segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

7 motivos para namorar um gordinho

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Não é segredo pra ninguém que amo gordinhos, afinal casei com um lindo de viver!
Sempre gostei, os gordinhos sempre me chamaram a atenção. Chegava em uma balada ou em qualquer lugar e sempre me encantava pelo gordinho. Não sei se pelo abraço acolhedor, por encarar uma panela de brigadeiro sem paranóias. Enfim, não sei, mas eles sempre me chamaram a atenção.
Tenho atração por gordinhos, mas é claro que já me relacionei com magros, saradões, altos, baixos, esportistas, vesgo, cadeirante… Gosto é gosto, cada um tem o seu. Tesão, atração, encanto ninguém explica, sente! Como já dizia minha avó Dona Olinda, o que seria do azul se todos gostassem do amarelo?
E agora é a minha vez de contar os segredos e encantos dos gordinhos! rsrs Vou te dar 7 razões para namorar, ficar e casar com um gordinho gostoso.
“Sou um gordinho gostoso, gordinho gostoso
Sou um gordinho gostoso
Eu não sou friboi, mas tô na moda
A mulherada gosta, a mulherada gosta do papai”  Banda Luxúria
E vi em vários blogs motivos para se namorar um gordinho (a) e vou contar aqui pra vocês:
1 – Eles são confortáveis. Sim, é uma delícia ganhar um abraço gordinho, já experimentou? Você se sente acolhida, é gostosinho como uma almofada. Eu, particularmente, nunca gostei de deitar em tórax super malhado, duro e cheio de músculos. O conforto é zero! Gosto de homem grande que consiga me abraçar por inteiro. Gosto de proteção.
2- Quem é gordinho de verdade não passa fome e, em sua grande maioria, aprende a cozinhar. Geralmente os gordinhos se viram bem na cozinha e preparar um jantarzinho para a amada não é nada mal. Um jantar à luz de velas, tem coisa mais romântica que isso? E o melhor, não vão entortar a cara quando você repetir o prato! hahahahaha Meu marido cozinha muitoooooo e eu também, modéstia a parte, mas quando ele cozinha, meus olhos brilham. Fico encantada e amo saborear suas experiências gastronômicas.
3 – A maioria dos gordinhos são engraçados, já percebeu isso? E tem coisa mais gostosa de ter alguém do seu lado para rir e contar piadas?
4- São bons de cama! =P Não sou de falar dessas coisas, mas não posso deixar passar em branco. Eles sabem bem fazer o vuco-vuco. Imagine “papai e mamãe” e os ossos da barriga do boy sarado batendo nos seus. Nãooo!! Eu quero conforto, algo gostosinho, barriguinha com barriguinha, juro que é mais gostoso! E dormir de conchinha? A barriguinha encontra com a sua lombar e plimmmm! =)
5 – Comem sem contar calorias e não te enchem o saco pelos quilinhos a mais. Você pode ir em um restaurante e pedir a maior gordice do mundo e ele vai dividir com você. rsrs
6 – Um bom gordinho não tem frescura em comer, encara um PF (aqui em São Paulo, são pratos prontos e servidos em bares, padarias, lugares sem muito luxo), um cachorro- quente da barraquinha, dividem a panela de brigadeiro nos dias de tpm e encaram a caipirinha da feijoada sem encanar!
7 – Se você está jacando, ele está com você. Porém,  se precisa fazer dieta, eles topam também.  Afinal, todo mundo quer perder alguns kilinhos hahahahahaha
Tenho certeza que vocês estão se perguntando se eu nunca me relacionei com saradões, claro que simmmm! Tem homens lindos, sarados, lindos de se ver, mas ainda prefiro os gordinhos.
E antes que venham dizer que sou preconceituosa e blá blá blá, não gente, não sou! Temos gostos diferentes, essa é a graça do ser humano, eu gosto de brigadeiro e você prefere beijinho, eu gosto de melancia e você prefere abacate, simples assim!! (E eu só falo de comida hahahaha).
Não é a apologia a obesidade, ok militantes? Estou expondo minha realidade, meu gosto pessoal.
E você que nunca pegou, ficou, namorou, conheceu um gordinho, experimente e depois me conte! hahahahaha
Bjokas e se amem!
Me sigam no insta @SimoneFiúza 

Empreendedor cria biblioteca virtual para escolas e empresas

http://biblioo.info/arvore-de-livros/

SÃO PAULO – Quando atuava no ramo educacional, mais particularmente com programas de leitura em instituições de ensino publicas e privadas, o empreendedor João Leal notou que faltavam livros nessas escolas e alunos interessados em lê-los. Dessa experiência surgiu a ideia de criar o serviço de biblioteca virtual por assinatura Árvore de Livros, para ser acessado no computador e nos dispositivos móveis – algo como uma Netflix dos livros.
Árvore de Livros: serviço de assinatura de títulos dá acesso a biblioteca virtual Foto: DivulgaçãoÁrvore de Livros: serviço de assinatura de títulos dá acesso a biblioteca virtual
Foto: Divulgação
O serviço é voltado para instituições públicas, privadas, escolas, empresas e bibliotecas. Para ter acesso, o interessado paga uma mensalidade com base na quantidade de usuários. Presente em mais de 800 escolas, a maioria no Nordeste, a startup carioca já oferece um acervo com cerca de 14 mil títulos, composto por obras clássicas e contemporâneas, diversos gêneros da literatura e best-sellers, por meio de contratos firmados com mais de 200 editoras.
O custo unitário começa em R$ 9,90 por aluno e varia de acordo com a quantidade de usuários que a escola ou instituição tiver – se for em grande escala, o valor pode ser menor. A plataforma gera relatórios que mostram os livros mais lidos, as páginas em que os usuários demoram mais tempo para ler, nível de dificuldade e outras informações para auxiliar no monitoramento do desempenho dos alunos e funcionários. Ainda é possível criar atividades relacionadas à leitura dentro da biblioteca virtual.
Cada instituição também tem a possibilidade de personalizar a biblioteca e catalogar os livros de acordo com a faixa etária dos alunos. A Árvore permite que o usuário tome emprestado até três livros ao mesmo tempo. Caso queira um novo título, é preciso devolver um deles. Isso é parte das condições acertadas entre a startup e as editoras. Os alunos podem salvar livros para ler quando estiverem sem conexão com a internet, mas o texto só pode ser acessado pelo aplicativo – o arquivo não é baixado, para evitar pirataria.
Leal não revela o recurso inicial investido no projeto, lançado em 2013, mas afirma ter ultrapassado o valor com o faturamento de 2015 e espera neste ano aumentar a quantidade de escolas e instituições contratantes do serviço, em razão de melhorias que estão em fase de implementação.
Entre as novidades está uma ferramenta desenvolvida em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (URFJ), que define o índice de dificuldade de leitura para cada livro. O empreendedor explica que o algoritmo vai analisar todas as obras e gerar uma nota para cada uma de acordo com a complexidade da leitura, para que, a partir disso, a plataforma possa oferecer sugestões de títulos de acordo com o perfil do usuário. “Com esse mecanismo esperamos reduzir o risco de desmotivação entre os leitores, caso comecem a leitura por um livro mais difícil”, afirmou.
A startup também tem trabalhado em uma forma de colocar a biblioteca offline paras as escolas públicas.
Recentemente a Árvore de Livros foi selecionada em conjunto com outras 14 startups no Pitch Gov SP, programa do governo paulista que seleciona projetos ligados a administração pública. Leal ainda não sabe como será a parceria, mas espera contar com ela para crescer no mercado.

A biblioteca da comunidade

Como este tipo de espaço pode se configurar como uma ressignificação da cultura informacional da comunidade a que serve
http://biblioo.info/a-biblioteca-da-comunidade/

Um dos ambientes mais promissores e ao mesmo tempo polêmico para atuação da Biblioteconomia, enquanto disciplina de investigação técnico-científica e de prática profissional, são as chamadas bibliotecas comunitárias/populares. O título deste texto é “biblioteca da comunidade” em virtude de que uma biblioteca deve significar um ambiente de informação feito pela/para/com a comunidade.
Há várias formas de se pensar a estruturação de bibliotecas da comunidade, quais sejam: a) as bibliotecas construídas entre Estado (nível municipal, estadual e/ou federal) em parceria com a comunidade podendo se constituir como ambientes integrados às bibliotecas públicas ou ambientes independentes específicos da comunidade; b) a biblioteca da comunidade que pode se instituir como ambiente vinculado direta ou indiretamente ao terceiro setor (biblioteca da comunidade como uma ONG em que pessoas externas à comunidade participam e investem na biblioteca ou biblioteca construída pela própria comunidade que estabelece parcerias com ONG); c) a biblioteca da comunidade feita a partir da parceria entre comunidade e empresas privadas (se constituem na chamada responsabilidade social empresarial em que empresas investem em projetos sociais com a prerrogativa de receber incentivos fiscais do governo); d) a biblioteca da comunidade elaborada pura e simplesmente com recursos da própria comunidade sem a interferência de setores institucionais externos como Estado, Terceiro Setor ou propriedade privada, mas que pode receber incentivos de pesquisadores, intelectuais, bibliotecários e outros segmentos da sociedade civil.
O foco deste texto não é se posicionar pelo modelo mais adequado de biblioteca da comunidade, mas como esta biblioteca pode se configurar como uma ressignificação da cultura informacional da comunidade a que serve. As comunidades atuais, especialmente aquelas consideradas mais carentes de investimentos possuem poucas perspectivas de usufruir de ambientes culturais como bibliotecas, arquivos, museus, atividades esportivas, artísticas e tecnológicas.
Inegavelmente a falta de ambientes culturais é um dos aspectos determinantes que despromove espaços de convivência/socialização, construção de conhecimento e traz a espetacularização da violência em todos os seus níveis (físico, institucional, intrafamiliar, moral, psicológico, sexual, simbólico etc).
A priori, o Estado deveria ser a instituição estratégica para o desenvolvimento das políticas culturais e informacionais que norteariam a construção de bibliotecas da comunidade. No entanto, o ideal seria a construção de ações que estruturassem um sistema de bibliotecas da comunidade integradas à biblioteca pública e escolar com a participação de diversos segmentos sociais (Estado, Terceiro Setor, movimentos sociais, propriedade privada etc) constituindo uma política pública cultural permanente de Estado.
Como as duas possibilidades não têm ocorrido de maneira muito enfática em várias regiões do Brasil, cabe a setores da sociedade civil se auto organizarem, visando à correção parcial das injustiças de acesso aos bens culturais e informacionais, assim como cobrar do Estado medidas que ajude a redimensionar a elaboração de bibliotecas da comunidade como política pública cultural e informacional.
E quais seriam às contribuições de uma biblioteca da comunidade para a própria comunidade e a realidade social que a cerca? Para responder a esta pergunta a melhor forma é compreender o papel da biblioteca da comunidade.
Em primeiro lugar, é preciso superar a percepção tradicional de tudo que uma biblioteca precisa para existir, um espaço com estantes e livros. Uma biblioteca para ser viva e atuante precisa de uma intencionalidade social, conhecimento das necessidades/desejos/demandas informacionais da comunidade, além de um conjunto de práticas informacionais ligadas à organização, mediação, gestão, uso de recursos, fontes de tecnologias de informação e a promoção de serviços diversos (referência, informação utilitária, alerta, disseminação seletiva da informação etc).
Em segundo lugar, a biblioteca deve ser o ambiente de salvaguarda informacional da comunidade. Por isso, mais do que possuir acervo sobre conhecimentos diversos em livros e outros suportes documentais, a biblioteca deve ser o ambiente que busca a preservação da memória da comunidade contemplando às práticas cotidianas de seus componentes envolvendo trabalho, lazer/entretenimento, família e a preservação da memória coletiva e institucional da comunidade. Em síntese, uma biblioteca que não conhece sua comunidade é mórbida por ignorância humana e estanque por falta de uma relação efetiva do binômio biblioteca-comunidade.
Em terceiro lugar, e o mais importante, é que a biblioteca precisa ser o ambiente que estimule a vivacidade da cultura comunitária. Em outras palavras, a biblioteca precisa ser realmente da comunidade no sentido de estimular novas crenças e práticas sociais que contribuam para o desenvolvimento humano da comunidade. Cito como práticas da biblioteca da comunidade às seguintes: a) desenvolver atividades de estímulo à leitura (leitura da palavra e leitura de mundo) e a pesquisa no ambiente comunitário observando às demandas específicas de aprendizado de cada grupo comunitário; b) reunir esforços para estimular os processos de alfabetização e letramento informacional das crianças, adolescentes, adultos e idosos da comunidade por meio de reforço escolar (neste ponto, a participação de bibliotecários, professores, pedagogos e outros profissionais da própria comunidade ou aqueles que busquem contribuir com o projeto é fundamental para o êxito desta prática); c) contribuir para os processos de inclusão social, digital e de deficientes por meio de práticas de acesso à informação via uso de tecnologias e informações cotidianas; d) construir um trabalho de conscientização acerca dos problemas sociais enfrentados pela comunidade por meio de serviços de informação (incluindo palestras, cursos, debates e outras qualificações) como saneamento, violência, déficit educacional, direitos à informação, preservação do meio ambiente, incentivo ao esporte, incentivo ao primeiro emprego, acesso otimizado às tecnologias digitais, estímulo à abertura do próprio negócio, criação de produtos para aprimoramento estrutural (material e intelectual) da comunidade, entre outros; e) promover informações sobre utilidade pública alusivas à saúde (informações sobre saúde pública, higiene, prevenção de doenças, exercícios físicos, além de informações sobre hospitais públicos, particulares, postos de saúde, ambulâncias, farmácia popular, farmácias particulares, laboratórios, SUS, clínicas, unidades sanitárias, academias populares, academias particulares, etc.); Cultura e lazer (agenda cultural, calendário de eventos, cinemas, teatros, museus,     centros e espaços culturais, salas de exposições, galerias de arte, estádios, órgãos ligados ao esporte); utilidade pública (assistência social ao menor, à mulher, ao idoso e etc., associações, assistência legal, juizados, tribunais, prisões, serviço de assistência gratuita, projetos públicos, serviços públicos de pagamento como gás, luz, água, telefone, etc., sindicatos, como tirar documentos de identidade, CPF, título de eleitor e outros, segurança, telefones úteis como bombeiros, emergências, polícia, imprensa local); trabalho (agências de emprego e estágios, oportunidades de empregos, cursos e eventos de qualificação profissional, etc.), além de outros assuntos referentes a realidade cotidiana dos usuários.
Muito se fala que a biblioteca escolar deve ser o coração da comunidade escolar e a biblioteca comunitária o coração da comunidade. Porém, creio que a biblioteca comunitária deve ser o cérebro da comunidade no sentido de estimular práticas que dinamizem o cotidiano informacional da comunidade e que ajudem a resolver problemas específicos da comunidade.
Uma biblioteca pública sem uma rede de bibliotecas comunitárias perde parte do seu sentido de descentralizar o acesso à informação. Uma biblioteca escolar sem uma rede de bibliotecas comunitárias inibe o diálogo sobre a realidade social da comunidade escolar. Isso significa que precisamos de bibliotecas da comunidade para que a própria comunidade compreenda os múltiplos significados e possibilidades de acesso à informação. A biblioteca da comunidade traz a expansão do direito à informação independente de crença, raça ou gênero.
Embora a biblioteca da comunidade seja da própria comunidade e deva partir dos anseios comunitários é fundamental a interferência de profissionais especializados como bibliotecários nos processos de elaboração, além da interferência do Estado e segmentos sociais. Somente com uma biblioteca feita para e com a comunidade é possível pensar em uma rede de bibliotecas da comunidade profícuas e que tragam resultados para o seu desenvolvimento. Pensar a biblioteca apenas como um espaço com livros e estantes é trazer o ônus do custo em detrimento do investimento em informação.
Portanto, a biblioteca da comunidade é aquela em que a própria comunidade participa de seu desenvolvimento e que satisfaça às necessidades/desejos/demandas/anseios cotidianos da comunidade, conforme mencionado nas quatro alíneas acima. A biblioteca da comunidade é papel do Estado, do Terceiro Setor e de segmentos sociais diversos, mas é principalmente direito da comunidade em ter acesso à informação com qualidade e transparência, com vistas à construção de uma nova cultura informacional.  É salutar que a sociedade civil lute por uma rede de bibliotecas da comunidade não somente para chamar de sua, mas para constituir um novo locuscultural dentro das comunidades, especialmente as mais carentes. Comunidade que respira cultura exala convivência mais pacífica e inibe a espetacularização da violência.
VIVA A BIBLIOTECA DA COMUNIDADE FEITA PARA E COM A COMUNIDADE!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Serviço de referência e tecnologias

Publicado em maio 14, 2015 por portaldobibliotecario - See more at: http://portaldobibliotecario.com/2015/05/14/servico-de-referencia-e-tecnologias/#sthash.19B1j28f.dpuf

O mundo globalizado permitiu o avanço da tecnologia de maneira surpreendente e poucos conseguem acompanhar tais inovações. Um dos papéis da nova biblioteca ou, como alguns autores já denominaram, a “biblioteca 2.0”, é se utilizar de toda essa tecnologia disponível, para melhorar e aperfeiçoar os seus produtos e serviços. A web 2.0 disponibiliza recursos de interação e compartilhamento que podem auxiliar no processo de desenvolvimento de setores importantes da biblioteca, como o setor de referência.
O foco das bibliotecas está se voltando para as tecnologias que podem se aliar ao funcionamento interno e externo dessas unidades. Os usuários e como a informação será repassada para eles, é um dos pontos-chave desse desenvolvimento. Ferramentas como o YouTube, Wiki, sítios de relacionamento, como o Facebook e o Linkedin, são exemplos de como a biblioteca pode se inteirar dessa tecnologia, utilizando o conteúdo disponibilizado para auxiliar o atendimento ao usuário. A web 2.0 também pode estar presente de outras maneiras, como na divulgação da biblioteca por meio desses serviços e na disseminação da informação com o Really Simple Syndication (RSS).
Os serviços de referência sempre foram um setor importante das atividades de uma biblioteca. É nele que todo o trabalho interno e externo da biblioteca se concentra. Tudo que é feito em todos os outros setores, como a catalogação, indexação, processos técnicos, aquisição, entre outros, volta-se para o setor de referência, pois é nele que se encontra a razão final de toda existência de uma biblioteca: o usuário.
O atendimento ao usuário é o objetivo final de todo centro de informação. Essa atividade se desenvolve de tal maneira que atualmente existem certificados, como a ISO 9000, para unidades de informação que realizam um atendimento de qualidade ao usuário.
O serviço de referência serve como um mediador entre o conhecimento disponibilizado e o usuário que fará uso desse conhecimento, pois sem a participação do mediador a informação recebida, dificilmente seria eficiente ou de qualidade. A tradução da informação buscada para um documento que contenha a mesma informação é feita por profissionais que são especializados em pesquisar e atender à necessidade de informação.
Ferramentas de Pesquisa
Wikis
Uma ferramenta inovadora que apenas começou a ser implantada nas bibliotecas é o wiki, totalmente colaborativa, pois permite aos usuários editarem qualquer texto, conforme seus interesses. A facilidade de utilização, que dispensa conhecimentos específicos de informática e tecnologia, atrai os internautas que podem fazer parte da elaboração de uma página na internet cooperativa, com um conteúdo formado por diversas opiniões e fontes de conhecimento.
YouTube
O YouTube é considerado a maior comunidade de vídeos da internet. Algumas das maneiras que essa ferramenta poderia ser utilizada em uma biblioteca é que o Youtube seja um “depósito para vídeos instrucionais”, que poderiam ser acessados através de um link, no sítio da biblioteca. Ou, ainda, uma maneira de complementar o conteúdo do acervo, utilizando vídeos que não são de autoria da biblioteca e que não pertencem a ela, para acrescentar algum conteúdo disponibilizado, como é citado no artigo, o exemplo da America’s Career InfoNet 7, que lista os vídeos sobre as diferentes profissões que existem no YouTube para ilustrar seu sítio e facilitar o entendimento do conteúdo, acrescentando-se, assim, mais um recurso audiovisual para os usuários.
Facebook
A utilização do Facebook em bibliotecas tem sido motivo de muita discussão na comunidade biblioteconômica, que divide opiniões sobre o sítio ser mais uma ferramenta para auxiliar na divulgação dos produtos e serviços das bibliotecas ou, apenas, uma rede social sem utilidade para fins profissionais.
Entretanto, existem profissionais que defendem a utilização do Facebook como ferramenta de divulgação da biblioteca, devido às suas inúmeras possibilidades oferecidas. Um participante do Facebook pode acrescentar diversos aplicativos em seu perfil, além de criar listas para compartilhar informações com pessoas de uma rede e com interesses específicos.
O Facebook permite a utilização do Delicious, como bookmarking, e que um membro divulgue suas fotos em seu perfil por meio do Flickr. Além da postagem de vídeos, criação de álbuns, feed de notícias detalhadas de tudo que acontece com as pessoas da sua rede, criação de grupos de interesses específicos e utilização, entre outros, de calendário para criação de eventos, utilização de notas e divulgação de links de interesse para divulgação.
Twitter
O uso do Twitter nas bibliotecas ainda está em processo de adaptação. Entretanto, já existem alguns estudos de casos em bibliotecas dos Estados Unidos, pioneiras na utilização destas ferramentas da web 2.0.
A Missouri River Regional Library13 está utilizando o Twitter para se comunicar com a comunidade local. Tudo que acontece na biblioteca está sendo colocado na ferramenta, para que seus “seguidores” (termo designado para aqueles que adicionam um perfil do Twitter para acompanhar suas atualizações) possam ter acesso a todas as novidades da biblioteca, como novas aquisições de base de dados, eventos promovidos pela biblioteca, alterações no funcionamento ou horários.
Outra funcionalidade do Twitter é o fato de que o aplicativo possui RSS feed, outra ferramenta que tem feito muitos adeptos nos centros de informação.
Apesar do sucesso do Twitter na internet ser indiscutível, os centros de informação ainda estão receosos ao se depararem com tal ferramenta, seja pelo desconhecimento dos profissionais da informação do potencial de um microblog como o Twitter no auxílio à divulgação das atividades das bibliotecas. Mas, essa visão está se modificando como demonstram os exemplos dados por bibliotecas que buscam alternativas inovadoras, como
a utilização desses microblogs para divulgação de seus produtos e serviços.
Quais outras ferramentas de pesquisa ou divulgação você usa? Convido todos a conversar sobre o assunto nos comentários.
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Tabela PHA: uma introdução

Publicado em junho 9, 2015 por portaldobibliotecario - See more at: http://portaldobibliotecario.com/2015/06/09/tabela-pha-uma-introducao/#sthash.p6Nxy2lG.dpuf

Tabela PHA (Prado, Heloísa de Almeida)
A autora não apenas criou uma tabela ao ‘estilo Cutter’ para nomes brasileiros, como também faz sugestões excelentes para aplicação e uso de seu e de quaisquer outros códigos.
As grandes vantagens das tabelas PHA e de Cutter são permitir que sejam consideradas mais de três letras no sobrenome do autor e evitar a formação de conjuntos estranhos de letras.
Outros elementos distintivos
Podem existir coincidências de número de classificação e de notação de autor para duas obras distintas, ou para várias edições diferentes de um mesmo item. Ao mesmo tempo, a biblioteca pode conter diferentes acervos no mesmo espaço físico: acervo de referência, acervo de obras raras, acervo de audiovisuais, entre outros, o que significa armazenamento diferenciado dos itens, devido a seu suporte e/ou uso. Cabe ao número de chamada fazer com que cada exemplar ou volume tenha seu número de chamada próprio, de modo a torná-lo único na coleção. Para tanto, geralmente utilizam outros elementos distintivos, tais como:
  • indicação de acervo: letras maiúsculas mnemônicas, registradas acima ou antes do número de classificação, identificando o acervo; comumente, não se usam letras para o acervo geral;
  • indicação do título: letra (geralmente uma) correspondente à inicial da primeira palavra do título que não seja um artigo, registrada em letra maiúscula após a notação de autor, quando há mais de um título, do mesmo autor e letra inicial dos títulos coincidente, podem-se usar tantas letras quanto necessário;
  • no caso de títulos de livros com a primeira palavra repetida em diferentes histórias, Prado sugere acrescentar outra letra significativa, ou numerar a série;
  • no caso de traduções, ainda a tabela PHA propõe “uma codificação especial que as reúna por seu título original”, inclusive com indicação do tradutor. Se a notação se refere ao título de uma obra anônima ou de autoria difusa, por motivos óbvios não se coloca a letra correspondente ao título;
  • indicação da edição: dado de edição registrado, abaixo da notação de autor e título, quando há mais de uma edição da mesma obra. Não se registra a primeira edição;
  • indicação de data: dado utilizado no caso de congressos, conferências e eventos assemelhados, que se repetem em períodos estabelecidos; registra-se a data abaixo da notação de autor e título;
  • indicação de volume: dado de volume registrado, no caso de obra que compreende vários volumes, abaixo da notação de autor e título e do dado de edição, quando houver;
  • indicação de exemplar: dado de exemplar registrado, como última informação do número de chamada, quando o item possuir vários exemplares; este dado é importante para controle de empréstimo, ou de danos em um exemplar determinado. Caso a biblioteca receba um primeiro exemplar e, posteriormente, os demais, não há necessidade de refazer o registro do primeiro.
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Lista com todas as revistas científicas de biblioteconomia e ciência da informação – atualização 2016

Atualizando a lista do Murilo, da Dora e tentando acompanhar a profusão de periódicos vinculados aos programas de pós-graduação em ciência da informação e correlatas. Serve pra quem quer seguir as publicações na área e pra quem deseja submeter artigos. Ao lado do nome está a classificação conforme webqualis/sucupira.
Analisando em Ciência da Informação (RACin) B5
AtoZ B5
Biblionline B1
Biblioteca Escolas em Revista
Bibliotecas Universitárias
Biblos B3
Brazilian Journal of Information Science B1
Cadernos BAD B2
Ciência da Informação B1
Ciência da Informação em revista
Conhecimento em ação
CRB-8 Digital B5
Datagramazero B1
Em Questão B1
Encontros Bibli B1
Folha de rosto
InCID B1
Informação@Profissões
Informação & Informação B1
Informação & Sociedade A1
Informação & Tecnologia
Liinc em Revista B1
Múltiplos Olhares
Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação e Biblioteconomia B1
PontodeAcesso B1
Revista ACB B2
RBBD Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação B1
Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação B1
Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação B1
Perspectivas em Ciência da Informação A1
Perspectivas em Gestão & Conhecimento
Rebecin
Transinformação A1

CONSERVADORISMO E REVOLUÇÃO (OU REFORMISMO) NA BIBLIOTECONOMIA E NA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

Divers@ Revista Eletrônica Interdisciplinar, Matinhos, v. 8, n. 2, p. 132-144, jul./dez. 2015 ISSN 1983-8921


Oswaldo Francisco de Almeida Júnior 1
 Resumo
 A Biblioteconomia e a Ciência da Informação, historicamente, flertam com o conservadorismo, embora tal postura não seja apresentada de forma explícita. Todas as iniciativas, tanto no âmbito dos que atuam diretamente no mercado ou no âmbito acadêmico, que tentaram trazer para discussão ideias opostas a essa, ou seja, relacionadas a pontos de vista mais progressistas, lutaram contra propostas que visavam ou inibir o desenvolvimento dessas ideias ou apresentar concepções amenizadoras das defesas presentes naquelas iniciativas. Alguns momentos históricos podem servir de exemplo para embasar as afirmações apresentadas durante o texto. Termos como “Informação Social” e “Biblioteca Popular” e as concepções presentes na Mediação da Informação sofreram oposição oriunda, principalmente, do meio acadêmico. Ampliar as discussões, os debates, os estudos e as pesquisas, apresenta-se como primordial para manter o tema entre as preocupações da área. Além disso, as concepções presentes nos temários mais progressistas devem ser vistas como resistência no próprio âmago da Biblioteconomia e da Ciência da Informação. Palavras-chave: biblioteconomia; ciência da informação; conservadorismo; mediação da informação.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

23 pessoas ilustres que eram Bibliotecários e você nem imaginava!

Você é uma daquelas pessoas que tem o esteriótipo do Bibliotecário velhinho, corcunda e sentado atrás de uma mesa o dia todo? Então esse post foi feito especialmente para você. 
Houveram muitos bibliotecários ao longo da história que mudaram o mundo, esses usavam a profissão como refúgio para criar suas grandes obras ou decidir seus grandes feitos. Para se ter uma ideia, imagine que em 1969 você entraria em uma Biblioteca e conversaria com  Stephen King em meio as estantes.
Confira abaixo 23 ilustres que eram Bibliotecários e mudaram o mundo:

Líderes mundiais:

Papa Nicolau V (1397-1455)

 Papa Nicolau VTommaso Parentucelli nascido em Sarzana. Durante a sua estada em Florença, ele trabalhou como bibliotecária de Cosimo de Medici, cacique local, famoso. Seja um bibliotecário para um chefe local famoso florentino renascentista significava ser responsável pelo aumento do padrão de coleção de manuscritos, feito à ordem de confisco, as doações obrigatórias e pilhagem de bibliotecas sagrado ou profano. Como o Papa iniciou a coleção da Biblioteca do Vaticano com a sua própria coleção de 350 manuscritos; sua morte, a biblioteca tinha 1.500.

O Papa Pio XI (1857-1939)

 O Papa Pio XIEle era bibliotecário antes de o papa. Em 1907 e 1911 ele era prefeito da Biblioteca Ambrosiana, em Milão. Mais tarde, em 1918, foi Vice-Prefeito da Biblioteca do Vaticano, em 1922, até que foi eleito Papa.

Benjamin Franklin (1706-1790)

 Benjamin FranklinO cientista político e inventor. Ele é considerado um dos fundadores dos Estados Unidos. Em 1731, ele participou da fundação da primeira biblioteca pública na Filadélfia, e por alguns meses trabalhou nele como um bibliotecário (no mesmo lugar que eles estavam elaboração e impressão do papel, prateleiras com livros e algumas mesas onde a leitura o jornal, que é cobrado para a entrada, ou uma taxa periódica para acessar "taxa fixa", também cobrada para cada trabalho a título de empréstimo).


Mao Tse-Tung (1893-1976)

 maoTambém é conhecido como Mao Zedong era o líder do Partido Comunista da China (PCC) ea República Popular da China. Mao viajou com seu professor do ensino médio e seu pai futuro, Professor Yang Changji, a Pequim. Quando Yang obteve uma posição do corpo docente da Universidade de Pequim. Graças às recomendações de Yang, Mao trabalhou como assistente bibliotecária na universidade desde 1918 e ler, entre outros, Bakunin e Kropotkin.

Golda Meir (1898-1978)

 Golda MeirGolda Mabovitch, nascido em Kiev (Ucrânia). Ela era a filha de um carpinteiro judeu modesto da parte ocidental do Império Russo, que emigrou para os Estados Unidos em 1906. Ele estudou na Faculdade de Milwaukee Escola e também trabalhou lá em sua biblioteca pública. Em 1919 mudou-se para a Palestina, onde trabalhou para levantar fundos para criar o Estado de Israel. Ele tornou-se primeiro-ministro de Israel, em 1969.

Mohammad Khatami (1943 -)

 KhatamiKhatami é considerado o primeiro presidente reformista do Irã foi o quinto presidente do Irã e ex-ministro iraniano da Cultura. Ele foi diretor da Biblioteca Nacional do Irã 1992-1997.

Escritores:

Jacob (1785 - 1863) e Wilhelm (1786 - 1859) Grimm

contos hermnaosOs irmãos Grimm para apoiar a família começa a trabalhar como bibliotecários da Universidade de Marburg, onde eles escrevem suas primeiras e bem-sucedidos livros de coleções de contos de fadas. Em 1829 e 1830, respectivamente deixar bibliotecários trabalham em Marburg e começar a trabalhar como bibliotecários, também da Universidade de Goettingen, até 1841, quando expedientan-los através da assinatura de um manifesto de conteúdo político. Há trabalhando em uma enciclopédia alemã monumental inacabado.

Giacomo Casanova (1725-1798)

casanovaA venturero, escritor, diplomata e agente secreto Venetian.Exilados 60 anos conheceu o Conde de Waldstein, que se ofereceu para executar uma biblioteca, em 1782 ele aceitou o cargo de bibliotecário Castelo de Dux, na Boêmia, onde ele começou a escrever as memórias de sua vida.

Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832)

GoetheRomancista, dramaturgo, poeta, cientista, humanista, filósofo, bibliotecário e membro do Tribunal de Weimar, a Glória Nacional Germânico de Letras. O biblioterca princesa Anna Amalia de Weimar, que dotado de melhor coleção do mundo de obras de Goethe. Esta biblioteca queimada na noite de 02 de setembro de 2004.

Lewis Carroll (1832 - 1898)

Lewis CarrollO autor de Alice no País das Maravilhas e Através do Espelho, o verdadeiro nome de Lewis Carroll era o Charles Lutwidge Dodgson.Dodgson cresceu em Cheshire e Yorkshire, Inglaterra, e depois de se formar a partir de Oxford em matemática, tornou-se um sub-bibliotecário da Christ Church Cathedral, Oxford. Ele deixou o cargo em 1857 para se tornar um professor de matemática.

Ruben Dario (1867 - 1916)

Ruben DarioEle era um poeta, jornalista e diplomata nicaragüense, líder do modernismo literário de língua espanhola. Quando se mudou para Managua, não ganhou o seu primeiro emprego permanente na Biblioteca Nacional.

Marcelino Menéndez Pelayo (1856 - 1912)

Menendez PelayoEle era um escritor, político e acadêmico espanhol. Ele foi eleito membro da Real Academia Espanhola (1880), Membro do Parlamento (1884-1892), nomeado para o Prémio Nobel em 1905, membro da Real Academia de la Historia em 1882, com o histórico discurso considerado poesia. Esta instituição foi bibliotecário desde 1892 e diretor desde 1910. Ele entrou para a Academia Real de Ciências Morais e Políticas, em 1889, e da Real Academia de Belas Artes de San Fernando, em 1892. Finalmente, a partir de 1898 até sua morte em 1912, foi diretor da Biblioteca Nacional de Espanha, a decorrer em posição de Manuel Tamayo y Baus.

León Felipe (1884-1968)

leon felipePoeta espanhol. Em 1922, ele viajou para o México com uma carta de Alfonso Reyes que abriria a porta para o ambiente intelectual mexicano. Ele trabalhou como bibliotecária em Veracruz, antes de ser professor de literatura espanhola em várias universidades americanas.

Jorge Luis Borges (1899-1986)

Jorge Luis BorgesEscritor argentino eo homem universal, que com as suas obras contribuíram para a expansão da língua espanhola e da literatura latino-americana.
Em 1937, aos 38 anos, ele começou a trabalhar como um segundo auxiliar na biblioteca Miguel Cane, um anexo à Biblioteca Municipal Bons ares. Em seguida, ele será promovido a assistente de primeira. Em 1955 Borges foi nomeado para sua surpresa, diretor da Biblioteca Nacional, então tinha 56 anos.

Gloria Fuertes (1917-1998)

FuertesPoeta espanhol (ele não gostava de ser chamado de poeta). Ele estudou na Biblioteca do Instituto Internacional (possivelmente a primeira biblioteca moderna Madrid). Ele organizou uma biblioteca infantil que viajam para as aldeias, e 1958-1961 trabalhou como bibliotecário no Instituto Internacional.

Mario Vargas Llosa (1936-)

Vargas LlosaSeu primeiro emprego foi na Biblioteca Nacional do Peru era bibliotecário do Clube Nacional de Lima entre 1955 e 1958.

Stephen King (1947-)

Stephen KingEscritor americano de grande sucesso, autor de vários romances de gênero da fantasia. Em 1969, ele trabalhou na biblioteca da Universidade de Maine, onde conheceu sua esposa, Tabitha Spruce, que foi, então, a trabalhar lá como estagiária.

Personagens ilustres

David Hume (1711-1776)

HumeFilósofo empirista escocês, nascido em Edimburgo, ele se matriculou na Universidade com a idade de 12, na sua lei como dirigido por seu pai. Ele não terminar a corrida, ele abandonou a faculdade e passou a trabalhar em uma loja, enquanto estudava em casa à noite. Em 1734 ele foi para a França, onde escreveu o seu primeiro livro, o "Tratado sobre a Natureza Humana", publicado em 1739 com uma má recepção de público e crítica. Ele escreveu depois dos "julgamentos morais e políticas", ele trabalhou como tutor em um nobre, foi para a Itália, e em 1752, de volta à Escócia, após a publicação de seus "discursos políticos" tentou obter uma cátedra na Universidade; Eles não receberam um, mas em vez disso tem o bibliotecário trabalho da Ordem dos Advogados de Edimburgo, onde trabalhou até 1757. Trabalho lá escreveu uma "História da Inglaterra" monumental. Não era um filósofo particularente peculiar; Bertrand Russell disse dele "Rousseau era louco, mas era muito influente; Hume estava sã, mas não tinha seguidores. "

Maria Moliner (1900-1981)

Maria MolinerFilólogo espanhol e lexicógrafo. Ele se formou em 1921 na especialidade de História. No ano seguinte, Mary ganhou os concursos para a faculdade arquivistas, bibliotecários e arqueólogos, que está sendo apontado em agosto para o Arquivo Geral de Simancas, a partir do qual passou em 1924, para apresentar à administração fiscal em Murcia e anos mais tarde, thirties adiantados, em Valência.
Na década 1929-1939 foi uma parte muito activa da política de biblioteca. Na década de 40 ele se juntou a Biblioteca da Escola de Engenheiros Industriais de Madrid, tornando-se diretor até sua aposentadoria em 1970.

John Edgar Hoover (1985-1972)

j Edgar HooverAdvogado e político. Ele trabalhou na Biblioteca do Congresso, durante cinco anos, o que contribuiu para a reforma. Aos 29 anos ele se tornou diretor do FBI. Ficou no cargo por 48 anos até sua morte em 1972.

Laura Bush (1946-)

Laura BushEsposa do ex-presidente norte-americano George W. Bush e ex-primeira-dama dos Estados Unidos. Ele estudou biblioteconomia em 1973 e trabalhou na Biblioteca Pública de Houston. Mais tarde, ele também trabalhou como bibliotecária no Dawson Elementary School até 1977.

Bud Spencer (1929-)

Bud SpencerCarlo Pedersoli, famoso ator italiano. Particularmente famoso por seus filmes com Terence Hill. Em 1947, sua família se mudou para a América, e há Carlo-Bud tem vários postos de trabalho, um dos quais era um bibliotecário em Buenos Aires.

Mike Tyson (1966)

Mike TysonPugilista americano profissional, campeão dos pesos pesados. Em 1997, durante a luta contra o campeão Evander Holyfield, Tyson mordeu várias vezes a orelha de seu oponente. Tyson foi para a prisão por um crime de agressão. Na prisão, para reduzir a sua pena por bom comportamento, ele tentou fazer com que a escola de pós-graduação e de trabalho na biblioteca, mas falhou no teste.


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