAÇÃO DE UM PLANO ESTRATÉGICO DE MARKETING COMO INSTRUMENTO DECISÓRIO NA GESTÃO DA BIBLIOTECA DO SENAC DE FLORIANÓPOLIS - Daniela Assis de Oliveira

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