quinta-feira, 7 de maio de 2015

75 livros digitais gratuitos sobre clássicos da Filosofia

Olá leitores!
Quem gosta de ler, já estar familiarizado com as facilidades de um livro digital. Você baixa no seu aparelho, seja ele um notebook, tablet ou até mesmo smartphone, e pode acessar quando, onde e quantas vezes quiser. Dependendo do dispositivo, ainda dá para aumentar ou diminuir a letra, alterar a luminosidade, consultar palavras estranhas, pesquisar assuntos relacionados e tantas outras funcionalidades.
Pensando nisso foi criado o Arquivo Kronos, uma página para anexação de obras para download gratuito e divulgação de textos de humanidades. São milhares de livros digitais completos para baixar nos mais variados temas: filosofia, sociologia, psicologia, literatura, antropologia, marxismo, história, geografia, direito e muito mais.
Os livros são fontes riquíssimas de conhecimento, então, mesmo que você, a princípio, não se interesse muito pelo assunto, nunca será uma perda de tempo, mas sim um ganho para sua vida pessoal, profissional e acadêmica. Com a leitura, você poderá argumentar melhor, pensar diferente e consequentemente, escrever melhor também (redações à vista!).
Aqui são disponibilizadas 75 obras sobre clássicos da Filosofia, do século XVI ao XIX. Você vai encontrar livros digitais grátis de nomes como:
  • Francis Bacon
  • René Descartes
  • Georg Hegel
  • Thomas Hobbes
  • Immanuel Kant
  • Friedrich Nietzsche
  • Jean-Jacques Rousseau
  • Arthur Schopenhauer
  • Adam Smith
  • Baruch de Spinoza
  • Voltaire
Entre outros.
Baixe os livros digitais gratuitos agora mesmo e leia, leia bastante, aumente seus conhecimentos, exercite sua mente… os resultados vão logo aparecer. Leitura é sempre uma dica do Canal do Ensino.
Bons livros!  https://drive.google.com/folderview?id=0B4UG_F2QeFUlWWI4ZmU4alhraWs&usp=sharinghttps://drive.google.com/folderview?id=0B4UG_F2QeFUlWWI4ZmU4alhraWs&usp=sharing
Até mais.

Biblioteconomia e empreendedorismo



As organizações e os profissionais de todos os setores, para se manterem competitivos no sistema de mercado, que exige constantes inovações, necessitam saber atuar em ambiente colaborativo na busca e na geração de novas oportunidades de trabalho, ou seja, precisam
ter perfil empreendedor. Esse perfil compreende competências relevantes como criatividade e liderança.
O perfil do empreendedor depende do contexto, uma vez que ele busca oportunidades e está envolvido com a criação de novos negócios em determinado ambiente. Todavia, empreender não significa somente criar novas empresas, significa também o indivíduo colocar em prática habilidades e competências na realização de algo novo na organização em que trabalha, tornando-se um intraempreendedor.
-EMPREENDEDORISMO E INTRAEMPREENDEDORISMO
A literatura destaca que, em termos gerais, empreendedores podem ser jovens que acabaram de concluir seus cursos de graduação, desempregados, aposentados, executivos que mudaram de profissão, bem como todos os que desejam ter o seu próprio negócio ou se tornar empreendedores dentro de uma organização, ou seja, ser intraempreendedores.
O intraempreendedor é um empreendedor interno que tem liberdade para inovar ou criar novos produtos ou serviços através do incentivo e das oportunidades dadas pela empresa em que trabalha.O intraempreendedorismo é uma habilidade incentivada em organizações que visam desencadear inovações aproveitando-se dos talentos empreendedores dos seus funcionários.
Na área da Biblioteconomia o empreendedorismo parece ainda ser pouco disseminado. Contudo, gestores de unidades de informação com competências empreendedoras, provavelmente encontrariam melhores soluções para seus problemas. É preciso ressaltar que em quase todos os tipos de unidades de informação, em especial em bibliotecas públicas, universitárias e escolares, o bibliotecário necessita lidar com uma série de problemas relacionados, em especial, à escassez de recursos, falta de pessoal, espaço físico inadequado e má localização.
Alguns autores apresentam considerações sobre as atribuições do bibliotecário para melhorar esse quadro. Para Cotam (apud Honesco 2002, p. 4), “A instituição biblioteca precisa de gestores empreendedores, equipe de sonhadores, pessoas para quebrar a tradição e agir no desenvolvimento de novos papéis e responsabilidades”.
É certo que para haver mudanças no desempenho profissional do bibliotecário, é preciso mudar o perfil dele na sua formação. A forma como se ensina precisa acompanhar as mudanças por que passa a sociedade e dar maior importância à formação empreendedora, influenciando nas competências e dando maior capacidade autônoma aos profissionais da informação, que, segundo Valentim (2000, p. 9), devem estar habilitados a:
a) Entender como objeto de trabalho, a informação de maneira ampla;
b) Trabalhar de forma globalizada e regionalizada, ou seja, pensar globalmente e agir
localmente;
c) Conhecer e utilizar as tecnologias de informação;
d) Trazer para o cotidiano de trabalho as técnicas administrativas modernas como a
administração por projetos;
e) Criar e planejar produtos e serviços informacionais visando o cliente;
f) Planejar sistema de custos para cobrança dos serviços e produtos informacionais com valor agregado;
g) Trabalhar de forma integrada, relacionando formatos eletrônicos e digitais à telecomunicação, possibilitando o acesso local e remoto;
h) Reestruturar a estrutura organizacional da unidade de informação de forma a contemplar o cliente;
i) Disponibilizar sistemas que possibilitem a avaliação contínua e sua melhoria;
j) Estudar sistemas especialistas e inteligência artificial, de forma que estas ferramentas ajudem nos processos repetitivos da unidade de informação.
Com relação ao entendimento das bibliotecárias sobre o tema intraempreendedorismo, obteve-se as seguintes respostas:
− Intraempreendedorismo quer dizer empreender dentro de uma organização.
− É um sistema que tenta acelerar as inovações dentro das empresas, através do uso do talento dos empreendedores.
− As atitudes empreendedoras dentro de um ambiente organizacional.
− O intraempreendedorismo requer uma mudança radical na cultura interna da Unidade de Informação que permita o surgimento de novos modelos mentais para agilizar a implantação de novos projetos.
− Percebo como sendo as atitudes/idéias, projetos desenvolvidos internamente por indivíduos inseridos dentro de uma organização/instituição.
− É quando se realiza o empreendedorismo dentro do seu local de trabalho, internamente.
− Embora não tenha ouvido falar, mas acredito que seja o estímulo interno do empreendedorismo, ou seja, implementar o empreendedorismo dentro do seu próprio negócio.
Essas respostas evidenciam que as respondentes parecem ter entendimento parcial do que é intraempreendedorismo, além de terem tido dificuldades em expressá-lo, como ilustram, em especial, as seguintes falas: “mudança radical na cultura interna da Unidade de Informação que permita o surgimento de novos modelos mentais para agilizar a implantação de novos projetos”; e “implementar o empreendedorismo dentro do seu próprio negócio”.
Desenvolvimento de habilidades e competências empreendedoras 
Quando indagadas sobre a necessidade de o bibliotecário desenvolver habilidades e competências empreendedoras, as pesquisadas foram unânimes, conforme destacado abaixo.
− Claro que sim, para desenvolver meu trabalho tive que desenvolver capacidade de superar desafios, planejar, realizar ações, e estar sempre em busca contínua de informações. O mercado exige isso.
− Sim, pois este deve estar sempre atento às mudanças e para acompanhar estas mudanças muitas vezes ele tem que sair a frente com uma atividade empreendedora.
− Certamente é de extrema importância que o bibliotecário desenvolva o empreendedorismo como parte de sua personalidade profissional, pois com os avanços tecnológicos torna-se um desafio cativar o usuário leitor, pesquisador e principalmente atender as demandas: “para cada leitor, o seu livro” e “para cada livro, o seu leitor”.
− Sim, é muito importante, inclusive eu exerço atividade como autônoma.
− Sim. Pois a Unidade de Informação é um organismo vivo e crescente que necessita de
constante ações inovadoras para cumprir seus objetivos.
− Sim, pois nossa área lida com a informação e esta por sua vez necessita ser rápida e precisa, sempre atualizada. Para que isso se torne realidade é necessário que o profissional bibliotecário esteja sempre buscando novas formas empreendedoras.
− Sim, sempre de acordo com o tipo de UI em que se trabalha e entidade a que ela pertence, pois ajudam o profissional a ter melhor visão de sua profissão e inovar nos serviços prestados.
− Sim. Para que possa desempenhar melhor suas atividades, visando melhor atender sua comunidade (usuários), bem como facilitar suas atividades diárias.
Essas justificativas evidenciam a consciência que as bibliotecárias possuem sobre a necessidade de se empreender, tanto em unidades de informação, quanto outro tipo de organização em que se deseje melhorar o desempenho das atividades.
Diversas competências profissionais que hoje são exigidas de profissionais de outras áreas também são esperadas do bibliotecário, dentre elas as competências empreendedoras. Atualmente, espera-se que o bibliotecário tenha, além das competências técnicas tradicionais da área, também competências empreendedoras para competir nesse mercado mutante com maior eficácia. Nesse sentido, os bibliotecários devem estar cada vez mais preparados, a fim de poderem empreender como autônomos ou atuar como intraempreendedores nas organizações onde atuam, sendo criativos, expondo e implementando suas idéias em projetos inovadores.
Partindo dessa premissa, o bibliotecário precisa estar atento às rápidas mudanças por que passa a sociedade e desenvolver competências profissionais que lhe permitam oferecer serviços confiáveis e de qualidade aos usuários da informação. Isso independe do tipo de organização em que ele atua, pois o que importa são as suas atitudes e capacidade de se adaptar aos mais diversos ambientes.
Todavia, a pesquisa revelou que os bibliotecários em geral não exibem perfil empreendedor. Os resultados apontam que a maior parte das atividades desenvolvidas por eles são atividades técnicas tradicionais da área.
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quarta-feira, 6 de maio de 2015

Brasiliana reúne especialistas para debater papel das bibliotecas

Publicado em CulturaUSP Online Destaque por  em 

Entre os repositórios digitais e os eventos culturais, as bibliotecas lutam para criar novas formas de se aproximar do público e atrair pesquisadores, mostra evento realizado na USP
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Foto: Marcos Santos / USP Imagens
No começo, elas serviram a um propósito simples: guardar os documentos que registravam o conhecimento, a produção cultural e as experiências humanas. As bibliotecas do século 21, entretanto, não são apenas lugares onde se guardam e consultam livros. Elas protagonizam projetos de formação de leitores, recebem lançamentos de livros, realizam simpósios e são palco de atividades culturais diversas. Dentro da Universidade, recebem e promovem exposições – circulantes ou próprias, montadas a partir do estudo do acervo local. Fora dela, uma biblioteca pública como a Mário de Andrade, no centro de São Paulo, pode atrair dezenas de pessoas para leituras dramáticas ou até uma roda de samba na madrugada. A internet ajuda a divulgar as bibliotecas e atrair novos usuários e pesquisadores. No entanto, as novas possibilidades têm de ser equilibradas com o princípio que fundou as bibliotecas: oferecer a pesquisadores e público em geral acesso ao conhecimento.
A responsabilidade social e a função pública das bibliotecas nessa realidade foram tema de um colóquio realizado no dia 16 de abril, na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Especialistas do Brasil e do exterior trouxeram à USP algumas reflexões e relatos a respeito dos desafios e oportunidades que envolvem a digitalização dos acervos, a divulgação e os limites da atuação das instituições. O evento contou também com uma conferência sobre ética proferida pelo Professor Emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP Alfredo Bosi.

Crise

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Foto: Marcos Santos / USP Imagens
Safier: o digital e o in situ
Em meados de 2013, emergiu nos Estados Unidos uma discussão sobre a “crise das humanidades”. Um levantamento em Harvard mostrou que um número considerável de estudantes de graduação que chegavam à universidade com interesse por áreas de humanas acabavam optando por seguirem carreiras como economia, engenharia ou outras hard sciences. Esse foi um assunto que tocou uma nota de preocupação na John Carter Brown Library, sediada na Brown University. Nascida a partir do acervo pessoal de John Carter Brown no século 19, a biblioteca é especializada em história das Américas. Mas se poucos estudantes pretendiam se dedicar à pesquisa de humanas, o que seria do futuro da biblioteca?
Neil Safier, historiador que é diretor da biblioteca, acredita que o crescimento de uma instituição como a sua depende de pensamento de longo prazo. Nesse sentido, algumas das novidades na biblioteca em Providence, Rhode Island, são a integração das atividades de aquisições e produção de exposições e a abertura ao uso por estudantes de graduação que tenham interesse em pesquisar a história das Américas. Compreendendo que os povos africanos foram tão importantes para a formação da América quanto as primeiras nações e os colonizadores europeus, o diretor também tem lutado para incluir no acervo material sobre a África – porém, tem encontrado certa resistência por parte da conselho da biblioteca. Quanto à política de digitalização, que foi iniciada em 2009, deve continuar a força plena.
No momento, a John Carter Brown dispõe de 15% do seu acervo on-line. Mas, na era do digital, disponibilizar esse material na internet é menos uma estratégia para atrair usuários e mais um caminho para democratizar o conhecimento. “Agora temos a habilidade de divulgar o acervo para pessoas no Recife, no Acre, no Paraguai, no Caribe ou no México. Temos patrimônio histórico e cultural de todos os países das Américas; então, é muito importante devolver de alguma forma – não fisicamente, pois mantemos o controle sobre o material – as formas digitais desse patrimônio a essas comunidades”, diz Safier. “Agora, a consulta do objeto digitalizado não é o mesmo que a consulta do livro impresso in situ. Estamos experimentando novas ideias de como integrar as duas formas de consulta, para que seja uma vantagem ter um livro impresso e uma vantagem ter o livro (disponível) 24 horas digitalizado”, completa ele.

Democratização

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Foto: Marcos Santos / USP Imagens
Brasiliana Mindlin: digitalização do acervo não exclui possibilidade de consulta física
No Brasil, a Biblioteca Nacional, localizada no centro do Rio de Janeiro, tem investido em projetos digitais sob a mesma ótica, de divulgar o acervo e democratizar o acesso a ele. Na véspera do feriado prolongado de Tiradentes, a instituição lançou o portal Brasiliana Fotográfica. Fruto de uma parceria com o Instituto Moreira Salles, trata-se de um repositório de imagens documentais do Brasil registradas entre meados do século 19 e o início do século 20. O banco de fotos poderá, no futuro, receber colaborações de outras instituições, tanto nacionais quanto do exterior.
Os esforços de divulgação e democratização têm relação próxima com a preocupação das bibliotecas de trazer as pessoas de volta às suas estantes, numa época em que uma infinidade de informações está ao alcance de um clique em uma ferramenta de buscas on-line. “Do ponto de vista histórico, as bibliotecas partem de uma decisão de abrigar a palavra de forma sedentarizada. Elas se constituem como lugares de guarda e de interpretação. Mas, antes do papel social da biblioteca, existe a ideia de que um acervo pode ser infinitamente interpelado. Quantos mundos há numa biblioteca? Neste momento de aceleração dos fluxos de informação, as bibliotecas podem ser espaços de resistência à aceleração do tempo”, reflete Renato Lessa, presidente da Fundação Biblioteca Nacional.

Analfabetismo

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Foto: Marcos Santos / USP Imagens
Marina: responsabilidade da escola
Como coordenadora da Hemeroteca Nacional do México, Marina Garone não tem de enfrentar uma tendência de diminuição no volume de usuários e consultas, uma vez que a leitura mais veloz dos periódicos garante a alta utilização tanto on-line quanto nas dependências do Centro Cultural Universitário da Cidade do México. Porém, como pesquisadora do Instituto de Investigaciones Bibliográficas da Universidade Nacional Autônoma do México, ela apresenta algumas ressalvas em relação aos projetos a que as bibliotecas têm se dedicado para combater o problema da pouca procura. Particularmente, quando eles são projetos de formação no contexto de uma América Latina que ainda sofre com o problema do analfabetismo ou da coexistência de diferentes graus de alfabetização, inclusive no que diz respeito a grupos multilínguas e comunidades indígenas.
“Quando a biblioteca assume como responsabilidade prioritária formar leitores ou alfabetizar, há um deslocamento de responsabilidades, pois estas são funções fundamentalmente da escola. Então, se as bibliotecas assumem responsabilidades que são de outras instâncias governamentais, elas deixam de cumprir outras atividades prioritárias”, afirma Garone. “Pelo que se discutiu no colóquio, percebe-se que há atrasos de formação também nos estudantes universitários e a biblioteca, no afã de suprir as lacunas, quer empreender atividades que não são necessariamente sua função principal. A biblioteca universitária deveria centrar-se em dar serviços bibliotecários altamente qualificados, e não dizer ao usuário como se deve ler ou como usar um livro ou material”, complementa.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Biblioterapia poderá ser aplicada em hospitais do SUS

A Câmara analisa proposta que estabelece o uso da biblioterapia, ou seja, a terapia por meio da leitura, nos hospitais públicos e naqueles contratados ou conveniados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A medida está prevista no Projeto de Lei 4186/12, do deputado Giovani Cherini (PDT-RS).
O deputado explicou que esse tipo de terapia é usado desde a Idade Antiga e que pesquisadores já recomendam o uso da leitura em tratamentos médicos desde o início do século 19. ?Hoje, vem sendo desenvolvida por equipes interdisciplinares com constante participação dos bibliotecários, psicólogos e médicos, sendo no Brasil as regiões Sul e Nordeste as que concentram os maiores índices de aplicabilidade, afirmou.
De acordo com Cherini, esse tipo de técnica humaniza o ambiente hospitalar e ameniza até 80% dos sintomas sentidos pelos pacientes, a depender da doença.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

14 Coisas Que Todo Mundo Entende Errado Sobre Bibliotecários

“Sim, eu posso te ajudar a achar todos os livros.” “Não, eu não passo o dia inteiro lendo todos os livros.”
por Arianna Rebolini, do BuzzFeed
Recentemente perguntamos a alguns bibliotecários na comunidade do BuzzFeed quais são as idéias mais erradas que as pessoas tem sobre o seu trabalho. Seguem os resultados esclarecedores!
1. Que no seu trabalho não tem stress nenhum.
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Flickr: pleeker / Creative Commons
“Odeio quando as pessoas dizem, ‘é tão silencioso aqui. seu trabalho deve ser super relaxante’. Ou assumem que você tem três horas no trabalho apenas pra ler qualquer livro que você queira”. —Jackie DeStefano, Facebook
“Especialmente durante o programa de leitura de verão*!” —Maria Slytherinn Hill, Facebook
2. Que a tecnologia faz com que seu trabalho seja redundante.
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Shironosov / Getty Images
“[As pessoas assumem] que bibliotecários e bibliotecas são obsoletos porque ‘você pode achar tudo no Google’. Há tanta informação (eletrônica ou em outro suporte) que não pode ser acessada pelo Google, e nós sabemos encontrá-la.” —AnnaBanana617
3. Que você passa os dias lendo.
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“Pessoas me disseram que elas adorariam ser bibliotecárias porque seria muito bom trabalhar com livros o dia todo. Nada disso. Não é isso que eu faço o dia todo. Eu trabalho com PESSOAS o dia inteiro – referência, programação de ensino. Às vezes isso envolve fazer com que elas encontrem livros, mas se não fosse pelas pessoas, não existiriam bibliotecários.” —Emily Lauren Mross, Facebook
4. Que você ou é assim…
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Valery Seleznev / Getty Images
“[As pessoas acham] que você precisa ser de um certo jeito! Tenho cabelo roxo, tatuagens e um piercing no nariz.” —Maria Slytherinn Hill, Facebook
5. Ou assim:
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google.com
“Todo o combo de ‘bibliotecária sexy’ é realmente tosco.” — saraf45be50781
6. Que se o seu foco é em leitura/literatura para crianças, é sempre brincadeira.
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Purestock / Getty Images
“Detesto quando acham que bibliotecários que se envolvem com crianças (ou escolares) são babás glorificadas que fazem apenas hora do conto. Eu sou responsável por bem mais que isso, incluindo habilidades em tecnologia e ensino” — Jessica Vining Prutting, Facebook
7. Que você só trabalha em bibliotecas ou em escolas.
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Ziviani / Getty Images
“A biblioteconomia é bastante ampla em diversidade. Trabalhamos em organizações, escritórios jurídicos, institutos de pesquisa e laboratórios, no governo e nas forças armadas. Não apenas damos baixa e realocamos livros. Somos pesquisadores, especialistas em computação, desenvolvedores de coleções, arquivistas, especialistas, especialistas em metadados (fazemos com que tudo seja encontrável online e offline) e muito mais” —AnnaBanana617
8. Que você não precisa de diploma pra isso.
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Chad Baker/Jason Reed/Ryan McVay / Getty Images
“As pessoas sempre se chocam quando eu falo pra elas que eu estou me especializando para ser bibliotecária. Acredito que elas pensam que bibliotecários só precisam saber a CDD e talvez como usar o computador, de vez em quando” —Chelsea Phillips, Facebook
9. Que o trabalho é fácil.
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Purestock / Getty Images
“Sou bibliotecária de escola de ensino fundamental e é muito frustrante ouvir, ‘Seu trabalho deve ser tão fácil! Você só lê pra eles o dia todo!’. Sim. E ensino habilidades de pesquisa, de comunicação, de falar em público, entre outras. Sem contar a gestão de classe, orçamento, processamento, auxílio aos professores… Certamente não é tão fácil quanto eu faço aparentar ser!” —brittanyo4910df152
10. Que você tem aversão à tecnologia.
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Cathy Yeulet / Getty Images
“A maioria das pessoas não percebe que nós temos que ter aulas de computação bem intensas para termos um mestrado em biblioteconomia. Muitos de nós entendemos de design de bases de dados, HTML, C++, e outros códigos!” —laureno404824e16
11. Que você precisa ser de uma certa idade.
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John Gomez / Getty Images
“Eu já ouvi isso um monte de vezes: ‘Mas você é tão novinha!’ (Sou uma anomalia. A maioria das bibliotecárias nasce com 60 anos e só fica velha a partir dessa idade.)” —katrinalewine
12. Que vocês são um bando de puritanos.
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Nandyphotos / Getty Images
“O maior erro que já ouvi na vida é o de que bibliotecários são puritanos. Eu amo sexo! Só não curto quando eu tenho que testemunhar isso / mandar as pessoas pararem / limpar depois. Trabalhei numa biblioteca por nove anos e durante esse tempo eu costumava a flagrar pessoas transando e assistindo pornografia no computador O. TEMPO. TODO. Não quero nem começar a falar de todas as camisinhas usadas que eu encontrei entre os livros. *nojinho*” —deejuju
13. Que você é um solitário introvertido.
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Jupiterimages / Getty Images
“[As pessoas pensam] que você quer ser um bibliotecário porque você quer sentar sozinho e ler; bibliotecários sempre tem que estar disponíveis e interagindo com todo mundo desde crianças birrentas até pais e mãe, a pessoas em situação de rua procurando abrigo no inverno e ar condicionado no verão, até idosos tecnofóbicos. Nem todo mundo é bom nisso, bem como em qualquer outra profissão, mas aqueles que começam achando que vão sentar atrás de uma mesa e ler o dia todo são poucos e bem distantes!” —sarahc130
14. Que bibliotecas basicamente são uma espécie em extinção.
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Flickr: drocpsu
“[As bibliotecas] não estão morrendo — elas estão mudando.” —Sara Frye, Facebook
 *Nos EUA eles tem vários programas extra-curriculares que alunos fazem durante o verão, que é no mês de julho. Aqui seria mais ou menos equivalente à biblioteca de faculdade em época de provas, quando fica cheia de gente e os bibliotecários piram.